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sábado, 14 de outubro de 2017

NOTÍCIA - MINISTRA ISRAELENSE DIZ QUE É PRECISO DAR UM “BASTA” AO POLITICAMENTE CORRETO E PEDE QUE SE SIGA A BÍBLIA



  A ministra israelense de Igualdade Social, Gila Gamliel, recebeu em nome de seu governo uma manifestação de apoio de deputados de 15 países que se opõem às tentativas da Organização das Nações Unidas (ONU) em deslegitimar a presença dos judeus em seu próprio território, e afirmou que é tempo de ser “biblicamente correto”.

  Gila Gamliel agradeceu a manifestação dos parlamentares dizendo que é importante lutar contra organizações que tentam reescrever a história a partir do pensamento pós-moderno: “Eu digo que já basta de sermos politicamente corretos, vamos ser biblicamente corretos […] Vocês estão do lado certo nesta história”.

  A ministra se reuniu em Jerusalém com 27 deputados de 15 países diferentes em uma conferência organizada por diversas entidades, como Fundação Aliados de Israel (IAF), dos EUA; Congresso Mundial Judaico; a Embaixada Cristã Internacional em Jerusalém (ICEJ); e a organização Pontes pela Paz.

  “A diplomacia baseada na fé está liderando esforços contra a deslegitimação de Israel”, comentou o presidente da IAF, Josh Reinstein. “Nós testemunhamos mais uma vez o surgimento do antissemitismo em todo o mundo, o que muitas vezes é formulado em posições políticas contra o direito de Israel de existir”, acrescentou.

  No encontro, realizado na última segunda-feira, 09 de outubro, todos os parlamentares e representantes das entidades que organizaram a conferência assinaram uma resolução que repudia todas as iniciativas que visam negar as origens judaicas do Estado de Israel e da cidade de Jerusalém, assim como todas as evidências forjadas para acusar a nação de ser “ocupante” do território.

  O documento também pede aos governos que adotem como definição de antissemitismo o texto proposto pela Aliança Internacional da Memória do Holocausto do Departamento de Estado dos EUA, reconhecendo que as expressões anti-Israel e anti-sionista representam um fanatismo anti-judeu.

  No texto, há ainda uma declaração de apoio aos “Direitos dados por Deus e por lei para a soberania e a legítima defesa sobre a totalidade das suas terras e territórios, reconhecendo a importância da unidade para formar um Estado de Israel forte e unido, com Jerusalém como sua capital eterna e indivisível”, de acordo com informações do Breaking Israel News.

  Após o encontro da conferência, os deputados fizeram um tour pelo país, incluindo visitas ao túmulo de Raquel, em Belém, e vários locais considerados sagrados em toda a Samaria. Na noite da última terça-feira, 10 de outubro, o evento foi encerrado com uma participação na Festa dos Tabernáculos.

  “O objetivo dessas visitas foi duplo. Primeiro, a IAF queria que os visitantes andassem pelas ruas da Terra Prometida e que os versículos da Bíblia se tornassem vivos diante de seus olhos”, concluiu Reinstein.




quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Israel é o único país do Oriente Médio que protege cristãos dos radicais islâmicos, diz Netanyahu



O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou recentemente que Israel é o único país do Oriente Médio a proteger os cristãos da violência dos extremistas muçulmanos.

A afirmação foi feita, através de vídeo, durante um fórum dedicado a cristãos israelenses, e o líder político do país destacou que o número de cristãos sendo perseguidos e mortos por radicais islâmicos no Oriente Médio é escandaloso.

“Vocês sabem muito bem que a nossa região está em chamas e os cristãos no Iraque, na Síria e, infelizmente, sob a Autoridade Palestina, estão sofrendo muito por causa do Islã radical. Essas comunidades têm sido perseguidas, e, infelizmente, muitas pessoas perderam suas vidas por causa de sua fé”, disse Netanyahu, de acordo com informações do Christian Headlines.

A seguir, o primeiro-ministro lembrou que “radicais islâmicos não fazem qualquer diferença entre cristãos, judeus e muçulmanos que rejeitem seu extremismo”, o que, naturalmente, transforma a todos que se encaixem nessas descrições como inimigos: “São todos os infiéis que devem ser mortos”, disse, reproduzindo o pensamento dos radicais.

“Por isso, agora mais do que nunca, é claro que o único Estado do Oriente Médio que protege as minorias – onde os cristãos vivem em paz e onde a sua comunidade está crescendo – é o Estado de Israel”, frisou, antes de observar que o oposto acontece nas áreas sob administração da Autoridade Palestina, como a faixa de Gaza, por exemplo.

Atualmente, o governo israelense tem precisado lidar com confrontos entre judeus e muçulmanos no Monte do Templo, em Jerusalém, local onde está a mesquita Al-Aqsa, uma das três mais simbólicas para o islamismo, e onde, no passado, existia o Templo erguido pelo rei Salomão, como descrito na Bíblia Sagrada.



Fonte:   http://noticias.gospelmais.com.br

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Evangelista prega Jesus Cristo em Israel e mais de mil judeus se convertem ao Evangelho


Um judeu messiânico chamado Sid Roth promoveu um evento evangelístico em Tel Aviv, a capital administrativa de Israel, e levou a mensagem da graça a uma enorme, e mais de mil judeus presentes no evento se converteram ao Evangelho, reconhecendo Jesus como o Messias.

Roth é um famoso televangelista norte-americano, que mantém um programa de TV chamado It’s Supernatural (“É Sobrenatural”, na tradução livre). Segundo informações do site Charisma News, a mensagem foi pregada em inglês, com tradução simultânea para o russo.

Pessoas presentes no local ressaltaram que o ambiente após o apelo de Roth teve sua atmosfera transformada em algo comparável à narrativa do livro de Atos dos Apóstolos sobre o Dia de Pentecostes.

Especula-se que essa seja a maior conversão coletiva de judeus em quase dois mil anos após o evento que impulsionou a Igreja Primitiva e permitiu a fundação de outras igrejas em diversas cidades judias, romanas e gregas.

A Bíblia Sagrada menciona em I Coríntios 1:21-23 que os judeus exigem sinais para reconhecer a presença divina. Durante o evento, Roth orou pela cura física de pessoas presentes no evento que lidavam com problemas de saúde. Ao perguntar sobre quem havia sido curado, muitas pessoas ergueram as mãos.

Nesse momento, Roth fez o apelo, convidando os irmãos judeus a aceitarem Yeshua (Jesus) como o Messias e Senhor de suas vidas. A maior parte das pessoas no local fizeram o gesto de conversão.


As entidades que estudam a perseguição religiosa mundo afora apontam Israel como a nação onde há a maior estabilidade em relação ao assunto no Oriente Médio, mas ainda assim, os chamados “judeus messiânicos” – que são convertidos ao Evangelho e reconhecem Jesus como Salvador – enfrentam discriminação e ofensas. Dados do governo apontam que menos de 2% da população.

Agora, judeus messiânicos locais consagrados ao ministério pastoral acompanharão e farão o discipulado dos novos convertidos.


sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Prenúncio de guerra? Autoridade Palestina anuncia fim do acordo de paz com Israel

O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, anunciou que está rompendo os acordos de paz assinados em 1993 e que interrompeu ataques de ambas as partes.

Para o líder palestino, Israel não tem cumprido sua parte no acordo, que envolveria o fim da construção de assentamentos na Cisjordânia e a participação no reconhecimento do Estado palestino.

“A manutenção do status quo é completamente inaceitável porque significa a rendição à lógica da força bruta utilizada pelo governo israelense. Nós não continuaremos a ser os únicos comprometidos com esses acordos, enquanto Israel continuamente os viola”, afirmou Abbas em seu discurso durante a 70.ª Assembleia-Geral da ONU.

