Palavra e Teologia, Tudo concernente a Biblia, Teologia e vontade de Deus na vida do homem, escritos apocalipticos biblicos, arqueologia biblica e geral, Teologia Biblica e uma palhinha de Sistematica. Palavraeteologia. Word and theology, all concerning the Bible, Theology and the will of God in man's life, apocalyptic biblical writings, biblical archeology and general Biblical Theology for Systematics and a straw. Palabra y la teología,la Biblia, la Teología, escatología.
Mostrando postagens com marcador ICP - Instituto Cristão de Pesquisa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ICP - Instituto Cristão de Pesquisa. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
REIKI – A TÉCNICA ESOTÉRICA QUE DIVINIZA O ESPÍRITO HUMANO
|
REIKI – A TÉCNICA ESOTÉRICA QUE DIVINIZA O
ESPÍRITO HUMANO
Por Marcio Souza Parece que a cada ano surge uma nova epidemia de “faça isso ou aquilo” para se alcançar “uma boa qualidade de vida”. Dentre as inovações, o Reiki, uma espécie de massagem pela imposição das mãos, é a última moda entre os artistas e demais personalidades brasileiras. A posição dos militantes desse movimento é extremamente ousada. Certo comentarista dessa técnica afirma que seu fundador, Mikao Usul, conseguiu recuperar as técnicas de cura utilizadas por Jesus em seu ministério terreno. Será que esse movimento tem algum fundamento cristão? Não! Como veremos, não existe nessa corrente religiosa nenhum indício dos ensinos de Cristo, pois o Filho de Deus jamais usou de técnicas para curar as pessoas, tudo o que fez foi pelo poder e autoridade de Deus. É incrível, mas cada movimento oriental que surge insiste em afirmar que encontrou algum tipo de solução para os problemas que afligem a humanidade. E, para arrebanhar adeptos, apontam para o interior do homem que está sempre em busca de toda e qualquer resposta para os seus dilemas, seja da mente ou do corpo. As formas esotéricas para a solução dos problemas humanos são diversas. Entre elas, a meditação e a meditação transcendental. A primeira é feita com ajudas externas, como a música e a visualização. A segunda só é bem-sucedida pela respiração ritmada, pelo esvaziamento, pelo êxtase e pela recitação de mantras. A ioga, a acupuntura e o feng shui também são métodos utilizados nesse processo. Outros canais externos são o uso da urina, das terapias da luz, do vento, da música, das cores e dos líquidos. O incenso é utilizado pelos esotéricos como um canal de energização. Segundo os místicos, existem também, fora os externos, os canais internos no corpo dos pacientes pelos quais podem captar e/ou emanar energia vital. Esses pontos são chamados de chacras – aliás, diversos movimentos espíritas usam os mesmos pontos e, quando não, a mesma nomenclatura para defini-los. Seria apenas coincidência ou tais movimentos têm as mesmas raízes? A técnica esotérica Reiki é a energia vital (Ki), direcionada e mantida pela sabedoria universal (Rei). “É a energia natural, harmônica e essencial a todo ser vivente”, afirmou uma revista sobre terapias alternativas ao comentar a respeito desse movimento. Os “reiquianos” dizem que uma energia vital ocupa e abrange todo o corpo humano. Segundo eles, é justamente essa energia que possibilita, enquanto dormimos, o trabalho vital de respiração, irrigação e batimentos cardíacos sem a nossa consciente intervenção. Esse corpo etéreo deve ultrapassar o corpo físico em aproximadamente 2,5 centímetros. Quando algo está errado, ou seja, quando sentimos em nossa própria pele que não estamos bem, por um órgão ou parte do corpo não está cumprindo suas funções harmonicamente, paramos para cuidar dessa parte do corpo. Percebemos então que a saúde é justamente o estado de perfeito funcionamento dos órgãos do corpo em si mesmo e em seu conjunto, e que a dor é um grito de socorro desesperado do corpo para que possamos agir. Afirmam que esse corpo vital, etéreo, é responsável pela absorção da energia vital adquirida pelos chacras, pontos que captam e emanam energia que interage com a natureza. Para o equilíbrio do corpo etéreo com a energia vital (Ki) é necessário obter a sabedoria universal (Rei) que se manifesta na interação com a natureza. O Reiki é aplicado pela imposição das mãos a uma distância de três a cinco centímetros entre o paciente e o aplicante. Todo o processo não dura mais do que cinco minutos e as mãos do aplicador devem estar em forma de concha. No final, é feito um ritual para “fechar” o campo áurico do paciente. Em seguida, o aplicante lava as mãos com água fria e corrente para purificá-las. Os objetivos das aplicações do Reiki, entre outros, são: curas físicas, combate ao estresse e ativação da concentração e do raciocínio. Alguns