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sexta-feira, 7 de outubro de 2022

O CRISTÃO E O BOLSONARISMO - Pr. Charles Maciel Vieira, D.Th. (Bolsonaro 22)



Contra o comunismo Contra a ideologia de gênero Contra o sexualismo infantil nas escolas Contra a legalização do aborto Contra a defensibilidade dos ladrões A favor da liberdade religiosa A favor da militarização A favor dos órgãos de segurança pública (Charles Maciel Vieira: cidadão brasileiro, pai, irmão, filho, esposo, sociólogo, pedagogo, filósofo, teólogo, capelão, e Patriota em prol da Família Tradicional, Pátria, Brasil acima de tudo, Deus acima de todos).

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

GOVERNO BOLSONARO: Damares Alves nomeia indígena para Secretaria de Igualdade Racial



(Obs. Conteúdo transcrito do site Gospelmais, seguindo link do mesmo abaixo).

Sandra Terena, com 37 anos de idade, é a síntese do que pode ser considerado inclusão e valorização das minorias no Brasil, especificamente dos povos indígenas. Formada em jornalismo, ela faz parte da etnia Terena e agora vai chefiar a Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, ligada ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

Terena se tornou a primeira jornalista indígena do Brasil, em 2003. Ela faz parte de uma aldeia localizada no interior de São Paulo, fundada há 102 anos, e que teve como um dos pioneiros o seu avô.

Visando lutar em prol dos povos indígenas, Terena se formou em Comunicação Social pela Universidade Positivo e fez pós-graduação em Comunicação Audiovisual pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). Não por acaso ganhou vários prêmios, como o “Jovem da Paz”, com o documentário “Quebrando o Silêncio”.

Nascida em Curitiba, onde foi morar junto com sua família, ela também é pioneira na criação de uma aldeia urbana, também na capital, a chamada Fundação Kakané Porã.

“Foi uma grande conquista. Passa um filme na minha cabeça quando lembro que toda essa comunidade vivia em situação irregular, insalubre, que tinha apenas um chuveiro frio para todos tomarem banho, no antigo Parque do toda uma comunidade mudou a sua história, percebo que valeu a pena cada minuto da nossa luta”, disse ela, segundo informações de O Diário.

Evangélica, a expectativa é que o olhar humanizado e segundo os princípios cristãos, os mesmos compartilhados pela ministra Damares Alves, que chefia a pasta da qual Terena está submetida, proporcione melhor acolhimento e desenvolvimento dos povos indígenas no Brasil.

A nomeação de Sandra Terena na gestão Bolsonaro também é um marco histórico, uma vez que ela é a primeira indígena a ocupar um cargo no governo federal, consolidando, assim, o perfil inclusivo e plural dessa administração.


Autor: WILL R. FILHO

Fonte: https://noticias.gospelmais.com.br

quarta-feira, 16 de março de 2016

GUERRA CAMPAL NO BRASIL - LULA, DILMA E A CRISE

  

 O tema desta postagem é sensacionalista, admito, mas o conteúdo é de autoria de uma pessoa que entende, um advogado, e não é qualquer advogado. É um Homem de Deus. Tenho cometido um erro primário, admito novamente, não estar me politizando, o que faz-me mais um com opinião distorcida, sem base, sem critérios, num "achismo" popular. Prometo que vou melhorar, que estarei aprofundando-me no conhecimento político e de lei, e não por querer, mais por precisar. Para não ficar dizendo bobagens por aí, como muitos vem fazendo. Peço que apreciem o texto abaixo. - Pr. Charles Maciel Vieira, D.Th.

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Vamos deixar algumas coisas claras? Para todo vermelho entender!!!

1- Quem está conduzindo a Lava-Jato não é o PSDB, o Aécio ou o Fernando Henrique: É o Ministério Público e a Polícia Federal (e tudo observando as instâncias constitucionais até a chancela definitiva do STF - cuja quase totalidade dos juízes foi indicada pelo PT).

2- Quem está fazendo acusações e dando subsídios para as investigações não é o DEM, a Globo nem a CIA: quem está entregando a gangue são os antigos comparsas dos delinquentes.

3- Quem vai levar Lula pra cadeia (e quiçá boa parte de sua família) não é a Veja, o Danilo Gentili nem o Bolsonaro: Lula irá pro xilindró por ter infringido vários artigos do Código Penal Brasileiro (e ter se achado mais esperto do que de fato é).

4- Quem irá catapultar Dilma da presidência da República não serão os coxinhas, os fascistas nem as Forças Armadas: essa senhora será destituída do cargo pelo rigor da Lei e pela esmagadora maioria de brasileiros que não compactuam com a bandalheira.

Portanto, peço que não utilize mais a palavra "golpe" para justificar as ações do Ministério Público. E, se depois de tudo isso transcorrido, você ainda achar que deve mergulhar nosso país em uma batalha campal... Bom, aí o golpista é você!

Dr.Andre Oliveira

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Parlamentares aprovam lei que protege pastores de obrigação de celebrarem casamentos gays


Legisladores na Câmara dos Representantes da Geórgia aprovaram uma lei que protege pastores de qualquer punição ao se recusarem a celebrar uniões entre pessoas do mesmo sexo.

O projeto, de autoria do político republicano Kevin Tanner, foi aprovado durante uma votação na última semana, de forma unânime, unindo duas linhas rivais de pensamento político. Democratas estavam de acordo com a proposta, e o projeto recebeu 161 votos a favor, e nenhum contra.

Segundo informações do Acontecer Cristiano, a “Lei de Proteção de Pastor” estipula que “o ministro do Evangelho, o clero, ordenado ou praticantes religiosos que são autorizados a realizar casamentos, não serão obrigados a realizar cerimônias ou administrar sacramentos que sejam contra as suas crenças e o livre exercício da religião sob a Constituição deste estado ou dos Estados Unidos”.