De acordo com informações do jornal O Estado de S. Paulo, a decisão do político foi divulgada no mesmo dia em que a bandeira da Autoridade Palestina foi hasteada pela primeira vez na sede da ONU, em Nova York, após 119 países apoiarem a resolução que reconhecia a Palestina como membro observador das Nações Unidas, assim como acontece com o Vaticano. Ao todo, 45 países se abstiveram e oito votaram contra essa resolução, entre eles Israel, EUA e Austrália.

O líder palestino acusou Israel de fazer seu governo parecer “uma autoridade sem poderes reais”, e disse que isso é inaceitável: “Enquanto Israel se recusar a parar com os assentamentos e recusar soltar prisioneiros palestinos não há como haver acordo”, esbravejou. “Declaramos que não poderemos continuar tendo uma ligação com esses acordos e que Israel precisa assumir suas responsabilidades como força ocupante […] Peço à ONU proteção internacional aos palestinos de acordo com as leis humanitárias internacionais”, acrescentou.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, reagiu de imediato às afirmações do palestino e o chamou de mentiroso e de mal intencionado, ao “incitar a instabilidade no Oriente Médio”.

Em sua fala, o israelense disse que Abbas deveria começar a agir com a responsabilidade que seu cargo exige: “O fato de, de tempos em tempos, Abbas agir desta forma é a prova de que ele não tem intenção de alcançar um acordo de paz”, acrescentou.


sexta-feira, 7 de agosto de 2015

A Judéia no Tempo dos Macabeus (167-63 a.C.)



90. MATATIAS DEFENDE A RELIGIÃO
Vivia na cidade de Modin um sacerdote chamado Matatias. Foi se encontrar com ele um enviado do rei para obrigar os judeus à apostasia. Matatias e seus cinco filhos permaneceram constantes. Vendo um judeu aproximar-se do altar para sacrificar aos ídolos, Matatias avançou contra ele e o matou. Fez o mesmo com o enviado de Antíoco. Depois percorreu a cidade gritando em alta voz:"Quem tiver o zêlo da lei, siga-me". E fugiu para os montes com seus filhos.

Sob o seu comando, os judeus que permaneceram fiéis derrotaram as tropas do rei. Em seguida, percorreram o país e destruíram todos os altares erguidos aos ídolos.

Sentindo a morte aproximar-se, Matatias disse a seus filhos: "Meus filhos, sede zeladores da Lei e dai o sangue pela aliança de vossos pais. Os que têm esperança em Deus, nunca desfalecem. Judas, vosso irmão, é valente: seja ele o vosso chefe". Depois abençoou-os e morreu. Toda Israel chorou amargamente. 

91. JUDAS MACABEU DERROTA OS SÍRIOS
Depois de Matatias, assumiu o comando seu filho Judas, chamado Macabeu, cuja valentia lhe conquistou grande fama. Antíoco, rei da Síria, enviou contra ele um grande exército. Judas disse à sua gente: "Não temais! O próprio Deus os esmagará à nossa vista". Cheio de fé, lançou-se sobre os inimigos e derrotou-os. Em seguida, conduziu o seu exército ao monte Sião. Desalojou os sírios da fortaleza, que ainda ocupavam, e restabeleceu no templo o culto do Senhor. Também mandou fortificar a montanha de Sião com altas muralhas e fortes torres. 

92. JUDAS MANDA OFERECER SACRIFÍCIOS PELOS MORTOS
Depois de ganhar a batalha contra os sírios, encontraram-se sob as túnicas dos soldados judeus mortos em combate, vários objetos oferecidos aos ídolos, que a Lei proibia. Judas pediu ao Senhor que lhes perdoasse este pecado.

Depois mandou fazer uma coleta que rendeu 12 mil dracmas de prata, que foi mandada para Jerusalém a fim de se oferecer um sacrifício de expiação pelos mortos. É, pois, um santo e salutar pensamento orar pelos mortos, para que sejam livres dos seus pecados.

Judas morreu como herói na batalha contra os sírios. Seus irmãos sepultaram-no em Modin e todo o povo de Israel o chorou e vestiu luto por ele durante muito tempo. 

93. A JUDÉIA É REDUZIDA A PROVÍNCIA ROMANA
Depois da morte de Judas, passou o comando a seu irmão Jônatas e, na morte deste, ao seu outro irmão, Simão. Este conseguiu libertar completamente a sua pátria do domínio dos sírios. Tornou-se independente e mandou cunhar moeda sua. A Judéia esteve em paz durante a sua vida e ainda no reinado de seu filho e sucessor, João Hircano. Depois deste, começou a decadência.

No ano 63 a.C., entrou na Judéia o general romano Pompeu, que se apoderou de Jerusalém. Um estrangeiro chamado Herodes, filho do idumeu Antípatro, obteve de Roma o título e a dignidade real (40 a.C.). Mandou reconstruir, em grandiosas proporções, o templo de Zorobabel.

Foi neste terceiro templo que apareceu o Messias, nosso Senhor Jesus Cristo.


Fonte: A g n u s D e i (Fonte católica)

Cristão é preso em Jerusalém por exibir bandeira de Israel em frente a templo muçulmano


Um cristão que resolveu pôr à prova a tensão entre judeus e muçulmanos em Jerusalém não se saiu muito bem durante uma visita ao Monte do Templo, local onde está a mesquista Al-Aqsa, considerada a terceira mais importante do islamismo.

O turista francês exibiu uma bandeira de Israel no local, tremulando-a, e terminou agredido por muçulmanos que estavam no local.

As tensões na área são tantas que o espaço, que é controlado por forças policiais da Jordânia, vive uma espécie de embargo religioso: nem muçulmanos, judeus ou cristãos podem fazer orações no local.

A área hoje ocupada pela mesquita já foi o local onde o Templos sagrado do judaísmo foram erguidos, milênios atrás, pelo rei Salomão. Judeus ortodoxos há décadas reúnem donativos para custear a reconstrução do Templo, porém a obra é tida como inviável por causa da mesquita, que ocupa o mesmo espaço.

O cristão francês foi detido pela Polícia, assim como os quatro muçulmanos que o agrediram, segundo informações do Christian Post. O turista pode ser indiciado por perturbação da ordem, por causa da exibição de símbolos nacionais no local, que é expressamente proibida, para evitar o agravamento da crise entre os povos judeus e palestinos que vivem nas redondezas.

Jerusalém

Jerusalém hoje é uma cidade considerada sagrada pelas três principais religiões monoteístas do mundo: para judeus, pela importância histórica como capital de Israel em tempos passados; para cristãos, por ser o local onde Jesus foi recebido como rei, traído, preso e julgado à cruz; e para os muçulmanos, que acreditam que o profeta Maomé foi arrebatado ao céu lá, no local onde está erguida a mesquita Al-Aqsa, o Monte do Templo.


quarta-feira, 29 de julho de 2015

Rabinos divulgam maquete virtual do Terceiro Templo em Jerusalém e Israel se arma para guerra


No último domingo, 26 de julho, os judeus relembraram o Tishá BeAv, nome dado ao dia do calendário judaico escolhido para chorar a destruição dos Templos Sagrados, o primeiro no ano 586 A.C., pelas mãos dos babilônios, e o segundo, no ano 70 D.C., pelos romanos. Para marcar a data, o Instituto do Templo divulgou um vídeo com uma projeção de como será o novo templo que pretendem erguer em Jerusalém.

O projeto do Terceiro Templo já tem toda a questão de engenharia e arquitetura definida, como mostra o vídeo de computação gráfica divulgado, além de já ter, produzidos, a maior parte dos objetos ritualísticos produzidos e guardados, apenas esperando que o templo seja erguido.