astros e estrelas televisivos têm procurado o movimento e testemunhado que, após as aplicações, alcançaram maior concentração mental e capacidade para resolver questões pessoais, além de melhor qualidade de vida. Os deuses do Reiki Os “reiquianos” compartilham os ícones de seus ensinamentos com qualquer cultura ou movimento religioso. São adeptos do ecletismo e do sincretismo, pois aceitam os ensinos ocultistas de outras correntes religiosas. A técnica “reiquiana” pode ser interpretada como sendo a emanação de um deus pessoal ou impessoal. E o mais absurdo é que seus mentores alegam que Jesus é a fonte espiritual dessa técnica. A “sabedoria universal”, afirmam, “pode ser invocada com outros nomes”. A saber: Fonte Primeira, Deus ou Deusa, Criador, Aquele que é, a Chama, o Buda, o Cristo, o Brahma, a Ordem Natural, o Todo, Tupã e Energia”. Tudo vai depender da forma como ela é venerada e conhecida em cada cultura mundial mediante seus ídolos. Prana, para os hindus; Chi, para os chineses; Ka, para os egípcios; Pneuma, para os gregos; e Nefesh, para os judeus. E prosseguem. Na Polinésia ela é conhecida como Mana e os russos a identificam como bioenergia. Para os alquimistas ela é o Fluido da Vida e para os cristãos, Luz ou Espírito Santo. Suas divindades podem ser identificadas com quaisquer ídolos que tenham afinidade. Essa possibilidade na prática do Reiki traz uma espécie de “desencargo de consciência”. Isto é, “não vou ferir minha devoção se posso identificar meu deus (ou ídolo) como emanador dessa energia”. Chamamos esse procedimento de sincretismo religioso. Assim como os ecologistas místicos, os “reiquianos” também crêem que a terra é a “Grande Mãe”, com influência mística. Essa influência é conhecida no Reiki como Karuna Reiki, o aspecto feminino da energia vital. Na China, essa influência é simbolizada pela mãe Kuan Yin. Na Índia, ela é conhecida pelo nome de Avalokitesbuara. No Tibet, é chamada de Chenrezig. No Japão, de Kannon. E aqui, no Brasil, existem dois ícones: Nossa Senhora Aparecida e Iemanjá. Segundo esse movimento, a influência feminina, dócil e compassiva de Karuna Reiki traz paz de espírito. Será?! Os “reiquianos” consideram que todas as culturas acharam, em suas respectivas civilizações, a mesma fonte de sabedoria e residência da energia vital. Bem, se isso for verdade, o que o Reiki oferece de novo? Nada. Por tudo que vimos, parece que o Reiki nada mais é do que um movimento espírita e ecumênico em sua prática e ensino. As curas por imposição de mãos, recurso tão peculiar nessa religião, podem ser atribuídas tanto a Iemanjá quanto a Maria (ídolo católico). Ou, então, a Buda ou ao Jesus da Cristandade. Para os “reiquianos”, não importa a origem das forças ocultas que atuam em suas sessões. Visão holística: ferramenta da Nova Era Os “reiquianos” dizem que o homem deve ser estudado de forma global: mente, corpo e espírito. Esse ponto de vista indica que a pessoa interage com a natureza e que sua disposição mental está intrinsecamente relacionada à saúde do corpo. A idéia é de que somos “um” com o universo, ou seja, que o universo, a mente, o corpo e o espírito interagem ou podem estar desequilibrados, causando doenças e outros distúrbios. Todos os tratamentos medicinais para essas doenças ou distúrbios são apenas soluções paliativas, porque não alcançam a causa do problema. Então, entra a propaganda mística de que a visão holística proverá milagres! – “alcançará as causas e trará equilíbrio ao corpo, fazendo cessar os sintomas”, afirmam. De acordo com os mestres holísticos, o tratamento ideal é permitir que o corpo “fale” e transmita o método apropriado para o tratamento. Um dos conselhos desses mestres é: “Uma viagem; uma perspectiva de si mesmo mais suave; ou mesmo procurar um padre ou um médium ou mesmo um médico – mas deixe seu corpo opinar”. Tal conselho, no entanto, não é sábio, pois, segundo os princípios bíblicos, devemos averiguar as fontes de nossas orientações. Além disso, confiar no sentimento interior para uma decisão tão importante é algo gravíssimo. O nosso coração é enganoso (Jr 17.9), e quando confiamos apenas nele dificultamos e embaraçamos a nossa vida. Um pouco da história do Reiki Seu fundador é Mikao Usui, monge japonês e estudioso das religiões que procurava respostas para a técnica de cura usada por Jesus. Mikao percorreu parte da China e da Índia em uma busca incessante desse método. Sua procura foi interrompida no Japão, em um monastério budista, onde supostamente encontrou o que tanto procurava. A descoberta que fez, no entanto, não lhe proporcionou as verdades e práticas espirituais que transformam o homem caído em uma nova criatura diante de Deus. No monastério