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segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

A DESTRUIÇÃO DE JERUSALÉM EM 70 D.C.

  

    A cidade de Jerusalém foi destruída pelos romanos em 70 d.C. O cerco e a queda de Jerusalém são descritos com pormenores gráficos pelo  historiador judeu do primeiro século, Flávio Josefo, no livro Guerras dos Judeus, que foi publicado cerca do ano 75 d.C. De acordo com os Evangelhos, Jesus profetizou este evento aproximadamente no ano 30 d.C. Vejamos o relato de Mateus da profecia de Jesus, e comparemo-lo com a história de Josefo.

    Jesus: “Quando, pois,virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda), então os que estiverem na Judéia, fujam para os montes; quem estiver sobre o eirado não desça para tirar de casa alguma coisa; e quem estiver no campo não volte atrás para buscar a sua capa” (Mateus 24:15-18).

    Josefo: “É então um caso miserável, uma visão que até poria lágrimas em nossos olhos, como os homens agüentaram quanto ao seu alimento ... a fome foi demasiado dura para todas as outras paixões... a tal ponto que os filhos arrancavam os próprios bocados que seus pais estavam comendo de suas próprias bocas, e o que mais dava pena, assim também faziam as mães quanto a seus filhinhos... quando viam alguma casa fechada, isto era para eles sinal de que as pessoas que estavam dentro tinham conseguido alguma comida, e então eles arrombavam as portas e corriam para dentro... os velhos, que seguravam bem sua comida eram espancados, e se as mulheres escondiam o que tinham dentro de suas mãos, seu cabelo era arrancado por fazerem isso...” (Guerras dos Judeus, livro 5, capítulo 10, seção 3).

    Jesus: “Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias!” (Mateus 24:19).


    Josefo: “Ela então tentou a coisa mais natural, e agarrando seu filho, que era uma criança de peito, disse, ‘Oh, pobre criança! Para quem eu te preservarei nesta guerra, nesta fome e nesta rebelião? ...’ Logo que acabou de dizer isto, ela matou seu filho e, então, assou-o, e comeu metade dele, e guardou a outra metade escondida para si.” (Guerras, livro 6, capítulo 3, seção 4).

    Jesus: “Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado, porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido, e nem haverá jamais” (Mateus 24:20-21).

    Josefo: “Eu falarei portanto aberta e francamente aqui de uma vez por todas e brevemente: que nenhuma outra cidade sofreu tais misérias nem nenhuma era produziu uma geração mais frutífera em perversidade do que era esta, desde o começo do mundo.” (Guerras, livro 5, capítulo 10, seção 5).


    Jesus: “Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas por causa dos escolhidos tais dias serão abreviados” (Mateus 24:22).

    Josefo: “Ora, o número daqueles que foram levados cativos durante toda esta guerra foi verificado ser noventa e sete mil, como foi o número daqueles que pereceram durante todo o cerco onze centenas de milhares, a maior parte dos quais era na verdade da mesma nação, porém não pertencentes à própria cidade, pois tinham vindo de todo o país para a festa dos pães asmos e foram subitamente fechados por um exército...” (Guerras, livro 6, capítulo 9, seção 3).

    Jesus: “Tendo Jesus saído do templo, ia-se retirando, quando se aproximaram dele os seus discípulos para lhe mostrar as construções do templo. Ele, porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derrubada” (Mateus 24:1-2).


    Josefo: “Ora, uma vez que César não foi de modo algum capaz de conter a entusiástica fúria dos soldados, e o fogo avançava mais e mais... assim foi a sagrada casa queimada, sem a aprovação de César.” (Guerras, livro 6, capítulo 4, Seção 7). “Ora, tão logo o exército não teve mais pessoas para matar ou saquear ... César deu ordens para que não demolissem mais a cidade inteira e o templo...” (livro 7, capítulo 1, seção 1).

    De fato, no caso do Evangelho de Mateus, há um fragmento recentemente descoberto que data de algum tempo antes de 68 d.C. Como foi observado acima, Jerusalém foi destruída em 70 d.C.

–por Jim Robson


Fonte: http://www.estudosdabiblia.net/2002322.htm

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

O INCÊNDIO DE ROMA E A CULPA IMPOSTA AOS CRISTÃOS


Uma noite no mês de julho, no ano 64, os habitantes de Roma foram despertados do sono pelo grito de "Fogo!" Esta terrível palavra fez-se ouvir simultaneamente em diversas partes da cidade, e dentro de poucas horas a majestosa capital ficou envolvida em chamas. A grande arena situada entre os montes Palatino e Aventino, onde cabiam 150.000 pessoas, em pouco tempo estava ardendo, assim como a maior parte dos edifícios públicos, os monumentos, e casas particulares. 

