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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Arqueólogos anunciam descoberta de pergaminhos antigos que sugerem que Jesus era negro


Que a aparência de Jesus Cristo provavelmente não era nada parecida com as descrições de pinturas e filmes de Hollywood, muita gente já sabe. Mas agora, documentos datados de séculos atrás oferecem novas pistas sobre a aparência do Filho de Deus e sugerem que ele foi negro.

Os manuscritos em questão, com origem entre 318 e 408 d. C., foram estudados por uma equipe de arqueólogos da Universidade de Tel Aviv, em Israel, de acordo com informações do Global Research.

A equipe liderada pelo professor Hans Schummer chegou à conclusão de que Jesus tinha a pele de cor “mais escura” do que a de seus pais por causa dos relatos na coleção de pergaminhos, que tem autoria atribuída por um pequeno grupo sectário judaico chamado essênios.

Os pergaminhos foram encontrados na região de West Bank, mesmo local onde os documentos conhecidos como Manuscritos do Mar Morto foram descobertos em 1947.

Pelas inscrições encontradas, os estudiosos chegaram à conclusão de que os autores acreditavam que Jesus tinha uma cor de pele “mais escura” do que a de seus pais: “A criança era a cor da noite”, diz parte do texto em um fragmento do pergaminho. “No escuro da noite, nada do bebê podia ser visto, exceto o branco de seus olhos”, acrescenta outra parte do documento.

No material, há, segundo o professor Schummer, uma referência a um homem chamado Hamshet, que supostamente seria um meio-irmão de José, marido de Maria e pai de Jesus. Nos textos, Hamshet é apontado como alguém também de pele escura e “não confiável” e “malfadado”.

Ainda não há maiores informações sobre o documento e se existem outras evidências que corroborem a alegação dos autores desses manuscritos. O que se sabe é que a aparência de Jesus não interferiu em seu ministério e que, com certeza, ele revolucionou o mundo com a mensagem do Evangelho.


segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

A CONFISSÃO DE FÉ DE WESTMINSTER - CAPÍTULO 8: DE CRISTO, O MEDIADOR


1. Aprouve a Deus, em seu eterno propósito, escolher e ordenar o Senhor Jesus, seu Filho Unigênito, para ser o Mediador entre Deus e o homem, o Profeta, Sacerdote e Rei, o Cabeça e Salvador de sua Igreja, o Herdeiro de todas as coisas e o Juiz do mundo; e deu-lhe, desde toda a eternidade, um povo para ser sua semente, e para, no tempo devido, ser por ele remido, chamado, justificado, santificado e glorificado.

2. O Filho de Deus, a segunda Pessoa da Trindade, sendo verdadeiro e eterno Deus, da mesma substância do Pai e igual a ele, quando chegou o cumprimento do tempo, tomou sobre si a natureza humana com todas as suas propriedades essenciais e enfermidades comuns, contudo sem pecado, sendo concebido pelo poder do Espírito Santo no ventre da Virgem Maria, e da substância dela. As duas naturezas inteiras, perfeitas e distintas - a Divindade e a Humanidade - foram inseparavelmente unidas em uma só pessoa, sem conversão, verdadeiro homem, porém um só Cristo, o único Mediador entre Deus e o homem.

3. O Senhor Jesus, em sua natureza humana unida à divina, foi santificado e sem medida ungido com o Espírito Santo, tendo em si todos os tesouros da sabedoria e da ciência. Aprouve ao Pai que nele habitasse toda a plenitude, a fim de que, sendo santo, inocente, incontaminado e cheio de graça e verdade, estivesse perfeitamente preparado para exercer o ofício de Mediador e Fiador. Este ofício ele não tomou para si, mas para ele foi chamado pelo Pai, que lhe pôs nas mãos todo o poder e todo o juízo, e lhe ordenou que os exercesse.

4. Este ofício o Senhor Jesus empreendeu mui voluntariamente. Para que pudesse exercê-lo, ele se fez sujeito à lei, a qual cumpriu perfeitamente, padeceu imediatamente em sua alma os mais cruéis tormentos, e em seu corpo, os mais penosos sofrimentos; foi sepultado e ficou sob o poder da morte, mas não viu a corrupção; ao terceiro dia ressuscitou dois mortos, com esse corpo subiu ao céu, onde está sentado à destra do Pai, fazendo intercessão; de lá voltará no fim do mundo para julgar os homens e os anjos.

