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terça-feira, 15 de janeiro de 2019

A GENTE VAI EMBORA


*A GENTE VAI EMBORA*  e fica tudo aí,
os planos a longo prazo e as tarefas de casa,
as dívidas com o banco,
as parcelas do carro novo que a gente comprou pra ter status.

*A GENTE VAI EMBORA*  sem sequer guardar as comidas na geladeira,
tudo apodrece, a roupa fica no varal.

*A GENTE VAI EMBORA*, se dissolve e some toda a importância que pensávamos que tínhamos,
a vida continua, as pessoas superam e seguem suas rotinas normalmente.

*A GENTE VAI EMBORA*  as brigas, as grosserias, a impaciência, a infidelidade, serviram para nos afastar de quem nos trazia felicidade e amor.

*A GENTE VAI EMBORA*  e todos os grandes problemas que achávamos que tínhamos se transformam em um imenso vazio, não existem problemas.
Os problemas moram dentro de nós.
As coisas têm a energia que colocamos nelas e exercem em nós a influência que permitimos.

*A GENTE VAI EMBORA*  e o mundo continua caótico, como se a nossa presença ou ausência não fizesse a menor diferença.
Na verdade, não faz.
Somos pequenos, porém, prepotentes. Vivemos nos esquecendo de que a morte anda sempre à espreita.

*A GENTE VAI EMBORA*, pois é.
É bem assim: Piscou, a vida se vai.. .
O cachorro é doado e se apega aos novos donos.

Os viúvos se casam novamente, fazem sexo, beijam muito, andam de mãos dadas e vão ao cinema....com as novas esposas...coisas que não faziam com a  falecida.


*A GENTE VAI EMBORA*  e somos rapidamente substituídos no cargo que ocupávamos na empresa.

As coisas que sequer emprestávamos são doadas, algumas jogadas fora.

Quando menos se espera, *A GENTE VAI EMBORA*. Aliás, quem espera morrer?
Se a gente esperasse pela morte, talvez a gente vivesse melhor.
Talvez a gente colocasse nossa melhor roupa hoje, fizesse amor hoje,
talvez a gente comesse a sobremesa antes do almoço.
Talvez a gente esperasse menos dos outros,
Se a gente esperasse pela morte, talvez perdoasse mais, risse mais, saísse à tarde para ver o mar, talvez a gente quisesse mais tempo e menos dinheiro.

Quem sabe, a gente entendesse que não vale a pena se entristecer com as coisas banais,
ouvisse mais música e dançasse mesmo sem saber.

O tempo voa.
A partir do momento que a gente nasce,
começa a viagem veloz com destino ao fim - e ainda há aqueles que vivem com pressa!
Sem se dar o presente de reparar que cada dia a mais é um dia a menos, porque *A GENTE VAI EMBORA*  o tempo todo, aos poucos e um pouco mais a cada segundo que passa.

O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO COM O POUCO TEMPO que lhe resta?!

Que possamos ser cada dia melhores e que saibamos reconhecer o que realmente importa nessa passagem pela Terra!!!
Até porque, *A GENTE VAI EMBORA*...


Fonte: recebi pelo WhatsApp

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

FILOSOFIA - ESTOICISMO

    


    O estoicismo teve origem com Zenão (334-262 a.C.), de Cítio, cidade localizada na Ilha de Cipre. Aos 22 anos, foi para Atenas, dedicando-se à filosofia e, em 300 a.C., funda a sua famosa escola. Recebeu o nome de estoicismo, porque se reuniam em um dos pórticos da cidade, chamado de Stoa.

    A grande virtude para os estóicos era a indiferença (apatheia, algo que a nossa tradução, “apatia”, em português, dá uma idéia inexata). Essa seria a única forma de se conseguir a paz e a felicidade neste mundo — tornando-se indiferente aos sofrimentos e às paixões da vida. Renúncia é outra palavra que serve para descrever bem o estoicismo. Ou seja, devemos renunciar aos bens desta vida, porque, caso os percamos, não teremos qualquer tipo de amargura.

    Os estóicos acreditavam em uma lei universal superior a tudo, e ensinavam que o homem deve seguir seus ditames. Essa “lei” se manifesta em nós, nos deveres e obrigações que devem ficar acima de tudo. Enfim, todas as coisas fazem parte de um sistema único, que é a natureza. A vida humana só está em harmonia com a natureza quando a vontade individual é dirigida para algum fim que esteja de acordo com os desígnios da natureza.

