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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Câmara desarquiva projeto de Marco Feliciano que obriga ensino do criacionismo nas escolas


Um projeto de lei de autoria do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) que prevê a obrigatoriedade de ensino da doutrina criacionista nas escolas básicas públicas e privadas foi desarquivado no último dia 11 de fevereiro.

A medida só foi possível devido à eleição do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à presidência da Câmara dos Deputados. O projeto 8099 foi arquivado ao final de 2014, logo após sua apresentação, por não ter sido apreciado em comissões da Casa.

Reeleito com quase 400 mil votos, Feliciano argumenta que os estudantes não podem ser ensinados apenas a partir da perspectiva da Teoria da Evolução, pois é preciso ter “noções de que a vida tem sua origem em Deus, como criador supremo de todo o Universo”.

Apesar do parecer contrário da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) sobre o projeto e seu pedido de arquivamento, Feliciano espera concluir a tramitação em comissões da Câmara e sua votação no plenário até o fim de 2018, de acordo com informações das agências de notícias.

“Os argumentos criacionistas são baseados em crenças acerca de uma entidade de fora do mundo natural”, afirmou Helena Nader, presidente da SBPC, em crítica ao projeto do pastor Marco Feliciano.


Ela ainda acrescentou que a ciência só investiga fenômenos da natureza, e que Deus, autor da criação segundo as tradições bíblicas, seria uma entidade de “outro mundo”.

A questão da educação no Brasil é um tema de tensão entre os parlamentares das bancadas evangélica e católica, e os parlamentares de partido de esquerda, como PT, PC do B e PSOL, por exemplo. A área é vista como chave para disseminação de ideais e filosofias que representam os objetivos dos esquerdistas, considerados anticristãos pelos deputados das bancadas religiosas.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Pastor Marco Feliciano publica carta pedindo fim de patrocínios ao Porta dos Fundos; Entidade católica denuncia humoristas ao Ministério Público


A empreitada cristã contra a produtora Porta dos Fundos, responsável por diversos vídeos de humor que abordam o cristianismo de forma agressiva, segundo muitos líderes cristãos, ganhou novos capítulos nesta semana.

O pastor Marco Feliciano (PSC-SP), um dos principais protagonistas dos protestos contra o Porta dos Fundos, enviou carta ao presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), Paulo Skaf, para solicitar que o patrocínio oferecido aos humoristas seja cancelado.

Diversas empresas, filiadas à FIESP, patrocinam ou contratam a produtora para promover suas marcas através da popularidade dos vídeos publicados no YouTube.

Na carta, Feliciano diz que os cristãos vinham “tolerando desde há algum tempo” os “vários ataques pessoais” desferidos pelo Porta dos Fundos, porém, após a esquete do Especial de Natal, onde os humoristas colocaram “personagens da Sagrada Família de forma esdrúxula, vociferando palavrões totalmente desnecessários no contexto, desrespeitando nossa fé cristã”, a decisão tomada foi de reagir.

O pastor e deputado federal citou ainda, o embate entre o cardeal dom Odilo e o humorista Gregório Duvivier pela imprensa: “Ao serem admoestados pelo cardeal arcebispo de São Paulo dom Odilo Scherer, publicaram uma nota acintosa na Folha de S. Paulo [...] em resposta ao líder católico, com ironia ao fato de serem patrocinados pela Indústria”, observou Feliciano.



Ação criminal

A busca por imposição de respeito levou a Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, formada por católicos, a apresentar ao Ministério Público uma representação criminal contra o Porta dos Fundos.

Na representação, assinada por Hermes Rodrigues Nery, diretor da entidade, e subscritos por onze advogados, os humoristas da produtora são citados nominalmente como parte de um grupo que se associou criminosamente contra o princípio de tolerância e respeito à diversidade.

“Não é de hoje que esse canal faz questão de debochar e insultar, das mais diversas formas, as religiões monoteístas — em especial o cristianismo’’, frisa o texto da representação criminal, segundo informações do jornal Folha de S. Paulo.

Antonio Tabet, um dos fundadores da produtora, diz que a ação não representa censura para os humoristas: “Qualquer um pode mandar representação ao Ministério Público. Somos a favor de qualquer liberdade. Vamos esperar alguma coisa acontecer para tomar qualquer providência”, disse o humorista, que nega praticar preconceito religioso: “Prova disso é que, na nossa equipe, temos gente de todas as religiões: católicos, evangélicos, espíritas, e também ateus. Nosso objetivo não é fazer polêmica. É fazer humor”, defendeu-se.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+


Fonte:  http://noticias.gospelmais.com.br/

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Pastor Marco Feliciano abre debate sobre trabalhos missionários em aldeias indígenas



Os trabalhos missionários desenvolvidos por igrejas cristãs em aldeias indígenas será o próximo tema de debate na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), presidida pelo pastor Marco Feliciano (PSC-SP).

O assunto foi levantado pelo deputado federal Pastor Eurico (PSB-PE), que se queixou da burocracia e impedimentos para que as denominações que sustentam trabalhos missionários voltado aos índios prossigam com suas atividades.

“Entidades governamentais têm impedido a continuidade do trabalho de missões religiosas, especialmente as católicas e evangélicas, nas comunidades indígenas”, afirmou Eurico.

Segundo o site da revista Carta Capital, o Pastor Eurico teria solicitado que a CDHM desse atenção para o impasse: “Cabe a esta comissão debater a melhor forma de participação dessas instituições religiosas em detrimento do que permite a legislação brasileira sobre o tema”.

O debate foi acolhido pelo presidente da CDHM, Marco Feliciano, e deverá ser discutido com mais afinco nas próximas reuniões da comissão.

Na última quarta-feira, 11 de setembro, a presidente da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), Maria Augusta Assirati, esteve na CDHM ao lado de membros do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), do Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas (CONPLEI) e da Associação Brasileira de Missões (AMTB).

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Pastor Marco Feliciano ironiza denúncias de corrupção contra o Psol de Jean Wyllys: “Me perseguiram e agora foram denunciados por desvio de verbas”


Uma denúncia de corrupção e crime eleitoral supostamente praticados pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), legenda que abriga o deputado federal Jean Wyllys, foi tema de uma publicação do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) em seu perfil no Twitter.