O fogo continuou por espaço de nove dias, e Nero, por cujas ordens se tinha praticado este ato tão monstruoso, presenciou a cena da torre de Mecenas, onde manifestou o prazer que teve em ver a beleza do espetáculo, e, vestido como um ator, acompanhando-se com a música da sua lira, cantou o incêndio da antiga Tróia! 

O grande ódio que lhe votaram em conseqüência deste ato, envergonhou-o e tornou-o receoso; e com a atividade que lhe deu a sua consciência desassossegada, logo achou o meio de se livrar dessa situação. O rápido desenvolvimento do cristianismo já tinha levantado muitos inimigos contra essa nova doutrina. Muita gente havia em Roma que estava interessada na sua supressão - por isso não podia haver nada mais oportuno, e ao mesmo tempo mais simples para Nero, do que lançar a culpa do crime sobre os inofensivos cristãos. 

Tácito, um historiador pagão, que não era de modo algum favorável ao cristianismo, fala da conduta de Nero da seguinte maneira: 

"Nem os seus esforços, nem a sua generosidade para com o povo, nem as suas ofertas aos deuses, podiam pagar a infame acusação que pesava sobre ele de ter ordenado que se lançasse fogo à cidade. Portanto, para pôr termo a este boato, culpou do crime, e infligiu os mais cruéis castigos, a uns homens... a quem o vulgo chamava cristãos", e acrescenta: "quem lhes deu esse nome foi Cristo, a quem Pôncio Pilatos, procurador do imperador Tibério, deu a morte durante o reinado deste. 

"Esta superstição perniciosa, assim reprimida por algum tempo, rebentou de novo, e espalhou-se não só pela Judéia, onde o mal começara, mas também por Roma, para onde tudo quanto é mau na terra se encaminha e é praticado. Alguns que confessaram pertencer a essa seita foram os primeiros a ser presos; e em seguida, por informações destes prenderam mais uma grande multidão de pessoas, culpando-as, não tanto do crime de terem queimado Roma, mas de odiarem o gênero humano". 

É quase escusado dizer que os cristãos não nutriam ó-dio algum pela humanidade, mas sim pela terrível idolatria que prevalecia em todo o Império Romano; e só por este motivo eram considerados como inimigos da raça humana.


Fonte: História do Cristianismo - A. Knight & W. Anglin - CPAD

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

A Origem e a História Primitiva do Coliseu


A memória do imperador Augusto é cara aos romanos. Por seu grande talento e habilidade, ele não apenas conquistou para si o cetro do poder supremo, mas também elevou o próprio Império dentre as nações do mundo, e iniciou o período conhecido como idade de ouro. Suas virtudes naturais mostram um agradável contraste com a devassidão e os vícios de seus sucessores imediatos. A ele deve-se a honra de haver planejado a construção do anfiteatro. Havendo embelezado a cidade com casas de banhos e templos de insuperável magnificência, ele concebeu a idéia de erigir um imenso anfiteatro para os espetáculos gladiatórios, que deveria exceder em dimensão e esplendor todos os edifícios do mundo. A morte levou-o antes que pudesse realizar seu grande projeto. Os anos passaram, e sete imperadores, que não tiveram nem energia nem talento para executar o imenso empreendimento, sentaram-se no trono de Augusto. Contudo, ele não foi esquecido, e o clamor do povo pelo início da construção foi ouvido por Vespasiano. A este empreende¬dor soberano deve-se a edificação desta maior obra da antigüidade, que é atualmente a maior ruína do mundo.1

Vespasiano era orgulhoso e ambicioso; buscava rivalizar a fama de Augusto, e no segundo ano de sua elevação ao trono, iniciou a construção do Coliseu. Isto foi no ano 72 de Nosso Senhor. Ele morreu antes que a obra fosse terminada, e embora houvesse mais de trinta mil pessoas trabalhando constantemente, oito anos foram necessários para a sua edificação, e ela foi dedicada por Tito, no ano 80 de nossa era. A construção não foi perfeitamente completada até o reinado de Domiciano.

O estupendo edifício foi erigido no lugar de um viveiro de peixes, nos jardins de Nero. Edificado no meio das sete colinas, e bem no coração da antiga cidade, ele não apenas superou em imensidão e magnificência os outros dois anfiteatros de mármore que havia em Roma, mas excedeu em brilho a esplendorosa casa dourada de Nero. 