budista, Mikao achou alguns escritos “reiquianos” que ensinavam técnicas de cura. “Uma coisa era conhecer a técnica, outra era saber como ativar a energia necessária à aplicação da técnica”, afirmou o próprio Mikao Usui. Foi então que decidiu meditar e jejuar. Subiu ao monte Koryama, no Japão, onde passou 21 dias em meditação. No último dia, foi atingido por uma luz no chacra do terceiro olho (parte frontal da testa) e visualizou a formação dos símbolos do Reiki. Depois da “visão”, ficou inconsciente por algum tempo. E chamou essa experiência de sinal. Seria, então, o primeiro sinal de uma série deles que comprovariam que de fato havia conseguido ativar a energia. Ao descer do monte, ele feriu um dos dedos do pé e, ao passar a mão no local, foi curado. Seria esse o segundo sinal. O terceiro sinal diz respeito ao fato de haver conseguido comer uma modesta refeição depois de passar 21 dias em jejum. O quarto sinal está relacionado à cura de um atendente que sentia forte dor de dente. O homem alcançou o alívio da dor assim que Mikao passou a mão pelo seu rosto. O quinto e último sinal que o consagrou como portador do conhecimento “reiquiano” foi a cura, em um monastério, de um colega e mestre que sofria de artrite. Durante suas expedições, Mikao ficou abatido ao descobrir que suas “curas” eram superficiais, ou seja, as pessoas não alcançavam uma mudança espiritual, como aparentemente ocorria no corpo. Inicialmente, as pessoas se arrebatavam com a cura alcançada, mas logo estavam novamente envolvidas com as mesmas dificuldades anteriores e, então, o abandonavam. Daí, Mikao concluiu que precisava atingir a mente de seus pacientes e não apenas o corpo. Mikao morreu em 1930 e deixou alguns discípulos. Esses seguidores foram influenciados pela escola Tendai, movimento budista tântrico japonês cuja base é o estudo do Ko-fo, arte iogue de respiração e meditação para controlar as energias básicas do corpo. Oito anos depois de seu falecimento, uma havaiana chamada Hawayo Takata submeteu-se a um tratamento pelo Reiki e foi curada de sua moléstia. Após o “milagre”, ela foi para o Japão, onde passou alguns anos aprendendo a técnica com Chujiro Hayashi. Voltou para o Havaí e começou a ensinar e a divulgar o Reiki no Ocidente. Prática de espiritismo no Reiki Não podemos nos esquecer de que o Reiki é um movimento eclético. Mistura seus procedimentos e conceitos com os procedimentos e conceitos de outras religiões, como, por exemplo, o espiritismo e o budismo. E não apenas isso. Se necessário, usa as mesmas nomenclaturas. Quando um movimento lança mão dessa artimanha, simplesmente o faz unilateralmente. No nosso caso, os cristãos, não compartilhamos nem emprestamos nossos conceitos e terminologias a outros segmentos religiosos. O objetivo do Reiki ao esforçar-se dessa maneira é tornar seu ensino mais “digestivo” para os incautos que desconhecem a verdadeira fé cristã. As práticas e conceitos espíritas que encontramos no Reiki demonstram o quanto esse movimento é perigoso. Segundo seus adeptos, o desenvolvimento de doenças físicas ou emocionas que aparecem no corpo é provocado por lesões como fissuras e obstruções que desequilibram ou desalinham os chacras. E de que maneira os chacras podem ser restaurados e/ou renovados? Pela meditação, pelo passe espírita, por encantamentos, além de outros métodos que os energizam. A energia Reiki (ou qualquer outra fonte espírita), segundo seus adeptos, alinha e restaura o equilíbrio dos chacras, harmonizando-os. Somente assim o paciente receberá a energia da natureza sem nenhum tipo de obstrução. Tal energia é adquirida por meio da luz, do ar, da água, da terra, dos antepassados e das pessoas que cercam o paciente. O Reiki à luz da Bíblia A seguir, apresentaremos os conceitos desse movimento e depois consideremos as respostas bíblicas. • Os “reiquianos” afirmam que as pessoas conseguem evitar os distúrbios buscando o equilíbrio consigo mesmas e na natureza. O pecado não existe. Nas culturas orientais é comum os ensinos espíritas que procuram anular a consciência do pecado, pois atribuem os distúrbios de caráter, as doenças físicas e espirituais, as deficiências e a morte ao desequilíbrio com o meio ambiente. Por isso os “reiquianos” buscam o equilíbrio nas práticas esotéricas e em si mesmos a fim de obterem paz e saúde duradoura. Como o pecado para eles não existe, concebem a idéia de que a humanidade caída não herdou nenhum pecado original. Resposta apologética: Em Gênesis 3.17b, as Escrituras confirmam que houve de fato um desequilíbrio no meio ambiente: “maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua vida”. Todavia, devemos ficar atentos a um detalhe: o pecado (queda espiritual) foi a causa desse desequilíbrio, não o inverso. Houve um pecado original, real! E podemos localizá-lo no tempo e nas ações do primeiro casal (Gn 2.17). Adão e Eva desobedeceram ao Senhor e atentaram contra a sua soberania ao comerem do fruto proibido, símbolo do conhecimento do bem e do mal. E, por causa desse delito, o homem distanciou-se de Deus. As conseqüências do pecado de Adão e Eva não demoraram a acontecer: 1. Guerra espiritual entre o homem e o diabo (Gn 3.14,15). 