5. O Senhor Jesus, pela sua perfeita obediência e pelo sacrifício de si mesmo, sacrifício que, pelo Eterno Espírito, ofereceu a Deus uma só vez, satisfez plenamente à justiça de seu Pai, e, para todos aqueles que o Pai lhe deu, adquiriu não só a reconciliação, como também uma herança perdurável no Reino dos Céus.

6. Ainda que a obra da redenção não fora realmente realizada por Cristo senão depois de sua encarnação, contudo a virtude, a eficácia e os benefícios dela, em todas as épocas sucessivas desde o princípio do mundo foram comunicados aos eleitos por meio das promessas, tipos e sacrifícios, pelos quais ele devia esmagar a cabeça da serpente, como o cordeiro morto desde o princípio do mundo, sendo ele o mesmo ontem, hoje e para sempre.

7. Cristo, na obra de mediação, age de conformidade com as suas duas naturezas, fazendo cada uma o que lhe é próprio; contudo, em razão da unidade de uma pessoa, o que é próprio de uma natureza é, às vezes, nas Escrituras, atribuído à pessoa denominada pela outra natureza.

8. Cristo, com toda certeza e de forma eficaz, aplica e comunica a salvação a todos aqueles para quem a adquiriu. Isto ele consegue, fazendo intercessão por eles e revelando-lhes na Palavra e pela Palavra os mistérios da salvação, persuadindo-os, eficazmente, pelo seu Espírito, subjugando todos os seus inimigos por meio de sua onipotência e sabedoria, da maneira e pelos meios mais condizentes com a sua admirável e inescrutável dispensação.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Cristo y su Crucifixión



Cristo y su crucifixión  

por Cornelis P. Venema



Intentar resumir la doctrina de salvación del apóstol Pablo dentro de los límites de un ensayo breve puediera parecer una locura. Sin embargo, tenemos que intentarlo.


La forma de Pablo para predicar el Evangelio viene de la convicción de que Jesús de Nazaret es el "Mesías", el Hijo de Dios prometido, a quien Dios envió al mundo "en la plenitud del tiempo" para cumplir las promesas a Su pueblo, Israel (2 Cor. 1:18–22; 6:2; Gal. 4:4). El mensaje magno de la predicación de Pablo es el "misterio" del Evangelio de Jesucristo (Col. 1:26; Rom. 16:26; 2 Tim. 1:10). Aunque con anterioridad este misterio había permanecido oculto, ahora le fue confiado a él y a los otros apóstoles, considerados como "los administradores de los misterios de Dios" (1 Cor. 4:1; Ef. 3:2ff.). 


Esta convicción Paulina ayuda a aclarar la relación entre sus enseñanzas relacionadas con la salvación y las enseñanzas de Jesucristo en los Evangelios. Así como Cristo enfatizó la llegada del reino de Dios, introduciendo las bendiciones de "la era venidera" en "esta era", así también Pablo enfatiza la llegada de Jesucristo como el instrumento a través del cual Dios concede las bendiciones de salvación a Su pueblo. La enseñanza de Jesús en los Evangelios es similar a una obertura musical, que anuncia el tema de todo el Nuevo Testamento: el reino de Dios está "muy cerca". Las predicaciones de Pablo desarrollan este tema dando una explicación exhaustiva de las bendiciones de salvación del reino. 
¿Pero cómo explica el apóstol la salvación que Cristo nos trae? ¿Qué ha logrado Cristo con Su muerte y resurrección que otorga la redención de aquellos que Le pertenecen? 
Pablo resume su respuesta a esta pregunta en 1 Corintios 15:3–4: “Porque primeramente os he enseñado lo que asimismo recibí: Que Cristo murió por nuestros pecados, conforme a las Escrituras; y que fue sepultado, y que resucitó al tercer día, conforme a las Escrituras”. Este resumen es similar a otros que encontramos en las epístolas de Pablo (ver 1 Cor. 2:2; Gal. 6:14). En estos pasajes declara que el Evangelio que él predica se centra en la muerte y resurrección expiatorias de Jesucristo. 