    O estoicismo foi muito comum entre os pensadores romanos do século 1o antes de Cristo. Teve, entre um de seus maiores representantes, o imperador romano Marco Aurélio, autor das Meditações.

FILOSOFIA - EPICURISMO

     


    Epicuro foi um filósofo grego que viveu entre 341 e 270 a.C. Criador do epicurismo, corrente filosófica que postula, como objetivo central do ser humano, a busca da felicidade e do prazer.

    Por causa de seu pensamento, muito prático, acabou se opondo aos pensamentos de Platão e Aristóteles. O epicurismo é mal interpretado pelos adversários, para os quais o filósofo prega a exaltação do corpo e o desestímulo ao espírito e à cultura. Suas obras principais são: Carta a Heródoto, Carta a Meneceu e Doutrinas capitais. Supõe-se que, até morrer, em Atenas, tenha escrito mais de trezentos volumes, a maior parte dos quais se perdeu.

    Vale lembrar que, quando de sua permanência em Atenas, o apóstolo Paulo entrou em contato com alguns pensadores dessa escola e procurou lhes explicar os fundamentos do cristianismo.

    Os epicuristas viam no prazer, obtido pela prática da virtude, o bem. O prazer consiste no não-sofrimento do corpo e na não-perturbação da alma. Epicuro ensinava que viver é buscar o prazer. Embora, em um primeiro momento, isso possa soar como pura libertinagem, não era essa a tônica do epicurismo. Na verdade, ensinava a evitar qualquer prazer que pudesse trazer maior dor. Por exemplo, alguém poderia dizer que beber vinho seria mais prazeroso do que não beber. Todavia, a embriaguez produziria maior dor do que a sobriedade. Logo, deve-se escolher a sobriedade.

    Após sua morte, o epicurismo não sofreu modificações. Seus seguidores imediatos se limitaram a cultuar a memória do mestre e a preservar e divulgar suas idéias. Mesmo que boa parte de seus escritos tenha se perdido, uma grande porção do seu pensamento se perpetuou pela instrumentalidade de Lucrécio, um dos maiores poetas latinos.

segunda-feira, 4 de junho de 2018

CURSO ONLINE FILOSOFIA - A NATUREZA DA INQUIRIÇÃO FILOSÓFICA

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Curso Online de FILOSOFIA - A NATUREZA DA INQUIRIÇÃO FILOSÓFICA

Carga horária: 9 horas
Por: R$ 23,90 


Filosofia - Este filosofar ocorre sempre que alguém reflete, ou sobre as pressuposições fundamentais do pensamento e da ação, ou sobre os fins para os quais a conduta da vida humana deve ser dirigida. A filosofia freqüentemente se ocupa mais com o método do que com o conteúdo teorético. Entremos na Natureza da Inquirição Filosófica. SÃO 92 PÁGINAS DE CURSO EM 9 HORAS DE AULA. FAÇA ESSE CURSO, É ESSENCIAL PARA SEU APRENDIZADO E CURRÍCULO. Veja a lista de capítulos abaixo.


  • Filosofia - A Natureza da Inquirição Filosófica
  • Introdução
  • O Problema da Definição
  • Filosofia Analítica e/ou Especulativa
  • Objeções à filosofia analítica / Objeções à filosofia especulativa
  • Características da Pesquisa Filosófica
  • Método da Verificação ou princípio de Verificação




quarta-feira, 29 de julho de 2015

PERÍODOS DA HISTÓRIA - PERÍODOS REMOTOS E IDADES PRÓXIMAS - FILOSOFIA GREGA


Visando auxiliar os estudantes de Teologia, matéria que tem uma abrangência cientifica exaustiva, após estudar algumas fontes importantes ao conhecimento dos Períodos da História, resolvi compartilhar tal conhecimento. O conteúdo visa uma contagem de tempo apontando para a Grécia. Peço que qualquer aluno ou professor, teólogo, filósofo, historiador, pesquisador, que for usar esse conteúdo, que cite a fonte: o Blog, o Pesquisador, e o Livro citado. Não tenho intenção de postar algo sem base ou fonte. Se não tem fonte, não merece nosso respeito e nem mesmo crédito.   (Charles Maciel Vieira, Pr., Dr.Th., Capelão, Professor de Teologia e Filosofia)  

Obs: A ilustração acima com o título: "Uma possível divisão da História" é uma imagem alheia ao conteúdo, somente usada para ilustrar a postagem, e nada mais. Não deixa de ser interessante.

