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sexta-feira, 23 de agosto de 2013
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Manuscritos de Martinho Lutero são encontrados por professor de teologia na Alemanha
No início dessa semana a biblioteca Duque August de Wolfenbüttel, no norte da Alemanha, anunciou uma importante descoberta para a história do cristianismo. Foi encontrada na biblioteca uma série de manuscritos de Martinho Lutero, que é considerado o pai do protestantismo.
Os textos foram descobertos pelo professor alemão de teologia Ulrich Bubenheimer, e consistem em uma dúzia de anotações, escritas nas margens de um poema e de uma crônica. De acordo com a biblioteca, as anotações foram feitas por Lutero quando estudava em Erfurt (leste) no começo do século XVI.
Em um comunicado a biblioteca informou que as notas “fazem parte das mais antigas escrituras de Lutero conservadas”. A Duque August de Wolfenbüttel é conhecida por ser particularmente rica em manuscritos da era medieval, incunábulos (impressos com tipos móveis que remontam ao surgimento da imprensa) e livros da época da Reforma.
Martinho Lutero foi reformista cristão e é considerado um dos primeiros escritores da língua alemã. Nascido em 1483 e falecido em 1546, ele é considerado um dos principais ícones da Reforma Protestante.
Por Dan Martins, para o Gospel+
Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/
domingo, 18 de agosto de 2013
PASTOR LUCINHO - NUNCA É TARDE - É possível determinar para Deus quando um sonho deve ser realizado?
NUNCA É TARDE - É possível determinar para Deus quando um sonho deve ser realizado?
No quadro "Loucos por respostas", o pastor Lucinho Barreto responde internauta que quer saber se é possível determinar para Deus quando um sonho deve ser realizado.
Programa NUNCA É TARDE
REDE SUPER
PREGAÇÃO - Helena Tannure - A Mulher em seus Diversos Papéis
Helena Tannure - A Mulher em seus Diversos Papéis
Helena Tannure ministrando sobre "A Mulher em seus Diversos Papéis" no I Congresso de Mulheres Diante do Trono.
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Casal é amarrado durante assalto e bandido se recusa a matá-los por serem evangélicos: “Deus impediu o pior”
Um casal evangélico escapou da morte durante um assalto em São Luís, capital do Marahão, devido à sua confissão de fé e à uma promessa que um dos assaltantes fez à sua mãe.
O jornalista esportivo Ismael Martins da Silva e sua esposa, Mayane Cristina Galvão, foram amarrados por bandidos que invadiram sua residência e levaram, além do carro da família, duas TVs, um micro-ondas, um computador, um aparelho de DVD, uma batedeira, um ferro de passar, um liquidificador, cartões de crédito, talões de cheque, R$ 1.050,00 em dinheiro e a carteira com os documentos pessoais do casal.
“Quando cheguei do trabalho, com minha mulher, eles já estavam dentro da nossa residência. Os cinco, portando armas de fogo, tomaram o carro, pegaram alguns objetos e, antes de fugir, nos amarram”, revelou o jornalista. “Um deles disse que não atirava na minha cabeça e nem na minha mulher porque tem uma mãe que é ‘crente’ e havia feito uma promessa de não matar uma pessoa evangélica. Deus agiu e impediu que o pior pudesse acontecer”, complementou.
O caso foi registrado no 10º Distrito Policial do bairro Bom Jesus. Horas depois, investigadores da Polícia Civil encontraram o veículo da família, com os quatro pneus furados, sem o aparelho de som, e com alguns documentos da esposa do jornalista, cartões de crédito e talões de cheque, além de sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH), segundo informações do Portal do Dia.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+
Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/
AS DOZE TRIBOS DE ISRAEL E SUA SIMBOLOGIA
O CONTEÚDO ABAIXO É UM ESTUDO EXTRAÍDO DE UMA FONTE DESCONHECIDA, MAS COMO HÁ INTERESSE E APRECIAÇÃO NO ASSUNTO, SEGUE O MESMO NESTA POSTAGEM.
