sexta-feira, 3 de julho de 2020

CURSO PATRÍSTICA - INTRODUÇÃO






PATRÍSTICA - INTRODUÇÃO

Carga horária: 14 horas
De: R$ 40,00Por: R$ 23,00
(Pagamento único)



Patrística é o nome dado à filosofia cristã dos primeiros sete séculos, elaborada pelos Padres ou Pais da Igreja, os primeiros teóricos —- daí "Patrística" —- e consiste na elaboração doutrinal das verdades de fé do Cristianismo e na sua defesa contra os ataques dos "pagãos" e contra as heresias.É a Patrística, basicamente, a filosofia responsável pela elucidação progressiva dos dogmas cristãos. São 140 páginas de curso.


Capítulos:
  • Patrística - Introdução
  • Introdução
  • Tradição
  • Divisão didática
  • Escolástica
  • O pensamento escolástico
  • Principais representantes do pensamento escolástico
  • Os Pais da Igreja
  • Os Pais Apostólicos
  • Clemente de Roma
  • Inácio de Antioquia
  • Policarpo de Esmirna
  • Os Pais Gregos
  • Irineu de Lyon
  • Clemente de Alexandria
  • Orígenes de Alexandria
  • Atanásio de Alexandria
  • Cirilo de Alexandria
  • João Crisóstomo
  • Pais da Capadócia
  • Basílio de Cesareia
  • Gregório de Nissa
  • Pedro de Sebaste
  • Gregório Nazianzeno
  • Os Pais Latinos
  • Tertuliano
  • Cipriano de Cartago
  • Ambrósio de Milão
  • Jerónimo de Strídon
  • Agostinho de Hipona
  • Leão, o Grande
  • Gregório, o Grande
  • Os Pais do Deserto
  • Antônio, o Grande
  • Abba Pacômio








CURSO DE PREPARAÇÃO PARA OBREIROS








CURSO DE PREPARAÇÃO PARA OBREIROS

Carga horária: 12 horas
De: R$ 40,00Por: R$ 27,90
(Pagamento único)
Mais de 100 alunos matriculados no curso.



Apresentamos a você o CURSO DE PREPARAÇÃO PARA OBREIROS. Todo obreiro, bispo, pastor, evangelista, presbitero, diacono, missionário, pastora, e auxiliares da obra de Deus dever fazer esse curso. Este curso trás toda uma formação para que o obreiro seja um obreiro exemplar na obra de Deus. Faça e recomende. O REINO DE DEUS PRECISA DE PESSOAS PREPARADAS e não de lobos em pele de ovelha.



Capítulos:
  • Curso de Preparação para Obreiros
  • Indice – Chamada Ministerial/ Cerimônias Religiosas/ Teologia Pastoral/ Missiologia/ Conclusão
  • Chamada Ministerial
  • Vida Pessoal/ Ministerial
  • Vocacionados por Deus
  • Conhecimento
  • Conhecimento Bíblico-Teológico
  • Conhecimento Ministerial (da sua Igreja)
  • Cerimônias Religiosas
  • Culto Público
  • Festividade – Congresso/ Conferência/Culto de aniversário
  • Exemplos
  • Observação
  • Eventos Religiosos e Seculares
  • Seminário
  • Workshop
  • Palestra/Forúm
  • Simpósio/Curso
  • Convenção
  • Exemplos
  • Briefing/Debate
  • Exemplos
  • Mesa-redonda/ Feira
  • Exemplos
  • Teologia Pastoral
  • Introdução
  • A Igreja
  • Os principais ministérios cristãos
  • O Ministério do Novo Testamento
  • Apóstolos
  • Profeta
  • Evangelista
  • Pastor
  • Mestre
  • Outros ministérios do Novo Testamento/ O Ministro Evangélico
  • Os dois aspectos da chamada/ Chamada Universal/ Chamada Especifica
  • A Posição do Ministro em relação à Igreja
  • Ministério não é negócio
  • As qualificações do ministério pastoral
  • Conclusão Teologia Pastoral
  • Missiologia
  • Missões – Conheça sobre Missões
  • Como ver nosso mundo e nossa tarefa
  • Janela 10/40
  • Evangelismo E0, E1, E2, E3
  • Os segmentos humanos/ Segmentação/ País
  • Povo/ Metrópole/ Mega-cidade
  • Tipos de Povos
  • Alcançando um povo
  • Tipos de países e missionários
  • Etapas para se adotar um povo
  • Agencia Missionária
  • Gráfico - As principais religiões do mundo
  • Gráfico – A tarefa inacabada
  • Gráfico – Missionários e os Três Mundos
  • Gráfico – A tradução da Bíblia e as pessoas do mundo
  • Conclusão





CURSO DIDÁTICA INFANTIL PARA PROFESSORES DA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL






DIDÁTICA INFANTIL PARA PROFESSORES DA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

Carga horária: 9 horas
De: R$ 40,00Por: R$ 23,00
(Pagamento único)
Mais de 50 alunos matriculados no curso.