Feliciano ironizou o fato de que o partido é um de seus principais opositores na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) e agora, está envolto em denúncias de corrupção: “Fiquei sabendo hoje que um dos partidos que mais me perseguiram e que encarnam o moral aqui na Câmara foi denunciado por desvio de verbas de uma ONG. Usaram o dinheiro da ONG para fazerem a campanha dos seus deputados. E pasmem a denuncia foi feita por uma parlamentar deste mesmo partido”, publicou o pastor.

A fala de Feliciano foi comentada pelo pastor assembleiano Abner Ferreira, em tom de ironia: “Marco Feliciano, tem notícias do mensalão do PSOL? O PSOL virou PSIU… Ninguém comenta nada… rsrs”.

A denúncia foi tema de reportagem do Jornal Nacional, que ouviu o deputado Jean Wyllys, citado nas investigações como um dos beneficiados pelo esquema de boca de urna supostamente montado pelo partido nas eleições de 2010. O ex-BBB negou que tivesse conhecimento do caso: “Não tinha conhecimento disso. Para mim, esta referência à boca de urna é uma novidade”.

O desvio

A principal acusada do esquema de corrupção é a deputada estadual Janira Rocha, presidente estadual do PSOL no Rio de Janeiro e líder da bancada do partido na Assembleia Legislativa (Alerj). Gravações feitas durante reuniões da diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho e Previdência Social (Sindsprev) mostram a deputada admitindo que se beneficiou de um esquema de caixa dois com o desvio de dinheiro do sindicato.

No áudio obtido pela Polícia, Janira demonstra preocupação com a possibilidade de vazar um documento que a comprometesse: “Qual é o problema? Todo mundo sabe que foi dinheiro para minha campanha, o problema é que tem um documento, em papel timbrado, de uma regional do sindicato, de uma dirigente do sindicato, dizendo, entendeu? Que o dinheiro do sindicato foi para a minha campanha. A gente pode botar no relatório que o dinheiro foi para atividades políticas, mobilizadoras. Não pode dizer que foi para a construção de PSOL, foi para a disputa, para eleger deputado. Isso não pode, isso é crime”, diz a deputada.

Numa entrevista à TV Globo, Janira se negou a comentar as acusações: “Eu não tenho nada a temer. Eu não tive ainda acesso ao dossiê. Eu não vi. Eu não sei do que está dito dentro, a não ser as questões que estão colocadas na imprensa. Eu acho que as gravações refletem uma determinada conjuntura, reflete um debate em que eu estava fazendo, uma discussão que eu estava fazendo – inclusive publicamente”.

“Psol é um PT mixuruca”

Um dos principais críticos aos partidos de esquerda no Brasil, o jornalista Reinaldo Azevedo, de Veja, publicou em sua coluna no site revista um artigo sobre o caso.

“Entre os papéis que compõem um dossiê elaborado por ex-assessores seus [de Janira Rocha], que tentaram extorqui-la, evidências de financiamento irregular de boca de urna das campanhas dos deputados federais Chico Alencar e Jean Wyllys. O primeiro chamou a coisa de ‘papelucho’, indignado, claro! O outro, num tom baixo e profundo, diz não saber de nada. O PSOL é o partido que comandou a invasão da Câmara de Vereadores do Rio porque, sabem como é, não suporta corrupção. Reitero: no partido, Janira é peixe graúdo”, pontuou o jornalista.

O ataque ao Psol foi reiterado pelo jornalista, que classificou o partido como “um PT mixuruca, com complexo de moralidade”, e afirmou que a aplicação da lei deve ser feita em sua íntegra: “Ela [Janira Rocha] recebeu doação ilegal, de maneira confessa e inequívoca, o que resulta, segundo a lei, em cassação de mandato. Mas não só ela. Também o registro do PSOL, se a lei for cumprida, tem de ser cassado”, escreveu Azevedo, citando o Inciso IV do o Artigo 31 da lei 9.096, que regulamenta a atuação dos partidos.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/

domingo, 11 de agosto de 2013

Pastor Marco Feliciano recebe apoio popular após ser hostilizado em avião em pleno voo: “Aquilo não foi protesto, foi desrespeito”


Pastor Marco Feliciano recebe apoio popular após ser hostilizado em avião em pleno voo: “Aquilo não foi protesto, foi desrespeito”

Após ser hostilizado por ativistas gays dentro de um avião em pleno vôo, o deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) recebeu apoio popular através da internet. Em sites e redes sociais diversas pessoas publicaram mensagens de apoio ao deputado, classificando a atitude dos ativistas como desrespeitosa.

- Oremos Por Marcos Feliciano Acabei de receber uma ligação dele, ele está muito Abalado Por ter sido agredido por Homossexuais dentro do Avião – escreveu o pastor Francisco Junior.

- Não concordar com o Deputado Marco Feliciano não dá o direito das pessoas o hostilizarem. O que fizeram no avião foi um desrespeito… – escreveu Alessandro Neves.

- Não! Não achei graça na “agressão” que o Marco Feliciano sofreu no avião… graça nenhuma! Aquilo não foi protesto, foi desrespeito. – afirmou o pastor e teólogo José Barbosa Junior, editor do site Crer e Pensar.

- Se todos merecessem “atos” por suas burradas… estaríamos todos fritos e entregues à barbárie – completou Barbosa, em resposta a um seguidor que afirmou que Feliciano “fez e faz por merecer coisa muito pior”.

- Militantes gays hostilizam Feliciano dentro de avião. Onde está mesmo a intolerância? Reação seria homofobia? – afirmou através do Twitter o jornalista Reinaldo Azevedo, que também publicou um texto em sua coluna na revista Veja sobre o incidente.

- Muito bem! Estou entre aqueles que acreditam que as pessoas não podem e não devem ser assediadas em razão de sua condição sexual, física ou de suas opiniões — desde que estejam jogando o jogo democrático. E Feliciano está, ainda que se possa discordar dele, ora! (…) Essa gente que assediou Feliciano, estou certo, quer a aprovação do PL 122, aquele que manda para a cadeia os acusados de “homofobia”. Pois é… Com a lei aprovada, se um dos dois assediados tivesse dado um murro na cara — E RECOMENDO EXPLICITAMENTE QUE NÃO SE FAÇA ISSO — dos agressores, estaríamos diante de um caso de “homofobia”? – escreveu Azevedo.

- O que essa gente quer? Igualdade perante a lei ou privilégios, acompanhados da impunidade? O vídeo que eles mesmos postaram — e, pois, orgulham-se disso — dá a resposta – finalizou o jornalista.