Tanner disse que esta lei é uma reafirmação do princípio fundamental da separação entre a Igreja e o Estado: “Ela deixa claro os aspectos que, na Geórgia se homenageia os juramentos sagrados feitos pelos nossos pastores, padres, rabinos e outros clérigos, e o governo não tem intenção de pedir quebrar seus juramentos”, disse.

A lei também protege os templos de igrejas, sinagogas e outros locais das organizações de culto e proíbe o governo de obrigar que se faça um evento que viole a doutrina religiosa.


Representantes da comunidade LGBT criticaram a lei, afirmando que trata-se de uma “licença para discriminar”. No entanto, as críticas não foram suficientes para fazer o projeto ser recusado pelos legisladores.

Enquanto isso, o pastor Daniel Ausbun, da Primeira Igreja Batista em Moreland, comentou a aprovação em uma entrevista a um jornal local: “A liberdade religiosa é a liberdade de crer e praticar a fé sem interferências do governo”, resumiu.



Fonte:  http://noticias.gospelmais.com.br

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Dilma se reúne com líderes evangélicos para combater o zika vírus


A presidente Dilma Rousseff (PT) se reuniu na tarde de ontem, 18 de janeiro, com lideranças evangélicas no Palácio do Planalto para tratar do combate ao aedes aegypti e o vírus zika.

Na reunião, a presidente se concentrou em pedir ajuda aos pastores para que a população se una no combate ao mosquito que transmite dengue, chicungunya e zika, de acordo com a jornalista Mariana Alvim, de O Globo.

“O assunto [da reunião] não passa — ao menos diretamente — pela articulação com congressistas ou coisa parecida. O objetivo é arregimentar forças para o combate às doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Na semana passada, Dilma se reuniu com católicos, com o mesmo objetivo”, sintetizou Alvim.

Paulo Teixeira, colunista do Gospel+ e editor do Holofote, comentou a reunião da presidente com as lideranças evangélicas: “Certamente Dilma não tratou sobre o aborto. Dilma só não pede opinião dos evangélicos para tratar de assunto como aborto e questões que fazem apologia LGBT”, opinou, lembrando que entidades sociais, com apoio dos partidos de esquerda, trabalham para levar ao Supremo Tribunal Federal uma ação que resulte na liberação do aborto em casos de microcefalia. O vírus zika é apontado como responsável pelo surto de gestações em que o bebê tem um desenvolvimento craniano menor do que o necessário.

Pastor quer debater o aborto
O pastor Joel Zeferino, presidente da Aliança Batista do Brasil, defendeu um debate mais amplo sobre o aborto nos casos de microcefalia.

Em entrevista concedida ao Correio Braziliense, o pastor – que se reuniu com Dilma semanas atrás – disse que há espaço para admitir o aborto em alguns casos, e que as decisões devem partir, prioritariamente, das mulheres.

“Nós não temos uma posição em torno do aborto. Entendemos que tem que ser uma questão debatida com a sociedade, mas não dá para ignorar o assunto e é preciso empoderar as mulheres nessa discussão”, disse.

A psicóloga Marisa Lobo, colunista do Gospel+ e ativista pró-vida, criticou a postura do pastor: “Eu acho saudável até mesmo pedir para que as mulheres não engravidem nesse momento, porque você só está pedindo para adiar um projeto de ser mãe. Agora, um pastor que considera a legalização do aborto diante da infecção pelo zika vírus em mulheres gestantes – o que não dá a certeza que isso vá desenvolver microcefalia no bebê – é vergonhoso”, afirmou, em entrevista ao portal Guia-me.



quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Entenda o que faz o vereador, o prefeito e o vice-prefeito


Palavra do Teólogo:
  Época de eleições, novamente. Não venda seu voto, não se venda, não troque seu voto por algo, não tente tirar algo de um candidato a cargo público, pois depois você não terá moral para cobrar nada, e ficará quatro anos pagando o salário do tal político, e reclamando de tudo o que os "representantes" não fazem. Não fique alienado, não seja mais uma pessoa sem conhecimento do que uma pessoa faz em sua função política. Mas isso você já sabe! - Pr. Charles Maciel Vieira, D.Th.
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Prefeito O prefeito é o chefe do Executivo municipal, ou seja, a principal autoridade política do município. Cabe a ele administrar os serviços públicos locais, decidindo onde serão aplicados os recursos provenientes dos impostos e dos repasses do Estado e da União, quais obras devem ser executadas e programas a serem implantados. Também é função do prefeito sancionar e revogar leis, vetando propostas que sejam inconstitucionais ou não atendam ao interesse público. Vice-prefeito O vice-prefeito é o segundo na hierarquia do Executivo municipal. Caso o prefeito precise se ausentar por motivo de viagem ou licença, ou tenha o mandato cassado, ele assume as funções do titular. Enquanto o prefeito está em exercício o vice deve auxiliar na administração, discutindo e definindo em conjunto as melhorias para o município.

Vereador Ao vereador cabe elaborar as leis municipais e fiscalizar a atuação do Executivo, no caso o prefeito. São os vereadores que propõem, discutem e aprovam as leis a serem aplicadas no município. Entre essas leis está a lei orçamentária anual, que define onde deverão ser aplicados os recursos provenientes dos impostos pagos pelos munícipes. Também é dever do vereador acompanhar as ações do Executivo, verificando se estão sendo cumpridas as metas de governo e se estão sendo atendidas as normas legais.


Fonte:  http://www.gazetadopovo.com.br

 

domingo, 5 de julho de 2015

Redução da maioridade penal é vitória da bancada evangélica

Governo do PT afirma que é preciso educar e não punir, mas começou o ano cortando investimentos em educação


Pouco adiantou a pressão de pastores esquerdistas que se manifestaram contra a chamada “Bancada Evangélica”, já que ela obteve vitória na campanha pela redução da maioridade penal de 16 para 18 anos.

