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segunda-feira, 10 de março de 2014

WICCA: O BRUXO DE MENTIRINHA - PARTE 3

Palavra do Pastor Charles Maciel

Vivemos em um tempo de embuste, de moralidade wicciana baixa, devido à sua neo-bruxaria, ou seja, interpretação atual de um embuste antigo. A paganização nem sempre tem haver com a bruxaria em si, que alias, acaba sendo um empasse entre um "bruxo(a)" e um "wiccano", pois a identidade ou igualdade não se encontra, então, fica melhor falar que os seguidores da Wicca são pagãos do que bruxos em si, pois a mistura da filosofia dar um ar fraquejado de uma representatividade sem reflexo no passado celta, ou outra fonte. Tenho visto muitos wiccanos, ou "wiccianos", frequentando templos evangelicos, pois o paganismo aprendido é pobre, e a própria biblia nos deixa um ensinamento: 

A flora, a fauna, os ecos sistemas, as estações do ano, a água, o ar e toda a harmonia dos mecanismos que o planeta Terra possui para manter a vida são obras incomparáveis do poder criador de Deus. A perfeição de Deus pode ser observada na natureza, através da ordem existente, da harmonia entre as espécies, cada ser vivo se adapta ao ambiente onde vive, espécies diferentes co-existem adequadamente, cada espécie tem um propósito específico e sobrevivem segundo esse propósito é evidente a existência de uma sabedoria por traz da criação. Essa sabedoria somente pode vir de um ser superior, um poder criador infinito, onisciente, onipotente, onipresente e a esse poder chamamos “Deus”. A Bíblia diz no livro aos Romanos, capítulo 1 e verso 20: “Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis”.

Deus criou todas as coisas pelo seu poder e por amor: “NO princípio criou Deus os céus e a terra E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas. E disse Deus: Haja luz; e houve luz. E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas. E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite”.

As revelações apresentadas pelo Apóstolo João, no livro de Apocalipse, também dão conta da preocupação de Deus com a natureza, nos capítulos sete e nove, encontramos os seguintes textos: “E DEPOIS destas coisas vi quatro anjos que estavam sobre os quatro cantos da terra, retendo os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem contra árvore alguma”; “E foi-lhes dito que não fizessem dano à erva da terra, nem a verdura alguma, nem a árvore alguma, mas somente aos homens que não têm nas suas testas o sinal de Deus”.O interesse maior de Deus em preservar é motivado pelo seu grande amor por sua criação. (Pesquisa: http://umapalavra.wordpress.com/)

Enquanto que o paganismo ensina a existencia de uma "deusa", "mãe natureza", a Palavra de Deus ensina sobre o poder que está acima de qualquer forma ou representatividade espiritualizada de algum tipo de divindade da "natureza". É por isso que muita gente que se diz "bruxo" e "bruxa" estão indo para ouvir a verdade de Deus, o único Deus Verdadeiro.

Essa é a parte 3 desse tópico. Na parte 2 teve gente igual siri na lata, espumando. Não há razão para isso, pois toda base é firme, e se a base de alguém não é firme, então é necessário melhor alternativa, afinal de contas não existe mentira e mentirinha, e toda mentira tem perna curta. A verdade está em Deus, que manda na Terra, qua manda na natureza, que manda em tudo, enquanto os homens tendem a quererem ser igual a um deus-próprio, em  busca de um ego pessoal, um deus dentro de si, o que é pura mentirinha para crianças.


Pastor Charles Maciel vieira 

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Falso bruxo droga e abusa de jovem
Fonte: http://www.dn.pt/


"Um falso bruxo, de 65 anos, convenceu uma mulher, de 20, de que a solução para os seus problemas estava num ritual esotérico. A vítima, sua cliente numa loja de reparações, em Tondela, deixou-se iludir", escreve o Correio da Manhã na edição de hoje.
A jovem ficou "inconsciente após ingerir uma bebida e acabou violada", prossegue aquele diário, que noticia ter sido entretanto detido o violador.
"o crime ocorrido em Tondela aconteceu em dezembro de 2012, quando a jovem procurou os serviços do homem na sua loja. O ar cabisbaixo que apresentava na altura não passou despercebido ao alegado violador, que conquistou a sua confiança, levando-a a falar dos problemas que a atormentavam. Após ouvir os seus desabafos, o suspeito sugeriu que se submetesse a um ritual esotérico para acabar com as preocupações e os problemas", refere ainda o jornal.

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Um bruxo é aquele que usa psicologia, sorteio e probabilidade para iludir os fiéis acerca de seus sinais,?

qualquer pessoa com o conhecimento do funcionamento da psicologia humana perante a coincidência 
dos fatos e da moral do que se prega ao acaso e ao sorteio é um falso profeta (bruxo) pois conhece o funcionamento da natureza humana, ama vez que um bruxo é dito por ser profundo conhecedor da natureza e seu funcionamento. 

Quem possui conhecimento de psicologia cognitiva, matemática das probabilidades e sua essas habilidades para enganar pessoas não é um bruxo, é um charlatão genial.

Fonte: http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20131128094633AAZloo4

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OS FALSOS BRUXOS

Existem dezenas de anúncios de bruxos, nos jornais, são professores “Karamba”, “Mamadu”, “Bambú”, ”Fati” e muitos outros. Eles percebem mesmo de ocultismo? 

Vou esclarecer-vos:

Esses fulanos chegam a Portugal e a primeira coisa que lhes passa pela cabeça é : 
«Como irei enriquecer rapidamente?», 
Então montam um consultório e começam a burlar as pessoas, eles têm poucos conhecimentos, sabem alguns feitiços populares. 
Cobram fortunas, podem cobrar 1000, 2000 euros ou 5000 euros por trabalhos de bruxaria. 
E geralmente não fazem nada! 
Nem sequer uma vela eles vão acender! 

As pessoas ficam sem o dinheiro e não têm forma de reclamar, nem fazer queixa na polícia, pois a lei diz que não há nada a fazer, eles foram á consulta de “livre vontade”. 

E se reclamam ao bruxo, o bruxo ameaça-os com feitiços
(somente para intimidar, não significa que tenha tal poder) e as pessoas assustadas desistem da queixa. 

Muitos desses bruxos são autênticos analfabetos, nem sabem escrever nem falar correctamente.
Estudar ocultismo e desenvolver a mediunidade para trabalhar com espíritos e alterar a realidade com feitiços, é difícil e requer muitos anos de estudo ( leitura) e prática (rituais).
E eles não têm paciência nem querem perder anos a fazer isso.! 