Ao longo do vídeo, a caminhada virtual passa pelo portal de entrada, o santuário principal, o acesso ao Santo dos Santos e o véu que o protege. O cuidado com a Halakhic, que é a lei judaica, fica evidenciado pela atenção aos detalhes, que envolvem a dimensão dos espaços, materiais usados nas peças e o local onde o templo será erguido.

Segundo informações da imprensa israelita, assim que o vídeo foi divulgado, diversos sites religiosos compartilharam o material assinalando-o como um “grande sinal”. O rabino Chaim Richman, diretor e fundador do Instituto, lembrou que “um terço de todos os mandamentos da Torá dizem respeito à construção do serviço no Templo Sagrado”, e lamentou que, por conta da inexistência do templo, os ritos judaicos estão incompletos: “Hoje, não apenas lamentamos a destruição dos dois Templos Sagrados, mas também nossa incapacidade de cumprir um terço da Torá”.

Guerra
Na tradição cristã, muitos teólogos interpretam que algumas circunstâncias simbólicas seriam evidências do início do fim dos tempos, indicando a proximidade do arrebatamento da igreja, o início da Grande Tribulação e a consequente Batalha do Armagedom.

Um dos indícios apontados por teólogos seria a reconstrução do Templo em Jerusalém, que seria conduzida pelo anticristo, e mais para frente, segundo a profecia, causaria uma guerra mundial contra Israel.

Curiosamente, horas após o Tishá BeAv, a Força de Defesa de Israel convocou milhares de militares da reserva para o maior exercício militar da história do país, desde 1948.

O treinamento militar irá simular diferentes tipos de ataques, de inimigos no Líbano, Sìria e a Faixa de Gaza, e incluirá situações com supostas perdas civis, desabamento de prédios e evacuação de espaços públicos.

A Força Aérea israelense colocará suas bases aéreas em estado de emergência durante os exercícios, dado o grau de realismo da simulação, e a Marinha vai testar sua infraestrutura de combate, segundo informações do Jerusalem Post.


“Pela primeira vez, as defesas cibernéticas serão parte de um exercício de Estado-Maior”, disse uma fonte ouvida pelo jornal, expressando o tamanho da preocupação do governo.

Nos últimos tempos, as ameaças a Israel têm se tornado reiteradas e maiores. O Estado Islâmico é um dos inimigos públicos do país, e prega a morte aos judeus. O Irã, que também já manifestou seu desejo de “aniquilar” Israel, recentemente firmou acordo nuclear com uma coalizão internacional, incluindo os Estados Unidos.


sexta-feira, 12 de junho de 2015

EUA não reconhece Jerusalém como capital de Israel


Decisão da Suprema Corte pode forçar divisão da cidade com palestinos

Uma batalha judicial que parecia insignificante pode abrir um perigoso precedente contra Israel. Desde que Menachem Zivotofsky, 12 anos, nasceu em Jerusalém, seus pais que são americanos queriam que ele tivesse reconhecida sua cidadania como israelense. Contudo, o governo Obama mostra agora que não reconhece mais Jerusalém como a capital de Israel.

O caso chegou à Suprema Corte dos Estados Unidos, que esta semana deu apoio à posição do atual presidente de simplesmente afirmar que Jerusalém “não é parte de Israel”. A luta da Casa Branca para forçar uma solução da disputa com os palestinos poderá marcar uma ruptura do Estado judeu com seu aliado mais importante.

A situação sempre volátil no Oriente Médio está no centro do debate nos EUA, uma vez que o presidente Barack Obama passou a se opor publicamente contra o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, considerado radical por não aceitar a divisão do território e o reconhecimento da Palestina como uma nação independente.

Com a decisão da Suprema Corte, o Departamento de Estado será forçado a alterar a sua política formal com Israel. De modo concreto, recusar-se a reconhecer a soberania de qualquer nação sobre Jerusalém até que israelenses e palestinos resolvam como irão dividir a cidade, já que ambos os povos a reivindicam como capital.
Sendo assim, o presidente Obama dificilmente poderá insistir na sua promessa que seu país “sempre protegerá Israel”.

Para o especialista Robert Reinstein, ex-reitor da faculdade de direito da Universidade de Temple, a decisão tem grande impacto. Pela primeira vez o presidente norte-americano tem poder exclusivo para reconhecer governos estrangeiros, algo não explicitado na Constituição do país. Surpreendentemente, entre os votos da Suprema Corte considerados “liberais” e pró-Obama estão os três juízes reconhecidamente judeus.

Acredita-se que esta decisão terá implicações diretas na luta travada entre o Congresso e Obama em relação ao acordo nuclear com o Irã.  Em 1995, o Congresso aprovou uma lei que reconhecia Jerusalém como a capital de Israel e pedia que a embaixada fosse removida de Tel Aviv. Apenas um país que tem relações com Israel mantém sua embaixada em Jerusalém. Uma mudança na atitude dos EUA poderia ter grande influência.

Ainda não se sabe como Obama usará seu novo “poder” para pressionar o governo israelense a ceder seu controle sobre Jerusalém em nome da paz na região. O porta-voz do Departamento de Estado, Jeff Rathke, afirmou apenas: “Nós permanecemos comprometidos com a política de neutralidade de Jerusalém”.

Desde sua vitória na Guerra dos Seis Dias (1967), Israel reivindica Jerusalém como sua a capital “histórica e indivisível”. Os palestinos consideram a parte oriental da cidade como “território ocupado” e objeto de disputa. Um posicionamento mais incisivo dos EUA poderá gerar uma “reação” em cadeia dentro das Nações Unidas, prejudicando Israel.

Obviamente a decisão da Suprema Corte foi comemorada por autoridades palestinas, que a chamaram de uma “decisão muito importante” e “uma mensagem clara ao governo israelense que as suas decisões e medidas de ocupação e anexação de Jerusalém são ilegais e nulas. Eles devem parar imediatamente com essas medidas pois são uma clara violação do direito internacional”.

Embora o governo de Israel não tenha comentado oficialmente o caso, afirmando não se envolver em decisões judiciais de outros países, o prefeito de Jerusalém Nir Barkat clamou para que o presidente Obama reconheça Jerusalém como capital de Israel. Com informações de Times Israel e Ynet News



Maioria dos palestinos apoia ataques contra civis israelenses


Uma pesquisa de opinião, realizada pelo Centro Palestino de Política e Pesquisa (PCPS) e publicada na terça-feira, 9 de junho, mostra que apenas um terço dos palestinos estão satisfeitos com os resultados da última campanha de Gaza e mais de metade dos habitantes de Gaza querem sair de lá.

A pesquisa foi conduzida pelo PCPS entre os dias 4 e 6 de junho de 2015, por amostragem, entre um grupo de 1.200 adultos em 120 locais selecionados aleatoriamente em Gaza, Judéia e Samaria. A pesquisa foi focada em diversas questões cívicas e políticas, nacionais e internacionais. De acordo com a PCPS a margem de erro da pesquisa é de 3%.

Em relação à tentativa palestina de expulsar Israel da FIFA, a maioria acredita que Israel saiu vencedor, enquanto apenas 20% dos palestinos acreditam que o lado palestino saiu por cima.

Centrando-se no resultado da operação Margem Protetora no verão de 2014, 63% dos palestinos afirmaram que estão insatisfeitos com a atuação do Hamas e apoiam as negociações indiretas entre Hamas e Israel. Apesar disso, também 63% apoiam o lançamento de mísseis de Gaza contra civis israelenses. Os resultados adicionais mostram um aumento global de pessimismo em relação ao governo de reconciliação Hamas e Fatah, situando-se em 59%.

Curiosamente,36% dos palestinos acreditam que o quadro atual do acordo nuclear EUA-Irã é ruim para os árabes. Já em relação ao futuro da região, apenas 11% acredita que o primeiro e mais importante objetivo dos palestinos deve ser o estabelecimento de um sistema político democrático que respeite as liberdades e os direitos.