O assunto é polêmico, mas as pesquisas de opinião indicam que esta era a vontade de 87% da população brasileira. 

Defendida publicamente por deputados evangélicos como o presidente da Casa, Eduardo Cunha, a proposta foi rejeitada na primeira votação nesta quarta (1). Os deputados chamados “progressistas” comemoraram e ridicularizaram a influência da bancada evangélica.

Contudo, na segunda votação que alterou alguns itens foi aprovada nesta quinta (2). Quase imediatamente os deputados da base do governo ameaçaram buscar vias judiciais para impedir que o projeto siga para o Senado.

Se a solução não é diminuir a idade penal, mas fazer com que os jovens tenham mais educação e não optem pelo crime, como afirma o governo, a lógica é falha. O segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, cujo lema é “Pátria Educadora”, começou com um corte de quase R$ 600 milhões nos seus gastos discricionários com Educação.

O discurso da mídia é classificar a atuação dos evangélicos de “violenta e preconceituosa”. Essa mesma mídia ignora os trabalhos sociais de tantas igrejas pelo país, com destaque para a recuperação de usuários de drogas.

Diminuir a maioridade em casos de crimes hediondos é o ideal da Proposta de Emenda à Constituição 171, aprovada com 323 votos. Os membros da bancada evangélica (ou bancada da Bíblia) somam 75. Ela deve passar por um segundo turno dento da Câmara dos Deputados e depois seguirá para ser discutida no Senado.

O deputado Marco Feliciano postou um vídeo comemorando a aprovação e explicando por que foram necessárias “emendas”.

Já o deputado Sóstenes Cavalcante durante os debates sobre o tema, falou sobre a hipocrisia do PT e do PSOL, os quais defendem que crianças com 12 anos podem trocar de sexo. Quando se trata de julgar crimes, dos menores de idade, “usa dois pesos e duas medidas”.

Enquanto a maior parte da mídia critica a atuação dos deputados evangélicos, o senador Magno Malta vem postando vários vídeos usando uma camiseta com a inscrição “Redução da Maioridade Penal Já”. Malta afirma que está preparado para defender a aprovação no Senado, apesar de toda a pressão do governo Dilma.

Curiosamente, o argumento comumente usado pelos críticos de que aos evangélicos do Congresso sempre “legislavam em causa própria”, parou de ser usado justamente quando eles capitanearam uma luta que não tem nada a ver com questões religiosas.

Como é uma mudança na Constituição, qualquer alteração precisa ser aprovada em dois turnos de votação, por três quintos dos parlamentares, tanto na Câmara quanto no Senado. A tendência é que isso ocorra em breve.

Quando for enviada ao Senado, a PEC será analisada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Depois irá para uma comissão especial sobre projeto. Se passar nas duas instâncias, segue para o Plenário, em que precisa dos votos de 49 senadores.


NOTICIA ANTIGA: PASTOR MARCOS PEREIRA X JOSÉ JUNIOR AFROREGGAE X REDE GLOBO

"SOMENTE PARA A POPULAÇÃO BRASILEIRA NÃO ESQUECER, INDEPENDENTE DE SUA RELIGIÃO. PODE ACONTECER COM QUALQUER LÍDER RELIGIOSO DE QUALQUER FÉ". (Pr.Charles Maciel Vieira)




O deputado estadual Paulo Ramos (PDT-RJ) usou seu espaço na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro para criticar a prisão do pastor Marcos Pereira, que ocorreu na noite da última terça-feira (7).

Para o parlamentar a ação da polícia foi orquestrada com o objetivo de ferir a imagem do líder religioso. Primeiro por ser uma delegacia de combate às drogas que deveria ter encaminhado as denúncias para a delegacia da mulher, o que não foi feito.

Ramos também lembra que tudo começou com as acusações de José Junior, coordenador do AfroReggae que anos atrás era aliado do líder da Assembleia de Deus dos Últimos Dias.

"Quem mobilizou a televisão? Quem mobilizou os meios de comunicação?", questiona. O deputado do PDT acredita que toda a operação, que foi filmada por policiais, foi premeditada.

"Tudo o que está sendo divulgado não passa de uma grande armação. Com o propósito de alcançar a honra do pastor Marcos Pereira e tentar destruir a obra que ele vem construindo ou ao contrário, estabelecer um biombo em homenagem ao AfroReggae do senhor José Junior para que, inclusive com a cumplicidade da TV Globo, ele continue desviando recursos públicos".

O deputado diz que a prisão de Marcos Pereira foi fundamentada em mentiras. Paulo Ramos critica a direção da Rede Globo e o coordenador do AfroReggae de estarem por trás de toda essa armação.

A Comissão de Direitos Humanos da ALERJ vai convocar tanto os acusadores do líder da ADUD como das vítimas e da delegacia que investigou o caso.

O deputado Gilberto Palmares (PT-RJ) apoiou a fala de Paulo Ramos para que a situação do pastor seja esclarecida. Como integrante da comissão, ele se comprometeu a investigar e analisar este caso.

"Isto ainda pode ser parte desta tentativa de promover conflitos religiosos", disse o deputado comentando que há um esforço da mídia para colocar os evangélicos contra os católicos.

O deputado Marcelo Simão (PSB-RJ) pediu para comentar o caso dizendo que conhece Marcos Pereira, os trabalhos da ADUD, e que em nenhum momento encontrou algo que pudesse desabonar a imagem do líder. "Estou indignado com esta situação", disse ele pedindo para que todos os deputados apoiem Pereira.


Publicado em 10 de maio de 2013 no Youtube.com

sexta-feira, 12 de junho de 2015

EUA não reconhece Jerusalém como capital de Israel


Decisão da Suprema Corte pode forçar divisão da cidade com palestinos

Uma batalha judicial que parecia insignificante pode abrir um perigoso precedente contra Israel. Desde que Menachem Zivotofsky, 12 anos, nasceu em Jerusalém, seus pais que são americanos queriam que ele tivesse reconhecida sua cidadania como israelense. Contudo, o governo Obama mostra agora que não reconhece mais Jerusalém como a capital de Israel.