2. Insuficiência e deficiência no corpo humano: a dor tornou-se constante (Gn 3.16). 3. Desequilíbrio na família humana (Gn 3.16). 4. Desequilíbrio social (Gn 3.17). 5. Desequilíbrio dos ciclos naturais (Gn 3.17-19). 6. A morte física (Gn 3.19). 7. E, finalmente, a morte espiritual, ou seja, a separação eterna do Criador (Gn 3.22). Aparentemente, a pena da condenação ultrapassou, em muito, o ato do pecado cometido pelo primeiro casal. Devemos entender que Deus olha o pecado sob uma perspectiva diferente da nossa. Ele não vê apenas o ato isoladamente, mas todas as implicações relacionadas ao pecado. Além disso, qualquer pecado separa literalmente a pessoa de Deus. É uma questão moral que afeta a justiça e a santidade de Deus, como Juiz e Criador. Apesar de tudo, a humanidade não ficou à mercê do juízo sem que tivesse uma oportunidade de libertação. O próprio Senhor foi quem providenciou esse meio de libertação ao prometer um Descendente (Jesus Cristo) que triunfaria sobre o diabo e suas artimanhas (Gn 3.15). Essa provisão divina ‘cobriria’ os efeitos daninhos do pecado (Gn 3.21) e traria novamente o paraíso. Ou seja, a presença de Deus na vida do homem (Ap 21.3-5). Somente por esse Descendente prometido é possível ao homem decaído alcançar a paz universal e pessoal com Deus (Fp 4.7). Quanto à ecologia, reconhecemos seus méritos. E, como cristãos, devemos colaborar com a preservação da natureza, mas tais medidas não solucionam o problema em sua raiz – a queda da natureza humana. Embora apoiemos as medidas ecológicas, e incentivemos o contato recreativo com a natureza, não atribuímos, porém, influência mística à natureza. A natureza é criação de Deus, e deve ser cuidada e preservada, mas não adorada (Rm 1.20-23). • Segundo os “reiquianos”, o homem tem poder em si mesmo e deve desenvolver esse poder. E, seguindo esse raciocínio, muitas culturas pagãs divinizam o homem. Algumas divinizam seus líderes. Outras, seus mortos. A cultura oriental geralmente encontra respostas para suas questões em si mesma. “O ‘eu’ superior deve ser buscado, temos poder criativo que deve ser desenvolvido e usado a favor do desenvolvimento e da evolução humana”, prega a doutrina Reiki. Ainda seguindo essa mesma concepção, a divinização do homem é uma crença predominante nas culturas orientais e inclui a idéia da evolução das espécies a ponto de alcançarem habilidades sobrenaturais. Resposta apologética: As Escrituras declaram um caminho diametralmente oposto: o homem está decaindo, não evoluindo. O homem foi criado perfeito, logo, era digno diante de Deus. Mas, ao pecar, decaiu espiritual e moralmente (Dt 32.5). A trajetória humana desde a queda é negativa e está conduzindo cada vez mais o homem ao caos. Hoje, assistimos de perto aos avanços da tecnologia e de todas as áreas do conhecimento humano, mas esses avanços “mecânicos” não têm contribuído para solucionar os problemas sociais e espirituais da humanidade. O interesse humano em conhecer-se a si mesmo não tem resolvido suas questões primárias, e muito menos as questões mais complexas dos relacionamentos sociais. A alma humana tem algum poder para curar a si mesma e aos outros? Obviamente que não. É verdade que o homem fora criado por Deus com habilidades naturais sociais superiores às habilidades dos animais irracionais. E, devido a essas habilidades, o homem tem condições para crer e buscar o Criador e receber dele suas provisões. Mas isso não significa que o homem, baseado em sua capacidade espiritual, possua poderes sobrenaturais em si mesmo. Não pode absorver nenhum tipo de energia por meio de mantras, rezas ou símbolos do ocultismo. Portanto, as habilidades propagadas pelas artes orientais são questionáveis. O ocultismo e todos os seus segmentos são vistos pelas Escrituras como diferentes formas de feitiçaria. As manifestações espíritas são as mesmas, quer seja no candomblé ou no vodu praticado na Nigéria, quer seja em um transe kardecista ou em uma manifestação de um xamã ou por meio da ioga. Em todas as experiências ocultistas os poderes manifestos não provêm da alma, mas da possessão de entidades que se autodenominam mentores da luz, cujo principal objetivo é a destruição moral e espiritual da humanidade. • O