PASTOR CHARLES MACIEL VIEIRA
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Significa “Eis um filho”. …pois “Ele atendeu (viu) a minha aflição”. ( RA’UBeANYI) Primogênito de Jacó e Lia. Eis um filho! Foi um favor especial que Elohim concedeu a ela e, conforme o nome do menino parece indicar, uma bênção inesperada (Gn 29:32) “E concebeu Lia, e deu à luz um filho, e chamou-o Rúben; pois disse: Porque o HaShem atendeu à minha aflição, por isso agora me amará o meu marido.”
Significa “Ouvindo ou Audição” “Soube o Eterno que eu era preterida”. No hebraico é audição Segundo filho de Jacó e Lia (Gn 29:33). Nome dado a Segunda tribo de Israel. Simeão é mencionado por diversas vezes em sua posição apropriada, isto é, o segundo lugar, nos capítulos que abordam a organização e arranjo do acampamento de Israel (Nm 1:6, 22-23) “De Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai; Dos filhos de Simeão, as suas gerações pelas suas famílias, segundo a casa dos seus pais; os seus contados, pelo número dos nomes, cabeça por cabeça, todo o homem de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra. Foram contados deles, da tribo de Simeão…”
Significa “Unido” “Desta vez se unirá mais a mim meu marido”. LEVI, muitos estudiosos associavam a palavra hebraica “LAVAH” com o nome próprio Levi, que significa “unir, juntar”. Em (Nm 18:2, 4), há um jogo de palavras com esse sentido “E também farás chegar contigo a teus irmãos, a tribo de Levi, a tribo de teu pai, para que se ajuntem a ti, e te sirvam; mas tu e teus filhos contigo estareis perante a tenda do testemunho. Mas se ajuntarão a ti, e farão o serviço da tenda da congregação em todo o ministério da tenda; e o estranho não se chegará a vós.” Levi foi o terceiro filho de Jacó com Lia. (Gn 29:34)
Significa “Desta vez louvarei ao Eterno Elohim”. Judá foi o nome do quarto filho do patriarca Jacó, nascido de Lia. Em (Gn 29:35) “E concebeu outra vez e deu à luz um filho, dizendo: Esta vez louvarei ao Eterno Elohim. Por isso chamou-o Judá; e cessou de dar à luz.” oferece uma explicação do significado do nome Judá em hebraico; “dar graças” , “elogiar”, “louvar”. Em (Gn 49:8) então o patriarca prossegue com promessas específicas. A graça soberana de Elohim estava, porém, atuando na vida de Judá, tanto no fato de ele se tornar um líder entre seus irmãos (Gn 43:3; 44:14; 46:28) Foi Judá que mais se destacou em arrependimento e confissão pelo pecado contra José. (Gn 43:8) A bênção de Jacó prometeu a Judá: liderança, vitória e reinado.
Significa “Meu Pai [Adonai] é juiz”. “HaShem me julgou e também me ouviu a voz”. Essa tribo consistia nos descendentes do patriarca Dã, filho de Yaakov com Bila, criada de Raquel e concubina de Yaakov (Gn 30:6) Essa tribo, na época do Shemot/Êxodo, era a Segunda mais numerosa das tribos de Ysrael com 62.700 homens (Nm 1:39). Seu território, porção noroeste de Canaã; mas, visto que a área era muito pequena para a tribo, um grupo de danitas buscou estabelecer-se bem ao sul de Canaã. Foi assim que ele ocuparam o distrito de “Lesém”, que foi conquistado com relativa facilidade. “Lesém” foi rebatizado com o nome de “Dã”, que veio a indicar extremo norte do território de Israel. O território original que Dã recebeu era fértil, ocupar-se do comércio e da pesca. (Jz 5: 17).