Pois podem montar um consultório em uma semana e começar a enriquecer bastante, a burlar pessoas, sem esforço.

Conheço a maioria desses bruxos, já fui “estudá-los” de perto, fazendo-me passar por um simples cliente ,ao ir a consultas deles, e eles só falam idiotices, não têm quase conhecimento nenhum sobre rituais, entidades, panteões de entidades, métodos de cerimónias rituais etc. 

Quando alguns deles vão a programas de televisão, só dizem idiotices. 
Quando publicam entrevistas em revistas , são entrevistas falsas (são publi-reportagens) eles pagam para esses anúncios em forma de entrevista fictícia ser publicado, e colocam falsos testemunhos de clientes satisfeitos.

Fonte: http://anjonegrosite.blogspot.com.br/

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103 anos de prisão para falso bruxo que abusou de 13 meninas


Falso adivinho dizia às raparigas que com sexo lhes transmitia a sua magia

Um tribunal espanhol condenou Tomás Arroyo Rodríguez , «o bruxo», a 103 anos de prisão por abusar de 13 meninas. O condenado só deverá cumprir 20 anos da pena imposta, devido ao sistema de acumulação jurídica.

O falso adivinho dizia às raparigas que com sexo lhes transmitia a sua magia. Foi acusado de 15 actos de abuso sexual, três deles sobre uma menor de 13 anos.

Tomás Arroyo Rodríguez foi condenado a indemnizar as vítimas em 300 mil euros: umas receberão 30 mil euros e outras 20 mil.

«O bruxo» terá cometido os crimes entre 1995 e 2006. O procurador do caso pedia 138 anos de prisão, alegando que o homem se aproveitou «da imaturidade e falta de experiência» das menores.

Tomás Arroyo Rodríguez terá construído o seu império sexual rodeando-se de jogadores de futebol do mais alto nível e conquistando a confiança dos pais das menores, frequentando a sua própria casa, convidado para jantar.

Uma das vítimas contou que «o bruxo» as fazia sentir «como bonecas». Muitas delas estavam realmente convencidas de que era um bruxo.

Fonte: http://www.tvi24.iol.pt/

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Existe o mestre embusteiro, o falso mestre? Que riscos corremos nas mãos dele?

O que o aprendiz espera de um mestre? Qual a missão de um mestre? Precisamos de um mestre? Que riscos corremos sem ele? Existe o mestre embusteiro, o falso mestre? Que riscos corremos nas mãos dele?

Mestres bruxos costumam ser idealizados por aprendizes como seres sobre-humanos, fontes inesgotáveis de proteção e sabedoria, espíritos que emanam bem estar e segurança com sua simples presença física, seres que demonstram seus dons incomuns e seu domínio sobre técnicas que fogem completamente ao alcance da ciência. Os aprendizes geralmente esperam dominar o que seu mestre domina, despertar em si seus dons maravilhosos e conseguir sua sabedoria. Se acham no caminho de aprender a BRUXARIA mas se colocam na posição de ovelhas suplicantes por um pastor que lhes dirija. A maioria não vai ao encontro do mestre buscando por esclarecimentos, ao contrário, ficam no aguardo de comandos, instruções, e acreditam que, se lhes seguirem as palavras, um dia o mestre reconhecerá seus esforços e lhe dará em um toque o domínio sobre os elementos, os sentimentos, a mente e, quiçá, o espírito.

Não poderiam estar mais enganados. Em primeiro lugar, iluminados ou não, mestres são pessoas sábias, mas como encarnados, vivem os mesmos dramas diários de qualquer um. Sua missão não é passar o conhecimento sagrado, isso pode ocorrer como pano de fundo, mas o que os mestres realmente buscam é fazer com que o aprendiz aprenda a caminhar sozinho. Ao contrário do que muitos pensam, a maior prova de SUCESSO de um mestre é ser superado por seus iniciados. Mas as glórias, assim como as derrotas, dependem muito pouco do mestre. Cabe ao aprendiz aprender; ao mestre, orientar. Digo e repito, sem cansar, que a caminhada é sempre solitária, que o aprendiz, por mais que esteja sendo orientado, tem de caminhar sozinho para aprender. Um mestre que leva o aprendiz sobre os ombros não está atuando como um mestre, não está ensinando o aprendiz a caminhar. Mas é sensato prescindir de um mestre e caminhar sozinho desde o início?

Mestres são dispensáveis, mas se não o tivermos, corremos riscos que não precisaríamos correr. Quem tenta acessar alguma área reservada do site da Ordem Sagrada de Bennu é direcionado para uma página com a imagem de uma caveira sobre um caldeirão sob o qual está escrito: "Cuidado, BRUXARIA sem mestre gera risco de doenças, loucura e morte." Isso não é uma brincadeira, é um aviso, pois o risco é verdadeiro. Estranho que os livros de BRUXARIA alertem tão pouco sobre isso quando o assunto é uma constante em livros de alta magia e de teosofia. Ao despertar em si processos desconhecidos, a transformação pode não ser bem o que se esperava; além de o mestre poder evitar armadilhas em que caímos no processo de aprendizagem, algo não previsto nos livros aos quais a pessoa tem acesso pode acontecer, e nestes casos, a quem o aprendiz vai recorrer se não tiver um mestre?

Uma criança não deixará de chegar à idade adulta por ser órfã desde cedo, mas isto não significa que crescer sem pais seja uma opção preferível.

A confusão não termina aí. Muitas pessoas que se acham 100% independentes, que se consideram BRUXAS solitárias, não se dão conta de que adotam mestres temporários quando assistem a palestras, participam de RITUAIS abertos, de eventos pagãos, de comunidades bruxas, de dinâmicas ou vivências esotéricas. E aí pululam falsos mestres, embusteiros que, bem ou mal intencionados, só ampliam o risco, vampiros de toda a espécie e crianças que expõem a si e aos outros a situações perigosas.

Um mestre não é alguém a quem se deva "obediência", é alguém que nos ensina, alguém que ouvimos com atenção, alguém em quem acreditamos e, pelos menos em algum aspecto, admiramos. Não estabelecer um vínculo iniciático com ninguém não é sinônimo de não ter mestres. Então, escolham bem seus mestres, mesmo quando optar por não se afiliar a nenhuma linhagem BRUXA . Afinal, é mais fácil encontrar embusteiros posando de mestres em RITUAIS públicos do que fechados em coventículos; o sábios não são dados a pavonices, preferem qualidade a quantidade, não precisam nem querem provar nem a si mesmos nem a ninguém que são bons, querem apenas ser úteis.