O caso chegou à Suprema Corte dos Estados Unidos, que esta semana deu apoio à posição do atual presidente de simplesmente afirmar que Jerusalém “não é parte de Israel”. A luta da Casa Branca para forçar uma solução da disputa com os palestinos poderá marcar uma ruptura do Estado judeu com seu aliado mais importante.

A situação sempre volátil no Oriente Médio está no centro do debate nos EUA, uma vez que o presidente Barack Obama passou a se opor publicamente contra o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, considerado radical por não aceitar a divisão do território e o reconhecimento da Palestina como uma nação independente.

Com a decisão da Suprema Corte, o Departamento de Estado será forçado a alterar a sua política formal com Israel. De modo concreto, recusar-se a reconhecer a soberania de qualquer nação sobre Jerusalém até que israelenses e palestinos resolvam como irão dividir a cidade, já que ambos os povos a reivindicam como capital.
Sendo assim, o presidente Obama dificilmente poderá insistir na sua promessa que seu país “sempre protegerá Israel”.

Para o especialista Robert Reinstein, ex-reitor da faculdade de direito da Universidade de Temple, a decisão tem grande impacto. Pela primeira vez o presidente norte-americano tem poder exclusivo para reconhecer governos estrangeiros, algo não explicitado na Constituição do país. Surpreendentemente, entre os votos da Suprema Corte considerados “liberais” e pró-Obama estão os três juízes reconhecidamente judeus.

Acredita-se que esta decisão terá implicações diretas na luta travada entre o Congresso e Obama em relação ao acordo nuclear com o Irã.  Em 1995, o Congresso aprovou uma lei que reconhecia Jerusalém como a capital de Israel e pedia que a embaixada fosse removida de Tel Aviv. Apenas um país que tem relações com Israel mantém sua embaixada em Jerusalém. Uma mudança na atitude dos EUA poderia ter grande influência.

Ainda não se sabe como Obama usará seu novo “poder” para pressionar o governo israelense a ceder seu controle sobre Jerusalém em nome da paz na região. O porta-voz do Departamento de Estado, Jeff Rathke, afirmou apenas: “Nós permanecemos comprometidos com a política de neutralidade de Jerusalém”.

Desde sua vitória na Guerra dos Seis Dias (1967), Israel reivindica Jerusalém como sua a capital “histórica e indivisível”. Os palestinos consideram a parte oriental da cidade como “território ocupado” e objeto de disputa. Um posicionamento mais incisivo dos EUA poderá gerar uma “reação” em cadeia dentro das Nações Unidas, prejudicando Israel.

Obviamente a decisão da Suprema Corte foi comemorada por autoridades palestinas, que a chamaram de uma “decisão muito importante” e “uma mensagem clara ao governo israelense que as suas decisões e medidas de ocupação e anexação de Jerusalém são ilegais e nulas. Eles devem parar imediatamente com essas medidas pois são uma clara violação do direito internacional”.

Embora o governo de Israel não tenha comentado oficialmente o caso, afirmando não se envolver em decisões judiciais de outros países, o prefeito de Jerusalém Nir Barkat clamou para que o presidente Obama reconheça Jerusalém como capital de Israel. Com informações de Times Israel e Ynet News



segunda-feira, 8 de junho de 2015

Evangélicos engrossam coro contra políticos na Parada Gay deste ano


Políticos foram, mais uma vez, alvo de protestos na Parada Gay, que ocorre neste domingo, 07,na Capital. Um dos principais carros do evento, com autoridades como o secretário de Direitos Humanos da Capital, Eduardo Suplicy (PT), exibe uma grande faixa com "Fora Cunha", numa crítica ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-SP).

Na parada, um grupo de jovens evangélicos participa do evento para protestar contra a homofobia. Com cartazes, eles dizem que políticos como Eduardo Cunha, Silas Malafaia e Marco Feliciano não os representam.

Também pedem desculpas pela forma como a igreja trata a comunidade LGBT e divulgam a hashtag #JesusCuraAHomofobia, uma crítica a chamada "Cura Gay", defendida por alguns líderes religiosos. 

A 19ª Parada Gay movimenta a cidade neste domingo na região da Avenida Paulista. Em 2013, o evento foi considerado pela SPTuris o segundo maior da capital (só ficou atrás da Virada Cultural).

Este ano, o tema é "Eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser sempre assim: respeitem-me!", numa brincadeira com a música "Modinha para Gabriela", de Dorival Caymmi. No ano passado, 100 mil pessoas participaram da parada, segundo estimativa da Polícia Militar.


quarta-feira, 20 de maio de 2015

STF define palestrantes para audiência sobre ensino religioso em escola pública


Reportagem de: André Richter - Repórter da Agência Brasil  - Edição: Armando Cardoso

O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou hoje (19) a lista de participantes da audiência pública convocada para debater o ensino religioso nas escolas públicas. De acordo com o cronograma, são 31 entidades habilitadas para participar das exposições, que serão realizadas no dia 15 de junho, às 9h, com transmissão ao vivo pela TV e Rádio Justiça.

Entre as instituições religiosas que participarão da audiência pública, os destaques são a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Federação Espírita Brasileira (FEB), Confederação Israelita do Brasil (Conib), Sociedade Budista do Brasil (SBB) e Igreja Universal do Reino de Deus (IURD).

A audiência foi convocada pelo ministro Luís Roberto Barroso, relator da ação direta de inconstitucionalidade (Adin) na qual a Procuradoria-Geral da República pede que a Corte reconheça que o ensino religioso é de natureza não confessional, com a proibição de admissão de professores que atuem como “representantes de confissões religiosas”.

