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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Estado Islâmico ameaça invadir Israel e transformar a Palestina num “cemitério” de judeus


O homem apontado como o principal líder do Estado Islâmico, Abu Bakr Al-Baghdadi, fez ameaças de atacar Israel através de uma gravação veiculada em perfis atrelados ao grupo extremista nas redes sociais.

As ameaças à nação israelense e ao povo judeu, como um todo, foram feitas através de áudio, e colocaram sob suspeita a especulação de que Baghdadi teria ficado gravemente ferido em um ataque aéreo à Síria meses atrás.

De acordo com informações do RT News, o líder terrorista prometeu tomar a cidade santa e transformar a região da Palestina em um cemitério de judeus.

Em sua fala, o líder do Estado Islâmico garante que as forças do grupo terrorista muçulmano estão cada vez mais próximas a Israel, e que o movimento de retorno dos judeus de outras nações ao país facilitaria a jihad.

Além de disparar ameaças a Israel, Al-Baghdadi também lançou críticas contra os governantes da Arábia Saudita, a quem ele se referiu como “tiranos apóstatas” devido ao seu recente posicionamento, convocando o povo muçulmano e outros países para formar uma coalizão islâmica contra os extremistas.


Ao final da gravação, o homem mais procurado do mundo afirmou que todos os esforços que os Estados Unidos e a Rússia têm feito são inúteis, pois fizeram o Estado Islâmico se tornar “mais fortes”.

Se a gravação de áudio for considerada uma fala autêntica de Abu Bakr Al-Baghdadi, essa será a primeira a primeira instrução que ele entregou aos seus seguidores nos últimos sete meses, de acordo com informações do Christian Post. A autenticidade da gravação também não foi verificada, pois nenhum veículo de comunicação teve acesso a quem a publicou, e as autoridades dos países envolvidos na luta contra o Estado Islâmico ainda não se pronunciaram.



Fonte:   http://noticias.gospelmais.com.br 

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Prenúncio de guerra? Autoridade Palestina anuncia fim do acordo de paz com Israel

O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, anunciou que está rompendo os acordos de paz assinados em 1993 e que interrompeu ataques de ambas as partes.

Para o líder palestino, Israel não tem cumprido sua parte no acordo, que envolveria o fim da construção de assentamentos na Cisjordânia e a participação no reconhecimento do Estado palestino.

“A manutenção do status quo é completamente inaceitável porque significa a rendição à lógica da força bruta utilizada pelo governo israelense. Nós não continuaremos a ser os únicos comprometidos com esses acordos, enquanto Israel continuamente os viola”, afirmou Abbas em seu discurso durante a 70.ª Assembleia-Geral da ONU.

De acordo com informações do jornal O Estado de S. Paulo, a decisão do político foi divulgada no mesmo dia em que a bandeira da Autoridade Palestina foi hasteada pela primeira vez na sede da ONU, em Nova York, após 119 países apoiarem a resolução que reconhecia a Palestina como membro observador das Nações Unidas, assim como acontece com o Vaticano. Ao todo, 45 países se abstiveram e oito votaram contra essa resolução, entre eles Israel, EUA e Austrália.

O líder palestino acusou Israel de fazer seu governo parecer “uma autoridade sem poderes reais”, e disse que isso é inaceitável: “Enquanto Israel se recusar a parar com os assentamentos e recusar soltar prisioneiros palestinos não há como haver acordo”, esbravejou. “Declaramos que não poderemos continuar tendo uma ligação com esses acordos e que Israel precisa assumir suas responsabilidades como força ocupante […] Peço à ONU proteção internacional aos palestinos de acordo com as leis humanitárias internacionais”, acrescentou.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, reagiu de imediato às afirmações do palestino e o chamou de mentiroso e de mal intencionado, ao “incitar a instabilidade no Oriente Médio”.

Em sua fala, o israelense disse que Abbas deveria começar a agir com a responsabilidade que seu cargo exige: “O fato de, de tempos em tempos, Abbas agir desta forma é a prova de que ele não tem intenção de alcançar um acordo de paz”, acrescentou.


“Estado Islâmico é um culto apocalíptico”, diz Barack Obama, justificando ataques aéreos


O presidente Barack Obama comentou as atrocidades cometidas pelo Estado Islâmico durante seu discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) e comparou as ações dos terroristas a mazelas de um apocalipse.

A menção de Obama aos extremistas islâmicos foi uma forma de justificar os ataques aéreos feitos pelas forças militares dos Estados Unidos em áreas da Síria e Iraque. De acordo com o presidente, não há escolhas fáceis para pôr fim à crise, mas também “não há espaço para acomodar um culto apocalíptico” como o Estado Islâmico.