Então existem falsos mestres?

De um certo ponto de vista, sim. Poderíamos, talvez, chamar de falsos mestres aqueles que não têm sabedoria, aqueles que atuam visando o benefício pessoal, mesmo quando tal benefício seja apenas a promoção pública, mesmo quando não busquem nada além de afagos egóicos ou reconhecimento de méritos inexistentes.

Mas por que ainda resta dúvida se devemos chamá-los de falsos mestres?

Porque mesmo que eles não tenham jamais aprendido aquilo que pretendem ensinar, aqueles que se acercam de embusteiros o fazem porque precisam, na fase em que estão, de duras lições, lições que aprenderão da pior forma possível, sendo enganados, explorados e vampirizados.

Quando acordarem do pesadelo, ainda que levem muitas vidas para acordar, poderão identificar com muitíssimo mais clareza o que é sábio e o que é estúpido, e seguirão lépidos a favor da correnteza.

Crianças ganham anticorpos ao lidarem com a sujeira; aprendizes ganham clareza mental ao lidarem com embusteiros.

Fonte:  http://www.oldreligion.com.br/

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Wicca

A WICCA é uma religião neopagã, mistérica, iniciática e sacerdotal que tem seu culto destinado a um casal divino cósmico, criador e imanente. Tornou-se conhecida por meio de Gerald Brusseau Gardner (1884-1964) que com os conhecimentos obtidos em diferentes sistemas ocultistas e ramificações de BRUXARIA desenvolveu e compilou aquilo que viria a se tornar as bases da religião.

As práticas da WICCA são baseadas em diferentes sistemas de crença, culto, cultura, organização e mistérios dos povos Europeus. A Religião da forma que a conhecemos hoje é nova, criada por volta da década de 50, mas a origem de sua estrutura é bastante antiga.

A religião celebra a vida e a morte por meio de festivais sazonais conhecidos como Sabás, neles os praticantes se reúnem para meditar, agradecer, dançar, encontrar amigos, prestar culto aos DEUSES , projetar desejos para o futuro e harmonizar corpo, mente e espírito. Além dos Sabás, que são relacionados aos ciclos solares, os Wiccanos se reúnem também nos ciclos lunares para enviar oferendas, agradecimentos, pedidos, para se conectar com as divindades, fazer consagrações e purificações e demais práticas comuns a religião.

Para entender a Religião WICCA e saber se ela é um caminho válido para você dedique muito tempo e esforço lendo sobre sua origem, história, estrutura e crenças, para que obtenha um conhecimento mínimo sobre a religião. Após isso, busque sacerdotes capacitados para lhe tirar dúvidas e direcionar qual é o melhor caminho que você pode seguir dentro da religião.

Seguem abaixo alguns trechos de livros, ressaltamos que não temos responsabilidade sobre a veracidade das informações e as disponibilizamos apenas como uma forma de ampliar as possibilidades de leitura sobre o assunto. Pedimos que ao utilizar qualquer informação do site em outros locais que citem as fontes.

“A WICCA é a continuação de uma tradição de mistérios muito antiga, que veio para o ocidente a partir de 4000 a.C., unindo-se aos cultos ainda existentes e sendo posteriormente assimilada pelos celtas durante sua vinda para a Europa”. (...) “Mas se quisermos encontrar as bases da Wicca, devemos procurá-las nos cultos Paleolíticos da Velha Europa, que se estabeleceram mais tarde entre os minóicos, os etruscos, os gregos e posteriormente os romanos”. [MARTINEZ, p. 17]

“Wicca é uma religião de veneração da Natureza e da Divindade, ambos contendo os aspectos femininos e masculinos. É encontrada nas raízes espirituais das crenças e práticas Européias pré-cristãs. Quando a WICCA veio a público pela primeira vez no inicio dos anos 50 através dos esforços de Gerald Gardner, ela foi retratada como remanescente do antigo culto de fertilidade Europeu. Os praticantes se referem à WICCA como a Antiga Religião. Ela também era conhecida como a Arte dos Sábios. Superficialmente a WICCA moderna parece ser um sistema folclórico de magia tradicional”. [GRIMASSI, p.294]

“Wicca (nome alternativo para a arte da feitiçaria moderna) é uma religião de natureza xamanístíca, positi¬va, com duas deidades reverenciadas e adoradas em seus ritos: a Deusa (o aspecto feminino e deidade ligada à antiga Deusa Mãe em seu aspecto triplo de Virgem, Mãe e Anciã) e seu consorte, o Deus Chifrudo (o aspecto masculino)”. [DUNWICH, p. 08]

“A WICCA é uma religião filosófica (com certeza), mas com fundamentos e bases inegáveis”. (...) “A WICCA é realmente a religiosidade que se fundamenta nos ciclos naturais da terra. Uma tentativa do resgate mesmo que em novos moldes da consciência pagã de outrora”. (...) “Assim, a WICCA tem seus RITUAIS e filosofia fundamentados nas práticas agrícolas, pastoris e de respeito à TERRA iniciadas no paleolítico e neolítico”. [MILLENNIUM p. 07 e 18]

DUNWICH, WICCA a Feitiçaria Moderna, São Paulo: Bertrand Brasil, 2001.
GRIMASSI, Raven. Enciclopédia de WICCA e Bruxaria, São Paulo: GAIA, 2004.
MILLENNIUM. “Wicca – A BRUXARIA saindo sãs Sombras”. São Paulo: Madras, 2004.
MARTINEZ, Mario. WICCA Gardneriana, São Paulo: GAIA, 2005.

"Família Old Religion"


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O que é Wicca? Qual a origem da palavra? Onde surgiu?

A magia conhecida como Wicca surgiu entre os povos da Irlanda, Inglaterra, País de Gales, Itália e França. Essa religião se refere a todas as manifestações de origem pagã. A palavra Wicca vem do saxão witch ou do inglês arcaico wicce, que significa girar, moldar ou dobrar. Alguns estudiosos afirmam que esta palavra vem da raiz germânica wit que significa saber. Para entender a magia Wicca é preciso conhecer um pouco da cultura Celta, sua raiz mais profunda. Essa cultura foi uma das mais importantes que predominaram há milhares de anos em Roma, tendo surgido na Europa Central no II milênio antes da era comum (AEC). Entre os séculos III e V daquela era, espalharam-se por toda Europa, chegando à Turquia e Ásia Menor. O povo Celta, ao chegar na Europa, trouxe suas crenças, que ao se misturarem às crenças da população local, deram início às práticas wiccanianas. É claro que a bruxaria é anterior aos Celtas , mas eles mantiveram a tradição Wicca. 