ensino Reiki afirma que a origem das emanações pode ser atribuída a diversos ídolos e deuses, inclusive ao próprio Cristo. Os movimentos orientais e ocidentais, principalmente a Nova Era, não se preocupam em determinar a origem (ou fonte) de suas forças místicas. Sua identificação com outros deuses, ídolos ou poderes impessoais é algo natural, ou pelo menos uma forma de manter uma boa política. Resposta apologética: O ecletismo e o sincretismo são vistos em nosso mundo globalizado como algo simpático, ou seja, como a velha filosofia da boa vizinhança. Mas as coisas não são tão simples assim. Primeiramente, precisamos entender que qualquer tipo de feitiçaria, misticismo ou mediunidade é condenado nas Escrituras. A busca de poder em si mesmo ou em coisas criadas é vã. A Palavra de Deus ensina que a humanidade distanciou-se de Deus devido à confiança em si mesma. A oferta: “e sereis como Deus” (Gn 3.5) era falsa. De forma nenhuma imputou evolução ao homem, mas degradação moral, espiritual e física. O Criador dos céus e da terra se revelou por meio de sua Palavra. A Bíblia Sagrada é um livro ímpar, ou seja, único. Nenhum outro livro considerado sagrado (os Vedas do hinduísmo, os Três Cestos do budismo, as inscrições egípcias, entre outros) traz revelações sobre a origem do homem, sua situação atual e seu futuro. Somente a Bíblia fornece tais informações. Além disso, a Bíblia revela um Deus único e real que criou e se preocupou com sua criação, orientando e punindo o homem, mas também fornecendo um caminho de salvação por meio de um único Mediador, Jesus Cristo. As credenciais do Messias são claramente fornecidas no Antigo Testamento e devidamente cumpridas no Novo Testamento. A Bíblia fala da existência de um único Deus e Salvador, Jesus Cristo. E também do culto único ao Criador, excluindo divindades intermediárias, exaltação do ser humano, atribuições de poderes místicos e curadores a objetos, sinais esotéricos e quaisquer meios materiais de purificação espiritual. A mediunidade espírita (ou interação com entidades espíritas) e o culto a ídolos também estão fora das páginas sagradas. As Escrituras não aceitam o sincretismo religioso. Em 1 Samuel 5.1-4, temos um exemplo que demonstra o costume eclético das religiões pagãs. Lemos no texto em pauta que os filisteus tomaram a Arca da Aliança de Israel e trouxeram-na a Asdode, na casa de Dagom (deus filisteu). Ao agir dessa forma, os filisteus estavam dispostos a adorar tanto o seu deus quanto a qualquer outro deus associado. Mas o Senhor Deus reprovou essa atitude jogando ao chão a imagem de Dagon que, além de caído, estava decapitado e sem as mãos. Esse julgamento condenatório demonstra que o único Deus não comunga com o sincretismo e o ecumenismo. Além do Todo-Poderoso, não existem outros deuses ou mediadores. Por isso a Bíblia proíbe o sincretismo e o ecumenismo. Quem são os supostos mediadores e ídolos das nações? A Palavra de Deus responde: “Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios” (1Co 10.20). Por ser um movimento eclético, o Reiki apresenta os mesmos conceitos hindus, espíritas e esotéricos sobre os chacras e suas funções. Veja o quadro.
|
|||||||||||||||||||||||||||
|
VOCABULÁRIO
UTILIZADO NO REIKI
|
|
|
Chacras
|
Pontos circulares que
comunicam emanando e recebendo energia. Literalmente quer dizer “roda” ou
“círculo”.
|
|
Cho Ku Rei
|
É o universo se
transformando a cada instante. É o que traz a energia para o mundo físico. É
o símbolo do poder.
|
|
Dai Koo Myo
|
Incorpora a energia do
chacra, trabalha o alinhamento com o espírito e é o símbolo da capacitação.
|
|
Hon
Sha Zé Sho Nen
|
É o símbolo que funciona
como ponte entre as dimensões. É o caminho sem tempo e espaço entre a matéria
densa e o etéreo e entre o passado, o presente e o futuro. Age sobre o corpo
mental consciente e sobre o carma.
|
|
Ra
Ku
|
É a ligação com o aspecto
divino do ser, símbolo da purificação.
|
|
Sei He Rei
|
É a unidade e a
correspondência, do céu e da terra, do que está em cima e do que está
embaixo, da matéria e do espírito, age sobre o corpo emocional, o mundo, o
carma e a vida. Libera emoções. É o símbolo do equilíbrio.
|
HIPNOSE - A MANIPULAÇÃO DA MENTE
HIPNOSE - A MANIPULAÇÃO DA MENTE
Por Elvis Brassaroto Aleixo
“A partir deste momento, você vai começar a relaxar. A cada número que eu
disser, você deverá abrir e fechar os olhos, sem forçar a abertura ou o
fechamento, lentamente e com naturalidade. Cada vez que abrir os olhos,
dirija-os a um ponto à sua frente. Sempre ao mesmo ponto. Durante a contagem,
você irá sentir os olhos cansados, muito cansados. Suas pálpebras ficarão
pesadas, muito pesadas, coladas. Você terá muita dificuldade para abri-las.