En las epístolas de Pablo, se utilizan muchos temas bíblicos para designar diferentes aspectos de la salvación que Cristo ha conseguido para los creyentes. Los temas principales que Pablo usa para describir las tareas de la expiación de Cristo incluyen: Primero, “sacrificio” para o “expiación” de la culpa del pecado humano; Segundo, “propiciación” de la ira divina de Dios contra Sus criaturas pecadoras; Tercero, “reconciliación” o paz con Dios; Cuarto, “redención” de la maldición y condena de la Ley; y Quinto, “victoria” sobre el pecado, la muerte y todos los poderes que se oponen al reino de Dios. 


Es indiscutible que Pablo entiende la muerte de Cristo como un 'sacrificio' por el pecado. En 1 Corintios 15:3, declara que Cristo murió "por nuestros pecados". En otro pasaje, dice que Dios mandó a Su propio Hijo “en semejanza de carne de pecado y a causa del pecado” (Rom. 8:3). También enseña que la muerte de Cristo fue una 'propiciación' de la ira de Dios. En Su santidad, Dios únicamente puede detestar el pecado, sin embargo, la belleza del Evangelio reside en que Él Mismo propicia tiernamente Su ira mediante la muerte de Su propio hijo (Rom. 3:25; 5:9−10; 2 Cor. 5:21). La expiación de Cristo es también una obra de 'reconciliación'. Con Su muerte ha eliminado todos los obstáculos para que el pecador pueda encontrar la paz con Dios. 


Este trabajo de reconciliación incluye aspectos dirigidos tanto hacia Dios como hacia los hombres. No solo elimina los obstáculos causantes de la ira de Dios (Rom. 5:9–10), sino que además llama al pecador a que se 'reconcilie' con Él (2 Cor. 5:20). El tema de la 'redención' también figura con prominencia en la manera que tiene Pablo de entender la expiación de Cristo. La idea bíblica de la redención enfatiza el pago de un precio para asegurar que el pecador queda libre de cualquier esclavitud (1 Tim. 2:5–6). En una de sus afirmaciones más claras de la expiación de Cristo como tarea de redención, el apóstol declara que “Cristo nos redimió de la maldición de la ley, hecho por nosotros maldición” (Gal. 3:13). Finalmente, una característica que se pasa por alto del trabajo de expiación de Cristo es la 'victoria' que se consigue sobre el poder del pecado, de la muerte y, ciertamente sobre cualquier forma de oposición al reinado de Dios (1 Cor. 15:54–57). Con Su muerte y resurrección, Cristo desarmó los poderes que se oponen al reino de Dios (Col. 2:13–15). 


Indudablemente, el mensaje principal de la predicación de Pablo es que Dios ha entrado en la historia representado por Su Hijo Jesucristo, cuya muerte y resurrección expiatorias han traído la salvación. Sin embargo, el Evangelio según San Pablo también incluye la aplicación de la salvación en Cristo para los creyentes que están unidos a Él por el ministerio de Su Espíritu. Aunque Pablo no expresa explícitamente un "orden de salvación" (ordo salutis), las primeras nociones de tal orden son evidentes en sus epístolas (ver Rom. 8:30; 1 Cor. 1:30; 6:11). 


La manera más general en que Pablo describe la aplicación de la salvación de los creyentes es mediante su 'unión con Cristo'. Cuando los creyentes se unen a Él a través del ministerio de Su Espíritu, reciben plenamente todas las ventajas de la obra expiatoria que Cristo realizó por ellos (Rom. 8:2,11; 1 Cor. 6:11; Ef. 4:30). 


Para el propósito de nuestro breve resumen, hay tres beneficios en la unión con Cristo que son especialmente importantes en la manera que tiene Pablo de entender la aplicación de la salvación: justificación gratuita, santificación por el Espíritu y glorificación. 