A religião dos Celtas (existentes em algumas partes do mundo) era e ainda é o Druidismo, uma religião politeísta, e seus ritos eram sempre realizados ao ar livre. Para eles, este contato com a natureza permitia uma maior aproximação com os deuses e divindades. As principais eram: a Grande Deusa Mãe e o Deus Cornífero, chamados de Ceridwen e Cernunos, respectivamente. A Grande Deusa Mãe é a natureza em todas as suas manifestações, a fecundação e a criação, mãe do Deus Cornífero que representa a fertilização. 


Os druidas cultuavam agricultura, a cura com ervas e a caça. Realizavam festas ritualísticas em homenagem às divindades, e iniciavam as pessoas na arte da Magia que era ensinada oralmente. Apesar da classe sacerdotal ser dividida entre homens e mulheres, a sociedade era matriarcal. As druidesas eram divididas em classes: a primeira vivia enclausurada. As outras classes podiam se casar e participavam de rituais sagrados. O tempo foi passando e os deuses ficaram apenas na história representados por estátuas encontradas em diversas partes do mundo, como a do Deus Cornífero achada na Suécia. Agora com a chegada do século XXI, todos estes conceitos estão retornando e ressurge em todo mundo as crenças e o poder da magia dos antigos celtas. A bruxaria é a antiga religião dos povos da Europa, que após quase 2000 anos de exclusão e desaparecimento ressurgiu com o nome de Wicca. Esta religião, depois de se popularizar na Europa e América do Norte.


O que é, e como ser Wicca - Bruxa ou Bruxo 

As Bruxas acreditam e aceitam a Lei Tríplice, que determina que um ato sempre tem a resposta em efeito bumerangue. O que se faz retorna 3 vezes para o emissor, portanto tratam de gerar bons pensamentos e fazer todas as coisas sempre para o bem de todos os envolvidos. 

Em que acreditam as Bruxas? O que é ser Wicca? 

· Respeito na mesma proporção não só a seres humanos, mas para a Terra, animais e plantas. 

· Realização dos Ritos no interior de um Círculo Mágico, pois os Círculo é um espaço sagrado. 

· Convicção na reencarnação. 

· Observação da mudança das Estações do ano, com 8 Sabás Solares e entre 12 e 13 Esbás Lunares(21 ritos anuais). 

· Crença nos aspectos femininos e masculinos do Divino. 

· Repúdio ao proselitismo, pois pessoas só se tornam Bruxas por escolhas própria. 

· Igualdade à mulheres e homens, pois ambos são complementares, apesar de sempre a mulher ser enfocada. 

· Importância aos "3 Rs" : REDUZIR, REUTILIZAR , RECICLAR. 

· O sentido de servidão à Terra. 

· Respeito por todas as Religiões e liberdade religiosa. 

· O Repúdio por qualquer forma de preconceito. 

· Conscienciosidade em relação à cidadania. 



Respostas para as diversas deturpações atribuídas a Bruxaria. 

Bruxas não acreditam nem honram a Deidade conhecida como Satã, pois o demônio é uma crença da Igreja Católica e de outras correntes do Cristianismo. 

Bruxas não sacrificam animais ou humanos. 

Bruxas não renunciam formalmente o Deus Cristão, apenas acreditam em outros aspectos divinos. 

Bruxas ou bruxos não odeiam os cristãos, a bíblia ou Jesus, nem são anti-cristãos, apenas não são cristãos. 

Nos Sabás e Esbás não são utilizadas nenhuma droga ou são feitas orgias sexuais. 

Bruxas não praticam necessariamente Magia Negra. 

Bruxas não forçam ninguém à fazer algo que agrida seus princípios e crenças. 

Bruxas não profanam Igrejas Cristãs, hóstias ou bíblias. 


Como tornar-se um praticante da Religião Wicca? 

Desde que os seres humanos estão neste planeta o espírito tem escolhido seres com um dom especial para trabalhar com a magia. Em verdade todos podemos estudar ciências mágicas ou místicas, mas só poderemos praticá-las depois de muito conhecimento, dedicação e treinamento. Costuma-se dizer que o aluno encontrará seu mestre quando seja a hora e momento, e eu sempre digo que não são alunos, mas filhos adotados com a alma. 

A Iniciação 

Para ser um iniciado em Wicca é necessário que se estude a filosofia pelo prazo mínimo de um ano e um dia. O ano segue o Calendário Lunar de 13 meses de 28 dias, mais um dia, no total 365 dias. Daí vem a expressão "Um Ano e um Dia", pois, quando é iniciada, a pessoa estuda durante esse período para, depois, confirmar seus votos. O Calendário de 13 Luas também era usado pelos Maias, e é o que se afina melhor com os Ciclos da Terra. Para um praticante de Bruxaria é muito importante se afinar com as fases da Lua. 

Quando o adepto se achar pronto para ser um(a) bruxo(a) - aceitando todos os princípios da bruxaria - pode buscar dois métodos de começar nesta filosofia pagã: através de autoiniciação ou ser iniciado por um bruxo(a) experiente e capaz. 

Fonte: http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20090427154705AALFT93

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As fontes acima são somente para manter os leitores atentos ao conceito, demonstrando definições parecidas, mas, diferentes, outras com mais detalhes, e tudo apontando para a solidão de um espirito atribulado, que resolve-se em JESUS.


Pastor Charles Maciel Vieira

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Trio de adolescentes exorcistas diz que magia dos livros de Harry Potter vem de satanás



O trio de adolescentes exorcistas que vem atraindo a atenção da mídia por suas turnês ao lado do reverendo Bob Larson voltaram a chamar a atenção por suas declarações. Desta vez, o alvo foi o personagem Harry Potter, que protagoniza uma saga nos livros escritos por J. K. Rowling e foi adaptado para os cinemas.

Em Londres, onde gravaram depoimentos para o documentário “Teen Exorcists”, produzido pela BBC, o trio de adolescentes formado por Brynne Larson, 18 anos, Tess Sherkenback, 18, e sua irmã, Savannah, 21 anos, afirmou que a capital da Inglaterra é um “centro de bruxaria”.

