terça-feira, 11 de agosto de 2015

NOTÍCIA: Chip implantado no corpo substitui remédios e injeções

Controlado por celular, tem vida útil de até 16 anos

Trinta e cinco bilhões de dólares foi o custo da farmacêutica Teva Pharm, uma das maiores empresas de Israel, para popularizar um modelo de chip que substitui remédios e injeções.

Sua aposta é que a parceria com a Microchips Biotech, que criou o dispositivo, poderá aposentar a necessidade de agulhas dolorosas e dos problemas decorrentes quando alguém esquece de tomar suas medicações de uso contínuo.

A Microchips está ligada ao Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), um dos mais renomados do mundo. Do tamanho de uma unha, seu novo biochip pode ser implantado no corpo humano e programado para “injetar” medicamentos durante meses ou, se necessário, por até 16 anos. Isso seria indicado, por exemplo, para pacientes com câncer ou diabetes.

Faltam alguns detalhes, como a aprovação na agência reguladora de medicamentos dos EUA, mas o microchip deve chegar às farmácias em poucos anos. Pesquisas indicam que cerca de 125 mil pessoas morrem anualmente por terem dificuldades em controlar sua medicação.

Sob supervisão médica, o chip é implantado no corpo com as doses do remédio armazenadas em pequenos compartimentos, do tamanho da cabeça de um alfinete. O sistema é interativo, podendo ser programado via wireless por um aplicativo de celular. Tanto a frequência quanto a dosagem da medicação podem ser controladas.

A empresa divulgou resultado de testes feitos desde 2011 com pessoas que sofrem de diabetes e osteoporose. A resposta obtida comprova que ele substitui perfeitamente as injeções.

O chip da Microchips Biotech/ Teva Pharm não é o único do tipo, mas parece ser o que está mais perto de se tornar comercialmente viável. O uso do biochips pode parecer novidade, mas há cerca de 300 mil pessoas que já usam esses dispositivos no mundo todo.

Os mais comuns são usados para interagir com computadores, destrancar portas e ligar o carro apenas encostando a mão em um leitor. Várias empresas apostam que em breve eles irão substituir os cartões de credito em transações comerciais.

Um estudo divulgado ano passado mostra que 26% da população entre 18 e 50 anos estaria disposto a usar um chip implantado em seu corpo. Liz McIntyre, especialista em privacidade e coautora do livro “Spychips” [Chips espiões], acredita que é uma questão de tempo até que as grandes corporações e o governo consigam rastrear todas as compras e vigiar todos os movimentos da população. Com informações de Tech Tudo e Prophecy News Watch


Na China, cristãos montam acampamento em teto de igreja para impedir remoção de cruz


Em protesto contra a ação das autoridades da provincia de Zhejiang, na China, que tem removido as cruzes dos topos dos templos, um grupo de fiéis está há cerca de um mês no telhado de uma igreja para impedir que o símbolo do cristianismo seja removido.

De acordo com informações do China Aid, os fiéis têm intensificado os protestos contra a retirada das cruzes dos templos. As autoridades consideram que o símbolo religioso é ostensivo e oferece riscos.

A igreja em questão foi cercada pela Polícia da província na última quarta-feira, 05 de agosto, mas não intimidou os fiéis a saírem do telhado. O grupo, formado por dezenas de frequentadores, emitiu um comunicado prometendo defender o templo.

Os voluntários se revezam e passam dia e noite no local, e alguns ameaçaram se jogar do telhado do templo se as autoridades levassem adiante o plano de retirada da cruz do campanário.

Na China, a liberdade religiosa é restrita, e a perseguição a cristãos é intensa. Estima-se que dezenas de milhões de cristãos se reúnam na clandestinidade, no que é popularmente chamado de “igrejas subterrâneas”, pois o governo comunista não autoriza o culto em muitas regiões do país.

No protesto dos cristãos chineses, pelo menos sete terminaram presos pela polícia. Eles são membros de uma comunidade protestante chamada Amor Sagrado. Os que continuam no teto do edifício têm sofrido com o forte calor que assola o país. A exposição ao sol, à alta umidade e às duras condições de vigília têm castigado os fiéis, segundo um porta-voz do grupo.