Significa “Minha Luta” “Com grandes lutas tenho competido com minha irmã, e logrei prevalecer”. Foi o sexto filho de Jacó e o segundo de Bila, criada de Raquel. Era irmão de Dã. O território dos descendentes de Naftali ficava ao Norte e ao ocidente do mar da Galiléia, estendendo-se desde as montanhas do Líbano, até as extremidades daquele lago. Incluía as áreas ricas e férteis adjacentes às cabeceiras do rio Jordão e a praia ocidental do mar da Galiléia (Dt 33:23) (Js 19:32-39). Na qualidade de tribo de fronteira, o território de Naftali estava sujeito a muitas invasões vindas do norte e do leste. O cântico de Débora celebra os heróis de Naftali, que arriscaram a própria vida a fim de participarem do livramento de Ysrael (Jz 5:18).
No primeiro censo de Ysrael essa tribo contava com 53.400 homens, sendo então a sexta mais numerosas das tribos (Nm 1:43).
Significa “Afortunado” “Uma tropa (ou muitos filhos) ou boa fortuna estava chegando”. O sétimo filho de Yaakov era filho de Zilpa, criada de Lia, concubina de Yaakov. ele foi chamado assim, para indicar que um tropa (ou muitos filhos) ou uma boa fortuna estavam chegando (Gn 30:9-11). Quando essa tribo saiu do Egito, foram encabeçados por Eleasafe, filho de Deuel. Dispunham de 45.650 homens aptos para o serviço militar. Porém, durante a peregrinação pelo deserto, seu número diminuiu para 40.500 (Nm 1:24-25). Terminada a conquista da terra de Canaã, a cada tribo de Ysrael foi dada uma parcela, como herança. A terra de Gade é uma alusão bíblica àquela porção que os homens dessa tribo receberam (I Sm 13:7) (Jr 49:1).
Significa O sentido é “Abençõar!”, alguém “Feliz” (Felicidade) “É a minha Felicidade” Filho de Yaakov com Zilpa, ama de Lia (Gn 30:13) Quando Ysrael partiu do Egito, essa tribo contava com cerca de 41.500 homens, o que o tornava a nona tribo em número, apenas com Efraim, Manassés e Benjamim menores que ela. Antes de entrar na terra de Canaã, houve um aumento de 11.900 homens. A herança dessa tribo ficava em uma região extremamente frutífera, tendo o Líbano ao norte, o Carmelo ao sul e a tribo de Issacar a leste. - No período do rei Davi, a tribo de Asher supriu guerreiros para o exército de Davi (I Cr 12:36) - Após a queda de Ysrael, alguns aseritas ajudaram a reavivar a páscoa, em Yerushalim de acordo com as determinações de Ezequias (II Cr 30:11).
Significa “HaShem me recompensou”. “Homem de aluguel”. (Por causa do aluguel pago a Raquel com as mandrágoras trazidas pelo seu filho Rúben). Esse era o nome do nono filho de Yaakov (quinto filho de Lia). A tribo de Issacar era formada pelos descendentes, através de quatro famílias principais: “Os filhos de Issacar: Tola, Puva, Jó e Sinrom.” (Gn 46:13) (Nm 26:23-25) Quando foi feito o recenseamento em Ysrael, Issacar contava com 54.400 homens. O que fazia deles a quinta mais populosa tribo de Ysrael. (Nm 1:28-29).
Significa “honra” e “HaShem me concedeu excelente dote.”. Nome do sexto filho de Lia e décimo filho de Yaakov “Zebulom”. Presente dado pelo noivo. A tribo de Zebulom era a Quarta maior tribo, tanto no começo quanto no final da peregrinação pelo deserto. (Nm 1:31) (Nm 26:26) Em listas das 12 tribos, Zebulom normalmente segue Issacar (Nm 1:9; 2:7), mas na bênção de Moisés , Zebulom é mencionada primeiramente. (Dt 33:18)
Significa “Filho da mão direita”. HaShem ouviu o pedido de Raquel e lhe concedeu um outro filho, mas ela morreu devido a palavra de maldição lançada por Yaakov quando este questionava com Labão, “Não viva aquele com que achares os teus deuses;…” (Gn 31:32) O filho mais novo de Yaakov e Raquel. A tribo de Benjamim estabeleceu-se em Canaã central (Js 18:21-28) entre Efraim e Judá, mas não expulsou totalmente os cananeus. A tribo de Benjamim, ainda que afamada por seus valentes soldados (Jz 20:15), sua população nunca foi muita, nem seu território destacado pelo tamanho.