Justificación libre. Ya advertimos en nuestra introducción que, en algunos círculos, a menudo se encuentra oposición al énfasis que Pablo le da a la unión con Cristo sobre sus enseñanzas acerca de la justificación forense. Sin embargo, esto es un gran error. La Reforma estaba sin duda en lo correcto al afirmar que una de las características principales de las enseñanzas de Pablo fue la doctrina de justificación sólo por la gracia a través únicamente de la fe. Además, contrario a las afirmaciones de autores de "nueva perspectiva" sobre Pablo, él ve claramente la justificación como un tema "soteriológico". La justificación sencillamente no responde a la pregunta de si los gentiles también pertenecen, junto con los judíos, al grupo de gente en el convenio de Dios, como muchos de los autores de nueva perspectiva afirman. Responde fundamentalmente a la pregunta de cómo cualquier pecador, judío o gentil, puede encontrar la aprobación de Dios a pesar de su pecado y su culpa. 


Según Pablo, la justificación es un acto misericordioso de Dios mediante el cual Él perdona los pecados de los creyentes y los declara justos, basándose en la imputación de rectitud de Cristo (Rom. 4:1–5; 5:15–17; 10:3; 2 Cor. 5:21; Fil. 3:9). Aunque todos somos pecadores, Cristo fue condenado por los pecados de Su pueblo y resucitó para su justificación (Rom. 4:25). Aparte de otros "trabajos" realizados en obediencia de la Ley, Dios justifica a aquellos que reciben a Cristo a través de la fe (Rom. 3:28; Gal. 2:16). El beneficio de la justificación es una bendición de salvación perfectamente escatológica que declara que "no hay condenación para aquellos unidos a Jesucristo" (Rom. 8:1). 


Santificación por el Espíritu. Todos aquellos unidos a Cristo están llenos de Su Espíritu que les da vida (Rom. 8:4–11). A los creyentes no sólo se les declara justos, sino que además se transforman según la imagen de Cristo (2 Cor. 3:17–18). El poder y el reinado del pecado se rompen. Mediante su unión con Cristo en Su muerte y resurrección, los creyentes se pueden ahora considerar muertos para el pecado y vivos para la rectitud (Rom. 6:12–14). El nuevo estatus del que disfrutan (justificación) va siempre acompañado por una vida de obediencia renovada, obrada en ellos por el Espíritu de Cristo (santificación). 


Glorificación. Aunque tradicionalmente la glorificación se considera la consumación futura de la salvación del creyente, Pablo habla de ella como una realidad presente y futura (Rom. 8:18ff., 30). Por la unión íntima de los creyentes con Cristo, la glorificación de Éste en Su resurrección y ascensión es también la glorificación de los creyentes. Ya en estos momentos creyentes se sientan con Cristo en los cielos (Ef. 2:6). Sin embargo, todavía queda la expectación de una glorificación futura (2 Tes. 1:10). Mientras vivan en este mundo, los creyentes esperarán con ansiedad el día en que sus "cuerpos de humillación" se transformarán para ser como el cuerpo glorioso de Cristo (Fil. 3:21). 


El Evangelio según San Pablo se puede resumir como el mensaje glorioso del cumplimiento por parte de Dios de Sus promesas de salvación para Su gente en Cristo. El mensaje principal de todas las predicaciones de Pablo es la salvación a través de la crucifixión y resurrección de Cristo, que ha proporcionado una expiación para los pecados de Su pueblo que responde a todos los aspectos de su condición pecadora. A través de su fe y unión con Cristo, los creyentes se benefician de esta labor de expiación. En las palabras extraordinarias de 2 Corintios 5:17: “Cuando alguien se convierte a Cristo, se convierte en una nueva criatura. Su existencia anterior queda atrás y comienza una nueva vida.” 

Aquellos que se convierten a Cristo disfrutan de un nuevo estatus de aceptación libre con Dios, a pesar de ser indignos por ser pecadores. También experimentan una nueva vida de obediencia de la "ley de Cristo" por obra del Espíritu Santo. Y conocen tanto la gracia del presente como la glorificación futura, cuando se produzcan los "primeros frutos" de la salvación en Cristo en la cosecha escatológica de la participación completa en la victoria de Su resurrección.


terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

FRASES CRISTOLÓGICAS (SOBRE JESUS)


A conformidade com o mundo não pode ser vencida por coisa alguma, a não ser pela conformidade com Jesus
Andrew Murray


Se somos crentes em Jesus Cristo, já passamos pela tempestade do Juízo. Ela aconteceu na cruz
Billy Graham


A fé traz do Céu e das páginas amareladas da história antiga a pessoas de Jesus Cristo para habitar nos corações daqueles que O amam
Russel Shedd


