Mostrando postagens com marcador Retrospectiva 2012. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Retrospectiva 2012. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

RETROSPECTIVA 2012 - Morre aos 92 anos Sun Myung Moon, o reverendo Moon


Nascido na Coreia do Norte, ele é fundador da Igreja da Unificação.
Ele estava internado em um hospital perto de sua casa, em Seul.


Morreu neste domingo (02/09/2012) aos 92 anos o líder religioso Sun Myung Moon, conhecido como reverendo Moon. Nascido na Coreia do Norte, ele era fundador da Igreja da Unificação. Ele estava internado num hospital próximo à sua residência, em Seul.

De acordo com a agência de notícias AP, Sun Myung Moon estava hospitalizado em decorrência de uma pneumonia. Ele deixa viúva sua segunda esposa e, ao todo, dez filhos.

O reverendo era fundador e presidente da Federação das Famílias para a Unificação e Paz Mundial, conhecida no Brasil como a Associação das Famílias. Em 2000, ele comprou o clube de futebol Atlético Sorocaba.


A Igreja da Unificação foi fundada por Sun Myung Moon em 1954 na Coreia do Sul.
Segundo a agência AFP, o movimento, famoso pelas cerimônias de casamento que reúnem milhares de casais, afirma estar presente em quase 200 países e reivindica três milhões de adeptos.


Terras no Brasil
No Brasil, Moon era dono de terras em algumas cidades do Mato Grosso do Sul, parte concentrada em Jardim, a 239 km de Campo Grande. O patrono da Igreja da Unificação chegou a ser investigado em uma CPI na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul em 2002. Na época, a igreja já havia comprado cerca de 80 mil hectares para suas instalações.

Foram oito audiências, em que prestaram depoimento membros da comunidade e funcionários e pessoas que haviam vendido as terras. Informações da Polícia Federal encaminhadas à Assembleia durante as investigações indicavam que o patrimônio da associação alcançava os R$ 300 milhões, ainda que um dos reverendos ouvidos pelos parlamentares tenha dito que os bens somavam aproximadamente R$ 60 milhões.

Atendendo a um pedido da CPI, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) fez uma vistoria nas fazendas da associação. A comissão foi encerrada em dezembro de 2002.


'Império de negócios'
A agência reproduz ainda uma informação do site de Moon, que dizia ter sido torturado e mandado para um campo de trabalhos forçados quando pregava na Coreia após a Segunda Guerra Mundial. Ele teria sido libertado quando os guardas fugiram com o avanço das forças americanas durante a Guerra da Coreia. Após vagar pela cidade de Busan, no sul, como um refugiado de guerra, teria construído a sua primeira igreja nessa região a partir de caixas de rações militares.

Já o obituário da AP lembra que a Igreja da Unificação envolveu-se em controvérsia em razão de suas estratégias para atrair fiéis. O texto diz que pais dos seguidores da seita nos Estados Unidos e em outros país mostravam preocupação de que seus filhos estivessem sofrendo "lavagem cerebral". A igreja teria respondido que diversas outras religiões haviam enfrentado acusações semelhantes nos períodos imediatamente posteriores às suas respectivas fundações.

Recentemente, contudo, a Igreja da Unificação "concentrou-se em erguer um império no ramo dos negócios", prossegue o obituário. O conglomerado inclui o jornal "Washington Times", o New Yorker Hotel, em Manhattan, a Universidade Bridgeport em Connecticut e ainda um hotel e uma pequena montadora na Coreia do Norte.

Além disso, foram adquiridos uma estação de esqui, um time de futebol e outros negócios na Coréia do Sul, bem como uma empresa de distribuição de frutos do mar que vende sushi para restaurantes japoneses nos Estados Unidos.


'Visão'
O site oficial da Associação das Famílias para Unificação e Paz Mundial traz um texto que conta a origem do fundador da Igreja da Unificação. "Com a idade de 16 anos teve uma visão na qual Jesus lhe apareceu, enquanto orava na montanha, numa manhã do domingo de Páscoa", descreve.

"Jesus explicou-lhe que, originalmente Deus O tinha enviado para salvar todos os homens, mas que a sua missão na Terra tinha ficado incompleta devido aos seus contemporâneos não O terem recebido. De agora em diante era a ele, Sun Myung Moon, que incumbia para completar a sua missão inacabada."

De acordo com a AP, Moon explicou, em biografia publicada em 2009, por que a ideia de casamentos coletivos era fundamental à propagação de seus propósitos. "Casamentos entre pessoas de diferentes países e culturas são a maneira mais rápida de se conseguir um mundo ideal de paz", teria dito. "As pessoas devem se casar (...) com aqueles que consideram seus inimigos."