Filho querido de Jacó
PASTOR CHARLES MACIEL VIEIRA
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RUBEN
Significa “Eis um filho”. …pois “Ele atendeu (viu) a minha aflição”. ( RA’UBeANYI) Primogênito de Jacó e Lia. Eis um filho! Foi um favor especial que Elohim concedeu a ela e, conforme o nome do menino parece indicar, uma bênção inesperada (Gn 29:32) “E concebeu Lia, e deu à luz um filho, e chamou-o Rúben; pois disse: Porque o HaShem atendeu à minha aflição, por isso agora me amará o meu marido.”
“Rúben” pode significar “Eis um filho” e ao mesmo tempo soar significantemente parecido com a idéia de “ele viu a minha aflição” “ver”. Rúben revelou alguém cheio de energia e determinação, mas não muito disciplinado. Ele cometeu um crime bem repulsivo (Gn 35:22). A posição destacada de líder passou para Judá (Gn 49:8-10). E a porção dobrada para os filhos de José (Gn 48:5) Foi a primeira tribo a se instalar, mesmo antes da transferência da liderança de Moisés para Josué (Nm 32).
Se instalaram no planalto de Moabe ao norte do rio Arnom.
Se instalaram no planalto de Moabe ao norte do rio Arnom.
SIMEÃO
Significa “Ouvindo ou Audição” “Soube o Eterno que eu era preterida”. No hebraico é audição Segundo filho de Jacó e Lia (Gn 29:33). Nome dado a Segunda tribo de Israel. Simeão é mencionado por diversas vezes em sua posição apropriada, isto é, o segundo lugar, nos capítulos que abordam a organização e arranjo do acampamento de Israel (Nm 1:6, 22-23) “De Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai; Dos filhos de Simeão, as suas gerações pelas suas famílias, segundo a casa dos seus pais; os seus contados, pelo número dos nomes, cabeça por cabeça, todo o homem de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra. Foram contados deles, da tribo de Simeão…”
A tribo de Simeão, a exemplo de várias outras, não conseguiram capturar todo o território que lhe foi atribuído.
Mas que, a despeito disso, a tribo era importante na área sul da terra prometida, isso pode ser demonstrado pelo fato de que um maior número de homens aliou-se a Davi, no início da monarquia, provenientes de Simeão, em um total de 7.100 homens.
A incrustação de Simeão, dentro do território de Judá, significou que as duas tribos foram-se misturando cada vez mais, e que Judá tornou-se a tribo predominante dentre as duas (Jz 1:3).
Mas que, a despeito disso, a tribo era importante na área sul da terra prometida, isso pode ser demonstrado pelo fato de que um maior número de homens aliou-se a Davi, no início da monarquia, provenientes de Simeão, em um total de 7.100 homens.
A incrustação de Simeão, dentro do território de Judá, significou que as duas tribos foram-se misturando cada vez mais, e que Judá tornou-se a tribo predominante dentre as duas (Jz 1:3).