- Vi agora o vídeo dos caras perturbando o Feliciano no avião e senti vergonha pelos indivíduos. Tipo de militante que CAGA a causa. – afirmou Yasha Gallazzi.

- Sobre o q aconteceu no avião com o Marco Feliciano: Uma vergonha, desrespeito e repugnante. – afirmou Daniel Resende.

Através do Twitter, os homens que gravaram o vídeo hostilizando Feliciano receberam criticas também de pessoas que, abertamente, afirmam discordar das opiniões do deputado, mas que também não concordam com a maneira com que o suposto protesto foi feito. Diversos usuários da rede social publicaram mensagens condenando a atitude dos responsáveis pelo protesto, mesmo dizendo também não concordar com a postura do deputado.

- Discordo do Feliciano. Mas discordo do que fizeram com ele no avião. – escreveu Ale Chumer.

- Sou contra Feliciano mas também sou contra o que esses caras fizeram com ele no vídeo do avião. É um desrespeito até com os passageiros. – publicou Lodir Negrini.

- Discordo de muitas atitudes do Pastor Feliciano, mas o que fizeram com ele no avião foi baixo e feio, lamentável esse comportamento. – afirmou Kakanatal.

- Sério q cs acham graça nesse povo q dançou robocopgay p Feliciano no avião? Amor c amor se paga, mas desrespeito ñ se paga c desrespeito não – declarou Karoline Pacheco.

- Vergonhoso o que fizeram com Marcos Feliciano no avião. Não votei nele e não concordo com as coisas que ele diz. Mas foi vacilo grande! – publicou Luis Branco.

- Sou contrário aos discursos do Marco Feliciano, mas achei errado o lance no avião. É incoerente pedir respeito com desrespeito. (…) – escreveu Emerson Alecrim.

Muitas pessoas comentaram também o fato de a atitude contra Feliciano ter colocado em risco a segurança dos outros passageiros no vôo, ressaltando que em outros países, como os EUA, uma atitude semelhante a essa seria motivo para prisão imediata.

Por Dan Martins, para o Gospel+

Fonte:  http://noticias.gospelmais.com.br/

sábado, 10 de agosto de 2013

Pastor Marco Feliciano foi hostilizado por ativistas gays em avião em pleno voo: “Querem respeito, mas não respeitam”


Pastor Marco Feliciano afirma que foi hostilizado por ativistas gays em avião em pleno voo: “Querem respeito, mas não respeitam”

O pastor Marco Feliciano (PSC-SP) publicou um relato em seu Twitter de um assédio sofrido por ele durante um voo entre Brasília e São Paulo, na manhã desta sexta-feira, 09 de agosto.

Segundo o deputado federal, ao identificarem sua presença na aeronave, alguns ativistas gays passaram a hostilizá-lo com xingamentos e com a música “Robocop Gay”, dos Mamonas Assassinas. Feliciano afirmou ainda que os passageiros interviram na situação e o defenderam, mas com o tamanho do tumulto, o comandante da aeronave ameaçou retornar à capital federal.

“Agradeço aos passageiros do voo AD5019 BSB x GRU bem como a equipe da Azul Linhas Aéreas e o apoio da Polícia Federal do aeroporto de Guarulhos. Ao decolarmos em Brasília cerca de 10 gays me constrangeram, dois vieram à minha poltrona gritando, cantando musica bizarra. Os passageiros me defenderam, o piloto ameaçou retornar pra Brasília. Sofri xingamentos o voo todo. Haviam crianças no voo, famílias. Como não reagi tocaram no meu rosto. Estes cidadãos colocaram em risco a segurança dos passageiros. Querem respeito, mas não respeitam. E assim fazem com qualquer pessoa que discorde de suas práticas. Que Deus nos guarde. Não sou contra gays, sou defensor da família natural!”, escreveu o pastor.



Uma internauta que afirmou estar no mesmo voo que o pastor, disse que a maioria dos passageiros era homossexual: “Praticamente 70% dos passageiros do arco-íris… Não foi dessa vez, Feliciano kkkk”, escreveu a usuária Danyzinhaa_25. Um assessor de Feliciano identificado como Bauer confirmou que o piloto considerou retornar a Brasília: “Pastor Marco Feliciano foi hostilizado por gays dentro do avião. Comandante ameaçou retornar. Como cristão, perdoou os anormais”, escreveu.


Outro assessor do deputado, o cantor Roberto Marinho, relatou o episódio de forma mais detalhada em seu Twitter. Segundo Marinho, a Polícia Federal iria deter os ativistas gays, porém Marco Feliciano resolveu não dar queixa.

“Impressionante a falta de vergonha de alguns gays hoje no voo 5019 da Azul. Hostilizaram a Marco Feliciano e a mim com palavrões. Sentamos e ficamos quietos, aí depois da decolagem, 2 deles vieram a nossa poltrona e cantaram a música Robocop Gay dançando, rebolando. Um deles com a câmera na mão filmava, enquanto o outro esfregava o bumbum no meu braço, e também o órgão genital, rebolando e cantando. Tentaram várias vezes tocar no rosto, nos cabelos e no queixo de Marco Feliciano, eu tentei impedir, mas foi em vão. Ouve tumulto. Até que alguns passageiros pediram a retirada deles e que voltassem pros seus lugares. O comandante ameaçou voltar à Brasília se repetisse. Durante todo tempo eu e Marco Feliciano ficamos parados sem reagir a nada. Eu tremia, suava, fiquei indignado com tamanha barbaridade. Chegando em Guarulhos, eles tornaram a desrespeitar e se preparavam para de novo nos afrontar, mas a Policia Federal estava aguardando. O agente federal nos pediu para identificar os arruaceiros e os levar detido, mas Marco Feliciano não quis prestar queixa e liberou eles. Entramos numa van separada pela Azul, viemos para uma sala reservada aqui no aeroporto de Guarulhos. Detalhe: isso não foi a primeira vez. Muitos questionam nossa atitude de não reagir, mas bem sabemos que nossa luta não é contra carne ou sangue… Em 2014 vamos vencer nas urnas”, escreveu Marinho.




Assista ao vídeo do assédio:




Feliciano X Ativistas Gays

O pastor Marco Feliciano tornou-se alvo dos ativistas gays ao ter suas declarações a respeito da homossexualidade repercutidas. A exposição do deputado se tornou maior depois que ele foi eleito para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM).