Segundo as jovens, Londres teria sofrido um grande aumento de atividades de ocultismo depois do surgimento de Harry Potter. “Eu acho que a cidade tem sido assim por séculos, mas eu acredito que todo chegou ao auge, ao pico, com os livros de Harry Potter, e moda que varreu toda a Inglaterra”, disse Savannah.

A irmã de Savannah, Tess, seguiu o mesmo discurso: “As magias e as coisas que você está lendo nos livros de Harry Potter não são apenas algo que são ficção – essas são magias reais. Essas são coisas que vieram de livros de bruxaria”.

Brynne ponderou que o fato de o bruxo das histórias de J. K. Rowling usar a magia de maneira supostamente inofensiva esconde a verdade das pessoas: “Harry usa esta magia para o bem. Portanto, temos aqui a ideia perigosa que você pode usar esta magia para o bem ou o mal. Considerando que, na realidade, toda a magia é ruim, porque você está recebendo o seu poder de satanás”, disse.

Segundo o Huffington Post, as três jovens afirmaram que prometeram nunca ler os livros de Harry Potter, e que esperam ajudar adolescentes do Reino Unido se defender do “convite de satanás para possuí-las recitando os feitiços dos livros”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Wicca - A Bruxaria dos Pagãos

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Hoje um número desconhecido de neopagãos adopta os princípios de uma fé popularmente chamada de bruxaria (feitiçaria) e conhecida entre os iniciados como “a prática”. Essa religião também conhecida pelo nome Wicca, uma palavra do inglês antigo que designa “feiticeiro”; pode estar relacionada com as raízes indo-europeias das palavras Wic e Weik, que significam “dobrar” ou “virar”. Alguns estudiosos afirmam que esta palavra vem da raiz germânica wit que significa saber.
     A religião Wicca, depois de se popularizar no norte da Europa e América do Norte, nos últimos anos vem ganhando grande número de adeptos em Portugal e nas demais partes do mundo.

     Wicca NÃO É a antiga religião dos celtas. Os Celtas seguiam o Druidismo, que apesar de também ser um caminho pagão, é diferente da Wicca, pois esta acredita em um deus e uma deusa apenas, e não em diversos deuses e deusas como no paganismo druídico (entre outras diferenças).

     Apesar de também ter adquirido características do paganismo druídico, a Wicca é uma miscelânea de várias outras tradições ocultistas e algumas doutrinas religiosas, e possui também fortes traços ritualistas da maçonaria.

     Wicca é uma religião neopagã, fundada originalmente pelo funcionário público britânico Gerald Gardner. Embora essa fundação tenha ocorrido provavelmente na década de 1940, só foi revelada publicamente em 1954.

     Desde a sua fundação, várias tradições de Wicca evoluíram ou foram criadas. A tradição que segue os ensinamentos e práticas específicos, conforme estabelecidos por Gardner, é denominada Tradição Gardneriana. Além dela, muitas outra tradições de Wicca se desenvolveram e também existem muitos praticantes de Wicca que não pertencem a nenhuma tradição estabelecida, mas criam a sua própria forma de culto aos Antigos Deuses.


Definição

     A palavra Wicca vem do Inglês Antigo, tendo sido reintroduzida no uso moderno daquele idioma por Gerald Gardner, na sua publicação de 1954. Embora Gardner utilizasse a grafia "Wica", popularizou-se o uso de "Wicca", mais aderente à etimologia da língua inglesa.

     Os primeiros livros sobre Wicca em língua portuguesa foram traduções da língua inglesa, tendo seus tradutores optado por manter a grafia original. Mais tarde, Os livros escritos directamente em Português mantiveram esse uso. No entanto, não há consenso entre autores e tradutores sobre a palavra a ser usada na língua portuguesa para designar o praticante da religião Wicca, sendo utilizadas mais amplamente as formas wiccano e wiccaniano. É também de uso mais restrito a forma wiccão.

     Os defensores da forma wiccano, alegam ter sido a mesma utilizada na primeira tradução para português de um livro sobre Wicca, "Os Mistérios Wiccanos", de Raven Grimassi, por Cláudio "Crow" Quintino.

     Os defensores da forma wiccaniano, alegam ter sido o primeiro livro sobre Wicca traduzido para o português a "Feitiçaria Moderna" de Gerina Dunwich, onde foi utilizada essa forma. Alegam ainda que a tradução wiccano é gramaticalmente incorrecta pois o final "ano" se aplica somente a tradução de nacionalidade como indiANO, peruANO, americANO.

     Os demais termos são normalmente mantidos sem tradução, em sua forma originalmente usada na língua inglesa.

     Embora sejam algumas vezes usadas como sinónimo, "Wicca" e "Bruxaria" são conceitos diferentes. A confusão dá-se porque tanto os praticantes de Wicca quanto os de Bruxaria se denominam de Bruxos. Da mesma forma, não devem ser confundidos os termos "Wicca" e "Paganismo", uma vez que a Wicca é apenas uma das expressões do paganismo.

     A Wicca é uma religião iniciática. Essa religião pode ser praticada tanto de forma tradicional quanto de forma solitária. Nas formas tradicionais, os praticantes avançam através de "graus" pré-definidos de iniciação e geralmente trabalham em covens ou círculos. Nas formas solitárias, os praticantes geralmente auto-dedicam–se e auto-iniciam-se nas práticas da Wicca, e depois normalmente praticam-na sozinhos. Algumas vezes, os solitários são iniciados por outros sacerdotes ou sacerdotisas antes de estabelecerem a sua prática.

     Todas as formas de Wicca cultuam a Deusa e o Deus, variando porém o grau de importância dado ao culto de cada um deles.


Crenças e Práticas

     Há diversas denominações (chamadas comummente de tradições) Wiccanas. Assim, há uma enorme quantidade de variações sobre as crenças e as práticas Wiccanas.

     A prática Wiccana mais comum cultua duas divindades, a Deusa e o Deus, algumas vezes chamado de Deus Cornífero (Do latim, "o que porta cornos"). Algumas tradições, principalmente as denominadas tradições Diânicas, dão mais ênfase ao culto da Deusa, outras dão ênfase ao Deus e à Deusa, como complementos de toda a criação, como no caso da tradição dos Pentáculos. Em alguns casos, o Deus tem um papel diminuído, ou mesmo inexistente.

     A maioria dos praticantes de Wicca, no entanto, não se diz dualista, mas politeísta, às vezes com referências a panteões específicos, como o celta, ou o grego. Alguns praticantes da Wicca poderiam ainda ser classificados, dependendo de sua tradição ou crença pessoal, como animistas, panteístas, panenteístas, agnósticos, dentre outras de uma vasta faixa de possibilidades.