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

2 Reis 19.20-22,29-37 A mensagem de Isaías para o rei - O Anjo do Senhor Mata os Assirios


2 Reis 19.20-22,29-37
A mensagem de Isaías para o rei

Então Isaías mandou uma mensagem para o rei Ezequias. Nela, ele dizia que, em resposta à oração do rei, o SENHOR, o Deus de Israel, tinha dito o seguinte: “A cidade de Jerusalém ri e caçoa de você, Senaqueribe. Contra quem você pensa que falou? Para quem você olhou com orgulho? A quem você pensa que ofendeu e insultou? Você fez tudo isso contra mim, o Santo Deus de Israel.

Depois Isaías disse ao rei Ezequias:
— Este é o sinal daquilo que vai acontecer: neste ano e no ano que vem, vocês terão para comer somente aquilo que nascer por si mesmo, sem ser plantado. Mas no ano seguinte vocês poderão semear e colher cereais, plantar parreiras e comer as uvas. As pessoas de Judá que não tiverem morrido vão florescer como plantas que firmam as suas raízes na terra e dão frutas. Pois ficará gente em Jerusalém e no monte Sião porque o SENHOR Deus resolveu fazer com que isso aconteça.

Isaías continuou:
— Portanto, o SENHOR Deus diz o seguinte a respeito do rei da Assíria: “Ele não entrará nesta cidade e não atirará uma só flecha contra ela. Nenhum soldado com escudo chegará perto da cidade, e não serão construídas rampas de ataque ao redor dela. O rei da Assíria vai voltar pelo mesmo caminho por onde veio, sem ter entrado nesta cidade. Eu defenderei e protegerei esta cidade por causa da minha honra e por causa da promessa que fiz ao meu servo Davi. Eu, o SENHOR, falei.”

Naquela noite o Anjo do SENHOR foi até o acampamento dos assírios e matou cento e oitenta e cinco mil soldados. De manhã, os que sobraram viram os corpos dos mortos. Então Senaqueribe, rei da Assíria, se retirou, voltou para Nínive e ficou lá. Certo dia, quando ele estava adorando no templo do seu deus Nisroque, os seus filhos Adrameleque e Sarezer o mataram à espada e fugiram para a terra de Ararate. Outro filho seu, chamado Esar-Hadom, ficou no lugar dele como rei.


Fonte: SBB (Sociedade Bíblica do Brasil)

domingo, 12 de janeiro de 2014

A História da Terra Santa


Da promessa até o cativeiro

2126 a.C. - Deus chama Abrão para a terra de Canaã (Gn 12.1-3).

1913 a.C. - Deus estabelece uma aliança incondicional com Abraão e revela-lhe os limites da terra prometida a ele e aos seus descendentes para sempre (Gn 15).

1800 a.C. - Deus confirma a aliança abraâmica com Isaque (Gn 26.1-5).

1760 a.C. - Deus confirma a aliança com Jacó (Gn 28.13-15).

1728 a.C. - José é vendido como escravo no Egito (Gn 37.36).

1706 a.C. - Jacó (agora chamado Israel, Gn 32.28) e seus filhos mudam-se para o Egito (Gn 46.1-26).

1446 a.C. - O êxodo do Egito (Êx 14).

1406 a.C. - Início da conquista israelita de Canaã.

1375 a.C. - Começa o período dos juízes.

1050-930 a.C. - O reino unido (Saul, Davi e Salomão). Em 1000 a.C., Davi conquista Jerusalém e a torna a capital de Israel.

930-732 a.C. - O reino dividido (Norte = Israel; Sul = Judá). Jerusalém é a capital de Judá.

722 a.C. - A Assíria conquista o Reino do Norte (Israel).

605-586 a.C. - A Babilônia conquista o Reino do Sul (Judá) e destrói o Templo de Salomão. Início do cativeiro babilônico.

Do retorno até Herodes, o Grande

539 a.C. - Queda da Babilônia diante da Média-Pérsia (Dn 5).

538 a.C. - Ciro, o rei persa, permite o retorno dos judeus à sua terra (Esdras 1).

537 a.C. - Judeus retornam a Jerusalém sob Zorobabel.

516 a.C. - A reconstrução do Segundo Templo é concluída.

458 a.C. - Nova leva de judeus retorna a Israel sob Esdras.

445 a.C. - Artaxerxes I envia Neemias a Jerusalém para reconstruir os muros (Ne 2).

430 a.C. - Malaquias, a última voz profética; depois dele, 400 anos de "silêncio".

333 a.C. - Alexandre, o Grande, conquista a Pérsia, iniciando o período helenístico (grego).

323 a.C. - Morre Alexandre, o Grande. Seu reino é dividido entre seus quatro generais (Ptolomeu, Seleuco, Cassandro e Lisímaco).

167 a.C. - Antíoco IV (Epifânio) profana o Templo.

165 a.C. - Judas Macabeu lidera a revolta contra Antíoco, purifica o Templo e restabelece a independência sob a dinastia hasmoneana.

63 a.C. - O general romano Pompeu entra em Jerusalém, pondo fim à independência judaica; Júlio César é assassinado.

37 a.C. - Os romanos apontam Herodes, o Grande, como "rei dos judeus" e outorgam-lhe autoridade sobre a Judéia, Samaria e Galiléa.

De Herodes até Maomé

20 a.C. - Herodes inicia a reconstrução do Templo.

6-5 a.C. - Jesus nasce em Belém.

4 a.C. - Morre Herodes; César Augusto divide o território: Arquelau recebe a Judéia, Herodes Antipas, a Galiléia e Filipe, a Ituréia e Traconites (Nordeste da Galiléia – Lc 3.1).

26-36 d.C. - Pôncio Pilatos governa a Judéia.

30 d.C. - Jesus, o Messias, é crucificado, ressuscita dentre os mortos e ascende ao céu. Começa a era da Igreja no Dia de Pentecostes (Shavuot).

66-73 d.C. - Primeira insurreição judaica. Os romanos destróem Jerusalém e o Templo (70 d.C.), e atacam Massada, onde 960 judeus preferem cometer suicídio a se renderem (73 d.C.).

132-135 d.C. - Segunda insurreição judaica. O imperador Adriano reconstrói Jerusalém como uma cidade pagã e a denomina Aelia Capitolina. Rabbi Akiva lidera a rebelião e proclama como messias o líder militar Simon Bar Kochba. O povo judeu, que não tinha acesso apenas a Jerusalém, é disperso por toda a terra. Roma renomeia Judá, Samaria e Galiléia de Siria Palaestina, conhecida mais tarde como Palestina.

200 d.C. - Muitos judeus dispersos retornam.

312-313 d.C. - O imperador Constantino abraça o cristianismo.

330 d.C. - Constantino muda-se para Bizâncio, e dá-lhe o nome de Constantinopla (hoje Istambul, Turquia), mantendo o controle sobre a Palestina.

570 d.C. - Muhammad ibn Abd Allah [Maomé] nasce em Meca (Arábia Saudita).

De Maomé aos turcos otomanos

610 - Maomé declara que o anjo Gabriel mostrou-lhe uma tabuinha determinando que ele se tornaria um mensageiro de Deus [Alá]. Daí até sua morte ele passou a ter "visões". Assim começou a religião muçulmana, o islamismo, que significa "submissão a Alá".

622 - Maomé foge de Meca para Yathrib (que passou a ser chamada de Medina = Cidade do Profeta). Sua retirada é conhecida como Hégira ("hijrah", em árabe = emigração). O calendário muçulmano começa nessa data – 1 d.H. (primeiro ano depois da Hégira).

630 - Os árabes omíadas tornam-se os primeiros muçulmanos presentes em Jerusalém.

632 - Morre Maomé.