A ação da Procuradoria da República foi proposta em 2010 pela então vice-procuradora Débora Duprat. Segundo entendimento da procuradoria, o ensino religioso só pode ser oferecido se o conteúdo programático da disciplina consistir na exposição “das doutrinas, práticas, histórias e dimensão social das diferentes religiões”, sem que o professor tome partido.

Para a procuradora, o ensino religioso no país aponta para a adoção do “ensino da religião católica” e de outros credos, fato que afronta o princípio constitucional da laicidade.

O ensino religioso está previsto Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Decreto 7.107/2010, acordo assinado entre o Brasil e Vaticano para ensino da matéria.

Em 2011, a Agência Brasil publicou uma série de matérias retratando o desafio das escolas brasileiras de oferecer um ensino religioso que respeite as diversas crenças. O especial Escolas de fé: a religião na sala de aula foi ganhador do prêmio Prêmio Andifes de Jornalismo 2012 na categoria educação básica.

Dilma Rousseff usa redes sociais para manifestar apoio a novo projeto de lei contra a homofobia


A presidente Dilma Rousseff (PT) colocou em prática o apoio prometido a ativistas gays durante a campanha eleitoral do ano passado e voltou a falar sobre a lei de combate à homofobia.

Em sua página no Facebook, Dilma publicou uma imagem com um trecho de um discurso seu: “A homofobia é uma ofensa ao país, porque o Brasil é uma sociedade que sempre foi tolerante com a diferença”, disse a presidente.

Na legenda da imagem, Dilma Rousseff publicou mais detalhes sobre sua manifestação, mostrando apoio ao projeto de lei que tramita no Poder Legislativo.homofobia - dilma rousseff

“O PL 7582/2014, de autoria da deputada federal Maria do Rosário, foi protocolado em maio de 2014, e está em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Mais do que combater a homofobia, a proposta cria agravantes para crimes de ódio, preconceito e intolerância. Por mais respeito à diversidade!”, escreveu a presidente.

Maria do Rosário (PT-RS) foi secretária de Direitos Humanos no mandato anterior de Dilma, com status de ministra. No final de 2014, Rosário ganhou os holofotes da mídia por um bate-boca público com o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que disse que não a estupraria, em resposta à acusação feita por ela, de que ele seria um estuprador.

O apoio de Dilma a projetos de lei contra a homofobia foi prometido por ela durante a campanha eleitoral do ano passado. “Darei integral apoio. É uma medida civilizatória. O Brasil tem de ser contra a violência que vitima a mulher. A violência que de forma aberta ou escondida fere os negros. E também tem que ser contra a homofobia. É uma barbárie”, disse Dilma, durante uma entrevista ao SBT Brasil em outubro.

Em janeiro deste ano, o jornal Folha de S. Paulo veiculou uma reportagem revelando que ministros do atual mandato consideram que a intenção de Dilma Rousseff é criar uma lei específica para a homofobia, nos moldes da legislação atual criada para combater a violência contra a mulher, conhecida como Lei Maria da Penha.


sábado, 6 de dezembro de 2014

Feliciano comenta votação do PLN 36 e faz críticas ao governo


O deputado evangélico falou que os votos foram trocados por verbas

Verbo ou verba? Essa é a pergunta feita aos deputados nos bastidores da votação do PLN 36/2014, projeto de lei altera a meta fiscal do Governo. A denúncia foi feita pelo deputado Marco Feliciano (PSC-SP) que já sofre pressão por ser contra o projeto.

Feliciano esteve na votação da madrugada desta quinta-feira (4) que terminou com 240 votos a favor e 60 contrários à lei que altera a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Segundo o parlamentar evangélico os deputados da base do governo debocharam da oposição por já saberem que o resultado seria favorável. Feliciano também afirmou que o clima era de ameaças, onde os deputados que não fossem a favor estavam sendo pressionados a perderem as emendas extras.

“Diz-se assim nos bastidores da Câmara: escolha o VERBO ou a VERBA. Ou seja, pregar contra o governo te faz perder as emendas”, relatou o deputado paulista.

Quando fala em verba Feliciano está citando o decreto assinado às vésperas da votação do PLN 36 que oferece R$ 444,7 milhões para emendas individuais aos deputados e senadores, dividindo este valor no Congresso dá uma quantia de R$ 748 mil para cada um dos 513 deputados e 81 senadores.

“As emendas, diferente do que dizem, não são dos deputados e sim dos municípios, do povo, e de que o governo usa para nos chantagear”, disse Feliciano que também reclama de sofrer perseguição e de não ter suas emendas pagas.

“Em 4 anos de mandato, lembrando que as emendas de 2011 deveriam ser pagas até o fim de 2012, as de 2012 em 2013, as de 2013 em 2014… Nunca foram pagas. Com exceção de um ônibus escolar e tratores, minhas emendas estão empenhadas mas não pagas”.

As emendas não pagas em até 18 meses “caducam”, isso é, a dívida do governo por aquele serviço é cancelada e a empresa que o realizou não recebe ou então o serviço não é realizado, apesar de ser aprovada a sua realização.

“Sou o único deputado do PSC que carrega esta marca, a de não ter emendas liberadas, por que será? Quem tem inteligência que entenda! Minha luta pela família e pela liberdade de expressão continuam e faço parte com orgulho dos 51 milhões que não votaram no PT”.


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/

Ex-mulher de Collor diz que ex-presidente fazia rituais com fetos humanos


O maior amor e a maior decepção de sua vida. Esse é Fernando Collor para Rosane Malta, nome de divorciada de Rosane Collor, ex-mulher do ex-presidente da República. Em entrevista ao jornal O Globo ela falou sobre sua conturbada relação com ele, as brigas conjugais, a rotina de primeira-dama e até rituais macabros com fetos humanos celebrados por ele. Todas as histórias fazem parte do livro "Tudo o que vi e vivi", que ela lança pela editora LeYa.