A didática é a parte da pedagogia que se ocupa dos métodos e técnicas de ensino, destinados a colocar em prática as diretrizes da teoria pedagógica. Neste curso daremos bases para Professores da Escola Bíblica Dominical, visando melhor didática e compreensão do ensinamento ministrado. São 90 páginas de curso em 9 horas de aula. FAÇA ESSE CURSO. É ESSENCIAL PARA VOCÊ. Veja a lista de capítulos abaixo.


Capítulos:
  • Didática Infantil Para Professores da Escola Bíblica Dominical
  • Introdução
  • Os Princípios Necessários Para Uma Boa Didática
  • Metodologia
  • Idade da Classe
  • Bom Pesquisador
  • Critica Auto-Sugestiva
  • Lição Programada
  • Objetivos Definidos
  • Rascunhos
  • As Noções que o Professor Precisa Ter
  • Noção do Tempo
  • Noção de Funcionamento
  • Noção das prováveis questões que geram discussões
  • Afinidade Literária
  • Literatura
  • Filosofia
  • Periódicos
  • Teologia
  • Material de pesquisa
  • Bíblias
  • Argumentação
  • Psicologia Didática
  • Psicologia Didática Aplicada a si mesmo – Temperamento do Professor
  • Psicologia Aplicada à Classe da EBD
  • Criatividade
  • Atualizar a Classe com Informações do meio Evangélico e Secular
  • Levar o aluno a participar ativamente das aulas
  • Criar Dinâmicas
  • Ética Disciplinar aos Professores e Diretores
  • Disciplina
  • Disciplina quanto às Reuniões Gerais
  • Disciplina quanto à Organização dos seus Relatórios
  • Disciplina quanto à Organização da Escola Dominical
  • Obstáculos que impedem o Professor de ser Disciplinado
  • Relacionamento dos Professores
  • Relacionamento do professor com o seu diretor
  • Relacionamento do professor com o aluno
  • Relacionamento do professor com o seu pastor
  • Relacionamento dos Diretores (Superintendentes)
  • O Relacionamento do diretor com o seu pastor
  • Relacionamento do diretor com o responsável geral
  • Mapa Conceitual
  • Preparação dos Professores
  • Preparação Psicológica
  • Preparação Espiritual
  • Preparação Pedagógica
  • Endereços da Inteligência e da emoção no cérebro
  • A Secretária(o) da EBD




CURSO PROFESSOR DE RELIGIÃO - DIVINDADES




PROFESSOR DE RELIGIÃO - DIVINDADES

Carga horária: 30 horas
De: R$ 50,00Por: R$ 29,90
(Pagamento único)
Mais de 40 alunos matriculados no curso.


Neste nosso curso estudaremos fora do contexto monoteísta. Passando ao aluno o conhecimento, teoria, filosofia, mitologia, e etc, sobre a percepção e interpretação das divindades advindas da dedução e indução humana, holística e metafísica. Tenha uma excelente soma de conhecimentos agregados através deste curso. SÃO 302 PAGINAS DE CURSO, EM 30 HORAS DE AULA. Veja a lista de capítulos abaixo.


Capítulos:
  • Professor de Religião - Divindades
  • Introdução
  • Conceito
  • A Historicidade da Visão
  • Cronologia
  • Animismo
  • Peculiaridades do Animismo
  • Crenças do Animismo
  • Ritualística do Animismo
  • Visão Contemporânea
  • Visão Oriental
  • Xintoísmo
  • Taoísmo
  • Budismo
  • Confucionismo
  • Deusa Mãe (Mãe Natureza)
  • Conceitos Diversificados
  • Ateísmo / Agnosticismo / Panteísmo
  • Panenteísmo
  • Tzimtzum
  • Pandeísmo
  • Crenças do Islamismo
  • Crença Judaica e Cristã
  • Divindades Egípcias
  • Divindades Gregas
  • Divindades Romanas
  • Divindades Nórdicas
  • Divindades Candomblé Ketu
  • Divindades Candomblé Vodun , Origem Ewe e Fon
  • Divindades do Hinduísmo
  • Divindades Mitologia Maia
  • Divindade Mitologia Asteca
  • Divindades Mitologia Inca
  • Divindades Mitologia Tupi-guarani
  • Divindades Mitologia khoi