Como presidente da CDHM, Feliciano levou à votação o projeto conhecido como “cura gay”, de autoria do deputado federal João Campos (PSDB-GO), que visava a derrubada da proibição do Conselho Federal de Psicologia aos profissionais da área de atenderem homossexuais que buscassem ajuda para reorientação sexual.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+





terça-feira, 18 de junho de 2013

Cura Gay

Projeto de “Cura Gay” é aprovado na Comissão de Direitos Humanos em meio a discussão com Pastor Marco Feliciano


A Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) aprovou em votação na tarde desta terça-feira, 18 de junho, o projeto apelidado de “cura gay”. A apreciação do projeto foi adiada seguidas vezes nas últimas semanas, por questões técnicas e burocráticas da Câmara dos Deputados.

Numa sessão chefiada pelo pastor Marco Feliciano (PSC-SP), os parlamentares aprovaram a proposta elaborada pelo deputado João Campos (PSDB-GO), que prevê a derrubada da resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP) que proíbe os profissionais da área de atenderem homossexuais que busquem terapia para trocar de preferência sexual.

De acordo com o site da Folha de S. Paulo, houve bate boca entre Feliciano e o deputado Simplício Araújo (PPS-MA), que havia apresentado requerimento no início do mês pedindo a retirada do projeto da pauta.

Além de derrubar a resolução do CFP, o projeto prevê também a anulação da determinação de que “os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica”.

Como justificativa para anular esse segundo item, o autor do projeto diz que o CFP “extrapolou seu poder regulamentar” por “restringir o trabalho dos profissionais e o direito da pessoa de receber orientação profissional”.

Manifestantes que compareceram à sessão da CDHM protestaram com cartazes, que traziam frases como “Não há cura para quem não está doente”. Em trâmite na Câmara dos Deputados há dois anos, o projeto agora deverá ser analisado pela Comissão de Seguridade Social (CSS) e pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Pastor Marco Feliciano Desabafa - COVARDES! Cadê a Igreja e Cantores Gospel?

Marco Feliciano desabafa e pede ajuda à Igreja e Cantores para que se Posicionem

Até o momento, a Cantora Perlla (ex-fukeira) e o cantor Lázro foram os únicos que tiveram coragem e se pronunciaram publicamente. Veja nos links mais abaixo.... 
Mas e os demais cantores, são covardes ou não querem perder seus shows? 
Cadê os grandes nomes do Gospel? Os grandes nomes do meio secular tem coragem de defender o que pensam, porquê os cristãos não tem a mesma coragem de defender a fé, a igreja de Cristo, o evangelho, a bíblia? Certamete é o fim, e vemos que o amor de muitos de fato está se esfriando, pois um nome na mídia, uma fama, uma agenda vale mais do que defender os princípios morais da família, da vida, da fé, e qual "Pedro", se dizem amigos de Jesus, mas nessa hora, vemos que os que se dizem amigos, passam a fazer papel de "Judas".


terça-feira, 30 de abril de 2013

Vídeo – “Sou a favor do Marco Feliciano. Sei que estou errado”, diz homossexual em entrevista à cantora Vanilda Bordieri


A polêmica levantada a partir das declarações polêmicas do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) trouxeram o tema homossexualidade e a visão do cristianismo sobre a questão para uma discussão mais detalhada dentro das igrejas e na sociedade.
A cantora pentecostal Vanilda Bordieri tem um programa na web e tratou sobre a questão da homofobia com um convidado homossexual.

Segundo Bordieri, sua intenção era mostrar que existem homossexuais que não enxergam a postura das igrejas evangélicas como homófobas.
O convidado pela cantora, Robson Coragem, afirmou ser filho de pais cristãos e nascido no meio evangélico, mas que desde a infância carregava “trejeitos”. 

Questionado se é a favor do pastor Marco Feliciano, respondeu afirmativamente: “Sou a favor. Acho que ele está certo, porque eu sou a favor da Bíblia. O que eu estou fazendo é errado”, disse.

Sobre a questão do casamento gay, Coragem afirmou que “acha que [os homossexuais] até podem ir morar junto, mas não estar se expondo”.
Coragem disse ainda que quando se lembra dos ensinamentos aprendidos na infância, fica “muito confuso”, pois a homossexualidade é uma coisa com a qual ele afirmou lutar “diariamente”.

“Sofro, choro no meu quarto, trancado. É uma coisa que eu sempre falo para os meus amigos íntimos: eu não queria ser [gay]. O que eu passo, eu não desejo pra ninguém”, afirmou Robson Coragem à cantora Vanilda Bordieri.

Vanilda questionou se Coragem teria medo do arrebatamento, e o rapaz respondeu prontamente: “Tenho. Eu sei que se Jesus voltar hoje, eu vou ficar”, disse, antes de complementar dizendo que a forma que a igreja tem para ajudá-lo é com “oração, amor, carinho, pois a maioria dos gays não tem isso”.

Confira a íntegra da entrevista concedida por Robson Coragem à cantora Vanilda Bordieri:


Por Tiago Chagas, para o Gospel+


domingo, 28 de abril de 2013

Marco Feliciano participa do “Congresso de Gideões” em Santa Catarina


Marco Feliciano participa do “Congresso de Gideões” em Santa Catarina

Desde a última quinta-feira (25), o pastor Marco Feliciano, que tem causado polêmica desde que assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, estã na cidade de Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina, para participar do 31º Congresso Internacional de Missões, intitulado ‘Gideões, a colheita ainda não acabou. Avante!’.

A assessoria do deputado e pastor informou que Feliciano estará presente em todos os dias do evento, que termina ness domingo (28) dia em que o pastor está participando ativamente das programações do evento, pregando em dois momentos do Congresso.

De acordo com sua assessoria, Marco Feliciano participará de toda a programação do evento dos Gideões, mas não concederá entrevistas aos veículos de comunicação e não tem agenda definida na cidade de Camboriú. O deputado teria sido orientado pelo seu partido, o PSC, a evitar comentários sobre os recentes impasses para não provocar mais polêmicas.

De acordo com o G1, no momento em que a presença do deputado foi anunciada no congresso na noite de quinta feira, ele foi ovacionado por mais de cinco mil pessoas presentes no evento. Peter Lee Grando, assessor de imprensa da prefeitura de Camboriú, relatou que camisetas com os dizeres “Eu estou junto com você, Marco Feliciano” estão sendo comercializadas nos arredores do ginásio que recebe o evento.

