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domingo, 30 de outubro de 2016

Filme cristão que teve trailer bloqueado por ateus no YouTube vence batalha e conteúdo é liberado


Um filme baseado em fatos reais que conta a história do Massacre de Columbine, quando 13 pessoas morreram, sob a perspectiva de uma adolescente cristã, tornou-se alvo dos ativistas ateus, que por mais de onze meses conseguiram bloquear seu trailer no YouTube.

“I’m Not Ashamed” (“Eu Não Me Envergonho”, em tradução livre) recebeu críticas fortes de ativistas ateus, que promoveram um boicote no YouTube, incitando os usuários da plataforma a classificarem o vídeo negativamente.

Após o caso ser analisado pela direção da empresa, o vídeo do trailer foi liberado novamente, e agora o filme voltou a ser divulgado. Na última sexta-feira, 21 de outubro, a produção entrou em cartaz nos Estados Unidos. No Brasil, ele será exibido no primeiro semestre de 2017.

De acordo com o portal The Christian Post, os ativistas ateus acusam o filme de “contar mentiras” sobre o lamentável episódio de 20 de abril de 1999, na Columbine Highshool.

Na ocasião, dois jovens fizeram um ataque com tiros, bombas e tanques de gás propano. 12 alunos e um professor perderam a vida, além dos autores do atentado, Eric Harris e Dylan Klebold, que se suicidaram. Além dos mortos, 21 pessoas ficaram feridas no ataque e outras três se feriram ao tentar fugir da dupla terrorista.

A emissora de TV Fox News repercutiu a revolta dos ateus com uma cena do filme, que mostra a aluna cristã Rachel Scott sendo questionada, durante o ataque, se ainda acreditava em Jesus diante daquela tragédia.

Os ativistas ateus alegam que o diálogo não ocorreu, e argumentam que os relatórios dos policiais não mencionam essa questão. “É uma vergonha, pois eles estão apresentando toda a premissa deste filme em torno de fatos que não têm qualquer evidência como base. O que se tem de concreto é justamente o contrário”, protesta um dos sites que reúnem ateus.

No entanto, os produtores responsáveis pelo filme sustentam a história, afirmando que a conversa é encontrada em declarações posteriores de Richard Costaldo, que estava perto de Rachel quando os terroristas abriram fogo.

A atriz Sadie Robertson (“Deus Não Está Morto 2”), que interpreta o papel de Rachel, rebateu as críticas ao filme: “A história do massacre de Columbine é aquela que todos ouvem falar, mas nem todo mundo sabe da história de Rachel Scott. É uma história que precisa ser ouvida”, afirmou.

“Nós nos preocupamos tanto com o que as pessoas pensam de nós e por isso muitas vezes não defendemos o que acreditamos. Rachel, literalmente, deu a sua vida por aquilo que ela acreditava. Como cristã, isso é algo que eu realmente admiro. Eu quero ser parte do povo que espalha a mensagem do Evangelho”, concluiu a atriz.


domingo, 9 de outubro de 2016

Aplaudido por dez minutos em festival, novo filme de Mel Gibson conta história de médico cristão na 2ª Guerra


O ator e diretor Mel Gibson, responsável pela produção do filme “A Paixão de Cristo” (2004), está apresentando um novo longa-metragem com temática de fé, e o filme foi muito bem recebido pelo público e crítica do Festival de Veneza.

No último mês de setembro aconteceu a 73ª edição do festival na cidade italiana, e de acordo com informações do Deadline Hollywood, o filme, chamado “Hacksaw Ridge” foi aplaudido pelo público por dez minutos ao final de sua exibição.

No Brasil, o filme deverá se chamar “Até o Último Homem”, e tem estreia prevista para o dia 26 de janeiro de 2017. Ele conta a história, baseada em fatos reais, do médico do exército Desmond T. Ross (interpretado por Andrew Garfield, de “O Espetacular Homem-Aranha”).

Em combate, Ross – que era cristão – se recusou a pegar em armas e matar os inimigos, e durante a Batalha de Okinawa, trabalhou na ala médica e salvou mais de 75 homens. Sua postura ganhou repercussão e ele recebeu uma Medalha de Honra do Congresso dos Estados Unidos, tornando-se o primeiro Opositor Consciente da história norte-americana.

Diante do sucesso e também da qualidade do longa-metragem, “Até o Último Homem” agora está cotado para concorrer ao Oscar. Caso o filme consiga a indicação será um feito enorme, dado o boicote que Mel Gibson sofre em Hollywood desde os tempos em que produziu e lançou “A Paixão de Cristo”.

De acordo com informações do portal Christian Today, a mensagem cristã no filme não é sutil. Em todo o tempo a fé de Ross é exposta, e uma cena de oração constitui um dos pontos altos da obra. Em outra parte marcante, o médico cristão é espancado pelos colegas por causa de suas crenças.