A Trindade divina planejou a redenção



    O maravilhoso plano de redenção não foi algo improvisado para o povo de Deus escolhido em Cristo "antes da fundação do mundo" (Ef 1:4; Ap 1 7:8) e entregue ao Filho pelo Pai tanto para pertencer a seu reino (Mt 25:34) quanto para participar de sua glória (Jo 17:2, 6, 9, 11,12, 24). A morte sacrificial do Filho não foi um acidente, mas sim um compromisso (At 2:23; 4:27, 28); pois ele "foi morto desde a fundação do mundo" (Ap 13:8).

    Nas deliberações eternas, a Divindade decidiu criar um mundo que incluiria seres humanos feitos à imagem de Deus. Não só o Pai (Gn 1:1; 2 Rs 19:15; At 4:24), mas também o Filho (Jo 1:1-3, 10; Ci 1:16; Hb 1:2) e o Espírito Santo (Gn 1:2; SI 104:30) participaram da criação. Deus não criou o mundo porque precisava de alguma coisa, mas sim para que pudesse compartilhar seu amor com suas criaturas que, diferentes dos anjos, são feitas à imagem de Deus e podem corresponder a seu amor livremente.

    A Divindade determinou que o Filho viria à Terra e morreria pelos pecados do mundo, e Jesus veio para fazer a vontade do Pai (Jo 10:17, 18; Hb 10:7). As palavras de Jesus vinham do Pai (Jo 14:24), e suas obras eram comissionadas pelo Pai (Jo 5:17-21, 36; At 2:22) e investidas do poder do Espírito (At 10:38). O Filho glorifica o Pai (Jo 14:13; 1 7:1, 4), e o Espírito glorifica o Filho (Jo 16:14). As Pessoas da Trindade trabalham em conjunto para realizar a vontade de Deus.

    De acordo com Efésios 1:3-14, o plano da salvação é trinitário: somos escolhidos pelo Pai (vv. 3-6), redimidos pelo Filho (vv. 7-12) e selados com o Espírito (vv. 13, 14) - tudo isso para o louvor da glória de Deus (vv. 6, 12, 14). O Pai concedeu autoridade ao Filho para dar vida eterna àqueles que ele entregou ao Filho (Jo 17:1-3). Tudo isso foi planejado antes mesmo que o mundo existisse!

    E importante observar que as três Pessoas da Divindade têm um papel na salvação dos pecadores perdidos. 


Fonte: Comentário Bíblico Expositivo Wiersbe

O PERÍODO PERSA (PERÍODO INTERBÍBLICO)



    A terra ficou completamente desolada durante o exílio, com todos os judeus, menos os mais pobres, espalhados pelo Oriente Médio desde o Egito até a Babilônia. Outros povos começaram a migrar para a terra. Os edomitas, talvez impelidos pelos árabes que pressionavam ao sul, mudaram-se para o norte, e os samaritanos, povo de origem parcialmente israelita e parcialmente pagã, logo emergiram.13 Em 539 a.C., Ciro II da Pérsia conquistou a Babilônia e, por volta de 500 a.C., todo o Oriente Médio estava em poder dos persas.14 Os judeus começaram a retornar, mas a situação era desalentadora, e houve pouco progresso até a chegada de Esdras e Neemias, no século V a.C., para reconstruir Jerusalém e reedificar o templo.

    Do ponto de vista arqueológico, foi um período relativamente obscuro, mas há importantes achados. Por exemplo, um papiro de Samaria contendo documentos legais, datando de cerca de 375-335 a.C., foi descoberto em uádi ed-Daliyeh, na região montanhosa central de Israel. Numerosos sítios têm produzido evidências de níveis de ocupação do período persa, mas, além de nomes reais persas para propósitos de datação, pouca evidência direta da influência persa foi encontrada.