     Os ritos da Wicca reverenciam a ligação da vida dos praticantes com a Terra. Essa reverência expressa-se, principalmente, através de rituais cuja liturgia celebra as lunações e as mudanças das estações do ano.
Os praticantes de Wicca realizam rituais em honra à Deusa nas noites de Lua Cheia. Esses rituais são normalmente denominados Esbats. Algumas tradições chamam também de Esbat rituais realizados nas demais fases da lua.

     A maioria das tradições comemora anualmente oito festivais sazonais, chamados normalmente de Sabbats. Quatro deles, chamados também Sabbats Maiores por algumas tradições, celebram o auge das estações. São eles o Samhain (Outono), Beltane (Primavera), Imbolc (Inverno) e Lammas ou Lughnasadh (Verão). Os demais, chamados às vezes de Sabbats Menores, comemoram Solstícios - Litha (Verão), Yule (Inverno) - e Equinócios – Ostara (Primavera) e Mabon (Outono).

     Há uma grande controvérsia entre os praticantes sobre qual a forma mais adequada de escolher as datas dos Sabbats devido a uns viverem no Hemisfério Norte e outros no Sul.

     É usual que os ritos praticantes sejam realizados no interior de um círculo mágico, que é traçado de forma ritual, após a limpeza e bênção do local. Preces ao Deus e à Deusa são proferidas e muitas vezes são feitos feitiços adequados ao rito em condução. No fim, é tradicional a partilha de alimento e bebida.
A maioria dos wiccanianos usa um conjunto de instrumentos de altar nos seus rituais. Esses instrumentos incluem, dentre infinitos outros, vassouras, caldeirões, cálices, bastões, athames (um espécie de adaga ou punhal), facas, velas, incensos, etc. Representações da Deusa e do Deus são também comuns, seja de forma directa, representativa, simbólica ou abstracta. Os instrumentos são apenas isso, instrumentos, e não têm poderes próprios ou inerentes. Apesar disso, são normalmente dedicados ou "carregados" com um propósito específico e usados apenas nesse contexto. É considerado extremamente rude tocar os instrumentos de um bruxo ou bruxa sem a sua permissão.

     O pentáculo - um pentagrama, estrela de cinco pontas, inscrito em um círculo - é um dos símbolos mais utilizados pelos praticantes para representar a sua fé. Normalmente utilizado "de cabeça para cima", é usado para representar 5 elementos componentes da natureza. Os quatro elementos clássicos - terra, ar, água e fogo - mais o espírito (às vezes chamado de akasha). Muitos Gardnerianos, no entanto, contestam essa atribuição.

     Os praticantes acreditam que cada um deve cultuar a(s) divindade(s) à sua própria maneira. Sem imposições ou leis escritas, mas com consciência em relação à cidadania, à auto-estima e à preservação ambiental, repudiando qualquer forma de preconceito e incentivando a igualdade do género e a liberdade sexual.

     A Wicca tem, como sua lei comum e única, a Lei Tríplice, que dita a regra: "tudo o que fizeres voltará em triplo de volta para ti". Essa regra ilustra bem a importância do número 3 na sua filosofia, também exemplificada nos aspectos da Deusa-mãe (virgem, mãe e anciã).


O que a Wicca não é

Os praticantes da Wicca:

Não acreditam nem adoram o que os Cristãos conhecem como Diabo, Satanás ou Demónio;

Não sacrificam animais ou seres humanos nos seus ritos;

Não odeiam ou desprezam os Cristãos, a Bíblia, Jesus Cristo, os Islâmicos, o Alcorão, Maomé ou qualquer outra expressão religiosa. Ao contrário, advogam o direito à plena liberdade de expressão religiosa para todas as pessoas, independente de credo ou denominação;

Não são sexualmente anticonvencionais (embora o respeito à diversidade, inclusive a sexual, seja um valor importante para eles);

Não encorajam o abuso de drogas e orgias sexuais durante seus ritos privados ou públicos (embora possam existir indivíduos e grupos ligados à Wicca que façam uso de tais práticas, essa postura não é oficial ou ideologicamente aprovada);

Não são cristãos, islâmicos, judaicos ou praticantes de qualquer outra religião monoteísta.

Além disso:

Todos os praticantes de Wicca são pagãos, mas nem todos os pagãos são praticantes de Wicca. Todos os praticantes de Wicca são bruxos, mas nem todos os bruxos são praticantes de Wicca.


segunda-feira, 6 de junho de 2011

O BRUXO DE MENTIRINHA - Parte 2 - WICCA


 Ritual Wicca

 A divulgação de conceitos de bruxaria está presente fortemente na mídia, e inclusive nos desenhos da Disney. O que apresentamos aqui é uma explicação sobre a Wicca, que simplesmente é a bruxaria em seu contexto mais “ligth”, apresentando-se como benéfica e do bem, mas todos quantos conhecemos sabemos seu real significado. É apresentado também nesse contexto citações sobre a “grande mãe”, que nada mais é que a deusa da natureza, um espírito maligno que substitui Deus na vida das pessoas. Não quero que os bruxos sintam raiva de mim, mas quero que sejam iluminados por Deus. O contexto de bruxaria é muito antigo e mesmo nos tempos bíblicos já havia adoração à deusa (que é o próprio diabo) o que é condenado por Deus através do profeta Jeremias:
“Os filhos apanham a lenha, e os pais acendem o fogo, e as mulheres preparam a massa, para fazerem bolos à rainha dos céus, e oferecem libações a outros deuses, para me provocarem à ira”. Jeremias 7:18
Caso queiram saber mais entrem em contato comigo, deixem e-mail.

Pr.Charles Maciel Vieira



Rainha dos céus, divindade da bruxaria
O que é Wicca?
  Wicca (nome alternativo para a arte da feitiçaria moderna) é uma religião de natureza xamanístíca, positiva, com duas deidades reverenciadas e adoradas em seus ritos: a Deusa (o aspecto feminino e deidade ligada à antiga Deusa Mãe em seu aspecto triplo de Virgem, Mãe e Anciã) e seu consorte, o Deus Chifrudo (o aspecto masculino). Seus nomes variam de uma tradição wiccaniana para outra, e algumas delas usam nomes de deidades diferentes, tanto em seus graus mais elevados como nos inferiores.
  Frequentemente, Wicca inclui a prática de várias formas de magia branca (geralmente com propósitos de cura ou para neutralizar a negatividade) e ritos para harmonização pessoal com o ritmo natural das forças da vida marcadas pelas fases da lua e pelas quatro estações do ano.
  Wicca (que também é conhecida como "Arte dos Sábios ou, muitas vezes, somente como "A Arte") é considerada por muitos uma religião monista, assim como panteísta, e faz parte do ressurgimento atual do paganismo ou movimento neopagão, como muitos preferem chamar.