Mel Gibson, católico, enfrentou problemas com o alcoolismo depois que produziu “A Paixão de Cristo”, devido aos boicotes e críticas que sofreu por causa do filme. O ator e diretor afirmou que tem interesse em focar sua carreira em produções baseadas na fé, já que as portas continuam fechadas para ele justamente por isso.

Especula-se que o próximo filme que Gibson dirigirá será a sequência de “A Paixão de Cristo”, um longa-metragem baseado na ressurreição de Jesus.


sábado, 5 de dezembro de 2015

Ator Dwayne Johnson, o “The Rock”, revela que a fé o ajudou a superar a depressão


O ator Dwayne Johnson, conhecido como “The Rock”, recentemente concedeu uma entrevista à apresentadora Oprah Winfrey falando sobre a importância que a fé teve em sua vida em momentos difíceis.

No programa Master Class, Johnson contou que a fé foi sua ferramenta fundamental para superar uma fase de depressão pela qual passou anos atrás.

“Segure-se nessa qualidade fundamental que é a fé. Tenha fé”, disse Johnson. “E, do outro lado de sua dor haverá algo bom”, acrescentou, segundo informações do Charisma News.

Segundo o ator, sua fé o ajudou a fazer escolhas certas nos tempos de atleta, quando jogou futebol americano e lutou wrestling.

Essa não foi a primeira vez que “The Rock” falou sobre sua fé. Em uma entrevista ao Gospel Herald, ele relatou que enumera e testemunha, diariamente, as bênçãos que recebe: “Eu tenho a minha própria relação especial com Deus, você sabe, e eu certamente, me sinto muito abençoado. Eu conto minhas bênçãos, todos os dias”, afirmou, na ocasião.

Dwayne Johnson tem uma carreira em Hollywood considerada em ascensão, com bons resultados de bilheteria dos filmes que faz e conquistando papéis protagonistas em grandes produções, como, por exemplo, no filme Hércules.

Depressão
Essa é uma doença silenciosa que pode levar à morte, e muitas vezes, as pessoas que sofrem desse mal são incompreendidas.

Em 2012, o pastor Silas Malafaia publicou um artigo sobre o tema, destacando que “a depressão é uma doença séria que, especialmente nas últimas décadas, tem atingido pessoas de todas as idades, classes sociais, religiões, sendo considerada um mal do século 21 […] e pode levar o indivíduo a um estado de agonia e melancolia profundas, e até ao suicídio”.


Pregando contra o preconceito que existe na sociedade e especialmente no meio evangélico, Malafaia destacou que “um dos principais motivos de as pessoas deprimidas terem receio de procurar algum tipo de ajuda é o fato de temerem ser estigmatizadas pela família, pelos amigos ou colegas de trabalho, que por falta de informação, costumam confundir depressão com frescura, preguiça, desmotivação e incapacidade de lutar pela vida, ou problemas espirituais”.

No texto, o pastor recomendou a consulta a especialistas: “Toda pessoa com bom senso sabe que regularmente deve consultar médicos, fazer exames e check-ups de saúde, e buscar aconselhamento com um neurologista, psiquiatra, psicólogo, se perceber que necessita de um tratamento terapêutico e medicamentoso. Não há nada de vergonhoso nisso; ao contrário, quanto antes ela identificar o problema e buscar uma solução, mais rápido será a saída do túnel escuro da depressão”, concluiu.


quarta-feira, 27 de maio de 2015

A Guerra dos Tronos e os reis de Israel (Opinião Editora Ultimato)



Texto e comentário: Pastor Daniel Guanaes

Se você gosta da série de TV “Guerra dos Tronos”, é bem provável que se interesse bastante pelos textos do Antigo Testamento. Reinos invadidos, cidades destruídas, conquistas, derrotas, alianças, traição, erros, acertos, injustiça. Alguns capítulos são tão intensos que no meio da leitura você até percebe que mudou o ritmo da respiração.

No capítulo 13 do primeiro livro dos reis de Israel, por exemplo, há o registro de um episódio trágico com um profeta de nome desconhecido que se levanta contra o sistema religioso implementado pelo rei Jeroboão.

Por sinal, Jeroboão foi um dos piores reis da história de Israel. No reinado de Salomão, Jeroboão tentou matar ninguém menos do que o próprio rei. Sua ousadia foi tamanha, que ao invés de ser punido com morte (como qualquer rei provavelmente faria àquela época), Salomão o pôs por chefe da casa de José.

Um dia, na estrada, Jeroboão encontrou um velho profeta chamado Aías, que disse que o reino de Salomão estava no fim. Segundo ele, Deus mesmo dividiria Israel em doze pedaços, dos quais dez cairiam nas mãos de...