Obama afirmou ainda que seu país não vai se desculpar pelo uso da força, pois as ações são tomadas dentro de uma coalizão militar ampla que pretende pôr fim às ações do grupo terrorista: “Fazemos isso com a determinação de garantir que nunca haverá um refúgio seguro para os terroristas que realizam esses crimes […] e temos demonstrado ao longo de mais de uma década de busca incessante à Al Qaeda que não vamos ser vencidos por extremistas”, afirmou o presidente.

Em críticas à ditadura do presidente da Síria, Bashar Al-Assad, Obama afirmou que governos como o dele são celeiros de ameaças: “Quando um ditador mata dezenas de milhares de seu próprio povo, isto não é apenas uma questão de assuntos internos de uma nação – que gera o sofrimento humano em uma ordem de magnitude que afeta a todos nós. Da mesma forma, quando um grupo terrorista decapita cativos, abate o inocente e escraviza as mulheres, isso não é problema de segurança nacional de um único país. Isto é um ataque à toda a humanidade”.

Demonstrando preocupação com o recrutamento feito pelo Estado Islâmico, Obama apontou que a “ideologia venenosa” do grupo “infecta muitos de nossos jovens”.

Chamando atenção para as oportunidades que a pobreza extrema representa para grupos extremistas, Obama parafraseou o papa Francisco, ao sugerir que “somos mais fortes quando nós valorizamos o menor entre nós, e o vemos como igual em dignidade para nós mesmos e nossos filhos e filhas”.


Estado Islâmico planeja ataque nuclear para dizimar cristãos, diz jornalista que se infiltrou no grupo

Você já viu a religiosidade do Islã com bondade, amiga dos cristãos no Brasil? CUIDADO, O TERROR ESTÁ NO AR!

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O Estado Islâmico estaria levando adiante a ameaça de exterminar os cristãos do mundo e parte do plano para levar adiante essa promessa envolve um ataque nuclear.

A informação foi revelada em uma reportagem do jornalista Jurgen Todenhofer, 75 anos, que se infiltrou no grupo terrorista e passou dez dias conhecendo os planos de ataque ao mundo ocidental.

O jornal inglês The Mirror publicou parte do relato de Todenhofer, que vai lançar um livro intitulado “Inside IS – Ten Days In The Islamic State” (“EI por dentro – dez dias no Estado Islâmico”, em tradução livre), contando as experiências e planos que conheceu no período em que se infiltrou.

O plano de holocausto para dizimar milhões de pessoas de uma só vez é tratado com sigilo no grupo, que pretende fazer “a maior limpeza religiosa da história” através de um “tsunami nuclear”.

“Os terroristas planejam matar centenas de milhões de pessoas. O Ocidente está subestimando drasticamente o poder do Estado Islâmico”, afirma o jornalista, lembrando que os extremistas não diferenciam seus alvos, planejando assassinar todos aqueles que não sigam sua interpretação do islamismo.

No período que esteve em Mosul, no Iraque, teve a oportunidade de conversar com Mohammed Emwazi, que ficou conhecido como “Jihadi John” por decapitar reféns do Estado Islâmico em frente às câmeras.

De acordo com Todenhofer, Emwazi revelou que essas mortes foram usadas como forma de espalhar terror: “As decapitações são estratégias para provocar medo nos inimigos e têm funcionado bem. Observe a tomada de Mosul, no Iraque, feita com menos de 400 homens. Eles são o inimigo mais brutal e perigoso que já vi na vida. Não vejo ninguém que tenha uma chance real de pará-los”, comentou o jornalista.


quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Fabricante de armas faz citação bíblica para impedir uso por extremistas muçulmanos

Um fabricante de fuzis adotou uma estratégia inusitada para evitar que seus produtos caiam nas mãos de extremistas muçulmanos: fez inscrições nas laterais das armas com uma citação do Salmo 144:1.

O versículo “bendito seja o Senhor, a minha Rocha, que treina as minhas mãos para a guerra e os meus dedos para a batalha” agora está presente em todos os modelos AR-15 fabricados pela Spike’s Tactical.


A empresa, com sede na Flórida (EUA), é dedicada à fabricação de armas voltadas ao uso militar e de competição. O fuzil em questão tem pode médio, e conta ainda com uma cruz estilizada ao longo do corpo, dentro de um escudo.

De acordo com informações de agências internacionais, há também as palavras em latim “Pax Pacis” (“paz”) ao lado da posição de travamento, e o termo “bellum” (“guerra”) ao lado da posição de destravamento da arma. Quando a trava é movida para a posição de tiro, surge a inscrição “Deus Vult”, que em tradução livre significa “a vontade de Deus”.

Salmo 144:1 na lateral da arma

O porta-voz da empresa disse que a iniciativa de inscrever citações bíblicas na arma é uma tentativa de prevenir o uso por terroristas motivados pelo extremismo islâmico: “Queríamos ter a certeza de que a nossa arma nunca seria usada por terroristas muçulmanos para matar pessoas inocentes ou fazer avançar sua agenda radical”, disse.