Ao longo da vida, o reverendo Moon cultivou boas relações com os ex-presidentes americanos Richard Nixon, Ronald Reagan e George W. Bush, informa a agência. A despeito disso, ele passou 13 meses numa prisão nos Estados Unidos, entre 1984 e 1985, por evasão fiscal.


Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/09/morre-aos-92-anos-sun-myung-moon-o-reverendo-moon.html

domingo, 23 de dezembro de 2012

RETROSPECTIVA 2012 - Vitor Belfort transforma coletiva de imprensa em palestra sobre religião, família e negócios

O lutador cristão Vitor Belfort concedeu nesta quarta-feira (5), em São Paulo, uma coletiva de imprensa do UFC São Paulo onde falou sobre família, religião e business.

O lutador que fez sua carreira lutando em ringues, há alguns anos transformou as questões relacionadas ao MMA em “discursos” sobre assuntos diversos.
Com relação a família, Vitor acredita que o importante é deixar bons exemplos para os filhos.
Ele relatou que em um momento seu filho David disse que gostaria de ser um milionário para ter muitas Ferraris na garagem.
Vitor respondeu, entretanto, que, “o milionário bom é o que consegue ajudar”, fazendo seu filho refletir e trocar seu sonho por menos Ferraris e mais ações de caridade.
“Ele falou: ‘quero ajudar as pessoas, alimentar as crianças na África’.”
Quanto a religião o lutador falou de forma descontraída sbore o falecimento de seu padrinho. Segundo Vitor, o futuro é incerto e que por isso se preocupa em deixar coisas boas ao próximo para que o “homem lá de cima” aperte "enter" quando chegar sua vez.
“Um dia, vai estar alguém no nosso velório. Quando puxa a ficha lá em cima, meu amigo, se prepare para apertarem a tecla ‘delete’. Eu não quero ser deletado pelo homem lá de cima, não. Eu quero que ele aperte enter”, disse o lutador, de acodo com publicação Uol.
No quesito businnes, Vitor diz que seus negócios são hobby e comenta de alguns empreendimentos que possui. “Tenho percentual em algumas empresas como investidor e também invisto em atletas”.
Belfort atualmente se prepara para enfrentar o inglês, Michael Bisping, em um evento em São Paulo dia 19 de Janeiro.


RETROSPECTIVA 2012 - Chile decreta alerta máximo por erupção do vulcão Copahue

O Departamento Nacional de Emergência (Onemi) do Chile decretou neste domingo alerta vermelho para o município de Alto Biobío, o mais próximo ao vulcão Copahue, que entrou em erupção neste sábado na fronteira com a província argentina de Neuquén. Por enquanto, o organismo descartou a evacuação preventiva dos habitantes das imediações, enquanto as autoridades continuam acompanhando o fenômeno.
O Onemi adotou a decisão após se inteirar de um relatório do Serviço Nacional de Geologia e Mineração (Sernageomin), segundo o qual o vulcão Copahue, de 2.997 metros de altitude, apresenta em sua atividade superficial incandescência e uma coluna de fumaça de entre um e 1,5 quilômetro de altura.
O vento arrasta a coluna de fumaça na direção sudeste, para o território argentino, indicou o relatório do Onemi, que afirmou que em caso de aumento da atividade a área atingida pelas lavas pode chegar a um raio de 15 km.
O departamento disse ainda que se a erupção aumentar a área atingida pode atingir um raio de 25 quilômetros. O alerta vermelho significa o reforço da vigilância técnica do vulcão e a aplicação de planos comunitários de emergência.
Na Argentina, as autoridades de Neuquén mantinham, até ontem à noite, alerta amarelo por causa da erupção do Copahue.

RETROSPECTIVA 2012 - O mundo não acabou: pesquisador lamenta interpretação 'errônea'

O alarde em relação ao dia 21 de dezembro de 2012, descrito como o "apocalipse maia", baseava-se na interpretação de que o calendário desse antigo povo se encerrava nessa data. Ou seja: nada aconteceria depois daquilo. Deixando de lado as infundadas possíveis catástrofes que serviam para justificar isso tudo, quem quisesse ir um pouco mais além da questão histórica descobriria que o dia marcava apenas o fim de uma sequência de 13 "baktuns".
Entender um pouquinho mais sobre o calendário maia também não é o fim do mundo. Na verdade, essa civilização criou diversos calendários, todos cíclicos, baseados em sistemas de contagem vigesimal (atualmente, utiliza-se o sistema decimal). O baktun é uma longa divisão de tempo, que corresponde a 144 mil dias - 394,26 dos nossos anos. Acima do baktun, há o piktun, o qual compreende 20 baktuns (7885,2 anos nossos, aproximadamente).
De acordo com o pesquisador Ph.D. Gerardo Aldana, do Departamento de Estudos Mexicanos da Universidade da California, em Santa Barbara (UCSB), que dedica seu trabalho ao estudo dos antigos povos mesoamericanos, uma interpretação errônea dos ciclos do calendário maia deu início a sua associação com o ano de 2012. Essa antiga civilização até tratou a respeito do "fim do mundo", mas não da forma temida por quem comprou bunkers, estocou comida ou se mudou para lugares mais altos. Em sua pesquisa, Aldana apresenta os fatos e as contradições do "apocalipse maia".