Jeroboão (o homem que tentou matar o rei!).

Não demorou muito para que Salomão soubesse da conversa na estrada. Demorou menos ainda para que o rei, então, quisesse matar Jeroboão - que fugiu para o Egito, temendo por sua vida.

Percebe o clima de “Guerra dos Tronos”?

Um homem tenta matar o rei. Ao invés de ódio e vingança, cai na graça de sua majestade e recebe um cargo de confiança. Numa estrada, ouve um velho profeta dizer que o Israel será dividido em doze pedaços, dos quais ele reinará sobre dez. E mais, ouve o profeta dizer "Reinarás sobre tudo o que desejar a tua alma" (que tentação!). O rei fica sabendo. Ordena sua morte. Jeroboão busca asilo no Egito, até saber da morte de Salomão. Só aí se sente seguro para voltar pra Israel.

Como você imagina que um homem desses reinará? E daí que Israel já tinha leis estabelecidas desde os dias de Moisés? Um homem que não vê nos muros do palácio obstáculo para satisfazer seu desejo sórdido de matar sua majestade respeitará algum limite?

Tão logo assume o Reino do Norte, Jeroboão muda o lugar da adoração, estabelece culto aos bezerros de ouro, constitui sacerdotes que não eram da tribo de Levi. O recado é: Israel está sob nova direção. Ninguém para um homem como esse (que, por sinal, carrega no próprio nome a ideia de contenda).

Até que um profeta de Judá, o Reino do Sul, (e é aqui que começa o capítulo 13 do primeiro livro dos reis de Israel) resolve profetizar contra o altar de Jeroboão. Homem corajoso. Diz que Deus se levantará contra aquele sistema. Jeroboão manda prendê-lo, mas o servo que estende a sua mão contra o profeta vê seu braço apodrecer imediatamente. O rei toma um susto, e suplica em favor do seu servo. O profeta faz uma oração, e no mesmo instante a mão podre volta ao normal.

Consegue ver isso tudo no HBO [canal de TV que exibe a série]?

O rei fica tão impressionado que chama o profeta para um jantar no palácio. Curiosamente, o profeta recusa o convite. Ele não havia saído do Reino do Sul para o Reino do Norte para fazer festa, mas para levantar denúncia contra o sistema vigente. E vai embora. Homem corajoso.

Na estrada (percebe como tanta coisa acontece nas estradas?), outro profeta se encontra com este profeta. Convida-o para comer - como fizera o rei Jeroboão. O profeta de Judá recusa novamente. Até que o novo profeta diz: “Eu também sou profeta, e Deus me falou que não tem problema (não é de hoje que o discurso de “Deus me falou” complica a história de muita gente). Vamos comer lá em casa!” E o profeta de Judá, homem corajoso, vai.

Pobre profeta de Judá. Não tinha que ir. Na saída, é devorado, destroçado, despedaçado por um leão. Seguiu tão determinado para denunciar o rei. Deu o seu recado. Resistiu o convite para participar do banquete. Ia fazer o mesmo com o novo profeta. Até que ouviu um “Deus me disse”. Ficou conhecido na história dos reinos como o profeta desobediente. Fim do capítulo.

Percebe como a maldade de um único homem (Jeroboão, no caso) pode mudar o curso de um povo inteiro? Percebe como a convicção de um único homem (o profeta do Reino do Sul, no caso) pode quebrar sistemas de maldade? Percebe como o convite de qualquer homem (o profeta da estrada, no caso) pode nos fazer colocar em cheque nossas convicções e senso de missão?

Cuidar do coração. Acreditar que nem sempre é necessário cantar no tom da multidão. Não perder o foco da missão, ainda que o recado venha supostamente de Deus.

Sempre gostei de “Guerra dos Tronos”.


Mad Max: a estrada da fúria (Opinião Editora Ultimato)



Comentário e texto: Carlos R. Caldas Filho

Em 1982, com 18 para 19 anos, fui ao cinema em Campinas (SP) assistir ao filme “Mad Max 2 – A caçada continua”, do diretor e produtor australiano George Miller (a tradução literal seria “O guerreiro da estrada”). Fiquei impressionado com o filme. E não apenas eu, porque três anos depois veio “Mad Max 3 – Além da Cúpula do Trovão”. Estes filmes lançaram um até então desconhecido ator australiano por nome Mel Gibson ao estrelato e ao primeiro escalão de Hollywood.