Como em outros eventos em que Feliciano está presente, Ativistas gays prometeram através das redes sociais uma manifestação contrária à permanência do deputado a frente da CDHM durante sua ministração.

Por Dan Martins, para o Gospel+

Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Pastor Silas Malafaia diz que frase “não me representa” não deve ser usada por evangélicos para se referir a líderes: “Somos um corpo”

Pastor Silas Malafaia diz que frase “não me representa” não deve ser usada por evangélicos para se referir a líderes: “Somos um corpo”

Pastor Silas Malafaia diz que frase “não me representa” não deve ser usada por evangélicos para se referir a líderes: “Somos um corpo”

Os protestos de setores da sociedade contra o pastor Marco Feliciano iniciaram um movimento em que a frase “Não me representa” foi usada à exaustão por inúmeras pessoas para expressar que determinada pessoa não possui reconhecimento de determinado grupo social.

Entre evangélicos, alguns dos que discordam das posturas de Feliciano e até de Silas Malafaia, usaram a frase para protestar contra os pastores, e como o sentido da expressão é amplo, outros líderes tornaram-se alvo de protestos semelhantes.

O pastor Silas Malafaia publicou uma série de tweets sobre o tema, em que exorta seus seguidores a não usar a frase para se referir a outros cristãos, pois isso de certa forma, excluiria quem a usa do corpo de Cristo.

“A frase mais dita nos últimos dias: ‘…Não me representa’. O povo de Deus não pode cair nesta bobagem. Vou explicar pra você através de tweetts. Se eu disser que você como irmão não me representa, estou dizendo q não sou membro do corpo de Cristo. Cada um de nós representa um ao outro. Mesmo não te conhecendo, como membro do corpo de Cristo, você me representa onde você trabalha, estuda, convive. Não somos mais de nós mesmos”, introduziu o pastor.

Reconhecendo que entre evangélicos há divergências que muitas vezes se tornam marcantes, Malafaia disse que as diferenças são normais: “Podemos discordar uns dos outros, mas cada um, representa o outro. Se não for assim, não somos membros do corpo de Cristo. Diferenças sempre vamos ter, afinal de contas, um é o corpo  com membros diferentes. Não vamos cair no jogo do diabo, ele quer nos dividir. Não conheço representante máximo dos evangélicos aqui no Brasil. Conheço o representante máximo dos evangélicos no mundo, Jesus Cristo”, pontuou o pastor.

Conhecido por seu temperamento forte, o pastor Malafaia afirmou que tem sido alvo de ataques feitos por pessoas que invejam sua posição: “A igreja evangélica possui uma infinidade de lideres, não conheço o líder máximo. Os lideres possuem uma certa influencia, nunca total. Tem um monte de tolos, invejosos, recalcados e etc. dizendo que eu me apresento como representante dos evangélicos. Quando eu disse isto? Mentira! Sempre tenho dito que tenho uma certa influência, como muitos líderes. Quem me assiste na TV sabe muito bem”.

twitter silas malafaia

Por fim, o pastor disse que reconhece a todos que professam a mesma fé como irmãos: “Qualquer um que seja membro do corpo de Cristo me representa. Não importa a denominação. Leia 1 Co 12.12…. Se é falso cristão, não pertence ao corpo de Cristo. O Novo Testamento nos dá a regra da quem pertence ao corpo de Cristo”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+



quarta-feira, 3 de abril de 2013

Conselho de Ética pode investigar e punir o Pastor Marco Feliciano por dizer que a Comissão de Direitos Humanos era “dominada por satanás”


Após afirmação do pastor Marco Feliciano de que a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) era “dominada por satanás” antes de sua chegada à presidência, a vice-presidente da Comissão, deputada Antônia Lúcia (PSC-AC), chegou a afirmar que deixaria o cargo pois se sentiu ofendida com a afirmação do colega de partido, mas após uma conversa com o presidente do partido, deputado André Moura, voltou atrás na decisão.

- Me senti extremamente ofendida. Não tenho como continuar no cargo de vice. Isso é ofensa demais, é desacato. Assim que eu comprovar a autenticidade do vídeo publicado no YouTube, não fico mais [no posto de vice] – afirmou Antônia Lúcia, que também é evangélica, em entrevista ao G1.

Antônia Lúcia, que chegou a ser cogitada para a presidência da comissão caso Feliciano renunciasse, afirmou ter ficado indignada com as declarações de Feliciano e chegou a pedir “desculpas” em nome do colega ao ex-presidente da comissão, deputado Domingos Dutra (PT-MA), e aos demais parlamentares que integraram o colegiado no passado.

- Não existe isso que ele [Feliciano] falou. Peço desculpas aos ex-colegas e aos atuais membros da comissão. Quero deixar registrado, especialmente ao deputado Domingos Dutra, que não tínhamos nenhuma representação satânica no colegiado. Refuto essa declaração, até porque eu mesma fazia parte dessa comissão – afirmou a deputada, que afirmou também que Marco Feliciano não poderia ter feito comentários sobre assuntos internos do Legislativo em um culto religioso.

As declarações do deputado Marco Feliciano foram comentadas também pelo líder do PSC, André Moura (SP), que afirmou que caberá à Mesa Diretora do partido analisar “as consequências” da declaração do deputado, mas ressaltou que o colega deve um pedido de desculpas por suas declarações, que Moura classifica como “infelizes”.

- Eu entendo que são declarações infelizes da parte dele, inclusive disse isso ao deputado. Acho que agora cabe a ele um pedido de desculpas oficial e, logicamente, que a Mesa Diretora da Casa fará uma análise das consequências da declaração, mesmo porque, apesar de ser num culto evangélico, ele fez referência a parlamentares que faziam parte da comissão no ano passado e alguns que continuam fazendo parte da comissão neste ano – disse Moura.

Além dos colegas de partido, parlamentares contrários à permanência de Marco Feliciano no cargo também se manifestaram sobre o assunto. Indignada, a deputada Iriny Lopes (PT-ES), ex-ministra da Secretaria de Políticas para Mulheres, protocolou nesta terça-feira (2) na Mesa Diretora da Câmara, um requerimento por quebra de decoro contra o parlamentar.

- É inaceitável que um deputado faça esse tipo de declaração, ferindo a honra e a imagem dos nobres colegas que atuam com dedicação e firmeza, para a promoção e valorização dos direitos humanos – afirmou a deputada, que presidiu a Comissão de Direitos Humanos em 2006, e classificou a declaração feita por Marco Feliciano como um “desrespeito” aos demais parlamentares.