Blog: http://palavraeteologia.blogspot.com/
Pesquisador: Charles Maciel Vieira, Dr.Th.
Fonte: Livro - A Ciência Através dos Tempos, Autor: Attico Chassot, Editora: Moderna, Ano 2004, 2ª Edição, 17ª Impressão, Paginas 36, 37, 38 e 39

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Paginas 36 e 37:

Temos poucas informações sobre os períodos remotos, quase todas de natureza arqueológica, dos quais podemos destacar:

  • Idade Paleolítica e Mesolítica (700.000 a 7000 a.C.) - os humanos primitivos habitavam a região e já é capaz de produzir e manter o fogo.
  • Idade Neolítica (5000 a 2500 a.C.) - nos férteis vales da Macedônia registram-se traços da presença de primitivos agricultores.
  • Idade do Bronze (2800 a 1000 a.C.) - chegada dos primeiros indo-europeus à Grécia, levando o cobre e a arte de fundi-lo. Florescem civilizações nas Cíclades, na Ilha de Creta e na parte continental, que ficam conhecidas, respectivamente, como civilizações cicládica, minóica e heládica ou helênica. Esse período é subdividido em:
  1. Período Heládico Inicial (2800 a 2000 a.C.) - surgem centros com desenvolvimento cultural e tecnológico no continente e nas Cíclades;
  2. Médio Período Heládico (2000 a 1580 a.C.) - é nesse período que o falar grego fica caracterizado; lindos palácios são construídos em Cnossos, Phaestos e Mália, com a dominação de Creta sobre as Cíclades;
  3. Último Período Heládico (1580 a 1100 a.C.) - a civilização minóica chega ao apogeu; a erupção de um vulcão na Ilha de Thera, em torno de 1450 anos a.C., devasta Cnossos e os principais centros minoanos.

Nas chamadas Idades Próximas podemos sintetizar quase 1.500 anos de história da Grécia:

  • Período Geométrico (1100 a 700 a.C.) - os dóricos ganham supremacia com suas armas de ferro e inicia-se o comércio com os povos vizinhos.
  • Período do Arcadismo (700 a 500 a.C.) - as cidades-Estados se desenvolvem, mantendo a uniformidade da vida social, política e religiosa.
  • Período Clássico (500 a 323 a.C.) - ocorrem memoráveis batalhas (Maratona, Salamina); nesse período se consagra o pensamento grego, com influências nas Armas, no comércio e nas artes.
  • Período Helenístico (232 a 146 a.C.) - a civilização grega se espalha além de suas fronteiras e o grande império se divide em pequenos reinos. Os romanos, nesse período, fazem seu primeiro aparecimento na Grécia.
  • Período Romano (146 a 300 d.C.) - os romanos conquistam a Grécia e a transformam em uma província, a Acaia, local de excelência para o aperfeiçoamento, pelos romanos, de suas elites culturais.
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Página 38 e 39

... É preciso recordar que, mesmo que se deseje conhecer, aqui, um pouco da ciência dos gregos, esta não é (e não pode ser) dissociada da filosofia, com a qual se estrutura de maneira conjunta. Essa tentativa de conhecer a ciência dos gregos pode ser esquematizada em alguns passos que marcam a filosofia que eles produziram para explicar o mundo visível nos últimos séculos que antecedem a nossa era:
  • Século VI a.C. - surgem três escolas: da Jônia, de Pitágoras e de Eléia.
  • Século V a.C. - dominado pelos atomistas. Dois grandes no-mes preparam o Período Clássico: Anaxágoras e Empédocles. Surgem os sofistas. Hipócrates de Quios e Hipócrates de Cós. Sócrates e a escola socrática.
  • Século IV a.C. - Platão e Aristóteles.
  • Século III a.C. - a Grécia perde a hegemonia política e cultural.
Em cada um desses grandes momentos da construção da maneira de pensar dos gregos vamos buscar a presença da episteme, termo grego que significa "ciência", em oposição à doxa, que significa "opinião", e à techné, "arte ou habilidade".

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Blog: http://palavraeteologia.blogspot.com/
Pesquisador: Charles Maciel Vieira, Dr.Th.
Fonte: Livro - A Ciência Através dos Tempos, Autor: Attico Chassot, Editora: Moderna, Ano 2004, 2ª Edição, 17ª Impressão, Paginas 36, 37, 38 e 39