LEVI
Significa “Unido” “Desta vez se unirá mais a mim meu marido”. LEVI, muitos estudiosos associavam a palavra hebraica “LAVAH” com o nome próprio Levi, que significa “unir, juntar”. Em (Nm 18:2, 4), há um jogo de palavras com esse sentido “E também farás chegar contigo a teus irmãos, a tribo de Levi, a tribo de teu pai, para que se ajuntem a ti, e te sirvam; mas tu e teus filhos contigo estareis perante a tenda do testemunho. Mas se ajuntarão a ti, e farão o serviço da tenda da congregação em todo o ministério da tenda; e o estranho não se chegará a vós.” Levi foi o terceiro filho de Jacó com Lia. (Gn 29:34)
Levi, progenitor da tribo de Levi, participou de um incidente particularmente reprovável (Gn 34). Sua irmão Diná foi violentada por Siquém, filho do cananeu Hamor. Ele teria então permissão para casar-se com ela caso ele e toda a sua cidade aceitassem ser circuncidados. Eles se circuncidaram, mas, enquanto se recuperavam da operação, Simeão e Levi foram à cidade e mataram todos os habitantes do sexo masculino (Gn 34:25-26). Seu pai Jacó, ficou muito indignado com esse acontecimento que mesmo no leito de morte se lembrou disso. Em vez de abençoar Levi, ele predisse, que tanto os seus descendentes quanto os de Simeão ficariam espalhados no meio de Israel (Gn 49:7).
Pela fé os descendentes de Levi transformaram-se numa bênção. Presume-se que a tribo de Levi não participou do incidente do bezerro de ouro. (Gn 32) Demonstrado assim uma posição espiritual superior, e provando que sua escolha para o serviço sagrado estava justificada. HaShem adotou essa tribo como sua própria herança em lugar do primogênito de cada família (Nm 3:11-13) “Eis que tenho tomado os levitas do meio dos filhos de Israel, em lugar de todo o primogênito, que abre a madre, entre os filhos de Israel; e os levitas serão meus. Porque todo o primogênito é meu; desde o dia em que tenho ferido a todo o primogênito na terra do Egito, santifiquei para mim todo o primogênito em Israel, desde o homem até ao animal: meus serão; Eu sou o Elohim Eterno.”
JUDAH
Significa “Desta vez louvarei ao Eterno Elohim”. Judá foi o nome do quarto filho do patriarca Jacó, nascido de Lia. Em (Gn 29:35) “E concebeu outra vez e deu à luz um filho, dizendo: Esta vez louvarei ao Eterno Elohim. Por isso chamou-o Judá; e cessou de dar à luz.” oferece uma explicação do significado do nome Judá em hebraico; “dar graças” , “elogiar”, “louvar”. Em (Gn 49:8) então o patriarca prossegue com promessas específicas. A graça soberana de Elohim estava, porém, atuando na vida de Judá, tanto no fato de ele se tornar um líder entre seus irmãos (Gn 43:3; 44:14; 46:28) Foi Judá que mais se destacou em arrependimento e confissão pelo pecado contra José. (Gn 43:8) A bênção de Jacó prometeu a Judá: liderança, vitória e reinado.
(Gn 49:8-12) “Judá, a ti te louvarão os teus irmãos; a tua mão será sobre o pescoço de teus inimigos; os filhos de teu pai a ti se inclinarão. Judá é um leãozinho, da presa subiste, filho meu; encurva-se, e deita-se como um leão, e como um leão velho; quem o despertará? O cetro não se arredará de Judá, nem o legislador dentre seus pés, até que venha Siló; e a ele se congregarão os povos. Ele amarrará o seu jumentinho à vide, e o filho da sua jumenta à cepa mais excelente; ele lavará a sua roupa no vinho, e a sua capa em sangue de uvas. Os olhos serão vermelhos de vinho, e os dentes brancos de leite.”
Antecipando assim a linhagem real estabelecida pela aliança com Davi e derradeiramente, com o Adonai,Yeshúa HaMashiach, o qual haveria de combinar em sua pessoa o rei, o ungido (Mashiach).
Antecipando assim a linhagem real estabelecida pela aliança com Davi e derradeiramente, com o Adonai,Yeshúa HaMashiach, o qual haveria de combinar em sua pessoa o rei, o ungido (Mashiach).