O requerimento feito por Iriny Lopes será analisado pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) e, se for decidida a abertura de investigação caberá ao Conselho de Ética julgar o caso. O recém eleito presidente do Conselho, deputado Ricardo Izar Junior (foto) do PDT de São Paulo poderá pedir até mesmo a cassação do mandato do pastor como parlamentar.

Cinco ex-presidentes e três vice-presidentes da Comissão de Direitos Humanos e Minorias assinaram uma nota oficial onde afirmam considerar “inaceitável a declaração feita pelo parlamentar relacionando Satanás à comissão, o que mais uma vez demonstra a sua incompatibilidade para presidi-la”.

Resposta de Feliciano

Em rápidas palavras com a imprensa antes de uma reunião do PSC para tratar sobre as próximas pautas da CDHM e de uma ida a Bolívia, o deputado Marco Feliciano afirmou que “não disse o nome de ninguém. Eu estava num culto, num ambiente espiritual, falando sobre coisas espirituais. Se vocês assistirem ao vídeo, minutos depois eu falei que a comissão fez um seminário com apologia ao sexo a crianças de zero a seis anos” e completou que  ”isso para quem é espiritual não é coisa de Deus. Se não é coisa de Deus é do adversário. Satanás significa adversário”, disse.

Sobre a afirmação da vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minoriais, Antônia Lúcia, o pastor afirmou que “não há crise”, “conversei com ela e já está tudo normal. A deputada disse a tarde que atendeu “a um pedido do partido, do nosso líder. O pastor Feliciano pediu desculpas no Twitter, telefonou, pediu desculpas e eu aceitei”.

Sobre o requerimento protocolado contra ele pela deputada Iriny Lopes, o pastor Marco Feliciano se limitou a dizer que “é um direito dela”.

Por Dan Martins, para o Gospel+


sexta-feira, 29 de março de 2013

Especialistas afirmam que caso Feliciano é uma amostra da força política dos evangélicos no Brasil

Especialistas entendem que a indicação de Marco Feliciano para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados expõe a consolidação do poder político das religiões no Brasil, sobretudo da evangélica, que tem registrado crescimento vultuoso na sociedade brasileira.

A informação acima foi publicada pela agência alemã Deutsche Welle, que mensurou o crescimento político dos evangélicos: em 20 anos, o número de parlamentares da bancada evangélica se multiplicou, passando de 23 em 1990, para 73 em 2010.

Para Christina Vital, professora de ciências sociais da Universidade Federal Fluminense (UFF), “os católicos sempre foram hegemônicos no Brasil, você não precisava nem dizer que pertencia a essa religião. Mas, com o crescimento dos evangélicos, há um desequilíbrio nessa equação. A disputa foi para além dos limites do campo religioso, porque estar na política é garantir espaços privilegiados”, afirma.

Este poderio político cristão no Brasil se consolida no Legislativo através da aliança entre católicos e evangélicos, que juntos somam 95 parlamentares que se impõe contra questões como aborto, casamento gay e liberação das drogas.

A definição contemporânea de Direitos Humanos coloca os religiosos num quadro de contestação por parte dos ativistas gays, por exemplo. A matéria da Deutsche Welle, no entanto, destaca que após a redemocratização, evangélicos e católicos foram importantes “para o avanço dos direitos humanos e pautas da minoria, como temas ligados à terra, melhoria das condições de trabalho e dos direitos cidadãos”, e pondera lembrando que “os assuntos, no entanto, não afetavam a reprodução e a sexualidade”.

A Frente Parlamentar em Defesa da Vida e Preservação da Família reúne 192 deputados, entre políticos eleitos diretamente por sua atuação religiosa e outros que de alguma forma se identificam com os princípios conservadores de preservação da vida, representado 40% do Congresso Nacional.

“Não são somente eles que são conservadores. Eles vocalizam boa parte do que a população brasileira pensa sobre aborto, direitos das mulheres e de homossexuais”, constata a professora Christina Vital.

Numa comparação com a Alemanha, o professor Frank Usarski, que leciona ciências da religião na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), afirma que, o pluralismo das forças religiosas é menor no Brasil, entretanto a influência da religião se mostra mais forte: “O enraizamento das igrejas na consciência e na realidade social dos brasileiros é maior”, diz.

Christina Vital observa ainda que a questão do Estado Laico no Brasil é confusa, levando em consideração que o termo é muito abrangente. A professora ilustra a questão citando o fato de que aqui, não há contribuição direta do Imposto de Renda para instituições religiosas, como em alguns países da Europa, mas há por parte do Estado um diálogo com as religiões, por exemplo: “Por esse lado, o Estado é laico. Mas, por outro, se laicidade não é a presença da religião ou não ter a interlocução da religião com o segmento político, aí o Brasil não é laico. No Brasil, há uma enorme presença do elemento religioso no espaço público”, resume.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+


sexta-feira, 22 de março de 2013

Ativistas gays organizam “beijaço de repúdio” ao pastor Marco Feliciano em São Paulo

Ativistas gays organizam “beijaço de repúdio” ao pastor Marco Feliciano em São Paulo
A Avenida Paulista será palco de uma manifestação contrária ao pastor Marco Feliciano neste sábado, 23 de março. O ato está sendo organizado por uma página no Facebook e pretende reunir manifestantes num “beijaço de repúdio” à permanência do deputado na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM).

Intitulado “O Amor contra o Ódio: Feliciano não”, a manifestação informa em sua página que a proposta é “combater o ódio com o amor”. Na contagem dos que confirmaram presença, a página já conta com 422 manifestantes.

Os organizadores fazem alusão ao impeachment do ex-presidente Fernando Collor e convoca os manifestantes: “Estamos ganhando força no movimento, mas para que seja contínuo precisamos de seu apoio, sua mobilização, seu amor! Venha participar também deste ato, vamos mostrar que o nosso amor é maior que o ódio dos intolerantes! Amigos, fazem 21 anos que um ‘frágil’ movimento estudantil conseguiu derrubar Collor, agora é a nossa vez de fazer história! Nosso movimento está ganhando forças e se assim nos mantermos iremos concretizar o grito das minorias pela liberdade!”, diz o texto na rede social.

“Beijaço” tem sido uma forma de protesto bastante utilizada pelos manifestantes ligados ao movimento homossexual e simpatizantes. Um dos organizadores do “beijaço de repúdio” contra o pastor Marco Feliciano é o historiador Augusto Menna Barreto, que se identifica como “gay e ateu”.