Alguns anos depois apenas é que assisti em VHS (os mais novos não fazem ideia do que é isso!) “Mad Max”, o primeiro da série. Considero o primeiro filme como sendo bom: Max, um policial rodoviário australiano fica completamente “Mad” quando uma gangue de motoqueiros que vandalizava pequenas cidades, cometendo todo tipo de delitos e violência gratuita (mais ou menos como a turma do Alex em “Laranja Mecânica” do Anthony Burguess) mata seu parceiro de patrulhamento e por fim, sua esposa e seu filhinho pequeno. Ele toma a justiça nas mãos e executa sua vingança contra a gangue. Um filme com início, meio e fim. Foi de certa forma uma surpresa que este filme tenha tido continuação – esta, a meu ver, a melhor daquela primeira trilogia (os filmes desta primeira fase de Mad Max são respectivamente de 1979, 1981 e 1985). O filme é uma distopia, isto é, uma ficção que apresenta um futuro trágico, dramático, catastrófico, chamado pela mídia – equivocadamente, se julgado em perspectiva teológica – de “apocalíptico”.

Na cronologia de Mad Max, entre o primeiro e o segundo filmes aconteceu a Terceira Guerra Mundial, uma guerra nuclear, que quase devastou por completo a população do planeta. Os sobreviventes em um mundo desértico tentam reconstruir a sociedade e a existência, mas de um modo exótico, estranho mesmo. A estética dos filmes não se enquadra em padrão nenhum, a não ser talvez um estilo punk, mas muito exagerado. Os filmes são cheios de personagens esquisitos, e têm como ponto em comum a trajetória de um homem atormentado pela dor de sua perda, que não se perdoa pelo que considera seu pior fracasso, o de não ter conseguido impedir o massacre de sua família, e que mesmo sem querer acaba sendo um herói, ajudando pessoas: um grupo que mora em uma refinaria no meio do deserto (Mad Max 2) e um grupo de crianças (que faz lembrar os Meninos Perdidos de Peter Pan) que vivem em um oásis (Mad Max 3 – este eu tenho como o pior da primeira trilogia, pois não tem a “pegada” dos dois primeiros. Além disso, Tina Turner cantando “We don’t need another hero” não combina com Mad Max de jeito nenhum...).

Esta introdução é necessária para uma compreensão mínima de “Mad Max – Estrada da Fúria”, que surge exatos 30 anos depois do último filme da primeira série. Max Rockatanski agora é encarnado pelo jovem ator britânico Tom Hardy. E o diretor é o mesmo George Miller, que faz um trabalho primoroso. O filme é tenso e intenso. As cenas de perseguição no deserto são as mais insanas que o cinema já viu. Charlize Theron, tão bela, está simplesmente irreconhecível como a Imperator Furiosa (engraçado ver anglófonos pronunciando “Furiosa” – sai algo mais ou menos como “Furiôssa”). O filme está cheio de gente surtada, pessoas esquisitas, deformadas por conta de exposição à radiação nuclear. Toda a narrativa é surreal demais, psicodélica demais, mas demais mesmo.

Não sei de onde George Miller tira tanta inspiração para as sequências bizarras e incrivelmente malucas de seu filme. É um filme de ação, mas é muito mais que um filme de ação. Depois de “Mad Max – Estrada da Fúria” vai ser muito difícil dirigir um filme de ação, porque querendo ou não, as comparações serão inevitáveis. E vai ser muito difícil alguém fazer algo que chegue ao menos perto deste filme de Miller. É um filme que é muito mais que um mero blockbuster. Não é a ação pela ação, não é a aventura pela aventura, como se um fim em si. Muito pelo contrário: o filme propõe questões seríssimas para nossa reflexão, questões para nosso futuro, mas que urgentemente têm que ser vistas com a maior seriedade agora, hoje, já, pelos governantes e pelo povo.

Estas questões podem ser vistas à luz da teologia cristã. É possível identificar pelo menos quatro pontes, por assim dizer, com a teologia, quatro possibilidades de diálogo entre a narrativa fílmica de George Miller e a teologia cristã (possivelmente haja mais. Não se tem aqui a pretensão de esgotar a matéria, ainda mais em se tratando de um filme tão rico como este).

Estas questões seríssimas são:

1) A questão dos combustíveis fósseis. Este é o grande tema de Mad Max 2, e o mesmo tema é retomado por Miller em Estrada da Fúria, que, há que se dizer, não é um Mad Max 4. Os combustíveis fósseis um dia acabarão. Vivemos uma relação ambígua com os veículos movidos a combustíveis fósseis. Por um lado, são necessários. Por outro lado ao mesmo tempo o capitalismo impõe a necessidade de consumo cada vez maior. O consumismo é um valor da religião do mercado, não da fé cristã, que se pauta pela solidariedade;