Se Cristo estiver em sua casa, os vizinhos logo perceberão
D L Moody


Ele é solitário em Sua majestade, único em Sua excelência, incomparável em Suas perfeições. Ele tudo sustenta, mas Ele mesmo é independente de tudo e de todos. Ele dá bens a todos, mas não é enriquecido por ninguém
A W Pink


O segredo de um Cristianismo vigoroso e poderoso para todos os dias é estar sempre olhando para Jesus
J C Ryle


O cristianismo não é primariamente um sistema ético, um sistema de ritual, um sistema social, ou um sistema eclesiástico – ele é uma pessoa, ele é Jesus Cristo, e ser um cristão é conhecer a Jesus, é segui-lo e acreditar nEle
John Stott


Se o próprio Cristo só iniciou sua pregação depois de ter sido ungido, nenhum jovem deve pregar enquanto não tiver recebido a unção do Espírito Santo
F B Meyer


O Filho de Deus tornou-se homem para possibilitar que os homens se tornem filhos de Deus
C S Lewis


A nossa grande honra está em sermos precisamente o que Jesus foi e é. Ser aceito pelos que O aceitam, rejeitado pelos que O rejeitam, amado pelos que O amam e odiado pelos que O odeiam
A W Tozer


Quando há algo na Bíblia que as igrejas não gostam, elas o chamam de legalismo. Se Jesus tivesse pregado a mesma mensagem que os ministros de hoje pregam, Ele nunca teria sido crucificado
Leonard Ravenhil


Você já ouviu Jesus proferir-lhe uma palavra dura? Se não, duvido que o tenha ouvido dizer alguma coisa
Oswald Chambers


Produzir frutos exige suportar cruzes. Não há dois cristos: um acomodado para os cristãos acomodados e um que luta e sofre para os cristãos superiores. Há um só Cristo
Hudson Taylor


Jesus não tem mais nenhuma palavra para nós, até as Suas ordens serem executadas
Reinhard Bonnke


Se nos agredirem, ofereceremos a outra face. Como o Senhor tem ensinado. Fique tranquilo
Martin Luther King Jr



Nunca desesperaremos enquanto tivermos Cristo como nosso líder
George Whitefield

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

O NATAL DE DEUS

O NATAL DE DEUS
Jorge Humberto, 2012-12-12
Recentemente, num semanário no nosso país, li um artigo que fazia referência a uma análise estatística, realizada no âmbito dos países da União Europeia, sobre os gastos que seriam feitos no período do Natal de 2012. De acordo com o referido artigo, os portugueses, apesar da crise em que vivem, e da que se perspectiva para 2013, e de todas as condicionantes socioeconômicas, irão gastar mais do que os holandeses e, pela primeira vez em décadas, gastarão um pouco menos do que os alemães. O autor do artigo concluía a análise das projeções com dois argumentos que, no meu entender, são bastante provocatórios: ou os alemães desvalorizavam o valor do Natal, ou então os portugueses desvalorizavam o valor do dinheiro e, por isso, o gastam acima das suas reais possibilidades.
Sem querer entrar numa análise sociológica sobre a importância que o Natal e o dinheiro têm na perspectiva cultural dos vários povos da União Europeia, na perspectiva bíblia, a visão de que celebrar bem o Natal é proporcional ou está diretamente ligado à importância financeira que se despende em função do mesmo, é um total absurdo, é uma desconstrução da verdadeira essência do Natal e não tem o menor fundamento. Lamentavelmente, esta tem sido, de facto, a visão que a cultura ocidental tem mantido acerca do Natal, uma visão secularizada, consumista, materialista, e que tem vindo a esvaziar o verdadeiro significado do Natal da sua essência. Para que haja uma restauração do valor do Natal, este paradigma de desvalorização do Natal de Deus tem que ser totalmente abandonado.
O Natal de Deus, conforme revelado nas escrituras, não nos leva às finas iguarias, nem às mesas fartas, e muito menos às “catedrais de consumo”, nem tão pouco ao sentimento ilusório de uma satisfação psicológica provocada pelo ofertar ou o receber de um presente. O Natal de Deus, de acordo com o texto bíblico de Lucas 2, leva-nos sim a Belém, à cidade de David, o lugar determinado por Deus para nascer o Salvador. O Natal de Deus leva-nos à humildade, à paz, à gratidão, ao louvor e à adoração. Mas acima de tudo, o Natal de Deus, remete-nos para uma vida diária de identificação e de compromisso com Salvador.
Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Isaías 9:6
Um Feliz Natal para todos e um Feliz Ano Novo repleto das bênçãos de Deus
Pr. Jorge Humberto


MENSAGEM DE NATAL

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Natal - Celebrando a Salvação

'Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o principado está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz.' Isaias 9.6.