Fonte: Bíblia Arqueológica

quinta-feira, 25 de junho de 2020

Livros apócrifos da Bíblia católica



Os livros apócrifos (significa "oculto, secreto") são livros escritos aproximadamente entre 400 A.D e o tempo de Cristo. São livros que são rejeitados pelos protestantes, e que foram aceitos oficialmente em 1546 pela Igreja Católica Romana como sendo livros inspirados.

1 - Tobias
2 - Judite
3 - 1 Macabeus 
4 - 2 Macabeus 
5 - Sabedoria de Salomão 
6 - Eclesiástico (ou Sirácide) 
7 - Baruc (Baruque)

8 - seis capítulos e dez versículos acrescentados no livro de Ester e dois capítulos de Daniel.


Esses 7 livros foram escritos em grego, enquanto todo o resto do Antigo Testamento foi escrito em hebraico


Erros doutrinários:

Tobias 6.4-8
Permitem o uso de magia (feitiçaria)

Tobias 4.11
Tobias 12.9
Salvação por obras

2 Macabeus 12.43-44
Esmolas como oferenda pelos pecados dos mortos

Eclesiástico 3.33
Esmolas como oferenda pelos pecados

Judite 1.5
Baruque 6.2
Erros Históricos e de personagens

Tobias 12.12
Mediação dos Santos

Tobias 6.5, 7-9, 19
Superstições

Tobias 5.16 a 19
Um anjo engana Tobias e o ensina a mentir

Baruque 3.4
Intercessão pelos mortos

2 Macabeus 7.28 e 15.14
Intercessão pelos Santos

2 Macabeus 12.44-46
Oração pelos mortos

2 Macabeus 12.43
Culto e missa pelos mortos

Sabedoria 9.15
O corpo como prisão da alma

2 Macabeus 14.41-46
O suicídio é justificado e louvado

Judite 9.10,13
Aconselha atos imorais

Sabedoria 3.1-4
Ensina sobre o purgatório

Eclesiástico 3.4
Pecados perdoados pela oração

2 Macabeus 15.38-40; 2.25-27
O próprio autor não se julga inspirado e pede desculpas pelo que escreveu


Fonte: 
https://www.abiblia.org/ver.php?id=7074
https://carm.org/erros-nos-livros-ap%C3%B3crifos
http://www.cacp.org.br/erros-nos-livros-apocrifos/
http://solascriptura-tt.org/Bibliologia-InspiracApologetCriacionis/PqRecusaApocrifos-DefesaFeICP.htm
https://wzy.webnode.com.br/news/erros-dos-livros-apocrifos/
https://www.icp.com.br/df41materia3.asp





terça-feira, 21 de abril de 2020

GREGOS E INFLUENCIA NO CRISTIANISMO



Ao surgir o Cristianismo, os povos que habitavam as regiões do Mediterrâneo tinham sido profundamente influenciados pelo espírito do povo grego. Colônias gregas, algumas das quais com centenas de anos, foram amplamente disseminadas ao longo das costas de todo o Mediterrâneo. Com seu comércio, os gregos foram a todas as partes. A sua influência espalhou-se e foi mais acentuada nas cidades e países que se constituíam os mais importantes centros do mundo de então.

Tão poderosa foi a influência dos gregos que denominamos grecoromano esse mundo antigo, porque Roma o governava politicamente mas a mentalidade dos povos desse império tinha sido moldada fundamentalmente pelos gregos.

Por muitos séculos antes da era cristã, os gregos eram detentores da vida intelectual mais vigorosa e mais desenvolvida no mundo. Problemas sobre os quais os homens sempre cogitaram: a origem e o significado do mundo, a existência de Deus e do homem, o bem e o mal, enfim, tudo quanto se relacionava com as pesquisas filosóficas foi objeto de meditação dos gregos como de nenhum outro povo. É verdade que os hebreus tinham recebido uma revelação de Deus e da sua vontade, que os gregos jamais possuíram, mas os judeus não eram dados às pesquisas, às indagações, nem se interessavam pela discussão dessas questões, como o fizeram os gregos. Do sexto ao terceiro século antes de Cristo, um grande movimento intelectual sobre assuntos filosóficos e teológicos ocorreu entre os gregos, movimento no qual pontificaram os mais profundos e influentes pensadores do mundo, ensinando muita coisa de valor que ainda hoje perdura. Como conseqüência disto, verificou-se um desenvolvimento maravilhoso da mentalidade do povo grego, que aprendeu a pensar muito e profundamente nas questões debatidas pelos seus filósofos. O raciocínio e a curiosidade dessa gente desenvolveram-se ao máximo. Como exemplo dessa influência, temos Sócrates aparecendo nas praças públicas de Atenas, a fazer perguntas e a debater assuntos e idéias que obrigavam os homens a meditar em problemas que jamais tinham entrado em suas cogitações. Isso resultou em que o grego típico tomou-se um homem vivaz, inquiridor, polemista, ansioso por falar em assuntos profundos e coisas que se relacionavam com o céu e a terra.