2) A questão da água. Este sim é o líquido mais precioso do planeta (e não o diesel e a gasolina, tal como apresentado em Mad Max 2). O vilão do filme controla o povo de uma comunidade decidindo quanto e quando eles terão água. Você já reparou em quantas vezes a Bíblia fala de água? Já parou para pensar em como a água é importante na teologia bíblica? E em como a água é importante para a vida? Ecologistas e autores de ficção científica já há tempos alertam para o perigo da água vir a faltar no planeta. Os governantes e o mercado não deram atenção. A seca no Sudeste brasileiro neste fim de 2014 e início de 2015 conseguiu chamar a atenção da grande imprensa e do povo em geral para este problema tão delicado. Não consigo entender como um tema tão importante na Bíblia e tão necessário para a vida não seja tema da reflexão teológica evangélica no Brasil. O III Fórum Mundial de Teologia e Libertação, reunido em Belém do Pará em janeiro de 2009, teve como tema a questão da água e da terra. O evento é ecumênico, ou seja, adota uma teologia tida como não conservadora. Antes abordar um tema tão importante a partir de uma teologia não conservadora que não abordá-lo com uma teologia correta (ou pelo menos, que se pensa que é a correta);

3) A questão da escravidão do ser humano pelo ser humano. O mote do filme é a luta pela liberdade de um grupo de escravas sexuais do vilão da história, cuja autoridade jamais é questionada por seus súditos. Elas são usadas apenas para reprodução. O tema da escravidão é mais que importante na teologia bíblica. E hoje, com tantos recursos e tanta tecnologia, há mais escravos que jamais houve em toda a história da humanidade. O Brasil tem muitos trabalhadores escravos hoje. E mais uma vez em nosso contexto brasileiro as teologias que se pretendem certas e corretas à luz da Bíblia não fazem ouvir sua voz de denúncia e protesto diante desta situação;

4) A questão do fanatismo religioso. O vilão do filme, Immortan Joe, se apresenta como um messias, e, usando figuras da mitologia escandinava e da cultura japonesa, leva seus jovens escravos a matar e a morrer (qualquer semelhança com jovens membros de grupos terroristas radicais de inspiração religiosa hoje não é mera coincidência). Ele se coloca no lugar de Deus, fazendo lembrar todos os líderes políticos da história que tentaram assumir um lugar que não lhes pertence, o lugar que apenas é daquele que “remove reis e estabelece reis” (cf. Dn 2.21).

O filme é muito louco, mas é inteligentíssimo. Faz pensar. Aponta questões para a reflexão teológica e a ação pastoral dos seguidores de Jesus no mundo. Tem um enredo bem pensado, coerente. Vou querer ver o filme de novo.


Carlos R. Caldas Filho

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

“Êxodo: deuses e reis”: sucesso nas bilheterias puxa fila de novos “filmes bíblicos”


O longa-metragem épico “Êxodo: deuses e reis”, estreou nos Estados Unidos liderando a bilheteria e desbancando o blockbuster “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1”.

O filme que narra a luta do povo hebreu para ser liberto do tempo de cativeiro no Egito e a fuga através do Mar Vermelho acumula, até a última atualização, mais de US$ 38,9 milhões. Somente no fim de semana de estreia nos Estados Unidos o valor alcançou US$ 24,1 milhões.

No Brasil, a estreia está prevista para acontecer no feriado de Natal, dia 25 de dezembro, mas algumas salas já exibiram sessões de pré-estreia.

Dirigido por Ridley Scott, o filme esbanja da liberdade artística para dar forma à narrativa bíblica das pragas, da batalha entre hebreus e egípcios, e ao encontro entre Moisés e Deus na sarça ardente.

De acordo com o jornalista Marcelo Perrone, do jornal Zero Hora, o diretor “reforça a atemporalidade de questões ancestrais como a luta contra a tirania e o embate entre razão e fé”, e aproveita para destacar que “os grandes movimentos transformadores empreendidos pelo homem em sua história foram forjados a ferro, fogo e sangue”.

Hollywood bíblica
Outros filmes de temática bíblica estão sendo produzidos pelos estúdios de Hollywood, com previsão de estreia a partir do próximo ano.

Os produtores descobriram que, além da natural atração das pessoas por ver nas telas personagens conhecidos da Bíblia Sagrada, existe ainda uma riqueza narrativa grandiosa nos relatos das Escrituras.

“Golias” é um dos filmes que estão sendo produzidos, além de “Maria”, que contará a história da virgem que trouxe o Filho de Deus ao mundo; “Jesus de Nazaré”, que deverá ser dirigido pelo polêmico Paul Verhoeven e pretende mostrar Jesus como o fruto de um estupro de um soldado romano; e por fim, “Pôncio Pilatos”, escrito pela roteirista brasileira Vera Blasi.