Zhejiang é uma das províncias chinesas com maior número de comunidades cristãs protestantes, e o governo argumenta pela retirada dos símbolos religiosos, iniciada em 2014, alegando razões de segurança.

No entanto, os cristãos rebatem afirmando que trata-se de um ataque à liberdade religiosa. Estima-se que existam 60 milhões de cristãos no país, entre católicos e protestantes. Porém, mais da metade, 37 milhões, são ligados às denominações não filiadas ao governo, consideradas “ilegais”.


domingo, 9 de agosto de 2015

Fazer parte de uma igreja é ferramenta de prevenção à depressão, diz estudo científico


Fazer parte de uma comunidade de fé e ir à igreja frequentemente é uma maneira bastante eficiente na prevenção à depressão. Essa conclusão foi apresentada no relatório de uma pesquisa científica realizada na Europa.

Ao longo de quatro anos, uma equipe de pesquisadores do Reino Unido e da Holanda monitoraram 9 mil pessoas de diversas nações europeias, e chegaram à conclusão de que aquelas que se juntam em grupos comunitários, como igrejas, partidos políticos e outras atividades, possuem uma saúde mental melhor.

No entanto, o estudo também apontou que pertencer a uma comunidade de fé traz ainda mais benefícios à saúde mental do que ser parte de qualquer outro grupo, mesmo os de prática esportiva ou de projetos sociais.

Organizada em parceria da Escola de Economia e Ciência Política de Londres com o Centro Médico da Universidade Erasmus, da Holanda, a pesquisa foi coordenada pelo doutor Mauricio Avendano.

“A igreja parece desempenhar um papel social muito importante para manter a depressão longe e também serve como um mecanismo de enfrentamento durante períodos de doença na fase da velhice”, afirmou Avendano, de acordo com informações do jornal inglês Daily Mail.

A pesquisa constatou que estar em uma comunidade de fé tem efeitos mais duradouros em relação ao combate à depressão do que estar em outros grupos, como partidos, clubes e projetos sociais.


Os voluntários que participavam de agremiações não-religiosas obtiveram uma melhora no início da pesquisa, mas depois a evolução se estabilizou, enquanto que os religiosos seguiram evoluindo em sua melhora.

Ao longo dos estudos, no entanto, não foi possível determinar o que torna a igreja a melhor ferramenta de combate à depressão: se a fé em si, que comprovadamente contribui para o enfrentamento de doenças, ou se o “sentimento de pertencimento” a um grupo.


sexta-feira, 7 de agosto de 2015

A Origem e a História Primitiva do Coliseu


A memória do imperador Augusto é cara aos romanos. Por seu grande talento e habilidade, ele não apenas conquistou para si o cetro do poder supremo, mas também elevou o próprio Império dentre as nações do mundo, e iniciou o período conhecido como idade de ouro. Suas virtudes naturais mostram um agradável contraste com a devassidão e os vícios de seus sucessores imediatos. A ele deve-se a honra de haver planejado a construção do anfiteatro. Havendo embelezado a cidade com casas de banhos e templos de insuperável magnificência, ele concebeu a idéia de erigir um imenso anfiteatro para os espetáculos gladiatórios, que deveria exceder em dimensão e esplendor todos os edifícios do mundo. A morte levou-o antes que pudesse realizar seu grande projeto. Os anos passaram, e sete imperadores, que não tiveram nem energia nem talento para executar o imenso empreendimento, sentaram-se no trono de Augusto. Contudo, ele não foi esquecido, e o clamor do povo pelo início da construção foi ouvido por Vespasiano. A este empreende¬dor soberano deve-se a edificação desta maior obra da antigüidade, que é atualmente a maior ruína do mundo.1

Vespasiano era orgulhoso e ambicioso; buscava rivalizar a fama de Augusto, e no segundo ano de sua elevação ao trono, iniciou a construção do Coliseu. Isto foi no ano 72 de Nosso Senhor. Ele morreu antes que a obra fosse terminada, e embora houvesse mais de trinta mil pessoas trabalhando constantemente, oito anos foram necessários para a sua edificação, e ela foi dedicada por Tito, no ano 80 de nossa era. A construção não foi perfeitamente completada até o reinado de Domiciano.