As cidades anoitecem com o resplandecer de suas luzes coloridas. Nos comércios o movimento de pessoas parece superar todas as ocasiões festivas do decorrer do ano. Presentes são comprados, trocados, enviados. Famílias planejam seus encontros numa das mais propagadas festas cristãs de todo o Ocidente: O Natal.

Comemorado com muita alegria o nascimento de Jesus, a festa do Natal ainda divide o mundo protestante. Há os que tratam a data com tanta importância e dedicação, que o preparo de programações alusivas à data se torna obrigatório nas igrejas e motivo para grande evangelização e confraternização. Nesse grupo estão as igrejas Históricas ou mais conhecidas como Tradicionais. Outros, porém, entendem tratar-se de uma festa oriunda do paganismo, não cristã, cuja comemoração não deve ser observada pela igreja. Se destacam nessa ideia uma minoria pentecostal e as seitas pseudo-cristãs. De antemão, quero deixar bem claro que não vou apresentar objeções contrárias aos grupos cristãos que não participam de comemorações natalinas. Respeitamos essa opção, pois entendo aqui que se trata de uma questão secundária.

Mas o que significa então o natal em meio a toda essa inquietação na esfera cristã? A palavra natal vem do latim natale, relativo ao nascimento. O mundo protestante define o natal como a celebração do nascimento de Jesus Cristo.

O natal não nasceu com a exploração comercial que invade os muitos lares na semana que o antecede. O natal não nasceu também com as cores e objetos hoje adquiridos e exibidos em todo o mundo. Não nasceu em meio ás mesas fartas de guloseimas e variedades de bebidas. Não! O natal nasceu numa manjedoura, num lugar distante, numa família humilde, mas temente a Deus. Nasceu primeiro no coração de Deus para o homem e depois no coração do Deus-homem.

O primeiro grande momento de reflexão que temos oportunidade de absolver por ocasião de tão especial data é encararmos de fato a realidade do nascimento de Jesus não unicamente por Si próprio, mas para nos oferecer um novo nascimento. Nascemos de fato de novo pelo nascimento de Jesus.

Com o nascimento de Cristo Jesus nasceu também a esperança que faltava ao coração humano. Com o nascimento de Jesus nasceu também a paz que o homem tanto busca. Com o nascimento de Jesus nasceu a oportunidade de resgatar nossos sonhos e mais que tudo, nasceu a salvação de todas as raças e de todos os povos.

O natal se torna então não simplesmente a celebração da vida de um menino, que cresceu e se tornou homem, mas a celebração da Salvação pelo sacrifício na cruz. Sim, o nascimento de Jesus é o nascimento da salvação única e verdadeira, que leva o homem ao Caminho, á Verdade e á Vida.

É tempo então de celebração. Não a celebração mística ou de uma espiritualidade sem vida. Mas a celebração da salvação de nossas almas. A celebração que um dia foi entendida pelos anjos: “Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com os homens” Lc. 2.14. A celebração buscada um dia pelos magos: “Dizendo: Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? porque vimos a sua estrela no oriente, e viemos a adorá-lo. E, tendo eles ouvido o rei, partiram; e eis que a estrela, que tinham visto no oriente, ia adiante deles, até que, chegando, se deteve sobre o lugar onde estava o menino. E, vendo eles a estrela, regozijaram-se muito com grande alegria. Mt 2. 2-10.

Que nesse natal o sentido da vida possa girar em torno da figura principal, Jesus Cristo, e seu maior ato de amor pela humanidade: A morte e ressurreição que trouxe a incomparável salvação.

| Autor: Alex Belmonte | Divulgação: EstudosGospel.Com.BR




Fonte: http://www.estudosgospel.com.br