“Cecília [Mãe de Santo de confiança de Collor] me contou que, certa vez, fez um trabalho para Fernando envolvendo fetos humanos. Ela pegou filhas de santo grávidas, fez com que abortassem e sacrificou os fetos para dar às entidades. Uma coisa terrível, da qual ela obviamente se arrepende. Quando eu soube disso, chorei copiosamente”, conta Rosane.

De acordo com ela, o primeiro trabalho que ela teve ciência ocorreu quando o ex-marido ficou furioso com a decisão de Silvio Santos de se candidatar à Presidência em 1989, no pleito que Collor venceria mais tarde. O dono do SBT se candidatou com o apoio de José Sarney mesmo prometendo a Collor que não o faria, mas não concorreu por ter sua candidatura impugnada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Apesar das declarações bastante pesadas, Rosane afirmou não guardar ódio do ex-marido. Diz ela que a decisão de escrever o livro foi uma luta para atingir seus direitos enquanto ex-mulher. Ainda segundo ela, apesar de pesadas, as histórias foram amenizadas.

"Eu amenizei muitas coisas que estão no livro, não passei ódio. Passei, sim, decepção. Eu não guardo ódio. Guardo decepção. Eu lutei para que a Justiça me desse os meus direitos", diz a ex-primeira-dama.


Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/ex-mulher-de-collor-diz-que-ex-presidente-fazia-rituais-com-fetos-humanos-210700506.html

domingo, 31 de agosto de 2014

CANDIDATA MARINA VERSUS O SISTEMA (TEXTO DE RÔ MOREIRA)

Eleições 2014 - Por uma nova Política 

Rô Moreira

Depois da pesquisa Datafolha que colocou a candidata Marina Silva empatada com a atual presidente, os ataques dos adversários se voltaram para ela. E dentre as questões que mais chamaram atenção são a de interesses dos grupos LGBTs, como se eles fossem à última bolacha do pacote (seres especiais) e assim, fossem prioridade para a nação voltar a crescer. Mas todos nós sabemos que o que eles buscam ultrapassa a normalidade da convivência humana. Até porque, casamento religioso (família) é só entre homem e mulher (como diz a Constituição), e quanto à relação de dois homens ou duas mulheres, o STF já garantiu os direitos dentro de uma união civil estável e junto a isso adoção de crianças, além de igrejas tidas como “inclusiva” que já realizam a cerimônia religiosa. Essa pressão é covarde e oportuna, até porque, a candidata já falou que os direitos civis eles terão.

No outro lado da moeda nos deparamos com um famoso pastor agindo com um destempero desproporcional querendo fazer valer dos seus pensamentos, como se o país fosse governado pela igreja (governo teocrático) caso a candidata vença as eleições. Esse mesmo pastor não respeita a candidata e não entende que Marina tem que governar para o povo e não para grupo e não por sua fé. Ela tem o direito de ter o seu plano de governo sem interferência do grupo LGBT e religiosos, e por isso, ela não pode dar ouvido a esses grupos, pois isso fará que ela perca toda credibilidade, que ela mesma conquistou a duras penas sem ajuda desses grupos, a qual um ela pertence e nunca fez uso dele para se beneficiar, enquanto os seus adversários políticos usam a igreja como curral eleitoral em seus benefícios. O que este pastor estar fazendo é perturbar a campanha de Marina (como já fez nas eleições passada ao abandoná-la em favor do José Serra) com questões que só o congresso pode legislar. Não é função de o executivo tratar desses assuntos, pois a sua preocupação central é a de levar o Brasil a patamares mais altos. Porém, sabemos que a realidade é outra, vivemos numa nação muito diversificada em relação a tudo, por aqui tudo é em excesso, e o estado é laico e essa laicidade também não quer dizer estado ateu, mas sim, igualdade para todos os seguimentos.

Igualdade nos relacionamento do estado com a sua população. O resto é picuinha! Até porque, quando nos referimos a Marina Silva, entendemos ser ela a terceira via (não do PT como dizem por aí) mas algo de novo como ela mesma, diz: “Uma Nova Política!” Tudo o que é novo só poderá sair dela, pois já conhecemos o Aécio Neves, que deixou claro, se ele for eleito teremos um governo muito parecido como o governo FHC (arrocho) e quanto a Dilma Rousseff, será uma repetição do seu próprio governo num momento claro de recessão, que o PT nos colocou.

Devemos também reconhecer que o governo atual fez muitas obras, mas não seria com o pretexto de desvio de dinheiro? Pois o país quebrou, não pagamos a divida externa como dizem por aí, a divida interna chegou a 2,2 tri, o país só faz acordo ideológico e as grandes nações se afastaram do Brasil, a nossa economia esse ano é pífia com o PIB 0. Segundo os economistas a Eletrobrás e a Petrobras quebraram por conta dessa forma corrupta de se governar. Empréstimos do BNDES só para países de governos ditadores, somos do grupo do BRICS que menos cresce, o desmatamento é evidente por conta da ganância dos Ruralistas com apoio deste partido que se encontra no poder, mas toda logística brasileira está comprometida pela falta de grandes ferrovias, portos precários, falta de uma política aquaviária e aeroviária sólida para podermos escoar a nossa produção e esvaziar as estradas desses caminhoneiros que provocam diversos acidentes por causa da precariedade das estradas, matando milhares de brasileiros todos os anos.

E por isso, eu afirmo sem medo de errar, A Marina silva é a única opção de momento, pois é de origem pobre, negra, de um estado esquecido da maioria dos brasileiros (ACRE), junto a Chico Mendes teve a coragem de lutar contra os Ruralistas e, é firme nas suas propostas. Vejo em seu falar algo verdadeiro, o que não vejo em Dilma que nada fala a respeito do grupo LGBT, aborto e liberação da maconha, depois fica o segundo escalão do PT perturbando a comissão dos direitos humanos, como aconteceu durante 3 anos quando o pastor Marcos Feliciano a presidiu. Em relação aos evangélicos, esse grupo está fragmentado também, pois tem uma parcela que votará na Dilma Russeff mesmo sabendo que depois serão perseguidos pela onda bolivariana que estão tentando consolidar com o decreto dos conselhos.