É fácil compreender o resultado do contato do grego com outros povos. A sua influência estendeu-se por toda parte, aprofundando o pensamento dos homens nessas idéias e pesquisas que se relacionavam com os grandes problemas da vida. Esse tipo de curiosidade intelectual e essa prontidão de raciocínio prevaleciam nos centros principais do mundo greco-romano, lugares esses que depois foram alcançados pelos primeiros missionários com a pregação do Cristianismo.

Assim, os povos desses lugares estavam mais dispostos a receber a nova religião do que estariam se não fosse a influência dos gregos. Os gregos fizeram outra contribuição importante ao preparo do mundo para o advento do Cristianismo, disseminando a língua em que este seria pregado ao gênero humano pela primeira vez. Uma prova da extensão e da influência do grego vê-se no fato de que a língua mais falada nos países situados às margens do Mediterrâneo era o dialeto grego conhecido por KOINE ou dialeto “comum”. Era esta a língua universal do mundo greco-romano, usada para todos os fins no intercâmbio popular. Quem quer que o falasse seria entendido em toda a parte, especialmente nos grandes centros onde o Cristianismo foi primeiramente implantado. Os primeiros missionários, como por exemplo Paulo, fizeram quase todas as suas pregações nessa língua e nela foram escritos os livros que vieram a constituir o nosso Novo Testamento. De modo que a religião universal encontrou para sua propaganda e conhecimento, entre todos os homens, uma língua universal; e esse auxílio inestimável foi, por Deus, providenciado por intermédio do povo grego.


Fonte: História da Igreja Cristã
Autor: Robert Hastings Nichols
Editora Cultura Cristã

A Exaltação de Cristo – Thomas Watson 2



b. Deus exaltou Cristo em seu ofício Deus honrou a Cristo para ser o Salvador do mundo. "Deus, porém, com a sua destra, o exaltou a Príncipe e Salvador" (At 5.31). Foi uma grande honra para Moisés ser um salvador temporário, mas o que é ser o Salvador de almas? Cristo é chamado poderosa salvação (Lc 1.69). Ele salva do pecado(Mt 1.21), da ira (lTs 1.10). Salva éuma flor que pertence somente à sua coroa: "E não há salvação em nenhum outro" (At 4.12). Quão grandiosa foi essa honra para Cristo. Ela fez os céus se encherem de louvores dos santos. Eles cantam aleluias para Cristo, seu Salvador. "E entoavam novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação" (Ap 5.9).

c. Deus exaltou Cristo em sua ascensão Cristo subiu, logo está exaltado. Agostinho diz: "Alguns, como os hermianos, eram da opinião que o corpo de Cristo subiu para a órbita solar". Mas as Escrituras dizem claramente que ele subiu ao céu (Lc 24.51 e Ef 4.10). "Acima de todos os céus", portanto acima do firmamento. Ele subiu na parte mais alta do céu visível, que Paulo chama de terceiro céu. Com respeito à ascensão de Cristo, duas coisas devem ser observadas:

i. A maneira de sua ascensão. Quando Cristo subiu, ele abençoou seus discípulos: "Então, os levou para Betânia e, erguendo as mãos, os abençoou. Aconteceu que, enquanto os abençoava, ia se retirando deles, sendo elevado para o céu" (Lc 24.50,51). Ele não deixou casas e terras para seus discípulos, mas sua bênção.