 
 "Hoje em dia muitas pessoas que se definem como Pagãs utilizam a palavra como termo genérico para as "religiões naturais e nativas, em geral politeístas, e também para seus adeptos".
 
  Em termos simples, é uma religião positiva, baseada na natureza, que prega o amor fraterno e a harmonia, e o respeito por todas as formas de vida. É muito semelhante à espiritualidade dos nativos americanos. Suas origens estão no início do desenvolvimento humano da religião: deidades animistas gradualmente assumem uma nova definição, transformando-se em Deus ou Deusa de toda a Natureza. Esse Deus ou essa Deusa — sob nomes diferentes em épocas e locais diferentes — pode ser encontrado em quase to- dos os sistemas religiosos históricos do mundo.
 
  O Paganismo não se opõe e nem nega qualquer outra religião. Ele é, simplesmente, uma fé pré- cristã.
  A maioria dos Pagãos parece concordar com várias dessas crenças comumente sustentadas:
  "(l) A divindade é imanente ou interna, bem como transcendente ou externa. Isso é expresso com frequência nas frases Tu és Deus e Tu és Deusa'.
   (2) A divindade costuma manifestar-se sob a forma feminina, o que resultou num grande número de mulheres atraídas para a fé e ingressando no clero.
  (3) Uma multiplicidade de deuses e deusas, como deidades individuais ou como facetas de um ou de alguns arquétipos, originou sistemas de lógica de valores múltiplos e aumentou a tolerância em relação às outras religiões.
  (4) O respeito e o amor pela Natureza como algo divino por direito próprio fazem da conscientização ecológica e dessa atividade uma obrigação religiosa.
  (5) Descontentamento com as organizações religiosas monolíticas e desconfiança de supostos messias e gurus. Isso dificulta a organização entre os Pagãos, mesmo "para o seu próprio bem”, e leva a mutações constantes e ao crescimento do movimento.
  (6) A convicção de que os seres humanos foram feitos para viver vidas repletas de alegria, amor, prazer e humor. Os conceitos ocidentais tradicionais de pecado, culpa e retribuição divina são vistos como uma interpretação errada das experiências naturais de crescimento. (7) Um simples conjunto de ética e de moralidade para evitar prejudicar outras pessoas. Uns ampliam esse conceito para alguns ou todos os seres vivos e o planeta como um todo.
  (8) O conhecimento de que, com treinamento e intenção apropriados, as mentes e os corações humanos são totalmente capazes de realizar toda magia e milagres de que, provavelmente, necessitarão por meio do uso dos poderes psíquicos naturais que todos possuem.
  (9) A importância da conscientização e celebração dos ciclos solar e lunar  também de outros em nossas vidas. Isso provocou uma investigação e a renovação de vários costumes antigos, e, também, uma pesquisa sobre alguns novos.
 (10) O mínimo de dogma e o máximo de ecletismo. Isso significa que os Pagãos relutam em aceitar qualquer idéia sem uma investigação pessoal e que desejam adotar e usar qualquer conceito que considerem útil, independente da sua origem.
 (11) Uma grande fé na capacidade das pessoas de resolverem seus próprios problemas atuais em todos os níveis, públicos e particulares. Isso conduz a...
 (12) Um total compromisso com o crescimento, evolução e equilíbrio pessoais e universais. Espera-se que os Pagãos realizem esforços intermitentes nessas direções.
 (13) Crença em que cada um pode progredir para atingir esse crescimento, essa evolução e esse equilíbrio mediante alteração cuidadosamente planejada da sua consciência, utilizando tanto os métodos antigos como os atuais para auxiliar em concentração, meditação, reprogramação e êxtase.
 (14) O conhecimento de que a interdependência humana implica uma cooperação de comunidade. Encoraja-se os Pagãos a utilizarem seus talentos para se ajudarem ativamente e também a comunidade.
 (15) A conscientização de que, se quiserem atingir qualquer um de seus ideais, deverão praticar o que pregam. Isso os leva a observarem e adotarem um estilo de vida consistente com as crenças naquilo que proclamam".
 (Extraído de um panfleto distribuído na vizinhança, intitulado O Que, em Nome dos Céus, Está Acontecendo Aqui? Copyright 1989 do Centro de Religião Não-Tradidonal, usado com autorização. Para mais informações, consulte o título Panegyria, na página 193, no capítulo sobre Publicações Pagãs.)
 A religião wiccaniana é formada de várias seitas (ou "tradições"), como a Gardneriana, Alexandrina, Diânica, Tâniea, Georgiana, Tradicionalista ética e outras. Várias dessas tradições foram formadas e introduzidas nos anos 60, e, embora seus rituais, costumes, ciclos místicos e simbolismos possam ser diferentes uns dos outros, todas se apoiam nos princípios comuns da lei da Arte. O dogma principal da Arte Wicca é o Conselho Wiccaniano, um código moral simples e benevolente:
SEM PREJUDICAR NINGUÉM, REALIZE SUA VONTADE.
 Ou, em outras palavras, você é livre para fazer o que quiser, contanto que, de forma alguma, prejudique alguém — nem você mesmo. (O Conselho Wiccaniano é extremamente importante e não pode ser esquecido na realização de qualquer encantamento ou ritual mágico, especialmente naqueles que podem ser considerados como não-éticos ou de natureza manipuladora.)