Por fim, para o Brasil de hoje só nos resta uma saída: uma “Nova Política”, o resto nós já conhecemos, arrochos, mentiras, recessão, controle da mídia, perseguição e ditadura bolivariana. 
Oremos para que Marina possa dar continuidade a seu plano de governo sem a interferência de grupos, seja ele qual for. E que ela venha governar para toda sociedade como um todo, respeitando o que o diz o capitulo 5º da constituição Federal Brasileira.

Rô Moreira

(OBS. Copiei do facebook da Rô Moreira)

domingo, 17 de agosto de 2014

Marina Silva é candidata e já muda quadro eleitoral

O nome de Marina Silva foi confirmado neste sábado pela direção do PSB, restando agora a definição de quem será o(a) candidato(a) a vice.
Com isso, o Brasil terá oficialmente dois evangélicos postulando o cargo de presidente. Neste caso, tanto Everaldo Pereira (PSC) quanto Marina (PSB) são ligados à Assembleia de Deus, maior denominação do país. Ambos possuem reconhecimento institucional, ele é pastor e ela, missionária.

Ainda é cedo para dizer como isso será decisivo na corrida eleitoral deste ano, mas provoca uma mudança clara. Desde o início de 2014 as pesquisas indicavam a reeleição de Dilma, indo para o segundo turno com Aécio. Uma das últimas pesquisas divulgadas antes do acidente que matou Eduardo Campos indicavam a petista com 38%, o tucano com 23% e Campos com apenas 9%.

Mas segundo a revista Veja, o PSB já encomendou uma pesquisa telefônica com 30.000 pessoas. O resultado retoma o cenário do ano passado, Dilma Rousseff está em primeiro lugar, mas Marina surge em segundo, um pouco à frente de Aécio Neves. Seria um empate técnico, considerando-se a margem de erro. Num provável segundo turno, Marina ganharia de Dilma, embora também haja empate técnico.

O eleitorado evangélico seria suficiente para eleger um presidente? Segundo analistas, sim. Mas retoma-se a antiga questão: “Evangélico vota em evangélico?”

Consultado pelo UOL, o historiador Marco Antônio Villa, entre outros especialistas não acreditam nisso. “Acho que há uma avaliação exagerada desse apoio. É natural que os pastores afirmem ter enorme influência, afinal, querem que seu apoio político seja recompensado. Acredito que esse eleitorado tenha uma relativa independência”, explica Villa. “A representatividade dos evangélicos nas assembleias legislativas e na Câmara é muito menor do que o número de fiéis existentes no país”.

Para o historiador de religiões Leandro Seawright Alonso, “Existe uma tendência de os fiéis seguirem seus pastores em alguns setores. A escuta dos pastores pentecostais na periferia, por exemplo, é mais ampliada”. Mesmo assim, “ainda não há um voto evangélico em nível nacional que seja decisivo para as eleições presidenciais”. Com ou sem o apoio de todos os evangélicos, Marina volta a ter chances reais de se tornar a primeira presidente evangélica do Brasil desde a redemocratização.

Alguns políticos já se manifestaram sobre essa mudança de cenário que se desenha na corrida eleitoral. O senador Magno Malta(PR-ES) declarou a revista Época: “Nós já tínhamos gente dentro do segmento evangélico que estava com Eduardo (Campos) por causa de Marina. Isso certamente deve aumentar se ela for candidata… Ela rouba votos de Dilma, mas não de Aécio, que tem um eleitor cativo. Mas Aécio agora terá problemas para chegar ao segundo turno”.

Aliado do pastor Everaldo, Malta vê algumas restrições do segmento evangélico a Marina: “Existe uma série de questões importantes para os evangélicos sobre as quais ela não se posicionou abertamente”. Em 2010, Marina perdeu apoio de lideranças importantes como o pastor Silas Malafaia, que a acusou de “estar em cima do muro”, pois não se posicionou contra leis que segundo ele “ferem os princípios bíblicos”.

Quatro anos depois, Everaldo conseguiu o apoio de muitos líderes evangélicos influentes, mas tem apenas 3% das intenções de voto nas pesquisas.

Com o início da propaganda eleitoral gratuita na televisão, é provável que Dilma seja confrontada pelos adversários sobre sua posição contrária às chamadas “pauta religiosas”, prevê Villa. Entre elas estão aborto, casamento gay, legalização das drogas e defesa da família tradicional.

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

A expressão “ficha limpa” está na Bíblia e deveria ser a condição sine qua non para a ordenação de diáconos e presbíteros


Um milhão e trezentos mil brasileiros assinaram o projeto de lei idealizado pelo juiz Márlon Reis que se tornou a Lei Complementar nº 135/2010, mais conhecida pelo nome popular Ficha Limpa, sancionada pelo Presidente da República em 4 de junho de 2010, depois de aprovada tanto na Câmara dos Deputados como no Senado Federal. A lei torna inelegível por oito anos o candidato que tiver mandato cassado, renunciar para evitar a cassação ou for condenado por decisão de órgão colegiado, mesmo que ainda exista a possibilidade de recursos.

Curioso é que a ideia de ficha limpa é um capítulo de grande importância na Bíblia. O candidato aos cargos de diáconos, presbíteros, pastores e bispos deveriam ser pessoas “que ninguém possa culpar de nada” (1Tm 3.2; Tt 1.7). Paulo diz a Timóteo que ele deveria fugir das paixões da mocidade e procurar viver uma vida correta (2Tm 2.22). Mais ainda, cada novo convertido à fé cristã “torna-se uma pessoa totalmente nova por dentro”, não é mais a mesma pessoa de antes, deve ser um crente de ficha limpa (2Co 5.17).