Quando sentir isso, permaneça com os olhos fechados. Então, vamos começar: 1,
abra e feche os olhos, 2, 3, ...1
Quantos já presenciaram, ouviram falar ou leram acerca dos fenômenos notáveis
produzidos pela hipnose. Sua influência na ciência, através da medicina, vem
sendo utilizada no combate às doenças e aos vícios (fumantes e alcoólatras). E
também na recuperação de dependentes, contra as fobias, a timidez, a depressão
e até no esclarecimento de crimes, por meio de investigações. São esses alguns
dos meios pelos quais a hipnose tem sido explorada, satisfazendo, em alguns
casos, os objetivos propostos.
O assunto que trata da indução de indivíduos ao estado da hipnose é abrangente.
Procuraremos abordar os principais fatores.
Etimologicamente, a palavra hipnose tem origem no grego húpnos, e significa
sono, dormir. Os antigos pensavam que as pessoas hipnotizadas estavam apenas
dormindo2 . Hoje, no entanto, o conceito que se tem é o de uma pessoa numa
condição elevada de concentração mental que chega ao estado de transe ou de
consciência alterada. Essa alteração se dá por indução do hipnotizador, que
leva o paciente a vivenciar alucinações sugestionadas, como, por exemplo:
“diga-lhe que uma cebola é uma maça e ele sentirá exatamente o sabor
pretendido”. 3
É possível, ainda, atingir estados hipnóticos sem a ajuda do hipnólogo. A
meditação profunda e a força de vontade são capazes de levar o indivíduo ao
transe. A hipnoterapia intitula isto como “auto-hipnose”.
Histórico
Na literatura antiga pouco se fala sobre o tema. Sabe-se, porém, que a hipnose
foi utilizada, pela primeira vez, pelo médico e hipnotizador James Braid como
alternativa para os termos “mesmerismo” e “magnetismo” animal.
Mesmerismo
Esse termo é derivado do nome do médico austríaco Freidch Anton Mesmer
(1733-1815).4 Mesmer era dado à prática da hipnose e realizou experiências com
muitas pessoas. Referia-se à humanidade como seres dotados de certa
sensibilidade que os capacita a estar em sintonia mental com aqueles que estão
em volta e mesmo em distâncias maiores.
Magnetismo animal
Termo usado por Mesmer para explicar a existência de um fluído rarefeito. Ele
acreditava que quando as pessoas eram submetidas ao estado de hipnose, esse
estado era capaz de controlar tal fluído, influenciando a saúde das pessoas
para melhor.5
Graus de hipnose
Leve: Sensação de leveza e entorpecimento geral dos olhos e membros. Alto grau
de relaxação e inibição de movimentos voluntários. Neste estágio, a sugestão é
manter os olhos fechados e não se mexer.
Intermediário: Sensação de leveza aumentada.
Neste estágio, a condição é de catalepsia; enrijecimento de alguns membros do
corpo e posturas normalmente impossíveis de serem mantidas por um longo período
de tempo podem ser sugeridas sem qualquer desconforto. Os sentidos podem ser
inibidos. Amnésia referente aos fatos decorridos durante a hipnose.
Profundo: Estado de sonambulismo e amnésia total após o término da sessão.
Observa-se, neste estágio, maior intimidade entre o hipnotizador e o paciente.
Sensações como alucinações vívidas e bizarras podem ser induzidas.6 Ocorrem
“fenômenos maiores”, como:
Clarividência: Habilidade de se perceber coisas que estão além da realidade
física. Capacidade psíquica de se ver e descrever eventos futuros;7
Telecinese: Movimentação de objetos físicos ou materiais sem qualquer causa
observável ou que possa ser verificada empiricamente;8
Telepatia: Comunicação de uma mente para outra sem a utilização da verbalização
e outros meios práticos podem ocorrer. 9
A auto-hipnose
Os hipnólogos dizem que a “auto-hipnose tem possibilidades ilimitadas, permite-lhe
descobrir e desenvolver o seu novo eu, o ajudará a gozar melhor a saúde, o
levará à maturidade e pode melhorar sua vida afetiva” 10. Esses são alguns dos
temas abordados pelo livro “Ajuda-te pela auto-hipnose”.
Acreditam os autores que as técnicas da auto-hipnose ocuparão lugar importante
na sociedade, num futuro não muito distante. Segundo eles, é uma nova maneira
de solucionar os problemas comuns de todos os dias.
O livro diz:
A auto hipnose o capacitará a:
a- Afastar o medo doentio por meio do pensamento;
b- Atingir plenamente uma vida mais rica;
c- Adquirir auto-suficiência;
d- Planejar com sabedoria;
e- Adquirir compreensão mais profunda do seu eu interior.11
A Bíblia diz:
a- 2 Tm 1.7: “Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e
de amor e de moderação”.
b- Tg 2.5: “Porventura não escolheu Deus os pobres deste mundo para serem ricos
na fé, e herdeiros do reino que prometeu aos que o amam?”.
c- Jo 5.15: “Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse
dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer”.
d- Sl 111.10: “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria...”
e- Pv 20.27: “O espírito do homem é a lâmpada do Senhor, que esquadrinha todo o
interior até o mais íntimo do ventre”.