O estupendo edifício foi erigido no lugar de um viveiro de peixes, nos jardins de Nero. Edificado no meio das sete colinas, e bem no coração da antiga cidade, ele não apenas superou em imensidão e magnificência os outros dois anfiteatros de mármore que havia em Roma, mas excedeu em brilho a esplendorosa casa dourada de Nero. 

Tanto Vespasiano como Tito valeram-se da experiência de suas viagens ao oriente, para fundir nos esboços do anfiteatro toda a ousadia e majestade da arquitetura síria e egípcia, com a beleza e o refinamento da arte grega. A sua imensidão, mesmo em suas ruínas, é surpreendente, enquanto suas arcadas erguem-se em incríveis proporções umas sobre as outras, nas ordens jônica, dórica e coríntia. O tamanho, a beleza e a força combinaram-se para fazê-lo o maior, o mais belo e mais durável dos monumentos antigos. 

Erguendo-se para o ar, tão alto quanto os montes Palatino e Célio, uma montanha no lado de fora e um vale dentro, ele supera, inquestionavelmente, qualquer coisa que a Grécia, o Egito ou Roma tenham visto antes. Marcial, o poeta, que o viu surgir de sua fundação, declara que Roma não mais teve o que invejar no Oriente, uma vez que o seu soberbo anfiteatro era mais maravilhoso que as pirâmides de Memphis ou as obras da Babilônia.2 Até os críticos mais aprovados definem o Coliseu como um edifício oriental vestido num traje grego.

As maiores obras do homem têm geralmente a sua origem na destruição. Na história do mundo, raramente houve um edifício ou uma nação que não fosse edificado sobre as ruínas de outro. Os operários do Coliseu foram os judeus cativos, que adornaram o triunfo de Tito; o material foi parcialmente retirado da casa tombada de Nero. Os cristãos podem enxergá-lo como um poderoso monumento erguido em comemoração ao cumprimento da profecia.

O arado passara sobre a cidade e o templo de Jerusalém; seu povo orgulhoso fora humilhado ao pó, e espalhado aos quatro ventos do céu. Setenta mil de sua nação derrotada foram levados a Roma por Tito. Havendo-lhe ornado o triunfo, foram eles divididos em três classes: as mulheres e as crianças de até dezesseis anos foram vendidas como escravos pelos preços mais miseráveis. O Senhor Jesus foi vendido por trinta moedas de prata; após o triunfo de Tito, podia-se comprar trinta judeus por apenas uma dessas moedas. 

Alguns dos homens foram enviados ao Egito para trabalhar nas marmoreiras, mas a grande maioria ficou para trabalhar no Coliseu. O número é variavelmente estimado entre trinta mil e cinqüenta mil. Assim, os muros daquele poderoso emblema de tudo o que há de triste e horrível foram cimentados com as lágrimas de um povo decaído.

As estruturas superiores do Coliseu foram construídas com o material levado da casa tombada dos césares na Palestina. Quando Vespasiano e Tito ordenaram a destruição de grande parte da casa de Nero, efetuaram um ato muito prazeroso ao povo romano. Era um monumento de detestável esplendor, que se erguera sobre as ruínas de sua cidade queimada; a sua riqueza e grandeza só faziam recordar ao povo a tirania e a opressão. Nem bem a ordem fora dada, o populacho ajuntou-se na obra de devastação. Imensos blocos de travertino dourado, colunas, capitéis, e cornijas de mármore dos mais elaborados entalhes, junturas de ferro e de ouro, e massas indestrutíveis de alvenaria, foram rude e indiscriminadamente arrastados para ornamentar ou completar a vasta obra do Coliseu.

O poderoso anfiteatro tomar-se-ia uma ruína; após o lapso dos séculos, seria derrubado pela mão do tempo, e por sua vez, forneceria material de seus arcos caídos para a construção dos palácios medievais e modernos da Cidade Eterna. O imenso palácio quadrilátero da embaixada veneziana, o Farnese, o Barberini, e outros de menor importância, brotaram das ruínas do Coliseu. É assim na história do homem: os maiores monumentos de esplendor moderno surgiram, à semelhança de Fênix, das ruínas de uma poderosa estrutura que nossos antepassados presunçosamente imaginaram imperecível.

