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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
ESBOÇO DO LIVRO DE EXODO - POR MOODY
ESBOÇO
I. A libertação de Israel. 1:1 - 18:27.
A. Introdução. 1:1-7.
B. Escravidão no Egito. 1:8-22.
C. Preparação do libertador. 2:1 - 4: 31.
1. Nascimento e preservação de Moisés. 2:1-25.
2. Chamada e incumbência de Moisés. 3:1 - 4:31.
D. A missão de Moisés diante de Faraó. 5:1 - 7:7.
1. Moisés se apresenta a Faraó pela primeira vez. 5:1-23.
2. A promessa renovada e a ordem de Jeová. 6:1-13.
3. Genealogia de Moisés e Arão, 6:14-27.
4. Moisés enviado de volta a Faraó. 6:28 - 7:7.
E. Maravilhas de Deus na terra do Egito. 7:8 - 11:10.
1. Deus confirma a incumbência de Moisés e Arão. 7:8-13.
2. A primeira praga - o Nilo transformado em sangue. 7:14 -25.
3. A segunda praga - rãs. 8:1-15.
4. A terceira praga - piolhos. 8:16-19.
5. A quarta praga - moscas. 8:20-3 2.
6. A quinta praga - peste. 9:1-7.
7. A sexta praga - úlceras. 9:8.12.
8. A sétima praga - chuva de pedras. 9:13-35.
9. A oitava praga - gafanhotos. 10:1-20.
10. A nona praga - trevas. 10:21-29.
11. Aviso da última praga. 11:1-10.
F. A Páscoa, e a partida de Israel. 12:1 - 15: 21.
1. Consagração de Israel. 12: 1-28.
2. A décima praga - juízo de Deus sobre o Egito. 12:29-36.
3. O êxodo do Egito. 12:37 - 15:21.
a. A partida. 12 : 37-42.
b. Mais regulamentos para a Páscoa. 12:43-51.
c. Santificação dos primogênitos. 13:1-16.
d. Travessia do Mar Vermelho. 13:17 - 14: 31.
e. O cântico de Moisés. 15:1-21.
G. Israel no deserto. 15: 22 - 18:27.
II. Israel no Sinai. 19:1 - 40:38.
A. Estabelecimento da aliança no Sinai. 19:1 - 24:11.
B. Orientação para o santuário e sacerdócio. 24:12 - 31:18.
C. A aliança quebrada e restabelecida. 32:1 - 34:35.
D. Edificação do santuário. 35:1 - 39 :43.
E. Construção e consagração do santuário. 40:1-38.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
A ROTA DO EXODO
A rota para o monte Sinai
A viagem de Israel para o Canaã por via da península do Sinai foi divinamente ordenada.
Não havia dúvida do caminho direto —um caminho em bom uso utilizado para propósitos comerciais e militares— e que os deveria levar a terra prometida numa quinzena. Para uma desorganizada multidão de escravos liberados, o desvio sinaítico não só tinha uma vantagem militar, senão que também os provia de tempo e oportunidade para sua organização.
O incrementado conhecimento arqueológico e topográfico tem dissipado as antigas disputas a respeito da historicidade [1] deste caminhar rumo ao sul, inclusive apesar de que algumas identificações geográficas sejam ainda incertas. A imprecisa significação de nomes de lugares tais como Sucote, Etã, Pi-Hairote, Baal-Zefom e Migdol, dá margem a diversas teorias que concernem à rota exata [2]. Os Lagos Amargos podem ter estado relacionado com o Golfo de Suez, pelo que este canal lamacento poderia ser "mar das Canas" (Yam Suph) [3]. É muito provável que os egípcios tivessem uma linha de fortificações mais ou menos parecidas com o Canal de Suez para protegê-los dos invasores asiáticos.
O ponto exato da passagem das águas por Israel é de importância secundária, pólo fato que esta massa de água, além de ter afogado os egípcios perseguidores, subministrou uma infranqueável barreira entre os israelitas e a terra do Egito. Um forte vento do leste abre as águas para a passagem das gentes de Israel. Embora isto possa ter similar em algum fenômeno natural [4], o elemento tempo claramente indica uma intervenção sobrenatural realizada em seu favor (Êx 14.21). A proteção divina foi aparente também quando a coluna em forma de nuvem os ocultou dos egípcios e evitou que estes os atacassem antes que as águas se abrissem. Após esta triunfal libertação, Israel tinha razão para dar graça a Deus (Êx 15).
Uma jornada de três dias através do deserto de Sur levou Israel a Mara onde as águas amargas se converteram em águas doces. Avançando rumo ao sul, os evadidos acamparam no Elim, onde desfrutaram da comodidade de doze mananciais de água e de setenta palmeiras. No deserto de Sim, Deus miraculosamente os proveu de maná, que lhes serviu de alimento diário até que entraram no Canaã. As codornas também foram subministradas em abundância quando os israelitas tiveram necessidade de carne. Em Refidim aconteceram ter coisas significativas: a água que brota da rocha quando Moisés a toca com sua vara, Amaleque foi rejeitado pelo exército israelita sob o mando de Josué enquanto Moisés orava, e Moisés delegando seus deveres de administração aos anciãos, de acordo com o conselho de Jetro [5].
Em menos de três meses, os israelitas chegaram ao Monte Sinai (Horebe). Ali permaneceram acampados por aproximadamente um ano.
[1] Albright ressalta que o egiptólogo Alan Gardiner, que rejeitou a historicidade da rota do Êxodo, retirou suas objeções em 1953. ver "From Stone Age to Christianity", p. 1.
[2] Sucote significa "tabernáculos", e é usada mais de uma vez como nome de um lugar. Etã se refere a "muros", Pi-Hairote significa "casa das marismas" (terreno baixo e alagadiço nas beiras do mar ou dos rios); Migdol quer diser "fortaleza". Ver L. H. Grollenberg "Atlas of the Bible" (Nova Iorque: Nelson & ES, 1956), p. 48.
[3] M. F. Unger, "Archaeology and Old Testament", pp. 137-138.
[4] Como referência a subseqüentes observações de sucessos similares, ver Free, cit., pp. 100-101.
[5] Ver Êx 17-18.
Fonte: Samuel J. Schultz - A História de Israel no AT
Pesquisa: Pastor Charles Maciel Vieira
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