Fonte:  http://noticias.gospelmais.com.br/

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Ator que interpretou Barrabás em “A Paixão de Cristo” lança livro sobre sua conversão durante as filmagens


O ator italiano Pietro Sarubbi, que interpretou Barrabás no filme “A Paixão de Cristo”, lançou um livro em que contou seu testemunho de conversão, que aconteceu durante as filmagens do longa metragem.

Afirmando ter vindo de um histórico onde sempre interpretou “papéis obscuros”, ele conta que nunca esperou atuar em um filme sobre a história de Jesus, sobretudo por causa de seu distanciamento em relação à religião.

- Eu nunca imaginei que eu pudesse atuar em um filme sobre a Paixão de Cristo, porque na época era muito longe da igreja – afirmou o ator, ressaltando ainda que seu único objetivo ao se candidatar a um papel no filme foi financeiro.

- A verdade é que eu queria atuar como o apóstolo Pedro não por algo espiritual, mas porque pagam por dia de trabalho, e Barrabás apareceu muito rapidamente. Então eu argumentei que eu era uma pessoa famosa e não poderia me dar um pequeno papel – explicou o ator.

Porém, ele afirma que a participação no filme foi crucial para sua vida e, sobretudo, para sua conversão ao evangelho. Segundo ele, sua relação com o personagem, e com a fé, começou a mudar quando conversou com Mel Gibson, diretor do filme, sobre o personagem que iria interpretar.

Ao lhe dar mais detalhes sobre o personagem, Gibson o explicou que Barrabás não era apenas um bandido, mas sim um homem que foi torturado e levado ao limite, a um ponto de “começou a virar uma besta”.

- É por isso que eu escolhi você… depois de pesquisar, você parece encarnar tanto o animal selvagem e, ao mesmo tempo, guardar no fundo do coração um homem bom – teria afirmado Mel Gibson a ele.

Ele conta que o grande impacto em sua vida aconteceu na gravação da cena em que o povo perdoou Barrabás e condenou o Messias… Segundo ele, de repente Pietro Sarubbi e Barrabás, na alma do ator, eram um só. A cena progrediu e ele afirma que já não atuava, mas vivia, e os eventos em vibraram em todo seu ser. Finalmente os gritos da multidão tinham alcançado o seu desejo, ele, Barrabás, foi libertado. Segundo relata, ele então desceu os degraus e seus olhos encontraram com a ternura infinita dos olhos Jesus.






- Foi um grande impacto. Eu me senti como se tivesse uma corrente elétrica entre nós. Eu via o próprio Jesus – afirma.

É essa a história que ele contra em detalhes no livro “Da Barabba a Gesù – Convertito da uno sguardo” (“De Barrabás a Jesus, convertido por um olhar”, em tradução livre), afirmando que a partir daquele momento sua vida sofreu uma profunda transformação.

Por Dan Martins, para o Gospel+




Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Vaticano critica o filme “Noé” afirmando que a produção estrelada por Russel Crowe foi uma “oportunidade perdida”


Desde sua estreia o filme Noé, de Darren Aronofsky, estrelado por Russell Crowe, Emma Watson e Jennifer Connely, tem sido alvo de uma série de críticas. Além dos que se manifestaram contra o filme por afirmar se tratar de uma produção ruim, uma multidão se levantou, sobretudo nas redes sociais, para criticar o fato de que o filme não é fiel ao relato bíblico.

Além das críticas dos evangélicos, o filme foi alvo também de uma crítica por parte do Vaticano, que em seu jornal oficial “Avvenire” criticou a produção afirmando ter se tratado de uma “oportunidade perdida” e destacou que o filme mostra um “Noé sem Deus”.

O texto publicado pelo jornal do Vaticano foi assinado pelo crítico Mimmo Muolo, que classificou a produção como “estranha” e “desconcertante”. Além disso, o crítico afirmou que, no filme, a história de Noé foi mostrada “de forma ecológica e vagamente ‘new age’, transformando o conto bíblico em uma chance desperdiçada”.

O filme, que chegou a ser proibido em países como Malásia, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Bahrein, Kuait e Indonésia, foi também classificado pela publicação do Vaticano como uma mistura do filme “Gladiador”, com as franquias “Harry Potter” e “Senhor dos Anéis”.

De acordo com a Folha de S.Paulo, o ator Russel Crowe, o diretor Darren Aronofsky, o produtor Scott Franklin e o vice-presidente da Paramount, Rob Moore, chegaram a viajar para o Vaticano no início de Março para promover o filme. As informações são de que a comitiva representando o filme tenha tentado promover uma exibição particular com o papa Francisco. Porém, o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, informou não ter conhecimento do pedido.