Devemos agora ter uma visão do anfiteatro em seu perfeito estado. Fragmentos de descrição foram coletados dos historiadores antigos, e o quadro está quase completo. Partindo do modo como as ruínas se encontram agora, a fantasia pode preencher muitos detalhes.

Ele possui uma bela figura oval, 155 metros de comprimento e 36 metros de largura. Foi erguido sobre oitenta arcadas imensas, e eleva-se em quatro ordens sucessivas de arquitetura à altura de 49 metros. Na sua totalidade, o edifício cobre um espaço de 24.000 m2. Por fora, era incrustado com mármore e decorado com estátuas. As rampas da vasta concavidade que formava o interior eram repletas com sessenta ou oitenta fileiras, dispostas em roda, de assentos de mármore cobertos com almofadas, capazes de acomodar facilmente 100.000 espectadores.3 Sessenta e quatro vomitórios (as portas de saída eram apropriadamente conhecidas por este nome) davam saída à colossal multidão; as entradas, as passagens, e as escada¬rias foram planejadas com tal destreza, que cada pessoa, fosse da ordem senatorial, dos cavaleiros, ou dos plebeus, chegava ao lugar que lhe era destinado sem problemas ou confusão.

A fileira de assentos mais baixa, próxima à arena, agora completamente coberta por terra e entulhos, designada aos senadores e embaixadores estrangeiros, era chamada de podium. Numa plataforma elevada estava o trono do imperador, sombreado por um palio carmesim, como uma tenda. O lugar dos administradores ou organizadores dos jogos, como eram chamados, e das virgens vestais, ficava ao lado do assento do imperador.

O podium era protegido contra a irrupção dos animais selvagens por uma barreira, ou parapeito, de ouro ou bronze dourado. Como uma defesa adicional, a arena era cercada com uma grade de ferro e um canal. Os éqüites, ou segunda ordem de nobres, sentava-se em quatorze fileiras atrás dos senadores. O restante do povo acomodava-se atrás, nos assentos chamados de popularia, que se elevava em bancada sobre bancada, até uma galeria com uma colunata em frente, circundando todo o anfiteatro logo abaixo do toldo, e geralmente ocupada Por mulheres, soldados e serventes.

Nada se omitia do que pudesse ser útil à conveniência e ao prazer dos espectadores. O enorme dossel ou toldo, que às vezes era estendido sobre toda a extensão, oferecendo proteção contra o sol ou a chuva, era uma das maravilhas do Coliseu. Faz-se necessária uma esticada na imaginação para acreditar. Quando nos colocamos, mesmo agora, em meio às ruínas, e vemos a vasta amplidão do céu sobre nós, a mente perde-se em dúvidas e conjecturas sobre a possibilidade de um fato tão prodigioso. Não obstante, todos os historiadores que escreveram sobre o Coliseu mencionam esta cobertura, como se nela nada houvesse de extraordinário. 

Lampridio relata que era preciso várias centenas de homens para lidar com este toldo, e que eles vestiam-se de marinheiros.4 A um sinal, quando havia ameaça de chuva, ou o sol estava quente demais, havia um movimento simultâneo entre os atendentes; então as cordas rangiam, e a poderosa vela deslizava gradativamente para o centro, todas as velas reunindo-se em perfeita harmonia, e formando juntas o imenso lençol que cobria completa-mente o interior. Permanece estranho o fato de que no tempo de Tito esse dossel fosse de seda púrpura, e debruado de ouro.5 O ar era constantemente refrescado pelas fontes, e uma infinidade de pequenos tubos aspergiam um chuvisco dos mais deliciosos perfumes, que descia sobre os espectadores como orvalho aromático. A arena, em cujo centro achava-se a estátua de Júpiter, formava o palco. Ela recebeu este nome por ser usualmente esparzida com a mais fina areia branca. Por baixo, havia um mecanismo do mais extraordinário e complicado caráter, que facultava à arena, durante os jogos, assumir diferentes formas, em rápidas sucessões. Numa ocasião, ela parecia subir da terra como o jardim das Hespérides; noutra, transformada em rochas e cavernas de Trácia. Canos subterrâneos transportavam um inexaurível suprimento de água, e o que minutos antes parecia uma planície, podia repentinamente converter-se em um vasto lago, coalhado de navios armados, para deleitar o povo com entretenimentos náuticos.