Ele subiu como um vencedor, triunfantemente: "Subiste às alturas, levaste cativo o cativeiro" (Sl 68.18). Ele triunfou sobre o pecado, sobre o inferno e sobre a morte e o seu triunfo é o triunfo do crente. Ele venceu o pecado e o inferno para cada crente.

ii. O fruto da ascensão de Cristo. Sua ascensão ao céu causou a descida do Espírito Santo em nossos corações: "Quando ele subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons aos homens" (Ef 4.8). Ao subir às nuvens, com sua carruagem triunfante, ele deu o dom do Espírito a nós, assim como um rei em sua coroação entrega presentes liberalmente aos seus favoritos.

d. Deus exaltou Cristo quando o recebeu à sua direita "De fato, o Senhor Jesus, depois de ter-lhes falado, foi recebido no céu e assentou-se à destra de Deus" (Mc 16.19). "Ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar à sua direita nos lugares celestiais, acima de todo principado, e potestade, e poder, e domínio, e de todo nome" (Ef 1.20,21). O que significa Cristo se sentar à mão direita de Deus? Deus não tem mão direita ou esquerda, pois é Espírito, não tem partes físicas, mas é uma metáfora tomada da corte real, quando os reis se agradavam de seus favoritos ao colocá-los próximos de si mesmos e ao deixá-los à mão direita.

Salomão mandou pôr uma cadeira para sua mãe, e ela se assentou à sua mão direita (lRs 2.19). Assim, Cristo se assentar à direita de Deus significa estar no lugar próximo a Deus, o Pai, em dignidade e em honra. A natureza humana de Cristo, pessoalmente unida à divina, está agora assentada no trono real no céu e é adorada até pelos anjos.

Pela virtude da união pessoal da natureza humana de Cristo com a divina, há uma comunicação de toda a glória da deidade de Cristo que a sua natureza humana é capaz de dar. Não que a humanidade de Cristo tenha avançado a uma posição igual com a deidade, mas a natureza divina, ao se unir com a humana, a glorificou maravilhosamente, embora não a deificasse. Cristo como mediador está cheio de toda a majestade e toda a honra que ultrapassa toda compreensão das hostes mais altas dos anjos. Em sua humilhação desceu tão baixo que não podia ir mais baixo e em sua exaltação ascendeu a uma altura que não é possível ir mais alto. Em sua foi exaltado acima da sepultura, em sua ascensão ele foi exaltado acima dos céus estrelados e da atmosfera, ao se assentar à mão direita de Deus foi exaltado além dos mais altos céus: "Subiu acima de todos os céus" (Ef 4.10).

A Exaltação de Cristo – Thomas Watson


"Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome" (Fp 2.9).

Já falamos da humilhação de Cristo, falaremos agora de sua exaltação. Antes, você viu o sol da justiça no eclipse, agora você o verá saindo do eclipse e brilhando em toda sua glória. "Pelo que também Deus o exaltou", disse Ambrósio, ou seja, "acima de toda a exaltação".

PERGUNTA 28 do Catecismo de Westminster:
No que consiste a exaltação de Cristo?

RESPOSTA: A exaltação de Cristo consiste em sua ressurreição dos mortos, em sua subida ao céu e no assentar-se à mão direita de Deus Pai.

1. Em que sentido Deus exaltou a Cristo?
Não foi com respeito à sua deidade, pois nela Cristo não pode ser exaltado mais alto do que é. Assim
como em sua humilhação, a deidade não foi rebaixada, também em sua exaltação a deidade não é aumentada, mas Cristo é exaltado como Mediador, sua natureza humana é exaltada.

2. De quantas maneiras Cristo foi exaltado?
Ele foi exaltado de cinco maneiras a. Em seus títulos; b. Em seu oficio; c. Em sua ascensão; d. Em sua posição à mão direita de Deus; e e. Ao constituí-lo juiz do mundo. Veremos todas elas:

a. Deus exaltou Cristo em seus títulos
i. Ele foi exaltado para ser Senhor (At 19.17): "O nome do Senhor Jesus era engrandecido". Ele é Senhor com respeito à sua soberania; pois ele é Senhor sobre os anjos e os homens: "Toda a autoridade me foi dada" (Mt 28.18). Cristo tem três chaves em suas mãos: a chave da morte, para abrir as sepulturas dos homens na ressurreição; a chave do céu, para abrir o reino do céu para quem ele quiser; e a chave do inferno, para trancar o condenado naquela terrível prisão (Ap 1.18). Diante do Senhor todo joelho deve se dobrar: "para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho" (Fp 2.10). Nome é colocado aqui em relação à pessoa, ao santo Jesus, ao cetro da divina pessoa todo joelho se dobrará. Dobrar-se é colocado em relação à sujeição. Todos devem se submeter a ele como filhos ou cativos, submeter-se a ele como Senhor ou juiz. "Beijai o Filho" com um beijo de amor e lealdade (SI 2.12). Não devemos somente nos lançar aos braços de Cristo para ser salvos por ele, mas devemos nos lançar aos seus pés para servi-lo.

ii. Cristo é exaltado para ser um príncipe. "Nesse tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe" (Dn 12.1). Alguns pensam que ele era um anjo criado, mas era o anjo do pacto. Ele é um grande príncipe "O Soberano dos reis da terra" (Ap 1.5). Seguram suas coroas pela imediata consideração com ele. Seu trono está acima das estrelas, ele tem anjos e arcanjos como seus servos. Assim, ele é exaltado em seus títulos de honra.