Destruição e reconstrução
O professor lembra que a destruição do mundo é uma menção comum na cultura dos povos mesoamericanos pré-colombianos. "Os deuses escolheram barro, terra e lama para construir os humanos. Mas eles rapidamente viram que, dessa maneira, não conseguiam dar a eles a forma que queriam, então deixaram essas pessoas de lado", conta Aldana. “Na próxima tentativa, determinaram que eles seriam de madeira. Mas esses humanos não tinham nada nos seus corações e nada nas suas mentes, então foram destruídos.” Essas histórias são contadas no Popol Vuh, um livro escrito por anciões quichés, da Guatemala, e dão uma dica de como o povo tratava o poder de destruição dos deuses. Em escritos astecas, há referências também a épocas nas quais eles destruíram estruturas geográficas do mundo, como montanhas, por exemplo.

O apocalipse
A ideia do fim do mundo baseia-se na crença de que o final do 13º baktun (hoje, 21 de dezembro de 2012), quando o calendário maia é zerado, ocasionaria um período de reconstrução do planeta. A sustentação dessa hipótese está gravada em uma grande escritura no sítio arqueológico de Palenque, no estado mexicano de Chiapas. Diz-se que há registros, ali, de que, na última vez em que se chegou ao baktun de número 13, o calendário foi reiniciado. Como os maias utilizavam um sistema vigesimal, ao contrário do nosso decimal, o mais intuitivo seria o último baktun ser o de número 20. "Ao invés de passar para o 14º baktun, como poderíamos esperar, os textos de Palenque têm uma anomalia", diz Aldana, referindo-se a esse reinício.

Em seus estudos, o professor salienta como é difícil o acesso a esses registros históricos, pois os originais se encontram danificados pela ação do tempo, erosão, vegetação e outras causas. Dessa forma, o rigor científico o levou a não se contentar apenas com a escritura mencionada acima e calcular incessantemente a resolução do mistério.

O registro da ascensão de K’inich Janaab’ Pakal ao trono da cidade maia de B’aakal, no local onde hoje se encontra o sítio arqueológico de Palquenque, era a pista que o pesquisador precisava. Segundo escrituras, o soberano assumiu exatamente oito dias após o novo piktun. Conforme o pesquisador, a interpretação errônea é de que o novo piktun começa, então, quando se chega aos 13 baktuns. "O problema com essa sequência de interpretações é que a segunda barra de escrituras de Palenque contradiz a primeira. Em outras palavras, 'os de 2012' (que interpretam esse ano como o fim de um piktun) apenas não leram o suficiente", afirma.

Janaab’ Pakal chegou ao trono no dia 5 Lamat 1 Mol do calendário maia. Para que o calendário comece, de fato, do zero, essa data deveria se repetir oito dias após o 21 de dezembro. Aldana faz os cálculos. "O resultado seria 4 Ajaw 3 Mak, e oito dias depois seria em 12 Lamat 11 Mak. Sem o reinício do calendário, então, fica difícil argumentar convincentemente sobre uma profecia maia de destruição ou nova criação", diz.
4772
Por outro lado, quando Gerardo Aldana calcula quando começaria um novo piktun caso ele correspondesse a 20 baktuns, como seria mais lógico, o resultado dá na mosca. "Isso daria 10 Ajaw 13 Yaxk’in. Oito dias depois, seria 5 Lamat 1 Mol, exatamente como no registro do texto em hieróglifos", soluciona. Portanto, é um equívoco considerar que o final da longa contagem é agora, no 13º baktun. A euforia pela chegada de 21 de dezembro de 2012, então, deveria ser contida até 13 de outubro de 4772.

Por fim, Aldana lamenta que o conhecimento popular sobre o povo maia seja tão raso e fique restrito a essas associações à destruição da Terra. “Eu definitivamente acho que é uma vergonha que essas coisas não são consideradas reflexivas sobre a cultura maia. O pior é que, quando nada acontecer (após o 21 de dezembro), as pessoas vão simplesmente achar que eles estavam errados, ou algo assim", queixa-se. "É preciso incentivar as pessoas a aprenderem algo do que os maias realmente eram, e não essa imposição moderna."