Claro que Judá era o nome de uma tribo que não teria maior realce até que Davi, filho de Jessé, foi ungido rei sobre Judá e, posteriormente, sobre todo o Ysrael (II Sm 2: 4) - A contribuição religiosa significativa de Judá foi o estabelecimento de Yerushalaim (no território de Judá) como “O lugar que o Eterno vosso Elohim escolher … para ali por seu nome” (Dt 12:5,11,14,18,21,26) Depois da apostasia de Salomão (I Rs 11:1-13), Elhim separou Yisrael (dez tribos) de Judá, que desde os dias de Josué incluía o território de Simeão (Is 19:9). Embora os profetas falassem do povo de Israel e dos filhos de Judá como sendo povo de Elohim por causa de um relacionamento de aliança, que tem origem em Abraão.
Assim mesmo o relacionamento da aliança prosseguiu através de Judá somente após a desastrosa queda de Samaria e do Reino do Norte. Usa-se o nome “Ysrael” mais especificamente para designar o povo com quem Elohim estabeleceu aliança, denotando a totalidade dos eleitos, que então unidos a Adonai, mas, depois da queda de Samaria, Miquéias, Isaías e outros escritores usam o termo “Ysrael” ao falarem de Judá, que em essência é um nome político.
(Is 5:7) Mas, Judá como Nação deveria durar pouco mais de um século, pois o cativeiro babilônico já estava declarado.
Os profetas estiveram continuamente chamando o povo de Elohim a voltar para o verdadeiro relacionamento da aliança.
Com o exílio babilônico, Judá não perde sua identidade básica, embora fosse um povo que não estava em sua própria terra.
Uma pequena porcentagem retornou para sua pátria durante o período persa, embora os dois grupos tenham em última instância, participado da atuação providencial de Elohim. O remanescente que voltou à terra tornou-se o canal pelo qual veio o Messias prometido.
Os profetas estiveram continuamente chamando o povo de Elohim a voltar para o verdadeiro relacionamento da aliança.
Com o exílio babilônico, Judá não perde sua identidade básica, embora fosse um povo que não estava em sua própria terra.
Uma pequena porcentagem retornou para sua pátria durante o período persa, embora os dois grupos tenham em última instância, participado da atuação providencial de Elohim. O remanescente que voltou à terra tornou-se o canal pelo qual veio o Messias prometido.
DAN
Significa “Meu Pai [Adonai] é juiz”. “HaShem me julgou e também me ouviu a voz”. Essa tribo consistia nos descendentes do patriarca Dã, filho de Yaakov com Bila, criada de Raquel e concubina de Yaakov (Gn 30:6) Essa tribo, na época do Shemot/Êxodo, era a Segunda mais numerosa das tribos de Ysrael com 62.700 homens (Nm 1:39). Seu território, porção noroeste de Canaã; mas, visto que a área era muito pequena para a tribo, um grupo de danitas buscou estabelecer-se bem ao sul de Canaã. Foi assim que ele ocuparam o distrito de “Lesém”, que foi conquistado com relativa facilidade. “Lesém” foi rebatizado com o nome de “Dã”, que veio a indicar extremo norte do território de Israel. O território original que Dã recebeu era fértil, ocupar-se do comércio e da pesca. (Jz 5: 17).
NAFTALI
Significa “Minha Luta” “Com grandes lutas tenho competido com minha irmã, e logrei prevalecer”. Foi o sexto filho de Jacó e o segundo de Bila, criada de Raquel. Era irmão de Dã. O território dos descendentes de Naftali ficava ao Norte e ao ocidente do mar da Galiléia, estendendo-se desde as montanhas do Líbano, até as extremidades daquele lago. Incluía as áreas ricas e férteis adjacentes às cabeceiras do rio Jordão e a praia ocidental do mar da Galiléia (Dt 33:23) (Js 19:32-39). Na qualidade de tribo de fronteira, o território de Naftali estava sujeito a muitas invasões vindas do norte e do leste. O cântico de Débora celebra os heróis de Naftali, que arriscaram a própria vida a fim de participarem do livramento de Ysrael (Jz 5:18).