639-661 - Governo árabe muçulmano. Apenas neste período de 22 anos a Terra Santa foi governada pelos árabes – mesmo então, como parte de um grande império.

661-1099 - Muçulmanos governam a Palestina. No entanto, não se trata de árabes, e sim dos abássidas, vindos de Bagdá, dos fatímidas, procedentes do Cairo, e dos seljúcidas, da Turquia.

1099-1187 - As cruzadas católicas, sob o papa Urbano II, conquistam Jerusalém e massacram judeus e muçulmanos.

1187 - Saladino, um muçulmano curdo de Damasco, recaptura Jerusalém e grande parte da Palestina.

1244-1303 - Os mongóis da Ásia destituem a dinastia de Saladino. Os mamelucos muçulmanos e os mongóis lutam pelo poder. A presença dos cruzados termina em 1291 d.C.

1513-1517 - Os muçulmanos turco-otomanos conquistam a Palestina.

Dos turcos otomanos até os britânicos

1517 - Os muçulmanos turco-otomanos governam a Palestina como parte de seu império.

1840 - Governo turco completamente restaurado. Líderes ingleses começam a discutir a possibilidade de restabelecer o povo judeu em sua própria terra.

1822 - Judeus fazem aliyah (imigração) da Romênia para a Palestina.

1890-1891 - Uma grande massa de judeus proveniente da Rússia desembarca em Israel.

1894-1895 - Na França, o capitão Alfred Dreyfus é condenado por espionagem, em meio a um feroz anti-semitismo.

1896 - Theodor Herzl escreve Der Judenstaat ("O Estado Judeu").

1897 - O Primeiro Congresso Sionista, convocado por Herzl, é realizado em Basiléia (Suíça). Mais de 200 participantes, de 17 países, criaram a Organização Sionista Mundial, que buscava "estabelecer uma pátria para o povo judeu em Eretz-Israel (a terra de Israel), assegurada pela lei". O Congresso Sionista se reuniu todos os anos, de 1897 a 1901, e desde então se reúne a cada dois anos, até os dias de hoje.

1901 - O Congresso Sionista criou o Fundo Nacional Judaico (FNJ), destinado a levantar recursos para a aquisição de terras em Eretz Israel. O FNJ é o maior proprietário de terras em Israel (12,5% do território), tendo adquirido mais da metade dessa extensão antes do estabelecimento da nação.

1904 - Segunda onda de imigração de judeus, provenientes principalmente da Rússia e da Polônia.

1906 - A primeira escola judaica de ensino médio é fundada em Haifa e uma escola de artes é fundada em Jerusalém.

1908-1914 - Segunda aliyah de judeus vindos do Iêmen.

1909 - Tel Aviv, a primeira cidade totalmente judaica, é fundada na Palestina.

1910 - Fundação do kibbutz Degania.

1914-1918 - Primeira Guerra Mundial.

1917 - O general britânico Edmund Allenby conquista a Palestina, a leste e a oeste do Jordão, pondo fim ao domínio otomano. Em novembro, os britânicos publicam a Declaração Balfour, apoiando o estabelecimento de "uma pátria para os judeus".

1920 - A Liga das Nações dá aos britânicos um mandato sobre a Palestina, com ordens de implementação da Declaração Balfour. (Israel My Glory - http://www.beth-shalom.com.br)


Fonte: http://www.beth-shalom.com.br/artigos/terrasanta.html

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Israel dificulta viagem de Papa à Terra Santa


Israel estaria se opondo ao cronograma e à agenda de Francisco

Roma - Uma série de problemas está emergindo nos preparativos para a viagem do papa Francisco à Terra Santa, segundo informou à ANSA o representante da Autoridade Nacional Palestina (ANP) e conselheiro do presidente Mahmoud Abbas, Nemer Hammad.

"Estamos tendo alguns problemas de natureza política em relação à visita do Papa", disse Hammad, referindo-se a "pedidos" de Israel sobre a "agenda" de Francisco.

Nos últimos dias, alguns jornais de Israel criticaram a agenda do Pontífice, alegando que ele ficará pouco tempo em território israelense. Também foi criticado o fato da missa principal do Papa estar programada para Belém, território palestino.

O Pontífice deve visitar Jordânia, Palestina e Israel entre os próximos na segunda quinzena de maio. Em 2009, seu antecessor, Bento XVI, também passou pela região.

Segundo Hammad, a visita de Francisco à região poderá "remarcar as boas intenções" demonstradas pelo Papa desde sua eleição. No entanto, o representante da ANP admitiu que a viagem do Pontífice não é determinando para as negociações de paz entre israelenses e palestinos. "As coisas são bem mais complicadas", disse.

Fonte:  http://exame.abril.com.br/

domingo, 5 de janeiro de 2014

O que é Israelologia?


Pergunta: "O que é Israelology?" Resposta:

Israelology é a área de estudo teologia focada especificamente no que a Bíblia ensina sobre Israel. O autor chave sobre esta questão nos últimos anos tem sido Arnold Fruchtenbaum, Ph.D., fundador da Ariel Ministries. Seu foco principal é mostrar o que a plenitude da Escritura ensina sobre a terra eo povo de Israel. Dr. Fruchtenbaum rejeita especificamente a teologia da substituição (a crença de que a Igreja substituiu a Israel do Antigo Testamento). Como ele observa, apenas dispensacionalismo ", com sua clara distinção entre Israel ea Igreja, pode, de fato, criar uma doutrina bíblica sistematizada de Israel." O trabalho de Fruchtenbaum muitas vezes é adotada por aqueles que detêm a dispensacionalismo e amplamente rejeitado por aqueles que não o fazem . No entanto, o estudo de Israelology oferece uma visão muito para todos os crentes. Por exemplo, Israelology mostra como tanto a Igreja e Israel têm um papel agora. A Igreja é chamada, como os primeiros apóstolos e os cristãos eram, para compartilhar a mensagem do evangelho com o povo judeu como uma das muitas nações incluídas na Grande Comissão ( Mateus 28:18-20 ). Além disso, a nossa visão de Israel informa nossa vista da lei mosaica do Antigo Testamento. Israelology examina como a igreja primitiva lidou com a prática do judaísmo e defendeu a leitura e estudo das Escrituras do Antigo Testamento. Um resultado final, importante do estudo de Israeology é um respeito profundo para o povo judeu contemporâneos. Crescer anti-semitismo em algumas partes do mundo, muitas vezes lança Israel em uma luz muito negativa. No entanto, uma adequada visão bíblica de Israel observa alta vista de Israel e seu futuro de Deus. Os cristãos são chamados para mostrar o amor ao povo de Israel e para orar por eles ( Salmo 122:6 ). Israelology é um estudo muitas vezes negligenciada entre os cristãos, talvez por causa de crenças pré-concebidas relacionadas com o fim dos tempos ou teologia da substituição. No entanto, todos os cristãos são chamados a estudar a mostrar-se aprovado ( 2 Timóteo 2:15 ). Nosso estudo deve incluir o que a Bíblia ensina sobre o povo de Abraão eo Deus terra prometida eles ( Gênesis 12:1-3 ).



Fonte:  http://www.gotquestions.org/

domingo, 22 de dezembro de 2013

REI ZEDEQUIAS - 2 Reis 24:17 - 25:7 e 2 Crônicas 36:11-21


2 Reis 24:17 - 25:7 e 2 Crônicas 36:11-21

Zedequias, nome dado a Matanias, era tio paterno de Joaquim, ou seja, irmão de Jeoaquim e filho de Josias.

Foi designado rei por Nabucodonozor em lugar de Joaquim, aos vinte e um anos e reinou por onze anos. Também ele fez que era mau perante o SENHOR, seu Deus, e não se humilhou perante o profeta Jeremias, que falava da parte do SENHOR.