IDEOLOGIA DE GÊNERO



    A palavra "gênero" tem origem no grego genos e significa "raça". Na concepção da Lógica, o termo indica "espécie". Usualmente deveria indicar o "masculino" e o "feminino", como ocorre na Gramática. Nesse sentido, a expressão é inofensiva; porém, na sociedade pós-moderna tal significado é relativizado e distorcido em "ideologia de gênero". Essa ideologia também é conhecida como "ausência de sexo". Esse conceito ignora a natureza e os fatos biológicos, alegando que o ser humano nasce sexualmente neutro. Os ideólogos afirmam que os gêneros — masculino e feminino—são construções histórico-culturais impostas pela sociedade.

Marxismo e Feminismo como fonte dessa ideologia
    Nos escritos marxistas a ideologia deixa de ser apenas "o conhecimento das ideias" e passa a ser um "instrumento" que assegura o domínio de uma classe sobre outra. O marxismo exerceu forte influência no feminismo, especialmente o livro "A Origem da família, a propriedade privada e o Estado" (1884), onde a família patriarcal é tratada como sistema opressor do homem para com a mulher. Desse modo a ideia central do conceito de gênero nasceu com a feminista e marxista Simone de Beauvoir autora da obra "O Segundo Sexo" (1949), onde é afirmado que "não se nasce mulher, torna-se mulher". Assim, do contexto social marxista, que deu origem à "luta de classes", surgiu a ideologia culturalista como sendo "luta de gêneros", ou seja, uma fantasiosa "luta de classes entre homens e mulheres". Nesse aspecto, a Ideologia de Gênero pretende desconstruir os papéis masculinos e femininos na sociedade atual.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

CURSO CAPELANIA CRISTÃ - MACAÉ-RJ - 29/02/2020



CURSO CAPELANIA CRISTÃ – BAIRRO VIRGEM SANTA - MACAÉ-RJ - 29/02/2020
55ª TURMA DE CAPELANIA

LOCAL: IGREJA MISSIONÁRIA AMOR ÁGAPE
Pastora Jocilma da Costa Monteiro
RUA W LUNA, Nº02
VIRGEM SANTA - MACAÉ-RJ

DATA: 29 DE FEVEREIRO DE 2020 - SÁBADO
HORÁRIO: DAS 14 HORAS ÀS 22 HORAS
INVESTIMENTO: R$ 65,00
OBS. LEVAR UMA FOTO 3X4 / CÓPIA DO RG E CPF / SERÁ PREENCHIDA UMA FICHA DE MATRICULA NO DIA.

APOSTILA ENCADERNADA
DIPLOMA DE CAPELÃO
ATA NOMEAÇÃO CAPELÃO
CREDENCIAL DE CAPELÃO

DIDÁTICA:
- CAPELANIA HOSPITALAR
- CAPELANIA PRISIONAL (CARCERÁRIA)
- CAPELANIA MILITAR
- CAPELANIA ESCOLAR
- DEPENDENCIA QUIMICA

MINISTRANTE: Pr. Charles Maciel Vieira, D.Th.
CONTATO: (22) 99746-0635

Pr. Charles Maciel Vieira, D.Th.

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Graça e Paz em Jesus!!! A didática e logística do Curso de Capelania Cristã foi elaborado para ser efetuado de maneira exaustiva, iniciando o Curso no início da tarde e terminando às 22 horas em um dia de sábado. A inscrição, pagamento do valor de investimento, é no dia, local e hora marcado para o Curso. Essa é a 55ªTurma de Capelania Cristã. A entrega das Credenciais, como é arte gráfica, acontecerá 15 dias à frente no mesmo local do Curso. Tem de levar xerox do RG e CPF + 1 foto 3x4. Qualquer outra dúvida, pode falar através do WhatsApp (22) 99746-0635 - Pr. Charles Maciel Vieira, D. Th.