Tanto Vespasiano como Tito valeram-se da experiência de suas viagens ao oriente, para fundir nos esboços do anfiteatro toda a ousadia e majestade da arquitetura síria e egípcia, com a beleza e o refinamento da arte grega. A sua imensidão, mesmo em suas ruínas, é surpreendente, enquanto suas arcadas erguem-se em incríveis proporções umas sobre as outras, nas ordens jônica, dórica e coríntia. O tamanho, a beleza e a força combinaram-se para fazê-lo o maior, o mais belo e mais durável dos monumentos antigos. 

Erguendo-se para o ar, tão alto quanto os montes Palatino e Célio, uma montanha no lado de fora e um vale dentro, ele supera, inquestionavelmente, qualquer coisa que a Grécia, o Egito ou Roma tenham visto antes. Marcial, o poeta, que o viu surgir de sua fundação, declara que Roma não mais teve o que invejar no Oriente, uma vez que o seu soberbo anfiteatro era mais maravilhoso que as pirâmides de Memphis ou as obras da Babilônia.2 Até os críticos mais aprovados definem o Coliseu como um edifício oriental vestido num traje grego.

As maiores obras do homem têm geralmente a sua origem na destruição. Na história do mundo, raramente houve um edifício ou uma nação que não fosse edificado sobre as ruínas de outro. Os operários do Coliseu foram os judeus cativos, que adornaram o triunfo de Tito; o material foi parcialmente retirado da casa tombada de Nero. Os cristãos podem enxergá-lo como um poderoso monumento erguido em comemoração ao cumprimento da profecia.

O arado passara sobre a cidade e o templo de Jerusalém; seu povo orgulhoso fora humilhado ao pó, e espalhado aos quatro ventos do céu. Setenta mil de sua nação derrotada foram levados a Roma por Tito. Havendo-lhe ornado o triunfo, foram eles divididos em três classes: as mulheres e as crianças de até dezesseis anos foram vendidas como escravos pelos preços mais miseráveis. O Senhor Jesus foi vendido por trinta moedas de prata; após o triunfo de Tito, podia-se comprar trinta judeus por apenas uma dessas moedas. 

Alguns dos homens foram enviados ao Egito para trabalhar nas marmoreiras, mas a grande maioria ficou para trabalhar no Coliseu. O número é variavelmente estimado entre trinta mil e cinqüenta mil. Assim, os muros daquele poderoso emblema de tudo o que há de triste e horrível foram cimentados com as lágrimas de um povo decaído.

As estruturas superiores do Coliseu foram construídas com o material levado da casa tombada dos césares na Palestina. Quando Vespasiano e Tito ordenaram a destruição de grande parte da casa de Nero, efetuaram um ato muito prazeroso ao povo romano. Era um monumento de detestável esplendor, que se erguera sobre as ruínas de sua cidade queimada; a sua riqueza e grandeza só faziam recordar ao povo a tirania e a opressão. Nem bem a ordem fora dada, o populacho ajuntou-se na obra de devastação. Imensos blocos de travertino dourado, colunas, capitéis, e cornijas de mármore dos mais elaborados entalhes, junturas de ferro e de ouro, e massas indestrutíveis de alvenaria, foram rude e indiscriminadamente arrastados para ornamentar ou completar a vasta obra do Coliseu.

O poderoso anfiteatro tomar-se-ia uma ruína; após o lapso dos séculos, seria derrubado pela mão do tempo, e por sua vez, forneceria material de seus arcos caídos para a construção dos palácios medievais e modernos da Cidade Eterna. O imenso palácio quadrilátero da embaixada veneziana, o Farnese, o Barberini, e outros de menor importância, brotaram das ruínas do Coliseu. É assim na história do homem: os maiores monumentos de esplendor moderno surgiram, à semelhança de Fênix, das ruínas de uma poderosa estrutura que nossos antepassados presunçosamente imaginaram imperecível.

Devemos agora ter uma visão do anfiteatro em seu perfeito estado. Fragmentos de descrição foram coletados dos historiadores antigos, e o quadro está quase completo. Partindo do modo como as ruínas se encontram agora, a fantasia pode preencher muitos detalhes.