Por Dan Martins, para o Gospel+


Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Líderes cristãos apontam os “piores erros” teológicos do filme Noé e criticam: “Ensina o que jamais a Bíblia ensinou”


O filme Noé, criticado por muitos cristãos por conta das diferenças entre a narrativa bíblica e o que é apresentado no longa-metragem dirigido por Darren Aronosfky, despertou a ira de líderes cristãos. Listas de erros teológicos existentes no filme foram feitas pelo pastor Renato Vargens e pelo escritor J. Lee Grady.

Nos pontos elencados por ambos, as críticas ao filme abrangem questões diretas, como diferenças entre a história constante da Bíblia, e questões indiretas, como a impressão que o filme deixa sobre os personagens por conta da forma como a história é narrada.

O próprio diretor do filme reconheceu que o longa-mentragem é “o filme bíblico menos bíblico de todos os tempos”, e o estúdio que o produziu se viu obrigado a emitir alertas de que o filme continha diversas diferenças em relação à Bíblia.

Vargens afirma que não recomenda o filme porque ele “fundamenta-se em lendas, ficções e interpretações equivocadas de quem foi Noé”, e dentro desse ponto de vista, “a história de Nóe narrada pelas Escrituras se contrapõe em muito ao filme hollywoodiano”.

O escritor J. Lee Grady afirma que “Noé não estava distante de Deus”, ao contrário do filme, que o apresenta como uma “alma torturada que sente através de um sonho que o misterioso ‘Criador’ (Ele nunca é chamado de Deus) planeja destruir o mundo com uma inundação”.

Grady aponta que “na versão fantasiosa de Aronofsky, apenas um dos filhos de Noé, Sem, tem uma mulher (interpretada por Emma Watson) e ela acaba grávida de gêmeas que, supomos, irão eventualmente se tornarem mulheres para os outros dois filhos de Noé”. O escritor ressalta que na versão bíblica, “os filhos de Noé não estavam sem esposas na arca”, citando a passagem de Gênesis 6:18: “Você entrará na arca com seus filhos, sua mulher e as mulheres de seus filhos”.

O pastor Renato Vargens critica o filme por apresentar Deus como um ser “desprovido de amor, bondade e misericórdia”, e Noé como alguém “obcecado, violento e insensível”. O líder da Igreja Cristã da Aliança frisa ainda que “o filme  apresenta um péssimo conceito de Deus, onde o Criador não fala, ama ou se relaciona com Noé. Na verdade o filme retrata um deus vingativo, impessoal e cheio de ódio [...] e induz  os expectadores  ao erro por ensinar aquilo que jamais a Bíblia ensinou”.

Já Grady aponta uma das liberdades poéticas do diretor como um dos piores erros cometidos no filme. O escritor diz que “Noé não obteve ajuda de criaturas gigantes de pedra quando construiu a arca”, e afirma que Darren Aronofsky “pegou emprestado esse conceito estranho de antigos místicos judeus que sugeriram que os anjos de Deus expulsos do céu após a criação caíram e foram aprisionados em rochas, caminhando pela Terra em busca de oportunidades para ajudar os seres humanos”.

O escritor J. Lee Grady encerra a lista de defeitos do filme dizendo que, na Bíblia, “os descendentes de Noé não tratam a pele da serpente do Éden como uma relíquia de família”, e revela que o diretor do filme baseou-se em “escritos gnósticos de séculos atrás”, quando “judeus ensinaram que o Deus do Gênesis era realmente um perdedor e que Satanás era um deus melhor. A implicação sutil é que Noé precisava de ajuda de Satanás, não de Deus”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Filme Noé aumenta leitura da Bíblia em cerca de 300%


Aplicativo e site de leitura da Bíblia registram salto nos acessos de Gênesis

A enxurrada de críticas de segmentos cristãos ao filme ‘Noé’, se devem principalmente por seu afastamento da narrativa bíblica. Mas enquanto os cristãos questionam a “falta de precisão”, parece que toda essa polêmica está fazendo as pessoas lerem mais a Bíblia.

Ao menos é o que indica o aplicativo de leitura da Bíblia mais popular do mundo, o YouVersion. No final de semana de estreia do longa, a leitura da história de Noé em Gênesis 6 aumentou cerca de 300% nos EUA e 245% no restante do planeta.

A equipe responsável pelo aplicativo divulgou essa estatísticas de leitores em sua conta no Twitter, afirmando que foi o maior crescimento na leitura de um trecho específico desde a criação do programa.

Segundo o site Charisma News, o aumento também foi percebido no portal Bible Gateway, bastante popular de leitura da Bíblia online, que registrou um acréscimo de 223% em seus leitores.

Obviamente o número de pessoas que leem a Bíblia em seus aparelhos eletrônicos e pela internet é apenas uma fração dos que leem da maneira convencional, mas essas duas fontes mostram que é inegável a curiosidade sobre a narrativa bíblica.