1 "Fecit amphitheatrum urbi media uti destinasse compererat Augustos". - Suet. In Vespas. IX.
² - "Barbara pyramidum sileat miracula Memphis:
Assíduas jacet nec Babylona labor...
Asre nec vácuo pendentia Mausolea
Laudibis immodicis Cares in astra ferant;
Omnis Caesareo cedat labor amphitheatro,
Unum prao cunctis fama loquatur opus". - Marcial, Séc. IX
³ O cardeal Wiseman, numa nota em Fabiola, diz que ele podia conter pelo menos 150.000 espectadores; mas nenhum dos antiquários italianos mencionam mais que 100.000. 
4 "A mílitibus classiariis qui vela ducebant in amphitheatro". - Lampridio, In Commodo.
5 "Sous Tito um tissu de soie et d’or avec s’étend sue lê nouvel amphitheatre”. - Getbert, Esquisse de Rome Christienna, li. 345.


Fonte: A. J. O'Reilly, Os Mártires do Coliseu

A Judéia no Tempo dos Macabeus (167-63 a.C.)



90. MATATIAS DEFENDE A RELIGIÃO
Vivia na cidade de Modin um sacerdote chamado Matatias. Foi se encontrar com ele um enviado do rei para obrigar os judeus à apostasia. Matatias e seus cinco filhos permaneceram constantes. Vendo um judeu aproximar-se do altar para sacrificar aos ídolos, Matatias avançou contra ele e o matou. Fez o mesmo com o enviado de Antíoco. Depois percorreu a cidade gritando em alta voz:"Quem tiver o zêlo da lei, siga-me". E fugiu para os montes com seus filhos.

Sob o seu comando, os judeus que permaneceram fiéis derrotaram as tropas do rei. Em seguida, percorreram o país e destruíram todos os altares erguidos aos ídolos.

Sentindo a morte aproximar-se, Matatias disse a seus filhos: "Meus filhos, sede zeladores da Lei e dai o sangue pela aliança de vossos pais. Os que têm esperança em Deus, nunca desfalecem. Judas, vosso irmão, é valente: seja ele o vosso chefe". Depois abençoou-os e morreu. Toda Israel chorou amargamente. 

91. JUDAS MACABEU DERROTA OS SÍRIOS
Depois de Matatias, assumiu o comando seu filho Judas, chamado Macabeu, cuja valentia lhe conquistou grande fama. Antíoco, rei da Síria, enviou contra ele um grande exército. Judas disse à sua gente: "Não temais! O próprio Deus os esmagará à nossa vista". Cheio de fé, lançou-se sobre os inimigos e derrotou-os. Em seguida, conduziu o seu exército ao monte Sião. Desalojou os sírios da fortaleza, que ainda ocupavam, e restabeleceu no templo o culto do Senhor. Também mandou fortificar a montanha de Sião com altas muralhas e fortes torres. 

92. JUDAS MANDA OFERECER SACRIFÍCIOS PELOS MORTOS
Depois de ganhar a batalha contra os sírios, encontraram-se sob as túnicas dos soldados judeus mortos em combate, vários objetos oferecidos aos ídolos, que a Lei proibia. Judas pediu ao Senhor que lhes perdoasse este pecado.

Depois mandou fazer uma coleta que rendeu 12 mil dracmas de prata, que foi mandada para Jerusalém a fim de se oferecer um sacrifício de expiação pelos mortos. É, pois, um santo e salutar pensamento orar pelos mortos, para que sejam livres dos seus pecados.

Judas morreu como herói na batalha contra os sírios. Seus irmãos sepultaram-no em Modin e todo o povo de Israel o chorou e vestiu luto por ele durante muito tempo. 

93. A JUDÉIA É REDUZIDA A PROVÍNCIA ROMANA
Depois da morte de Judas, passou o comando a seu irmão Jônatas e, na morte deste, ao seu outro irmão, Simão. Este conseguiu libertar completamente a sua pátria do domínio dos sírios. Tornou-se independente e mandou cunhar moeda sua. A Judéia esteve em paz durante a sua vida e ainda no reinado de seu filho e sucessor, João Hircano. Depois deste, começou a decadência.