Ele possui uma bela figura oval, 155 metros de comprimento e 36 metros de largura. Foi erguido sobre oitenta arcadas imensas, e eleva-se em quatro ordens sucessivas de arquitetura à altura de 49 metros. Na sua totalidade, o edifício cobre um espaço de 24.000 m2. Por fora, era incrustado com mármore e decorado com estátuas. As rampas da vasta concavidade que formava o interior eram repletas com sessenta ou oitenta fileiras, dispostas em roda, de assentos de mármore cobertos com almofadas, capazes de acomodar facilmente 100.000 espectadores.3 Sessenta e quatro vomitórios (as portas de saída eram apropriadamente conhecidas por este nome) davam saída à colossal multidão; as entradas, as passagens, e as escada¬rias foram planejadas com tal destreza, que cada pessoa, fosse da ordem senatorial, dos cavaleiros, ou dos plebeus, chegava ao lugar que lhe era destinado sem problemas ou confusão.

A fileira de assentos mais baixa, próxima à arena, agora completamente coberta por terra e entulhos, designada aos senadores e embaixadores estrangeiros, era chamada de podium. Numa plataforma elevada estava o trono do imperador, sombreado por um palio carmesim, como uma tenda. O lugar dos administradores ou organizadores dos jogos, como eram chamados, e das virgens vestais, ficava ao lado do assento do imperador.

O podium era protegido contra a irrupção dos animais selvagens por uma barreira, ou parapeito, de ouro ou bronze dourado. Como uma defesa adicional, a arena era cercada com uma grade de ferro e um canal. Os éqüites, ou segunda ordem de nobres, sentava-se em quatorze fileiras atrás dos senadores. O restante do povo acomodava-se atrás, nos assentos chamados de popularia, que se elevava em bancada sobre bancada, até uma galeria com uma colunata em frente, circundando todo o anfiteatro logo abaixo do toldo, e geralmente ocupada Por mulheres, soldados e serventes.

Nada se omitia do que pudesse ser útil à conveniência e ao prazer dos espectadores. O enorme dossel ou toldo, que às vezes era estendido sobre toda a extensão, oferecendo proteção contra o sol ou a chuva, era uma das maravilhas do Coliseu. Faz-se necessária uma esticada na imaginação para acreditar. Quando nos colocamos, mesmo agora, em meio às ruínas, e vemos a vasta amplidão do céu sobre nós, a mente perde-se em dúvidas e conjecturas sobre a possibilidade de um fato tão prodigioso. Não obstante, todos os historiadores que escreveram sobre o Coliseu mencionam esta cobertura, como se nela nada houvesse de extraordinário. 

Lampridio relata que era preciso várias centenas de homens para lidar com este toldo, e que eles vestiam-se de marinheiros.4 A um sinal, quando havia ameaça de chuva, ou o sol estava quente demais, havia um movimento simultâneo entre os atendentes; então as cordas rangiam, e a poderosa vela deslizava gradativamente para o centro, todas as velas reunindo-se em perfeita harmonia, e formando juntas o imenso lençol que cobria completa-mente o interior. Permanece estranho o fato de que no tempo de Tito esse dossel fosse de seda púrpura, e debruado de ouro.5 O ar era constantemente refrescado pelas fontes, e uma infinidade de pequenos tubos aspergiam um chuvisco dos mais deliciosos perfumes, que descia sobre os espectadores como orvalho aromático. A arena, em cujo centro achava-se a estátua de Júpiter, formava o palco. Ela recebeu este nome por ser usualmente esparzida com a mais fina areia branca. Por baixo, havia um mecanismo do mais extraordinário e complicado caráter, que facultava à arena, durante os jogos, assumir diferentes formas, em rápidas sucessões. Numa ocasião, ela parecia subir da terra como o jardim das Hespérides; noutra, transformada em rochas e cavernas de Trácia. Canos subterrâneos transportavam um inexaurível suprimento de água, e o que minutos antes parecia uma planície, podia repentinamente converter-se em um vasto lago, coalhado de navios armados, para deleitar o povo com entretenimentos náuticos.

1 "Fecit amphitheatrum urbi media uti destinasse compererat Augustos". - Suet. In Vespas. IX.
² - "Barbara pyramidum sileat miracula Memphis:
Assíduas jacet nec Babylona labor...
Asre nec vácuo pendentia Mausolea
Laudibis immodicis Cares in astra ferant;
Omnis Caesareo cedat labor amphitheatro,
Unum prao cunctis fama loquatur opus". - Marcial, Séc. IX
³ O cardeal Wiseman, numa nota em Fabiola, diz que ele podia conter pelo menos 150.000 espectadores; mas nenhum dos antiquários italianos mencionam mais que 100.000. 
4 "A mílitibus classiariis qui vela ducebant in amphitheatro". - Lampridio, In Commodo.
5 "Sous Tito um tissu de soie et d’or avec s’étend sue lê nouvel amphitheatre”. - Getbert, Esquisse de Rome Christienna, li. 345.