No entanto, os representantes do Conselho de Relações Islâmicas na Flórida acusaram a empresa Spike’s Tactical de usar um “vergonhoso truque” de marketing para atrair compradores, pois das mais de 250 chacinas ocorridas em 2015 nos Estados Unidos, apenas uma foi cometida por um extremista muçulmano.

O valor da arma para os norte-americanos é de US$ 1.395, o que equivale a R$ 5.290,00 de acordo com a cotação do dólar nesta terça-feira, 08 de setembro de 2015.


quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Homens arriscam suas vidas para salvar escravas sexuais do Estado Islâmico


Nos piores momentos da humanidade surgem os maiores heróis. A máxima está sendo colocada em prática no Oriente Médio, em parte tomado pelos jihadistas do Estado Islâmico. Por lá, homens se juntaram e formaram grupos de resistência que tem como objetivo salvar mulheres tratadas como escravas sexuais pelos terroristas.

De acordo com o Daily Mail, essas mulheres viviam escravizadas pelo EI, sendo vítimas diárias de estupros, espancamentos, açoitamentos e até apedrejamentos. Em alguns casos, após o salvamento, essas mulheres foram flagradas sendo carregadas por seus salvadores, tamanha a dificuldade que tinham para andar.

O objetivo do grupo é bastante simples: resgatar essas mulheres na surdina e levá-las escondidas até a fronteira com o Iraque, muitas vezes atravessando boa parte da Síria. O destino final costuma ser qualquer território para refugiados que esteja longe do controle do EI. As fugitivas têm pelas consciência de que, se capturadas novamente, serão torturadas até a morte.

Entre as mulheres recuperadas estão idosas e crianças. Muitas delas, afirmam os ativistas responsáveis pelo resgate, precisam de acompanhamento psicológico após o retorno para superar os horrores vividos. Para o bem da humanidade, o grupo de resgate tem atraído cada vez mais membros e, graças a isso, muitas mulheres estão conhecendo novamente o gosto da liberdade.


sábado, 15 de agosto de 2015

Há 70 anos, ocorria o primeiro ataque nuclear da história

Em duas datas de agosto de 1945, aviões americanos jogaram duas bombas atômicas em cima das cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, respectivamente dias 6 e 9. O poder de destruição nuclear nunca tinha sido realmente conhecido e a tragédia criou um trauma incurável na população e no país, servindo como um alerta para a humanidade sobre o que aquele tipo de armamento poderia fazer AP).

Os bombardeamentos atômicos das cidades de Hiroshima e Nagasaki foram dois bombardeios realizados pelos Estados Unidos contra o Império do Japão durante os estágios finais da Segunda Guerra Mundial, em agosto de 1945. Foi o primeiro e único momento na história em que armas nucleares foram usadas em guerra e contra alvos civis.

Depois de uma campanha de bombardeios que destruiu várias cidades japonesas, os Aliados preparavam-se para uma invasão do Japão. A guerra na Europa terminou quando a Alemanha nazista assinou o acordo de rendição em 8 de maio de 1945, mas a Guerra do Pacífico continuou. Juntamente com Reino Unido e China, os Estados Unidos pediram a rendição incondicional das forças armadas japonesas na Declaração de Potsdam em 26 de julho de 1945, ameaçando uma "destruição rápida e total".

Em agosto de 1945, o Projeto Manhattan dos Aliados tinha testado com sucesso um artefato atômico e produzido armas com base em dois projetos alternativos. O 509º Grupo Composto das Forças Aéreas do Exército dos Estados Unidos foi equipado com aeronaves Boeing B-29 Superfortress que poderiam ficar em Tinian, nas Ilhas Marianas. A bomba atômica de urânio (Little Boy) foi lançada sobre Hiroshima em 6 de agosto de 1945, seguido por uma explosão de uma bomba nuclear de plutônio (Fat Man) sobre a cidade de Nagasaki em 9 de agosto. Dentro dos primeiros 2-4 meses após os ataques atômicos, os efeitos agudos das explosões mataram entre 90 mil e 166 mil pessoas em Hiroshima e 60 mil e 80 mil seres humanos em Nagasaki; cerca de metade das mortes em cada cidade ocorreu no primeiro dia. Durante os meses seguintes, vários morreram por causa do efeito de queimaduras, envenenamento radioativo e outras lesões, que foram agravadas pelos efeitos da radiação. Em ambas as cidades, a maioria dos mortos eram civis, embora Hiroshima tivesse muitos militares.