Ele fizera um tratado de sujeição a Nabucodonozor, mediante juramento a Deus, mas rebelou-se contra o rei. Obstinado, não se voltou ao SENHOR, Deus de Israel, mas prosseguiu em sua rebeldia, e mandou mensageiros ao Egito, pedindo que se lhe mandassem cavalos e muita gente (Ezequiel 17:15).

Também todos os chefes dos sacerdotes e o povo aumentavam mais e mais as transgressões, segundo todas as abominações dos gentios; e contaminaram a casa que o SENHOR tinha santificado em Jerusalém.

O SENHOR compadeceu-se do povo e mandou-lhes mensageiros, mas o povo zombou deles, desprezaram as palavras de Deus e mofaram dos Seus profetas, entre os quais se encontrava Ezequiel até que subiu a ira do SENHOR contra o seu povo, e não houve remédio algum.

Perto do fim do nono ano do seu reinado, o rei Nabucodonosor veio com todo o seu exército, e se acamparam contra Jerusalém, sitiando a cidade por fora e levantando rampas de ataque ao redor dela. Exatamente um ano e meio depois, a cidade foi invadida, e todos os homens de guerra fugiram de noite escapando por entre os caldeus que a cercavam.

Também Zedequias fugiu, mas foi perseguido, aprisionado e levado à presença de Nabucodonozor para ser sentenciado: seus filhos foram mortos à sua vista, depois vazaram os seus olhos e foi levado atado com duas cadeias de bronze para a Babilônia.

Duas profecias foram assim cumpridas de forma notável: que Zedequias viria o rei da Babilônia face a face (Jeremias 32:4; 34:3), e que ele seria levado à Babilônia mas não a veria e seria morto ali (Ezequiel 12:13).

A Bíblia nos diz que foi o SENHOR que fez subir contra ele o rei dos caldeus, o qual matou os seus jovens à espada, na casa do seu santuário; e não teve piedade nem dos jovens nem das donzelas, nem dos velhos nem dos mais avançados em idade; a todos os deu nas suas mãos. "Horrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo" (Hebreus 10:31) e "Tu, sim, tu és terrível; se te iras, quem pode subsistir à tua vista?" (Salmo 76:7).

A queda de Jerusalém (586 AC)

A destruição final de Jerusalém foi executada por Nebuzaradã, chefe da guarda e servidor do rei da Babilônia.

Ele queimou a Casa do SENHOR e a casa do rei, como também incendiou todas as casas de Jerusalém e todos os edificios importantes. Também derrubaram os muros de Jerusalém, e Nabucodonozor levou para o cativeiro na Babilônia todos os que escaparam da espada, onde se tornaram seus servos e de seus filhos, até ao tempo do reino da Persia, "para que se cumprisse a palavra do SENHOR, por boca de Jeremias, até que a terra se agradasse dos seus sábados; todos os dias da desolação repousou, até que os setenta anos se cumpriram ".

Os remanescentes ficaram sob o governo de Gedalias, nomeado por Nabucodonozor. Mas ouve uma rebelião em que ele foi morto por Ismael, da família real. Temendo uma vingança dos caldeus, o povo todo fugiu para o Egito.



R David Jones


Fonte: http://www.bible-facts.info

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

AS DOZE TRIBOS DE ISRAEL E SUA SIMBOLOGIA

O CONTEÚDO ABAIXO É UM ESTUDO EXTRAÍDO DE UMA FONTE DESCONHECIDA, MAS COMO HÁ INTERESSE E APRECIAÇÃO NO ASSUNTO, SEGUE O MESMO NESTA POSTAGEM.

PASTOR CHARLES MACIEL VIEIRA
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RUBEN

Tribo_ruben 


Significa “Eis um filho”. …pois “Ele atendeu (viu) a minha aflição”. ( RA’UBeANYI) Primogênito de Jacó e Lia. Eis um filho! Foi um favor especial que Elohim concedeu a ela e, conforme o nome do menino parece indicar, uma bênção inesperada (Gn 29:32) “E concebeu Lia, e deu à luz um filho, e chamou-o Rúben; pois disse: Porque o HaShem atendeu à minha aflição, por isso agora me amará o meu marido.”
“Rúben” pode significar “Eis um filho” e ao mesmo tempo soar significantemente parecido com a idéia de “ele viu a minha aflição” “ver”. Rúben revelou alguém cheio de energia e determinação, mas não muito disciplinado. Ele cometeu um crime bem repulsivo (Gn 35:22). A posição destacada de líder passou para Judá (Gn 49:8-10). E a porção dobrada para os filhos de José (Gn 48:5) Foi a primeira tribo a se instalar, mesmo antes da transferência da liderança de Moisés para Josué (Nm 32).
Se instalaram no planalto de Moabe ao norte do rio Arnom.


SIMEÃO

Tribo_simeao


Significa “Ouvindo ou Audição” “Soube o Eterno que eu era preterida”. No hebraico é audição Segundo filho de Jacó e Lia (Gn 29:33). Nome dado a Segunda tribo de Israel. Simeão é mencionado por diversas vezes em sua posição apropriada, isto é, o segundo lugar, nos capítulos que abordam a organização e arranjo do acampamento de Israel (Nm 1:6, 22-23) “De Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai; Dos filhos de Simeão, as suas gerações pelas suas famílias, segundo a casa dos seus pais; os seus contados, pelo número dos nomes, cabeça por cabeça, todo o homem de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra. Foram contados deles, da tribo de Simeão…”
A tribo de Simeão, a exemplo de várias outras, não conseguiram capturar todo o território que lhe foi atribuído.
Mas que, a despeito disso, a tribo era importante na área sul da terra prometida, isso pode ser demonstrado pelo fato de que um maior número de homens aliou-se a Davi, no início da monarquia, provenientes de Simeão, em um total de 7.100 homens.
A incrustação de Simeão, dentro do território de Judá, significou que as duas tribos foram-se misturando cada vez mais, e que Judá tornou-se a tribo predominante dentre as duas (Jz 1:3).


LEVI

Tribo_levi


Significa “Unido” “Desta vez se unirá mais a mim meu marido”. LEVI, muitos estudiosos associavam a palavra hebraica “LAVAH” com o nome próprio Levi, que significa “unir, juntar”. Em (Nm 18:2, 4), há um jogo de palavras com esse sentido “E também farás chegar contigo a teus irmãos, a tribo de Levi, a tribo de teu pai, para que se ajuntem a ti, e te sirvam; mas tu e teus filhos contigo estareis perante a tenda do testemunho. Mas se ajuntarão a ti, e farão o serviço da tenda da congregação em todo o ministério da tenda; e o estranho não se chegará a vós.” Levi foi o terceiro filho de Jacó com Lia. (Gn 29:34)
Levi, progenitor da tribo de Levi, participou de um incidente particularmente reprovável (Gn 34). Sua irmão Diná foi violentada por Siquém, filho do cananeu Hamor. Ele teria então permissão para casar-se com ela caso ele e toda a sua cidade aceitassem ser circuncidados. Eles se circuncidaram, mas, enquanto se recuperavam da operação, Simeão e Levi foram à cidade e mataram todos os habitantes do sexo masculino (Gn 34:25-26). Seu pai Jacó, ficou muito indignado com esse acontecimento que mesmo no leito de morte se lembrou disso. Em vez de abençoar Levi, ele predisse, que tanto os seus descendentes quanto os de Simeão ficariam espalhados no meio de Israel (Gn 49:7).
Pela fé os descendentes de Levi transformaram-se numa bênção. Presume-se que a tribo de Levi não participou do incidente do bezerro de ouro. (Gn 32) Demonstrado assim uma posição espiritual superior, e provando que sua escolha para o serviço sagrado estava justificada. HaShem adotou essa tribo como sua própria herança em lugar do primogênito de cada família (Nm 3:11-13) “Eis que tenho tomado os levitas do meio dos filhos de Israel, em lugar de todo o primogênito, que abre a madre, entre os filhos de Israel; e os levitas serão meus. Porque todo o primogênito é meu; desde o dia em que tenho ferido a todo o primogênito na terra do Egito, santifiquei para mim todo o primogênito em Israel, desde o homem até ao animal: meus serão; Eu sou o Elohim Eterno.”