No ano 63 a.C., entrou na Judéia o general romano Pompeu, que se apoderou de Jerusalém. Um estrangeiro chamado Herodes, filho do idumeu Antípatro, obteve de Roma o título e a dignidade real (40 a.C.). Mandou reconstruir, em grandiosas proporções, o templo de Zorobabel.

Foi neste terceiro templo que apareceu o Messias, nosso Senhor Jesus Cristo.


Fonte: A g n u s D e i (Fonte católica)

Cristão é preso em Jerusalém por exibir bandeira de Israel em frente a templo muçulmano


Um cristão que resolveu pôr à prova a tensão entre judeus e muçulmanos em Jerusalém não se saiu muito bem durante uma visita ao Monte do Templo, local onde está a mesquista Al-Aqsa, considerada a terceira mais importante do islamismo.

O turista francês exibiu uma bandeira de Israel no local, tremulando-a, e terminou agredido por muçulmanos que estavam no local.

As tensões na área são tantas que o espaço, que é controlado por forças policiais da Jordânia, vive uma espécie de embargo religioso: nem muçulmanos, judeus ou cristãos podem fazer orações no local.

A área hoje ocupada pela mesquita já foi o local onde o Templos sagrado do judaísmo foram erguidos, milênios atrás, pelo rei Salomão. Judeus ortodoxos há décadas reúnem donativos para custear a reconstrução do Templo, porém a obra é tida como inviável por causa da mesquita, que ocupa o mesmo espaço.

O cristão francês foi detido pela Polícia, assim como os quatro muçulmanos que o agrediram, segundo informações do Christian Post. O turista pode ser indiciado por perturbação da ordem, por causa da exibição de símbolos nacionais no local, que é expressamente proibida, para evitar o agravamento da crise entre os povos judeus e palestinos que vivem nas redondezas.

Jerusalém

Jerusalém hoje é uma cidade considerada sagrada pelas três principais religiões monoteístas do mundo: para judeus, pela importância histórica como capital de Israel em tempos passados; para cristãos, por ser o local onde Jesus foi recebido como rei, traído, preso e julgado à cruz; e para os muçulmanos, que acreditam que o profeta Maomé foi arrebatado ao céu lá, no local onde está erguida a mesquita Al-Aqsa, o Monte do Templo.


quarta-feira, 5 de agosto de 2015

ENCONTRARAM OS DESTROÇOS DO AVIÃO DESAPARECIDO EM MARÇO DE 2014 - Destroços encontrados na África pertenciam ao MH370 da Malaysia Airlines


Os resquícios de asas de Boeing 777 encontrados por um homem na semana passada são do MH370, voo da Malaysia Airlines que desapareceu em março de 2014. Quem confirma a informação é o primeiro ministro da Malásia, Najib Razak.

Em coletiva de imprensa feita nesta quarta-feira (5), o premiê confirmou não só que o destroço encontrado fazia parte do avião desaparecido, como também afirmou que as investigações sobre o desastre aumentarão na área. 

“Um time internacional formado apenas por experts no assunto confirmou com certeza que os destroços de aeronaves encontrados na Ilha Reunião pertecem aos MH370”, afirmou Razak durante a coletiva.

O ministro, porém, não confirmou com detalhes como houve a confirmação de que os pedaços de asa eram do avião em questão. Os destroços foram encontrados por um homem em Ilha Reunião, na costa africana, próxima ao Madagascar.

Familiares das vítimas já começam a se mexer em relação à nova descoberta. A maioria das pessoas do avião era da China e os familiares são representados por Zhang Qihuai. Segundo o advogado, mais de 30 famílias já concordaram em processar a empresa.


Relembre o caso

O voo MH370 da Malaysia Airlines, um Boeing 777-200, decolou de Kuala Lumpur na madrugada do dia 8 de março com 239 pessoas a bordo e deveria chegar a Pequim seis horas mais tarde. Quarenta minutos após a decolagem, o avião desapareceu subitamente das telas do radar.