Em 15 de agosto, poucos dias depois do bombardeio de Nagasaki e da declaração de guerra da União Soviética, o Japão anunciou sua rendição aos Aliados. Em 2 de setembro, o governo japonês assinou o acordo de rendição, encerrando a Segunda Guerra Mundial. O papel dos bombardeios na rendição do Japão e a sua justificação ética ainda são pontos debatidos entre acadêmicos e na sociedade.

Acontecimentos em terra

Alguns dos edifícios de concreto armado em Hiroshima tinha sido muito fortemente construído por causa do perigo de terremotos no Japão e sua estrutura não entrou em colapso, embora eles estivessem localizados bem perto do centro da explosão. Uma vez que a bomba foi detonada no ar, a explosão foi dirigida mais para baixo do que para os lados, o que foi o grande responsável pela sobrevivência do Museu Comercial de Hiroshima, agora conhecida como Memorial da Paz de Hiroshima. Este edifício foi projetado e construído pelo arquiteto tcheco Jan Letzel e estava a apenas 150 metros do ponto zero da explosão nuclear. A ruína foi considerada um Patrimônio Mundial pela UNESCO em 1996, apesar das objeções de Estados Unidos e China, que expressaram reservas sobre o fundamento de que outros países asiáticos sofreram perdas materiais e de vidas maior e que um foco sobre o Japão não tinha perspectiva histórica.

Os norte-americanos estimam que 12 quilômetros quadrados da cidade foram destruídos. As autoridades japonesas determinaram que 69% das construções de Hiroshima foram destruídas e outras 6-7% danificadas. O bombardeio iniciou incêndios que se espalham rapidamente pelas casas feitas de madeira e papel. Como em outras cidades japonesas, os aceiros se mostraram ineficazes.

Eizo Nomura foi o sobrevivente mais próximo do hipocentro. Ele estava no porão de um edifício de concreto armado (que se manteve como o casa de descanso depois da guerra) apenas a 170 metros 0 pés) do centro da explosão no momento do ataque. Ele viveu até os seus 80 anos. Akiko Takakura estava entre os sobreviventes mais próximas do hipocentro da explosão. Ela tinha estado no sólido edifício do Banco de Hiroshima, a apenas 300 metros do centro do ataque.

Mais de 90% dos médicos e 93% dos enfermeiros de Hiroshima foram mortos ou feridos, a maioria estava no centro da cidade, que foi o mais danificado. Os hospitais foram destruídos ou seriamente danificados. Apenas um médico, Terufumi Sasaki, permaneceu de plantão no Hospital da Cruz Vermelha. No entanto, no início da tarde, a polícia e os voluntários tinham estabelecido centros de evacuação em hospitais, escolas e estações de bondes e um necrotério foi estabelecido na biblioteca Asano.

A maioria dos soldados na sede do 2º Exército geral estava em treinamento físico no Castelo de Hiroshima, apenas 820 metros a partir do hipocentro. O ataque matou 3.243 soldados no chão. A sala de comunicações da sede do Distrito Militar Chugoku, que era responsável pela emissão e levantamento de avisos de ataques aéreos, estava em uma semi-caverna no castelo. Yoshie Oka, uma estudante da Escola Feminina de Ensino Médio Hijiyama, que tinha sido mobilizada para servir como uma oficial de comunicações tinha acabado de enviar uma mensagem de que o alarme havia sido emitido para Hiroshima e Yamaguchi, quando a bomba explodiu. Ela usou um telefone especial para informar a sede de Fukuyama que "Hiroshima foi atacada por um novo tipo de bomba. A cidade está em um estado de destruição quase total".

O prefeito da cidade, Senkichi Awaya, foi morto enquanto comia com seu filho e neta na residência oficial, o marechal Hata, que foi apenas ligeiramente ferido, assumiu a administração da cidade e coordenou os esforços de resgate. Muitos de sua equipe haviam sido mortos ou fatalmente feridos, incluindo um príncipe coreano da Dinastia Joseon, Yi Wu, que estava servindo como tenente-coronel do Exército Imperial Japonês. Um oficial sobrevivente de Hata, o coronel Kumao Imoto, atuou como seu chefe de gabinete. o porto de Hiroshima foi danificado e os soldados de lá usaram barcos suicidas destinados a repelir a invasão norte-americana para resgatar os feridos e levá-los pelos rios para o hospital militar de Ujina. Caminhões e trens trouxeram suprimentos de emergência e evacuaram os sobreviventes da cidade.

Doze pilotos norte-americanos que foram presos na sede da Polícia Militar de Chugoku, localizados cerca de 400 metros do hipocentro da explosão. A maioria morreu instantaneamente, embora tenha sido relatado que dois deles foram executados por seus captores e dois presos gravemente feridos pelo bombardeio foram deixados ao lado da Ponte Aioi pelo Kempeitai, onde foram apedrejados até a morte.