JUDAH

Tribo_juda


Significa “Desta vez louvarei ao Eterno Elohim”. Judá foi o nome do quarto filho do patriarca Jacó, nascido de Lia. Em (Gn 29:35) “E concebeu outra vez e deu à luz um filho, dizendo: Esta vez louvarei ao Eterno Elohim. Por isso chamou-o Judá; e cessou de dar à luz.” oferece uma explicação do significado do nome Judá em hebraico; “dar graças” , “elogiar”, “louvar”. Em (Gn 49:8) então o patriarca prossegue com promessas específicas. A graça soberana de Elohim estava, porém, atuando na vida de Judá, tanto no fato de ele se tornar um líder entre seus irmãos (Gn 43:3; 44:14; 46:28) Foi Judá que mais se destacou em arrependimento e confissão pelo pecado contra José. (Gn 43:8) A bênção de Jacó prometeu a Judá: liderança, vitória e reinado.
(Gn 49:8-12) “Judá, a ti te louvarão os teus irmãos; a tua mão será sobre o pescoço de teus inimigos; os filhos de teu pai a ti se inclinarão. Judá é um leãozinho, da presa subiste, filho meu; encurva-se, e deita-se como um leão, e como um leão velho; quem o despertará? O cetro não se arredará de Judá, nem o legislador dentre seus pés, até que venha Siló; e a ele se congregarão os povos. Ele amarrará o seu jumentinho à vide, e o filho da sua jumenta à cepa mais excelente; ele lavará a sua roupa no vinho, e a sua capa em sangue de uvas. Os olhos serão vermelhos de vinho, e os dentes brancos de leite.”
Antecipando assim a linhagem real estabelecida pela aliança com Davi e derradeiramente, com o Adonai,Yeshúa HaMashiach, o qual haveria de combinar em sua pessoa o rei, o ungido (Mashiach).
Claro que Judá era o nome de uma tribo que não teria maior realce até que Davi, filho de Jessé, foi ungido rei sobre Judá e, posteriormente, sobre todo o Ysrael (II Sm 2: 4) - A contribuição religiosa significativa de Judá foi o estabelecimento de Yerushalaim (no território de Judá) como “O lugar que o Eterno vosso Elohim escolher … para ali por seu nome” (Dt 12:5,11,14,18,21,26) Depois da apostasia de Salomão (I Rs 11:1-13), Elhim separou Yisrael (dez tribos) de Judá, que desde os dias de Josué incluía o território de Simeão (Is 19:9). Embora os profetas falassem do povo de Israel e dos filhos de Judá como sendo povo de Elohim por causa de um relacionamento de aliança, que tem origem em Abraão.
Assim mesmo o relacionamento da aliança prosseguiu através de Judá somente após a desastrosa queda de Samaria e do Reino do Norte. Usa-se o nome “Ysrael” mais especificamente para designar o povo com quem Elohim estabeleceu aliança, denotando a totalidade dos eleitos, que então unidos a Adonai, mas, depois da queda de Samaria, Miquéias, Isaías e outros escritores usam o termo “Ysrael” ao falarem de Judá, que em essência é um nome político.
(Is 5:7) Mas, Judá como Nação deveria durar pouco mais de um século, pois o cativeiro babilônico já estava declarado.
Os profetas estiveram continuamente chamando o povo de Elohim a voltar para o verdadeiro relacionamento da aliança.
Com o exílio babilônico, Judá não perde sua identidade básica, embora fosse um povo que não estava em sua própria terra.
Uma pequena porcentagem retornou para sua pátria durante o período persa, embora os dois grupos tenham em última instância, participado da atuação providencial de Elohim. O remanescente que voltou à terra tornou-se o canal pelo qual veio o Messias prometido.


DAN

Tribo_dan


Significa “Meu Pai [Adonai] é juiz”. “HaShem me julgou e também me ouviu a voz”. Essa tribo consistia nos descendentes do patriarca Dã, filho de Yaakov com Bila, criada de Raquel e concubina de Yaakov (Gn 30:6) Essa tribo, na época do Shemot/Êxodo, era a Segunda mais numerosa das tribos de Ysrael com 62.700 homens (Nm 1:39). Seu território, porção noroeste de Canaã; mas, visto que a área era muito pequena para a tribo, um grupo de danitas buscou estabelecer-se bem ao sul de Canaã. Foi assim que ele ocuparam o distrito de “Lesém”, que foi conquistado com relativa facilidade. “Lesém” foi rebatizado com o nome de “Dã”, que veio a indicar extremo norte do território de Israel. O território original que Dã recebeu era fértil, ocupar-se do comércio e da pesca. (Jz 5: 17).


NAFTALI

Tribo_naftali


Significa “Minha Luta” “Com grandes lutas tenho competido com minha irmã, e logrei prevalecer”. Foi o sexto filho de Jacó e o segundo de Bila, criada de Raquel. Era irmão de Dã. O território dos descendentes de Naftali ficava ao Norte e ao ocidente do mar da Galiléia, estendendo-se desde as montanhas do Líbano, até as extremidades daquele lago. Incluía as áreas ricas e férteis adjacentes às cabeceiras do rio Jordão e a praia ocidental do mar da Galiléia (Dt 33:23) (Js 19:32-39).  Na qualidade de tribo de fronteira, o território de Naftali estava sujeito a muitas invasões vindas do norte e do leste. O cântico de Débora celebra os heróis de Naftali, que arriscaram a própria vida a fim de participarem do livramento de Ysrael (Jz 5:18).

No primeiro censo de Ysrael essa tribo contava com 53.400 homens, sendo então a sexta mais numerosas das tribos (Nm 1:43).


GADE

Tribo_gade


Significa “Afortunado” “Uma tropa (ou muitos filhos) ou boa fortuna estava chegando”. O sétimo filho de Yaakov era filho de Zilpa, criada de Lia, concubina de Yaakov. ele foi chamado assim, para indicar que um tropa (ou muitos filhos) ou uma boa fortuna estavam chegando (Gn 30:9-11). Quando essa tribo saiu do Egito, foram encabeçados por Eleasafe, filho de Deuel. Dispunham de 45.650 homens aptos para o serviço militar. Porém, durante a peregrinação pelo deserto, seu número diminuiu para 40.500 (Nm 1:24-25). Terminada a conquista da terra de Canaã, a cada tribo de Ysrael foi dada uma parcela, como herança. A terra de Gade é uma alusão bíblica àquela porção que os homens dessa tribo receberam (I Sm 13:7) (Jr 49:1).
Ficava situada a leste do rio Jordão, em Gileade, ao norte do território que coube a Rúben, e separada do território dos amonitas pelo rio Jaboque. Porém, compreendemos que é muito difícil traçar linhas fronteiriças exatas entre tribos de atividades pastoris. Em (Js 13:25), a terra de Gade é chamada metade das terras dos filhos de Amom. Isso não porque os amonitas, então, fossem os donos dessas terras, mas, porque a porção ocidental das margens do rio Jaboque antes tivera esse nome. As cidades principais da tribo eram chamadas de “Cidades de Gileade”. (Js 13:25).