As autoridades malaias asseguram que o aparelho mudou de rumo em uma "ação deliberada" para atravessar a Península de Malaca em direção contrária a seu trajeto inicial sem motivo aparente.

Segundo o grupo de especialistas que estuda o caso, o avião voou em direção ao sul do Índico com todas as pessoas a bordo inconscientes pela falta de oxigênio até ficar sem combustível e cair ao mar. Desde então não se encontrou nem sequer um pequeno pedaço da fuselagem da aeronave que confirme o acidente.

Segundo as investigações, o avião caiu em algum lugar das águas do sul do Oceano Índico.

Mala é achada em mesmo local de destroço de avião em ilha no Índico


segunda-feira, 3 de agosto de 2015

CURSO CAPELANIA CRISTÃ - BARRA DE SÃO JOÃO - 29/08/2015 - SÁBADO


CURSO CAPELANIA CRISTÃ - BARRA DE SÃO JOÃO - 29/08/2015 - SÁBADO
LOCAL: IGREJA EVANGÉLICA UNIDOS PARA VENCER
Pastor Armando dos Santos Meira
Pastora Marineia
RUA 15 DE NOVEMBRO, Nº 854
BAIRRO JARDIM MIRAMAR - BARRA DE SÃO JOÃO

DATA: 29 DE AGOSTO DE 2015 - SÁBADO
HORÁRIO: DAS 14 HORAS ÀS 22 HORAS
INVESTIMENTO: R$ 65,00

APOSTILA ENCADERNADA
DIPLOMA DE CAPELÃO
ATA NOMEAÇÃO CAPELÃO
CREDENCIAL DE CAPELÃO

DIDÁTICA:
- CAPELANIA HOSPITALAR
- CAPELANIA PRISIONAL (CARCERÁRIA)
- CAPELANIA MILITAR
- CAPELANIA ESCOLAR
- DEPENDENCIA QUIMICA

MINISTRANTE: Pr. Charles Maciel Vieira, Dr.Th.


O QUE É UMA CONFISSÃO DE FÉ?


O que é uma confissão de fé?

Em momentos, nos quais, alguma nova doutrina levantou-se com força, desafiando o consenso da fé bíblica e estabelecida, perturbando a paz, como também, a doce união entre os irmãos, observa-se que na história da igreja cristã, a reação corporativa dos fiéis pastores que vigiam sobre o rebanho de Deus é, sobretudo, portar com firmeza e clareza, a declaração e conselho, através dos quais, guiarão as ovelhas para longe da sedutora voz do estranho, cuja garganta é um sepulcro aberto de engano, capaz de direcioná-las ao inferno. Por isso torna-se tão importante que, o cuidado dos pastores seja realizado com o poder da Palavra, segundo a graça do Senhor, na operação do Seu Espírito.

A forma escrita destas declarações e conselhos, elaboradas pelas instituições corporativas, é chamada 'credo', palavra derivada do termo em latim para "Eu Creio", constata-se tal fato, pois, aparece no início de um dos mais antigos credos da igreja: o "Credo Apostólico". Outra forma de se referir a estes escritos é pelo nome "símbolo". Por conseguinte, o "Credo Apostólico", por exemplo, é chamado, também, "Símbolo Apostólico". Isto significa que a função positiva dos credos é servir de parâmetro identificável, como também, estabelecimento da comunhão entre aqueles que têm parte na genuína fé e na igreja de Cristo Jesus.

Portanto, para desempenhar bem a função de ser: a voz de condenação contra os que pregavam “outro Evangelho", assim como, um sinal de identidade entre os que batalham pela verdade, mas ainda, um veículo de autoridade inequívoca; os Símbolos de Fé são elaborados em linguagem concisa e precisa, estrita e diretamente derivada das Escrituras.

Um dos credos cuja elaboração é um evento sem par na história da igreja é o chamado "Credo Niceno", formulado originalmente no início do século IV, sob a reunião de pastores, mestres e representantes da igreja, conhecida por Primeiro Concílio de Nicéia. Este credo definiu na história a estrutura da doutrina da Trinidade Divina, e, em geral, os limites ali expressos a respeito do que a Escritura estabelece sobre a Trindade se tornaram o parâmetro de julgamento que separa heresia e ortodoxia entre os cristãos.