Avaaz

O site de protestos Avaaz registra o envio de mais de 20 mil e-mails de protesto contra Feliciano, segundo informações da jornalista Mônica Bergamo. Em sua coluna na Folha de S. Paulo, Mônica diz que a Avaaz tem concentrado o envio de e-mails para os membros do PSC.

Segundo a jornalista, “a ação pretende mostrar aos correligionários de Feliciano que a polêmica pode desgastar a legenda, prejudicando seus anseios eleitorais”. O abaixo-assinado hospedado pelo site contra o pastor já somaria 450 mil assinaturas, e o favorável a ele, 261 mil.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+


quarta-feira, 20 de março de 2013

Pastor Marco Feliciano diz que continua como presidente da Comissão de Direitos Humanos e Jean Wyllys critica: “lamentável”


Desde que assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), o pastor e deputado federal Marco Feliciano tem sido alvo de uma série de protestos e pedidos de renúncia por parte de segmentos da sociedade e civil e por outros parlamentares.

Acusado pelos críticos de racismo e homofobia, Feliciano não tem conseguido nem mesmo presidir as reuniões da comissão, por causa dos protestos contra ele. Nesta quarta, o deputado não conseguiu ficar mais que oito minutos numa audiência sobre direitos de portadores de transtorno mental, interrompido por ativistas que gritaram palavras de ordem.

Ao sair da sessão, vários parlamentares o aconselharam a deixar o cargo, entre eles o também evangélico Anthony Garotinho (PR-RJ).

- Você não devia ter aceitado lá atrás esse cargo porque aquilo ali te rendeu um problema. Você já capitalizou o seu público evangélico, mas tem que saber até quando esticar a corda para não arrebentar. Melhor sair antes que te tirem – disse Garotinho a Feliciano – aconselhou Garotinho.

Porém, apesar dos protestos e conselhos de outros parlamentares, Marco Feliciano afirmou que não irá renunciar ao cargo, mesmo após reunião com o líder do PSC, André Moura, e apelo do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) para tal.

- Eu continuo e sou presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados – afirmou ao G1, após reunião com os líderes do partido.

Nessa quarta (20), o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), se reuniu em seu gabinete, com o líder do PSC, André Moura (SE), e com o vice-presidente do partido, pastor Everaldo Pereira, para tratar sobre a situação de Feliciano. Alves comentou sobre a reunião contanto que fez um apelo para a legenda substituir Feliciano, e afirmou que os dirigentes do PSC se comprometeram a apresentar uma solução para a crise nos próximos dias.

Em sua coluna, Radar on-line, na Veja, o jornalista Lauro Jardim disse que Feliciano deu declarações peitando o PSC, que internamente já defende a sua renúncia.

- O partido é soberano, mas eu não renuncio. Não renuncio – teria dito o deputado, segundo Lauro Jardim.

Em nota oficial, o deputado Jean Wyllys, forte opositor de Feliciano, lamentou a permanência do pastor no cargo, citando as diversas manifestações contra o deputado e até mesmo os rumores de sua renúncia que circularam pela imprensa.

- Acabamos de receber a lamentável notícia do presidente Henrique Eduardo Alves de que os rumos da Comissão De Direitos Humanos e Minorias (CDHM) não serão resolvidos hoje, ao contrário do que esperávamos e já havia, inclusive, sido anunciado por alguns veículos da imprensa. – declarou Wyllys que, junto a outros parlamentares, chegou a ingressar com um Mandado de Segurança no Supremo contra a permanência de Feliciano na Comissão.

Segundo o Conjur, no documento, os parlamentares alegam que a sessão em que ocorreu a votação de Feliciano foi convocada de forma ilegal pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). A sessão foi restrita ao público, o que, para os deputados, contraria o Regimento Interno da Câmara. Segundo eles, apenas os membros da Comissão poderiam determinar a restrição, e não o presidente da Câmara.

Nessa quarta feira (20), Feliciano foi também intimado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a depor em ação penal em que é acusado de estelionato. De acordo com o G1, a intimação foi assinada pelo relator da ação no STF, o ministro Ricardo Lewandowski. Conforme documento, ele será interrogado no dia 5 de abril (sexta-feira) às 14h30.

Na ação, fruto de denúncia foi feita pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul em 2009, antes de ele tomar posse como deputado federal, o deputado é acusado de obter para si a vantagem ilícita de R$ 13.362,83 simulando um contrato “para induzir a vítima a depositar a quantia supramencionada na conta bancária fornecida”.

O PSC em reunião no fim da noite desta quarta, dia 20 de março, afirmou que reunirá os deputados para buscar uma decisão “respeitosa” e que “agrade a todos” sobre Marco Feliciano. Essa decisão do partido deve sair nos próximos dias.

Por Dan Martins, para o Gospel+


domingo, 17 de março de 2013

Pastor Silas Malafaia comenta oposição à presença de Marco Feliciano na Comissão de Direitos Humanos: “É um joguinho político sujo e sem vergonha”


Nesse sábado (16), o pastor Silas Malafaia comentou no programa Vitória em Cristo sobre a forte rejeição que o deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) vem sofrendo desde que foi anunciado como o novo presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.

Declarando que, apesar de ter discordâncias com Feliciano, a verdade deve ser dita, o pastor afirmou que a oposição organizada contra Feliciano é parte de um jogo político para esconder da população questões como o fato de que os deputados José Genuíno (PT-SP) e João Paulo Cunha, ambos condenados pelo Supremo Tribunal Federal no escândalo do mensalão, estavam assumindo na mesma a Comissão de Constituição e Justiça, considerada a comissão mais importante da Câmara.

Malafaia comentou que a comissão ficou sob controle do PT por 16 anos, e que começou a fazer um “jogo de cena” com a mídia contra o deputado Feliciano que, segundo ele vem fazendo um forte enfrentamento a concessão de privilégios a ativistas gays na Câmara.

Segundo o pastor, o que está por trás de toda essa movimentação política é jogo de esquerda, classificada por ele como humanista e ateísta, que não suporta a ideologia cristã. Malafaia disse ainda que tal manobra tem por objetivo excluir “do processo social da nação brasileira o pensamento e o voto dos evangélicos”, colocando um bloqueio na sociedade contra evangélicos e pastores.