Somente Deus conhece o interior do homem na sua plenitude, pois o homem é obra
das suas mãos (Gn 1.26). O desenvolvimento do “eu interior” é uma das práticas
da Nova Era, movimento que ensina ser o homem divino e com poderes psíquicos. O
homem é criatura, Deus é o Criador: “ele conhece a nossa estrutura e lembra-se
de que somos pó” (Sl 103.14). A Bíblia recomenda: “Deixai-vos do homem, cujo
fôlego está nas suas narinas; pois em que se deve ele estimar?” (Is 2.22).
Hipnose e medicina
Médicos e pacientes testemunham o sucesso da hipnose na cura e alívio de certas
doenças. A partir de 1950, associações médicas inglesas e norte-americanas
aprovaram formalmente o uso do hipnotismo. A cadeira do dentista e a anestesia
são alguns dos motivos que levam os pacientes a optar por esse tipo de
“consulta”. O tratamento ocorre através do estímulo verbal, que utiliza nada
mais do que a força da imaginação. Alguns médicos alegam que a hipnose é uma
ferramenta que não possui efeitos colaterais, portanto torna-se conveniente.
Esse método controvertido de avaliação é hoje desacreditado por muitos, mas
ainda encontra lugar em consultórios de especialistas conceituados.
Alguns especialistas da medicina acham que o hipnotismo é neutro. Outros
concluem que é benéfico. E há aqueles que o consideram perigoso, porque se
constitui um ataque à psique do indivíduo.
Comentando sobre a importância da hipnose na psicologia, a dra. Rosemeire Lopes
de Souza (psicóloga clínica) explica:
“A hipnose influenciou o desenvolvimento do movimento psicanálitico: escola da
psicologia que estuda o inconsciente. A psiquiatria usa da hipnose em alguns
casos, através do processo de regressão, para resolver os problemas do
paciente. Experiências mostraram que adultos entre 20 e 40 anos podem ser
induzidos a relembrar eventos, nomes e lugares da infância que não recordariam
em estado não hipnotizado.
“A primeira sugestão é esvaziar a mente, sem a qual o hipnotizador não pode
conduzir a pessoa ao transe. Nesse estado, os sentidos são enganados e as
percepções, radicalmente alteradas. É prejudicial à saúde mental,
principalmente no que tange à sugestão pós hipnótica, quando o paciente, depois
das sessões, realiza tarefas que tenta explicar de maneira racional por não se
lembrar que fora induzido. Por exemplo: durante a sessão o paciente é
sugestionado a usar um casaco num dia específico da semana. Quando chega a
data, a pessoa usa o casaco mesmo sendo um dia de calor, e se justifica de
maneira racional dizendo que ouviu da meteorologia que o dia iria esfriar”.
“O cristão não deve expor sua mente a manipulações humanas, antes deve
sujeitar-se a Deus, que conservará em paz aquele cuja mente está firme e nele
confia” (Is 26.3).
A hipnose nem sempre funciona, mas, considerado sua eficácia em alguns casos
específicos, devemos analisar mais profundamente os aspectos ocultistas que
envolvem essa prática e que nos impedem de aceitá-la, como cristãos.
A clarividência
“É verdadeiro: diga a uma pessoa que ela possui faculdades clarividentes e ela
descreverá algo - e o fará de maneira tão convincente que será quase impossível
duvidar de sua boa fé” 12.
O que há de verdadeiro nisso?
Ao ser humano não cabe a ousadia de buscar conhecer o futuro. As adivinhações
de quaisquer espécies são expressamente proibidas pelo Senhor, que ordena em
Levítico 19.26: “Não agourareis, nem adivinhareis”. E em Deuteronômio 18.10
condena até mesmo a comunhão com pessoas que tais obras praticam: “Entre ti não
se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem
adivinhador, nem prognisticador, nem agoureiro, nem feiticeiro”. Nas palavras
de Jesus também encontramos sua reprovação quanto à ansiedade em se conhecer o
futuro: “Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã
cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal” (Mt 6.34).
A reencarnação
Alguns pacientes no estado de transe passam a relatar experiências de vidas
passadas. Esse ensino é um dos fundamentos do espiritismo e é expressamente
condenado pelas Escrituras, que dizem: “E, como aos homens está ordenado morrer
uma só vez, vindo depois disso o juízo” (Hb 9.27). Paulo nunca pregou tal
ensino, antes, seu desejo era estar com Cristo depois de sua morte: “Porque
para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho. Mas de ambos os lados estou em
aperto, tendo desejo de partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda melhor”
(Fp 1.21,23).
Além de tudo isso, a reencarnação agride a doutrina bíblica da expiação de
Jesus Cristo pelos nossos pecados (Jo 3.16, Hb 9.28, 10.14).