Benny Perez, pastor da Igreja em South Vegas, disse ao Charisma News, “A maioria dos membros de nossa igreja contam que primeira coisa que fizeram após ver o filme foi abrir suas Bíblias e reler a história.”

Embora muitos cristãos tenham acusado o filme de criar confusão e corromper a Bíblia, parece que pelo menos em parte, está instigando as pessoas a lerem mais a Palavra de Deus. Com informações Christian Today


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br

quarta-feira, 2 de abril de 2014

“Noé” atrai multidões aos cinemas e pastor aprova o filme: “Fui profundamente tocado pela mensagem”



O filme “Noé”, do cineasta Daren Aronosfky, estreou nos cinemas dos Estados Unidos no último fim de semana, e chamou atenção da imprensa especializada por ocupar o topo da bilheteria no país.

Alvo de críticas por parte de alguns líderes evangélicos – devido às adaptações que o roteiro faz para que a curta história da construção da arca possa ser contada num filme de duas horas – o filme arrecadou mais de US$ 44 milhões apenas nos Estados Unidos, chegando a US$ 77,6 milhões se contabilizada a bilheteria nos demais países onde o filme já estreou.

O pastor e cantor mexicano Jesús Adrian Romero, radicado nos Estados Unidos, usou sua página no Facebook para comentar suas impressões sobre o filme e repudiar as críticas feitas ao longa-metragem estrelado por Russel Crowe.

“Ontem eu fui ver o filme ‘Noé’, e em seguida, deixei recomendações através de redes sociais. Alguns líderes que não entendem de cinema estão desencorajando as pessoas, dizendo para não irem ver o filme, argumentando que se afasta da narrativa bíblica… Sério? Assim como em ‘Noé’, todo filme precisa fugir um pouco da narrativa e incluir alguma ficção. A história bíblica de Noé está contida em apenas quatro folhas da Bíblia, o que é muito pouco material para fazer um roteiro de filme. Em compensação, uma série de livros que se tornaram roteiro de filme, quase nunca é seguida ao pé da letra”, comparou.

Para Romero, é preciso levar em consideração as questões que envolvem a produção de um filme, e a liberdade que todo artista tem para transmitir determinada mensagem ao seu modo, pois isso não significa necessariamente uma deturpação de princípios.

“Na arte há o que é conhecido como ‘licença poética e artística’, e esta é a liberdade que tem o produtor, ou compositor, ou poeta, para ficar longe de certas regras ou detalhes, a fim de melhor comunicar uma história. Acredito que aqueles que estão proibindo o filme não entendem que o cinema é arte. Estamos muito acostumados a encontrar o erro e o diabo em tudo, e dificilmente encontrar Deus. Sem entrar em detalhes, para não contar o filme, houve momentos em que eu estava profundamente tocado pela mensagem, e embora eu ache que a ideia do produtor deste filme seja o evangelismo, a história bíblica foi apresentada como arte. O filme abre uma excelente oportunidade para a evangelização e discussão sobre temas espirituais. Outros reclamam que o filme usa fantasia e tem alguns erros bíblicos, mas a verdade é que, por vezes, eu ouvi mais fantasia e erros bíblicos em pregações diretamente dos púlpitos, porém ninguém faz nada a respeito. Aproveite o filme”, incentivou Jesús Adrian Romero.

O filme “Noé” é descrito pelos críticos de cinema como um filme épico, repleto de efeitos especiais e com um elenco vencedor de Oscars. A estreia do longa-metragem no Brasil acontece no próximo dia 03 de Abril, numa quinta-feira.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+




Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

FILME NOÉ - 2014 - Estúdio divulga cartaz do filme Noé


O longa estreia em no brasil em abril

O filme “Noé”, do diretor Darren Aronofsky, ganhou um novo cartaz e o estúdio começará a divulgação do longa que estreia em 28 de março nos Estados Unidos e em 4 de abril no Brasil.

O personagem principal do filme será Russell Crowe que aparece em destaque no cartaz. Na pele de Noé ele receberá a missão divina de salvar a criação do grande dilúvio que cairá sobre a Terra dominada pelo pecado.

Aronofsky criou um filme épico com muitos efeitos especiais e lutas. Noé enfrentará a fúria de opositores que tentam se apoderar da Arca tentando também convencer Ham (Logan Lerman), filho primogênito de Noé, a lutar em favor deles.

O elenco do filme traz grandes estrelas de Hollywood como Emma Watson, Douglas Booth, Madison Davenport, Jennifer Connelly, Anthony Hopkins, Kevin Durand, Dakota Goyo, Jóhannes Haukur Jóhannessin, Arnar Dan e Marton Csokas.

Para a divulgação do filme a Paramount produziu um comercial de TV que será exibido durante o Super Bowl, o evento esportivo mais assistido nos Estados Unidos.




Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/