ASER

Tribo_asser


Significa O sentido é “Abençõar!”, alguém “Feliz” (Felicidade) “É a minha Felicidade” Filho de Yaakov com Zilpa, ama de Lia (Gn 30:13) Quando Ysrael partiu do Egito, essa tribo contava com cerca de 41.500 homens, o que o tornava a nona tribo em número, apenas com Efraim, Manassés e Benjamim menores que ela. Antes de entrar na terra de Canaã, houve um aumento de 11.900 homens. A herança dessa tribo ficava em uma região extremamente frutífera, tendo o Líbano ao norte, o Carmelo ao sul e a tribo de Issacar a leste. - No período do rei Davi, a tribo de Asher supriu guerreiros para o exército de Davi (I Cr 12:36) - Após a queda de Ysrael, alguns aseritas ajudaram a reavivar a páscoa, em Yerushalim de acordo com as determinações de Ezequias (II Cr 30:11).


ISSACAR

Tribo_isacar


Significa “HaShem me recompensou”. “Homem de aluguel”. (Por causa do aluguel pago a Raquel com as mandrágoras trazidas pelo seu filho Rúben). Esse era o nome do nono filho de Yaakov (quinto filho de Lia). A tribo de Issacar era formada pelos descendentes, através de quatro famílias principais: “Os filhos de Issacar: Tola, Puva, Jó e Sinrom.” (Gn 46:13) (Nm 26:23-25) Quando foi feito o recenseamento em Ysrael, Issacar contava com 54.400 homens. O que fazia deles a quinta mais populosa tribo de Ysrael. (Nm 1:28-29).
No segundo recenseamento, esse número já havia aumentado para 64.300 homens, o que fazia da tribo a terceira mais numerosa.
Quando o povo de Ysrael marchava pelo deserto, Issacar posicionava-se a leste do Tabernáculo. Essa posição era compartilhada por Judá e Zebulom (Nm 2:3-8). Nesse tempo, o líder da tribo era Natanael, Filho de Zuar (Nm 1:8). O cântico triunfal de Débora menciona a tribo, cujos homens participaram da batalha contra Sísera. Essa batalha teve lugar na planície de Issacar. Um dos benefícios dessa vitória é que foi obtida uma passagem livre entre os israelitas da região montanhosa de Efraim e os Israelitas que viviam na Galiléia.
A fronteira oriental da tribo de Issacar era o rio Jordão. Para oeste, esse território estendia-se exatamente até a meio caminho para o Grande Mar, ou Mar Mediterrâneo. Compreendia a totalidade da planície de Esdrelom e os distritos circunvizinhos, e era considerado o celeiro de “Ysrael”. O território de Manassés fazia fronteira com o de Issacar a oeste e ao Sul.


ZEBULOM

Tribo_zebulon


Significa “honra” e “HaShem me concedeu excelente dote.”. Nome do sexto filho de Lia e décimo filho de Yaakov “Zebulom”. Presente dado pelo noivo. A tribo de Zebulom era a Quarta maior tribo, tanto no começo quanto no final da peregrinação pelo deserto. (Nm 1:31) (Nm 26:26)  Em listas das 12 tribos, Zebulom normalmente segue Issacar (Nm 1:9; 2:7), mas na bênção de Moisés , Zebulom é mencionada primeiramente. (Dt 33:18)
A herança tribal de Zebulom é descrita em (Js 19:10-16). Seu território ficava na extremidade norte do vale de Jezreel, ao norte de Manassés, e de Issacar e ao sul de Aser e Naftali. Tanto (Gn 49:13) e (Dt 33:19) associam Zebulom com o mar. Talvez seja essa a referência básica ao comércio entre o Mar Mediterrâneo e o Mar da Galiléia, que enriqueceu a tribo de Zebulom.
Zebulom foi uma das tribos que conseguiu expulsar os cananeus (Jz 1:30), mas seus guerreiros foram altamente elogiados por sua bravura nas vitórias sobre Sísera e os cananeus. (Jz 4:6)
Quando Davi se tornou rei de todo Israel, Zebulom enviou-lhe um grande contingente de 50.000 soldados e amplas provisões. (I Cr 12:33-34) A tribo de Zebulom é mencionada como Naftali como contemplada com a honra de receber “Yeshua HaMashiach” quando de seu advento. “Mas, para os que estavam aflitos não haverá mais obscuridade. No passado ele tornou desprezível a terra de Zebulom e Naftali, mas nos últimos dias a enobreceu junto ao caminho do mar, além do Jordão, a Galiléia das Nações. O povo que andava em trevas, viu uma grande luz; sobre os que habitam na região da sombra da morte resplandeceu a luz” “Yeshua HaMashich” (Is 9:1-2).


BENJAMIN

Tribo_benjamin


Significa “Filho da mão direita”. HaShem ouviu o pedido de Raquel e lhe concedeu um outro filho, mas ela morreu devido a palavra de maldição lançada por Yaakov quando este questionava com Labão, “Não viva aquele com que achares os teus deuses;…” (Gn 31:32) O filho mais novo de Yaakov e Raquel. A tribo de Benjamim estabeleceu-se em Canaã central (Js 18:21-28) entre Efraim e Judá, mas não expulsou totalmente os cananeus. A tribo de Benjamim, ainda que afamada por seus valentes soldados (Jz 20:15), sua população nunca foi muita, nem seu território destacado pelo tamanho.
“Ali está a pequena tribo de Benjamim que os conduz…” (Sl 68:27a) O primeiro Rei de Ysrael confirma sua indicação, observando que vem da menor das tribos de Ysrael (II Sm 9:21). Apesar disso, Adonai nos permite analisar, ilustrando o princípio de que “Ele”, com freqüência, deixa de lado os de alta posição e alcança os tidos como insignificantes. (Dt 33:12) “De Benjamim disse: O amado do Eterno Elohim habitará seguro com Ele; todo o dia o protegerá e descansará em seus braços.” O apóstolo Shaul escrevendo à Igueret em Corinto ele declarou que a própria mensagem da cruz ser loucura para os que se perdem (I Co 1:18). Elohim escolheu usar pessoas que o mundo considera tolas, fracas e inconseqüentes para comunicar a real mensagem do evangelho.
“Pelo contrário, Elohim escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios, e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes; e Elohim escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são; Para que ninguém se vanglorie na presença de HaShem” (I Co 1:27-29 ).


JOSÉ

Tribo_jose


Filho querido de Jacó
Vendido por seus irmãos aos mercadores árabes ,depois negociado como escravo no egito. Na vida deste homem houve muitos altos e baixos ,mas como todo homem de Deus foi honrado e recebeu a herança da parte de Deus. Os filhos de Yosef tiveram a sua porção de território na parte central de Canaã, no ocidente, e tudo indica que o território de Efraim e Manassés era comum (Js 16; 17:14). Eles não expulsaram os cananeus de suas cidades, embora os tenham subjugado (Js 16:10). A região era bastante produtiva, de maneira que o povo desfrutava de vida próspera. Infelizmente, a medida da bênção material não encontrou correspondência no poder espiritual; pelo contrário, houve declínio e decadência (Is 28:1-4) (Jr 31:18) (Os 9:13; 10:11).
MANASSES. Significa “Que faz esquecer”. Era o filho primogênito mas foi preterido por Yaakov seu avó o qual deu a benção da primogenitura a Efraim seu irmão. Efraim foi o mais novo dos filhos de José e Asenate que lhes nasceram no Egito. Juntamente com seu irmão Manassés, foi adotado por Yaakov, tornando assim o progenitor das duas tribos israelita. Yaakov ao abençoar Efraim deu-lhe prioridade em relação a Manassés (Gn 48).
EFRAIN. Significa “FRUTO DUPLO”, Quantidade dobrada de madeira: Eu serei duplamente frutífero “FRUTIFICAÇÃO”. Ele nasceu no período dos sete anos de abundância, que produziram o bastante para salvar milhares e milhares de pessoas da fome ameaçadora.

Fonte: http://www.oarquivo.com.br