Psicografia e psicometria
Fenômenos do espiritismo em que um médium escreve sem estar consciente. Ocorre
através da leitura de objetos, desenhos, pinturas e mensagens faladas.
Acredita-se que a inspiração para tais proezas seja dada pelos mortos.13
A Bíblia é clara ao enfatizar que os mortos estão impossibilitados de qualquer
ação a favor dos vivos. Vejamos o que diz o texto de Lucas 16.22-26:
“E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de
Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado. E no inferno, ergueu os olhos,
estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio. E, clamando,
disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro que molhe na água
a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta
chama. Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebestes os teus bens em
tua vida, e Lázaro somente males; agora este é consolado e tu atormentado. E,
além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que
quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá passar para
cá”.
A capacidade de pintar, desenhar ou falar por inspiração dos mortos nada mais é
do que um engano do maligno, que usa de disfarces para iludir as pessoas: “E não
é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz” (2Co
11.4).
Controle mental
A submissão da mente à indução não é aprovada pela Bíblia. Vejamos:
Jó 38.36: “Quem pôs a sabedoria no íntimo, ou quem deu à mente o
entendimento?”.
Deus, em nenhum momento, induziu sua criação a fazer algo contra a sua vontade.
Ou que fizesse alguma coisa e esquecesse depois, num estado de amnésia.
Efésios 4.23: “E vos renoveis no espírito da vossa mente”.
A nossa mente deve ser renovada em Deus. Devemos, com o nosso entendimento,
amar o Senhor (Mc 12.30-33), orar e cantar (1 Co 14.15), obedecer (2 Co 10.5),
guardar as suas leis (Hb 8.10).
1 Coríntios 2.16: “Porque, quem conheceu a mente do Senhor, para que possa
instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo”.
O que Paulo está querendo dizer com “nós temos a mente de Cristo” é que devemos
ter a mesma atitude, o mesmo discernimento e o mesmo ponto de vista que Cristo
sobre as coisas. E só possui a mente de Cristo aqueles que desfrutam de
comunhão com Ele (Gl 2.20-21; 3.27; Fp 1.8, Rm 13.14). O apóstolo Paulo
assevera que, por termos a mente de Cristo, somos capazes de discernir e julgar
tudo e, nesse aspecto, somos superiores ao homem carnal e natural.
A pergunta que surge, então, é: Poderia alguém que possua a mente de Cristo ser
manipulado ou enganado pelas sugestões e práticas ocultistas?
Outros motivos pelos quais a hipnose deve ser rejeitada pelo cristão são: ela
pode resultar em psicose profunda e desordem mental, além de causar ansiedade,
suicídio, perda dos sentidos e da memória e implicações sexuais maléficas. É
importante considerarmos que, embora tal prática seja maléfica, ela goza de
certo prestígio na mídia, que quase sempre só informa ao público aquilo que
lhes interessa, ocultando o seu lado negativo.
Um desvio da verdade
Como se pode observar, a hipnose é um desvio da verdade. Existem exemplos de
hipnose que levaram muitas pessoas a um fim trágico, por isso devemos
permanecer distantes dessa prática ocultista, mesmo que ela esteja relacionada
ao entretenimento.
A mente humana não deve ser alvo de brincadeiras, e seu controle não deve ser
submetido a ninguém, a não ser ao Senhor Deus. Devemos nos sujeitar somente a
Ele (Tg 4.7).
A hipnose é um dos escapes que o ser humano procura para resolver seus
problemas. Embora esse método, às vezes, pareça dar certo, o simples fato de
constatarmos sua explícita ligação com a Nova Era, o espiritismo e o ocultismo
já é mais do que suficiente para anatematizarmos tal prática. Está dado o
recado. Ou melhor, o conselho!
Notas:
1 Revista Manchete. 17 de agosto de 1991. p. 47.
2 Enciclopédia da Bíblia teologia e Filosofia. R. N. Champlin e J. M. Bemtes.
CANDEIA. 1997, pp. 121-122.
3Poder psíquico da hipnose. Simeon Edmunds. HEMUS. p.16.
4 Dicionário de Religiões, Crenças e Ocultismo. George A. Mather e Larry A.
Nichols. VIDA. 2000, p.288.
5 Ibidem, p.273.
6 Poder psíquico da hipnose. Simeon Edmunds. HEMUS. p.14.
7 Dicionário de Religiões, Crenças e Ocultismo. George A. Mather e Larry A.
Nichols. VIDA. 2000, p.97.
8 Ibidem, p.440.
9 Ibidem, p. 440.
10 Ajuda-te pela auto-hipnose. Frank S. Caprio e Joseph R. Berger. PAPEL
LIVROS. p.3-8.
11 Ibidem, p.9.
12 Poder psíquico da hipnose. Simeon Edmunds. HEMUS. p.48.
13 Dicionário de Religiões, Crenças e Ocultismo. George A. Mather e Larry A.
Nichols. VIDA. 2000, p.368.
Fonte: http://www.icp.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)