Malafaia comentou também sobre as acusações de racismo feitas contra Feliciano afirmando que não concorda com a vertente teológica defendida pelo deputado sobre os negros, mas que a frase sobre o assunto proferida por ele não pode ser usada como motivo para uma acusação de racismo.

Ele disse ainda que nos últimos anos, a Comissão de Diretos Humanos tem dado prioridade e proteção para o ativismo gay. Malafaia minimizou ainda a representatividade das manifestações feitas contra Feliciano em diversas cidades, afirmando que as mesmas são compostas apenas por ativistas gays, e pessoas ligadas aos partidos PSOL, PCdoB e PT.

Malafaia falou ainda que isso é “um joguinho político sujo e sem vergonha”, que visa impedir que os evangélicos manifestem suas opiniões e influenciem a sociedade.

- Por que um comunista, um ateu pode influenciar e um pastor evangélico não pode com as suas crenças e valores? – questionou Malafaia.




sábado, 9 de março de 2013

Pastor Silas Malafaia critica postura de ativistas gays sobre indicação de Marco Feliciano para a Comissão de Direitos Humanos: “Vivem de privilégios”



Após a definição de que o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) presidiria a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, o pastor Silas Malafaia criticou abertamente a militância gay que tentou barrar a indicação.

No Twitter, Silas Malafaia parabenizou Marco Feliciano e pontuou que “existe diferença entre ativistas gays e homossexuais”, e que os militantes atenderiam a interesses políticos: “Os ativistas vivem de verbas de governos e estatais para chamar os outros de homofóbicos e conquistarem privilégios,acima dos outros cidadãos. Já os homossexuais querem apenas viver sua vida”.




Silas Malafaia disse ainda que ambos os lados podem se posicionar sobre o que pensam sobre a questão, pois isso faz parte da democracia: “Mesmo eu discordando deste comportamento, eles tem direito de serem, e eu, de discordar. Opinião não é crime, faz parte do estado democrático de direito”.

Para Malafaia, a ação em massa contra a indicação de Marco Feliciano se deu por medo da perda de privilégios: “Quem sempre comandou esta comissão foi o PT, sempre favorecendo os gays. Não quiseram, no acordo político, ficou com o PSC. [Agora] estão reclamando de quê? Se defendem tantos os gays, porque abriram mão da comissão? Os interesses inconfessáveis para assumir comissões que… Deixa pra lá”, escreveu o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

Mediante às reações de internautas, Malafaia disse: “Quem não tem argumentos; xinga, fala o que não sabe, e fica a mercê da mídia. Tenho que viajar. Deus abençoe a todos, juntamente com sua família”.

Entrevista à jornal carioca
Já em entrevista na edição desta sexta-feira do jornal carioca ‘Extra’, do grupo Globo, o Pastor Silas Malafaia afirmou que, assim como Feliciano, é vítima de acusações de homofobia e de um “joguinho político de ativismo gay”. Segundo Malafaia, a comissão de Direitos Humanos e Minorias era ”terrivelmente parcial em favor da causa gay, com proteção e privilégios para um grupo social”, e disse esperar que o Pastor Marco “presida com cuidado. Espero que ele seja justo, ético, que não tenha proteção com a, com b ou com c. As convicções dele passam a ficar de lado”.

Ao ser perguntado sobre as acusações contra o deputado Marco Feliciano de ser homofóbico e racista, o Pastor Silas foi enfático ao questionar “qual o evangélico que matou um gay? Isso é conversa. Quem contraria os ativistas gays no Brasil é chamado de homofóbico”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+





Xuxa comenta posse de Marco Feliciano como presidente da Comissão de Direitos Humanos: “Esse homem não é um religioso, é um monstro”



Na tarde dessa sexta feira (08) a apresentadora Xuxa Meneghel comentou em sua página oficial no Facebook sobre a indicação e posse do pastor Marco Feliciano como presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.

Afirmando que o pastor não é um religioso, mas um monstro, a apresentadora criticou as opiniões do pastor a respeito dos negros, homossexuais e portadores do HIV. Pessoas que, segundo ela, o pastor teria afirmado não terem alma.

- Todo mundo sabe o quanto eu respeito todas as religiões, mas esse homem não é um religioso, é um monstro. Em nome de DEUS ele não pode ter poder – ressaltou Xuxa.

Xuxa criticou também as pregações do pastor voltadas para a teologia da prosperidade, e afirmou que é necessário fazer “alguma coisa”, pois Feliciano não poderia ser presidente da Comissão de Direitos Humanos. A apresentadora concluiu seu texto afirmando que o pastor não poderia ter esse espaço “para usar, pisar e denegrir o ser humano”, e que é um direito humano se proteger desse “tipo de pessoa”, que é como se referiu a Marco Feliciano.

Leia na íntegra a postagem feita pela apresentadora:

MEU DEUS !!!eu tava lendo agora sobre esse “pastor”….que DEUS nos ajude. Gente !!!! socorro ! Vamos fazer alguma coisa! esse “deputado disse que negros, aidéticos e homosexuais não tem alma. existem crianças com AIDS. Para este senhor elas não tem alma??????
O que é isso meu povo ?
E hj tá nos jornais que ele ainda , durante uma pregação, disse a um fiel , que “doou o cartão , mas não a senha . Aí não vale.Depois vai pedir milagre para Deus . Deus não vai dar e vai dizer que Deus é ruim “!!!!!!!!!
Todo mundo sabe o quanto eu respeito todas as religiões , mas esse homem não é um religioso, é um monstro .Em nome de DEUS ele não pode ter poder ….
Religiosos ( padres, pastores, evangélicos) todos os religiosos todos sabem que o que ele fala e “prega” está errado .
como vamos nos proteger deste tipo de pessoa .
Esta pessoa não pode ser presidente da comissão de direitos humanos. Ele não pode ter este espaço para usar, pisar e denegriro ser humnano…esse é o direito de nós, humanos nos protegermos desse tipo de pessoa.

Por Dan Martins, para o Gospel+



EU COMO BLOGUEIRO, PASTOR, CAPELÃO, PAI DE FAMILIA, SOMENTE FAÇO UMA PERGUNTA: QUEM É XUXA PARA FALAR ALGUMA COISA? QUEM É XUXA? ELA NÃO É NEM MESMA FORMADORA DE OPINIÃO, É SOMENTE UMA CELEBRIDADE DA TELEVISÃO. NÃO TEM CACIFE PARA OPINAR EM NADA.


Pastor Charles Maciel Vieira