Há mais de 3 mil anos, já se falava em ficha limpa no Antigo Testamento. A pessoa que era perdoada tinha o seu pecado apagado, coberto, enterrado, relevado ou perdoado. Em outras palavras, a sua ficha, antes manchada, ficava limpa -- o que não a isentava, contudo, de reconhecer o erro cometido diante de Deus (Sl 51) ou da pessoa defraudada (Lc 19.1-8). A versão da Bíblia em linguagem contemporânea A Mensagem, de Eugene H. Peterson, traduz assim o primeiro verso do Salmo 32: “Considere-se afortunado, feliz mesmo: você que ganhou um novo começo e cuja ficha está limpa”.

Já bem velho e de cabelos brancos, depois de ter liderado o povo de Israel por muitos anos, o profeta Samuel encerrou sua carreira como um religioso de ficha limpa:

“Eu fiz o que me pediram: dei a vocês um rei para governá-los. Agora vocês têm um rei que os guiará. Quanto a mim, já estou velho, de cabelos brancos, e os meus filhos estão com vocês. Fui o seu líder desde a minha mocidade, até hoje. Aqui estou eu. Se fiz alguma coisa errada, me acusem agora, na presença do Senhor Deus e do rei que ele escolheu. Por acaso, tomei o boi ou o jumento de alguém? Enganei ou persegui alguém? Recebi dinheiro de alguém para torcer a justiça? Se fiz alguma dessas coisas, eu devolverei o que tirei” (1Sm 12.1-3).

Quando o velhinho fechou a boca, o povo abriu a sua boca e afirmou: “O senhor não nos enganou, nem nos perseguiu e não tomou nada de ninguém” (1Sm 12.4)

Quantas autoridades religiosas hoje ouviram as mesmas palavras que Samuel ouviu?

Fonte: Revista Ultimato
            Edição 343
            Julho-Agosto 2013

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Jean Wyllys estaria com medo de não ser reeleito devido a estratégia do pastor Silas Malafaia; Entenda


O deputado federal e ativista gay Jean Wyllys estaria preocupado com uma suposta estratégia do pastor Silas Malafaia para impedir sua reeleição no próximo ano.

Como em 2010 Wyllys obteve pouco mais de 13 mil votos e foi eleito apenas pelo coeficiente eleitoral, sendo carregado pela expressiva votação de Chico Alencar, agora sua equipe estaria preocupada com a possível candidatura do pastor assembleiano Jefferson Barros.

De acordo com informações do jornalista Lauro Jardim, da Veja, Wyllys desconfia que a filiação do pastor Barros em abril deste ano seria parte de uma estratégia de Malafaia para tirá-lo da Câmara dos Deputados na próxima legislatura.

Com o apoio dos evangélicos, Jefferson Barros poderia ter votação superior à de Wyllys, e caso Chico Alencar repita seu desempenho nas urnas, o pastor tomaria o lugar do ativista gay e ex-BBB.

Em sua coluna Radar Online, Jardim não publicou nenhuma declaração das pessoas citadas, lembrando apenas que Malafaia e Wyllys já trocaram farpas públicas devido ao polêmico PL 122, em votação no Senado.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Fonte:  http://noticias.gospelmais.com.br/

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Veja as penas a que foram condenados os réus do mensalão: Pizzolato fugiu para a Itália

Condenados no mensalão dividiram cela de 10 m² sem luxo em Belo Horizonte

Valério e outros seis réus fizeram exames no IML neste sábado antes de seguir para Brasília

Sete condenados pelo STF no processo do mensalão passaram a noite de sexta-feira (15) na triagem da Polícia Federal em Belo Horizonte. Marcos Valério, Cristiano Paz,  Romeu Queiroz, Ramon Hollerbach e José Roberto Salgado dividiram uma cela. Kátia Rabello e Simone Vasconcelos ficaram em outra cela provisória.
As celas possuem 10 m² e não há qualquer luxo, como televisão ou rádio. As camas são de alvenaria e o banheiro é externo à cela. Um agente da PF precisa acompanhar o preso até os sanitários. Todos entregaram celulares e precisaram retirar os cadarços dos sapatos.
O advogado Castellar Guimarães Neto, defensor do ex-sócio de Marcos Valério, Cristiano Paz, disse que os presos passaram uma noite tranquila.
— Eles estão tranquilos. O tratamento aqui na Polícia Federal é padrão. Estão separados entre mulheres e homens. É uma área de transferência de presos, são celas com características diferentes, não é uma estrutura de penitenciária.
A Polícia Civil confirmou que o exame de corpo de delito dos condenados está marcado para o fim da manhã deste sábado (16). O médico legista chefe da corporação, André Roquette, coordena os exames. Os mensaleiros devem ser levados em comboio para o IML, na região oeste de BH, por volta das 11h30.

A Polícia Federal confirmou que logo após os exames os condenados devem seguir para o aeroporto, de onde serão encaminhados para a sede da PF em Brasília.

Procurado pela reportagem, o advogado de Marcos Valério, Marcelo Leonardo, não quis prestar informações sobre a primeira noite do operador do mensalão na cadeia após o início da execução da sentença.
Todos chegaram sem algemas à carceragem, no Gutierrez, região oeste de BH, e foram acompanhados pelos advogados em carros importados. Logo após a chegada dos réus, parentes foram à sede da PF na capital mineira entregar colchões, roupas e lanches.

Veja as penas a que foram condenados os réus do mensalão















Fonte: http://noticias.uol.com.br/infograficos/2012/11/28/penas-do-mensalao.htm
Fonte: http://noticias.r7.com/brasil/condenados-no-mensalao-dividiram-cela-de-10-m-sem-luxo-em-belo-horizonte-16112013