RETROSPECTIVA 2012 - Enfermeira vítima de trote já havia tentado se matar 2 vezes


A enfermeira indiana Jacintha Saldanha, que cometeu suicídio após cair em uma pegadinha de radialistas australianos quando trabalhava no hospital onde Kate Middleton estava internada, já havia tentado se matar duas vezes antes. Segundo o jornal Mail, Jacintha tentou suicídio em dezembro de 2011, com uma overdose de remédios, durante uma visita à Índia. Ela sobreviveu, mas tentou se matar de novo nove dias depois, jogando-se de um prédio. A enfermeira ficou vários dias hospitalizada e depois teve de tomar antidepressivos.
A enfermeira de 46 anos foi alvo de um trote feito por dois radialistas australianos, que fingiram ser a rainha Elizabeth e o príncipe Charles, para obter informações sobre o estado de saúde da duquesa de Cambridge, grávida e internada no hospital. Após saber que havia sido alvo de um trote, Jacintha se enforcou, deixando três cartas para a família explicando a angústia que a levou a tirar a própria vida.
Em um dos bilhetes, ela descreve como teve dificuldades para lidar com o trote. Em outro, no entanto, ela critica colegas de trabalho do hospital King Edwards VII pelo tratamento que recebeu nos dias que sucederam a ligação feita pelos australianos. Uma das cartas, a mais longa, trata do hospital em um tom crítico. Jacintha foi a primeira pessoa a atender a ligação e passou para uma colega, também enfermeira, que deu informações confidenciais sobre a saúde de Kate. 

Fonte: http://noticias.terra.com.br
 

RETROSPECTIVA 2012 - VÍTORIA O PASTOR YOUCEF É LIBERTADO DA PRISÃO NESTE SÁBADO - 08/09/2012

Youcef Nadarkhani, o pastor iraniano que capturou os corações de milhões de pessoas como ele manteve-se firme em sua fé, enquanto enfrenta a execução, foi absolvido da acusação de apostasia.

Duas organizações que têm vindo a acompanhar de perto o caso e tem fontes no Irã informou neste sábado que Nadarkhani, que foi a julgamento no início do sábado, foi libertado da prisão e está em casa com sua família.
"Obrigado a todos que me apoiaram com as suas orações," Nadarkhani disse, de acordo com Apresentar Ministérios da Verdade.
Embora absolvido da acusação de apostasia, o pastor iraniano foi considerado culpado de evangelizar muçulmanos. Ele foi condenado a três anos de prisão, mas foi liberado porque ele já serviu a este tempo.
"Damos graças a Deus por sua libertação e a resposta às nossas orações", Jason DeMars, fundador dos Ministérios verdade presente, disse em um comunicado.

"Nós elogiamos o judiciário iraniano para esta etapa, que é um triunfo para a justiça eo Estado de Direito", disse o presidente-executivo da CSW, Mervyn Thomas. "Enquanto nós nos alegramos com esta notícia maravilhosa, nós não esquecemos centenas de outros que são molestadas ou injustamente detidos por conta de sua fé, e CSW está empenhada em continuar a campanha até que todas as minorias religiosas do Irã são capazes de desfrutar de liberdade religiosa garantida sob o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, do qual o Irã é signatário. "
Nadarkhani, pastor em uma rede de igrejas domésticas, foi preso em 13 de outubro de 2009, depois de protestar contra a decisão do governo de forçar todas as crianças, incluindo seus próprios filhos cristãos, ao ler o Alcorão.
Ele foi inicialmente acusado por protestar, mas as acusações foram posteriormente alteradas para a apostasia e evangelismo aos muçulmanos. Em 2010, ele foi condenado a morte e a decisão foi confirmada pelo Tribunal Supremo do Irã no ano passado.
De acordo com a lei islâmica Sharia, um apóstata tem três dias para se retratar. O pastor cristão se recusou a renegar sua fé.
Cristãos de todo o mundo têm orado e apelou para a liberação Nadarkhani. A campanha no Twitter defendendo sua liberdade atingiu mais de 3 milhões.

RETROSPECTIVA 2012 - PR.LUCINHO CHEIRA A BÍBLIA E GERA POLÊMICA NA INTERNET - 28/08/2012

Um cara louco de vontade de um dia se tornar um "Louco por Jesus"
Pastor Lúcio Barreto Júnior é uma das referências atuais da juventude brasileira

"Eu sonho ver a juventude mundial rendida a Cristo". O pastor Lúcio Barreto Júnior, mais conhecido como pastor Lucinho, vai além do sonho. Ele tem dedicado sua vida para evangelizar, preparar e equipar jovens e igrejas a falar do amor de Jesus e viver este amor com intensidade.

Nascido em Belo Horizonte (MG), pr. Lucinho conheceu Jesus aos 11 anos levado à igreja por sua mãe. As dificuldades vividas na adolescência, no falecimento de sua mãe quando ele tinha apenas 14 anos e a mudança para os Estados Unidos, o encorajaram a auxiliar outros tantos adolescentes e jovens pelo Brasil a conhecerem Jesus Cristo como Senhor.