Fonte: A. J. O'Reilly, Os Mártires do Coliseu

domingo, 12 de janeiro de 2014

IMPERADORES ROMANOS - LISTA



INÍCIO DO IMPÉRIO 
(27 a.C) 

1a DINASTIA: DINASTIA DOS JULIUS E CLAUDIUS 
(27 a.C. a 68 d.C.)

Otávio Augusto (31 a. c. - 14 d. C.) 
Tibério (14 - 37) 
Calígula (37 - 41) 
Cláudio (41 - 54) 
Nero (54 - 68)

DINASTIA DOS FLÁVIUS E ANTONINUS 
(68 a 193 d.C.)

Galba (68 - 69) 
Oto (69) 
Vitélio (69) 
Vespasiano (69 - 79) 
Tito (79 - 81) 
Domiciano (81 - 96) 
Nerva (96 - 98) 
Trajano (98 - 117) 
Adriano (117 - 138) 
Antonino Pio (138 - 161) 
Lúcio Vero (161- 169) 
Marco Aurélio (161 - 180) 
Cômodo (180 - 192)

DINASTIA DOS SEVERUS 
 (193 a 235 d.C.)

Pertinax e Dídio Juliano (provisórios: 193) 
Sétimo Severo (193 - 211) 
Geta (211 - 212) 
Caracala (212 - 217) 
Macrino (217 - 218) 
Heliogábalo (218 - 222) 
Alexandre Severo (222 - 235)

IMPERADORES MILITARES E USURPADORES 
(235 a 284 d.C.)

Maximo Trax ou Maximino I (235 - 238) 
Gordiano I (238) 
Gordiano II (238) 
Balbino (238) 
Pupieno (238) 
Gordiano III (238 - 244) 
Filipo I (244 - 249) 
Trajano Décio (249 -251) 
Treboniano Galo (251-253) 
Emílio Emiliano (253) 
Valeriano (253 - 260) 
Galieno (253 - 268) 
Cláudio II Gótico (268 - 270) 
Quintílio (270) 
Aureliano (270 - 275) 
Tácito (275 - 276)
Floriano (276) 
Probo (276 - 282) 
Caro (282 - 283) 
Numeriano (283 - 284) 
Carino (283 - 285)

TETRARQUIA 
(284 a 324 d.C.)
CISMA ORIENTAL-OCIDENTAL

Diocleciano (284 - 305) 
Maximiano (286 - 305) 
Constâncio I Cloro (305 - 306) 
Galério (305 - 311) 
Licínio (308 - 324)

CASA DE CONSTANTINUS I 
(307 a 392 d.C.)

Constantino I o Grande (306 - 337)

RE-UNIFICAÇÃO

Constantino II (337 - 340) 
Constâncio II (337 - 361) 
Constante (337 - 350) 
Juliano II o Apóstata (361 - 363) 
Joviano (363 - 364)

CISMA OCIDENTAL-ORIENTAL

Valenciniano I Oc. (364 - 375) 
Valêncio Or. (364 - 378) 
Graciano Oc. (375 - 383) 
Valenciniano II Oc. (375 - 392)

CASA DE THEODOSIUS I 
(392 a 476 d.C.)

Teodósio I o Grande Or. (379 - 395) 
Arcádio Or. (395 - 408) 
Honório Oc. (395 - 423) 
Teodósio II Or. (408 - 450) 
João Oc (423 - 425) 
Valenciniano III Oc. (425 - 455) 
Marciano Or. (450 - 457) 
Petrônio Máximo Oc. (455)

BIZANTINOS

Macilio Ávitos Oc. (455 - 456) 
Leão I Or ( 457 - 474) 
Julio Majoriano Oc. (457 - 461) 
-Líbio Severo Oc. (461 - 465) 
Procópio Antêmio Oc. (467 - 472) 
Aíicio Olíbrio Oc. (472)

473 d.C. CAPITULAÇÃO DE ROMA

Glicério Oc. (473 - 474) 
Júlio Nepos Oc. (474 - 480) 
Zenão Or. (474 - 491) 
Rômulo Augústulo Oc. (475 - 476)

FIM DO IMPÉRIO DO OCIDENTE 
(476 d.C.) 


CONTINUAÇÃO DO IMPÉRIO BIZANTINO 
OU ROMANO DO ORIENTE 
(284 a 1453)