 A Lei Tripla (ou a Lei dos Três) é uma lei cármica de retribuição tripla que se aplica sempre que você faz alguma coisa boa ou má. Por exemplo, se você usa a magia branca (ou energia positiva) para fazer bem a alguém, por três vezes ele voltará para você durante a sua vida. Da mesma forma, se você usar a magia negra (ou energia negativa) para prejudicar alguém, o mal ou "pecado" também retomará a você três vezes durante a mesma vida. Os seguidores da religião Wicca são chamados de Wiceanianos ou Bruxos. A palavra Bruxo(a)^ aplica-se aos praticantes do sexo masculino e do sexo feminino da Arte. (Os Bruxos muito raramente são chamados de feiticeiros [warlocks]. A palavra warlock^ considerada um insulto na maioria dos círculos wiccanianos, origina-se do inglês  arcaico WAERLOGA, que significa "aquele que rompe o juramento” e foi utilizado pela Igreja cristã de maneira aviltante, como termo correspondente ao masculino de bruxa.)
 Embora as Bruxas se orgulhem de fazer parte da Arte, existem algumas que se opõem fortemente ao uso do termo truxa", considerando que a palavra possui determinadas conotações negativas e incitando imagens estranhas e conceitos mal-entendidos nas mentes dos que não estão familiarizados com a Arte e que talvez se mostrem um pouco relutantes em aceitar aquilo que não compreendem claramente.
 Como a Arte Wicca é uma religião orientada para a Natureza, a maioria do seus membros está envolvida de uma maneira ou de outra com o movimento ecológico e com as reivindicações ambientais atuais.
 Os Wiccanianos não aceitam o conceito arbitrário do pecado original ou do mal absoluto, e não acreditam num Céu ou num Inferno, mas somente naqueles que são as suas criações próprias.
 Os Wiccanianos não praticam qualquer forma de magia negra ou "mal", não cultuam os diabos, demónios ou qualquer entidade do mal, e não tentam converter membros de outras fés para o Paganismo. Respeitam todas as outras religiões positivas e acham que a pessoa deve ouvir o "chamado da Deusa" e desejar verdadeiramente, dentro de seu coração, sem qualquer influência externa ou proselitismo, seguir o caminho wiccaniano. Muitos Wiccanianos usam um ou mais nomes secretos (também conhecidos como "nomes de iniciação para significar o renascimento espiritual e uma nova vida dentro da Arte Wicca. Os nomes de iniciação são muito sagrados e usados somente entre os irmãos e as irmãs do mesmo caminho. Quando um Bruxo ou Bruxa assume um novo nome, ele ou ela deve ser extremamente cuidadoso em escolher algum que se harmonize de uma maneira ou de outra com o aspecto numerológico do nome, do número do nascimento ou do número das ninas. Um nome bem escolhido vibra com o indivíduo e o une diretamente à Arte.


 Muitos Wiccanianos trabalham juntos em pequenos grupos que são chamados de covens. Um coven (que pode consistir de até 13 membros) é dirigido pela Alta Sacerdotisa e/ou um Alto Sacerdote, e reúne-se para adorar a Deusa, realizar trabalhos mágicos e cerimónias nos Sabás e Esbás. Os membros de um coven são chamados de coveners e o lugar de reunião do coven  covenstead.
 Os que trabalham por si só, tanto por escolha pessoal como por circunstâncias, são chamados de bruxos ^solitários
 Os Wiccanianos celebram oito Sabás anuais, destacando as transições entre as estações. Existem quatro principais (ou grandes) Sabás e quatro menores (ou menos importantes). Os Sabás maiores são Candiemas, Beltane, Laminas e Samhain. Os Sabás menores são Equinócio da Primavera, Solstício de Verão, Equinócio do Outono e Solstício de Inverno. (Esses festivais são descritos em detalhes no Capítulo Dois.)
 O Esbá é uma reunião mensal do coven, realizada pelo menos 13 vezes ao ano, durante a lua cheia. No Esbá, os Wiccamanos trocam ideias, discutem problemas, realizam rituais especiais, trabalhos mágicos e de cura, e agradecem à Deusa e ao Deus Chifrudo. Uma cerimónia tradicional, a dos "Bolos e Vinhos" ou "Bolos e Cerveja", acontece também em cada Esbá. Nelas são servidos comidas e refrescos consagrados, e os coveners relaxam e discutem assuntos mágicos importantes. (O "Bolos e Vinho" ou "Bolos e Cerveja" é um costume tradicional sempre que acontece um ritual wiccaniano e se traça um círculo mágico.)
 Num couen a Deusa é representada pela Alta Sacerdotisa, e o Deus Chifrudo, pelo Alto Sacerdote.
Isthar
 A Deusa é conhecida por vários nomes diferentes. Ela é chamada frequentemente de Diana, Cerridwen, Freya, Ísis, Isthar, a Senhora ou qualquer outro nome que o coven escolher para usar ou que um Wiccaniano sinta que corresponde à sua própria visão mitopoética.
 A Deusa é um princípio feminino. Ela representa a fertilidade, a criação, os poderes regeneradores da Natureza, e a sabedoria. Seu símbolo é a Lua, e, nas artes, é  muitas vezes representada como possuidora de três faces — cada uma representando uma fase lunar diferente. Na
 Sua fase de lua nova. Ela é a Virgem; na lua cheia, é a Mãe; e, na Sua fase minguante, é a Anciã.
 O Deus Chifrudo é uma deidade fálica da fertilidade e da criatividade intelectual que simboliza os poderes dos crescentes lunares do quarto crescente e do quarto minguante. Geralmente é representado como um homem hirsuto, barbado, com os cascos e os chifres de um bode. É o deus da Natureza e a contraparte masculina da imagem da Deusa. Na época primitiva, era adorado como o Deus Chifrudo da Caça.
Woden
 Como a Deusa, o Deus Chifrudo é também conhecido por vários nomes diferentes. Em algumas tradições wiccanianas, é chamado de Cemunnos, que é o nome latino para "o Chifrudo". Em outras, é conhecido como Pa, Woden e outros nomes.
 O culto à Deusa e ao Deus Chifrudo simboliza a crença wiccaniana de que tudo que existe no universo está dividido em dois opostos: feminino e masculino, negativo e positivo, luz e trevas, vida e morte, yin e yang — o equilíbrio da Natureza.



 Em certas tradições wiccanianas, a Deusa é adorada durante os Sabás da Primavera e do Verão, pois simboliza a fertilidade da terra na época do crescimento, e o Deus Chifrudo, durante os Sabás do Outono e do Inverno, pois representa a metade escura do ano.
 Outras tradições adoram a Deusa em Seus vários aspectos durante todo o ano e observam o nascimento (na verdade o renascimento) do Deus Chifrudo no Sabá do Solstício de Inverno; Seu crescimento, puberdade e maturidade, durante, respectivamente, os Sabás da Primavera, do Verão e do Outono; e a Sua morte, no Sabá Samhain.
 Após a morte, diz-se que Seu espírito retorna ao ventre divino da Deusa Mãe até o Soistído de Inverno seguinte, quando, mais uma vez, renasce. Esse antigo eido mítico de nascimento-morte-renascimento se repete a cada ano.

















 Pesquisa: Pastor Charles Maciel Vieira