Os Símbolos de Fé elaborados durante a Reforma Protestante, particular ou geral, são habitualmente chamados "Confissões de Fé", e contém uma declaração geral das doutrinas que a igreja de Cristo sustenta como ortodoxas ao longo dos séculos, e, usualmente, intentam provar a continuidade histórica da igreja através da reforma (com a consequente conclusão de que a Igreja de Roma é uma apóstata) e a fidelidade da doutrina e prática reformada para com nosso Senhor, segundo o revelado em Sua Palavra. Por isso, as "Confissões de Fé" são maiores que os credos antigos.


Fonte: A Confissão de Fé de Westminster 1647

domingo, 2 de agosto de 2015

Estado Islâmico ameaça invadir os Estados Unidos e “decapitar” a Estátua da Liberdade


Os terroristas do Estado Islâmico ameaçaram invadir os Estados Unidos e “decapitar” a Estátua da Liberdade, em Nova York. A intimidação dos extremistas muçulmanos foi feita através de uma imagem publicada no Twitter, com a legenda “Soon the State of The Islamic Caliphate” (“Em breve no Califado do Estado Islâmico”, em tradução livre).

Anteriormente, os terroristas já haviam prometido invadir a Casa Branca e decapitar o presidente Barack Obama. A nova ameaça aconteceu após o anúncio da morte do principal comandante do grupo no Afeganistão, Hafez Saeed, durante um ataque aéreo das forças armadas norte-americanas no início de julho.

A preocupação dos norte-americanos em relação ao Estado Islâmico é intensa, e muitos defendem um “ataque preventivo” mais radical, para garantir que o grupo não realize um ataque terrorista no país.

Em 2014, o senador republicano Lindsey Graham concedeu uma entrevista onde alertava para a possibilidade de o Estado Islâmico se lançar em um ataque aos Estados Unidos, e pediu a Obama que agisse de forma mais incisiva: “Senhor presidente, seja honesto com a ameaça que enfrentamos. Eles estão vindo”, afirmou o político à Fox News.


John McCain, senador pelo Partido Republicano e herói de guerra, adotou a mesma postura do colega de legenda e chamou a atenção para o recrutamento de pessoas feito pelos terroristas, de forma aberta e franca: “Eles atraíram mil jovens de todo o mundo, que agora lutam ao lado deles. Seu objetivo final, como eles afirmaram abertamente por muitas vezes, é a destruição dos Estados Unidos da América”, lembrou, de acordo com informações do Christian Post.

O grupo terrorista decapitou diversos norte-americanos capturados em áreas conquistadas no Iraque e Síria, e prometeu caçar e matar todos os cristãos do mundo, além de tornar os Estados Unidos uma “filial” do califado que pretendem estabelecer no Oriente Médio.


PREFIRO CUIDAR DE ALMAS, VIDAS, PESSOAS......

.... DO QUE DE QUATRO PAREDES!


Pr. Charles Maciel Vieira, Dr.Th.

sábado, 1 de agosto de 2015

IGREJA PERSEGUIDA ... VOCÊ TEM CULPA NO CARTÓRIO!

Isso tem tudo haver com você! Seu conforto, comodismo, água gelada, alimentação farta, ar condicionado, carro e qualquer condução, o direito de ir e vir, tudo isso é culpa sua! É culpa minha! Do que vale títulos, se Deus não for glorificado em nossas vidas? Que o Senhor nos faça ver a Sua Glória! Obs.Antes de enxergar a GLÓRIA, a pessoa consegue ver o seu próprio sangue. (Pr. Charles Maciel Vieira, Dr.Th.)


Você pode me perguntar: "Qual a minha culpa nisso? O que eu tenho haver com isso? Eu nem estou lá". Para o Evangelho de Jesus chegar até você hoje, foi preciso derramar sangue de homens e mulheres de Deus por não abrirem mão do Evangelho de Jesus, mas serem fieis a Jesus, até a morte. Pessoas foram mortas, mutiladas, martirizadas, feridas, violentadas, simplesmente porque o Evangelho, a Palavra de Deus é mais forte do que a dor e a morte. O Evangelho tinha de chegar até você. Você deve dar continuidade a esse Evangelho que é reprovado pelo mundo-sistema.