No primeiro censo de Ysrael essa tribo contava com 53.400 homens, sendo então a sexta mais numerosas das tribos (Nm 1:43).
GADE
Significa “Afortunado” “Uma tropa (ou muitos filhos) ou boa fortuna estava chegando”. O sétimo filho de Yaakov era filho de Zilpa, criada de Lia, concubina de Yaakov. ele foi chamado assim, para indicar que um tropa (ou muitos filhos) ou uma boa fortuna estavam chegando (Gn 30:9-11). Quando essa tribo saiu do Egito, foram encabeçados por Eleasafe, filho de Deuel. Dispunham de 45.650 homens aptos para o serviço militar. Porém, durante a peregrinação pelo deserto, seu número diminuiu para 40.500 (Nm 1:24-25). Terminada a conquista da terra de Canaã, a cada tribo de Ysrael foi dada uma parcela, como herança. A terra de Gade é uma alusão bíblica àquela porção que os homens dessa tribo receberam (I Sm 13:7) (Jr 49:1).
Ficava situada a leste do rio Jordão, em Gileade, ao norte do território que coube a Rúben, e separada do território dos amonitas pelo rio Jaboque. Porém, compreendemos que é muito difícil traçar linhas fronteiriças exatas entre tribos de atividades pastoris. Em (Js 13:25), a terra de Gade é chamada metade das terras dos filhos de Amom. Isso não porque os amonitas, então, fossem os donos dessas terras, mas, porque a porção ocidental das margens do rio Jaboque antes tivera esse nome. As cidades principais da tribo eram chamadas de “Cidades de Gileade”. (Js 13:25).
ASER
Significa O sentido é “Abençõar!”, alguém “Feliz” (Felicidade) “É a minha Felicidade” Filho de Yaakov com Zilpa, ama de Lia (Gn 30:13) Quando Ysrael partiu do Egito, essa tribo contava com cerca de 41.500 homens, o que o tornava a nona tribo em número, apenas com Efraim, Manassés e Benjamim menores que ela. Antes de entrar na terra de Canaã, houve um aumento de 11.900 homens. A herança dessa tribo ficava em uma região extremamente frutífera, tendo o Líbano ao norte, o Carmelo ao sul e a tribo de Issacar a leste. - No período do rei Davi, a tribo de Asher supriu guerreiros para o exército de Davi (I Cr 12:36) - Após a queda de Ysrael, alguns aseritas ajudaram a reavivar a páscoa, em Yerushalim de acordo com as determinações de Ezequias (II Cr 30:11).
ISSACAR
Significa “HaShem me recompensou”. “Homem de aluguel”. (Por causa do aluguel pago a Raquel com as mandrágoras trazidas pelo seu filho Rúben). Esse era o nome do nono filho de Yaakov (quinto filho de Lia). A tribo de Issacar era formada pelos descendentes, através de quatro famílias principais: “Os filhos de Issacar: Tola, Puva, Jó e Sinrom.” (Gn 46:13) (Nm 26:23-25) Quando foi feito o recenseamento em Ysrael, Issacar contava com 54.400 homens. O que fazia deles a quinta mais populosa tribo de Ysrael. (Nm 1:28-29).
No segundo recenseamento, esse número já havia aumentado para 64.300 homens, o que fazia da tribo a terceira mais numerosa.
Quando o povo de Ysrael marchava pelo deserto, Issacar posicionava-se a leste do Tabernáculo. Essa posição era compartilhada por Judá e Zebulom (Nm 2:3-8). Nesse tempo, o líder da tribo era Natanael, Filho de Zuar (Nm 1:8). O cântico triunfal de Débora menciona a tribo, cujos homens participaram da batalha contra Sísera. Essa batalha teve lugar na planície de Issacar. Um dos benefícios dessa vitória é que foi obtida uma passagem livre entre os israelitas da região montanhosa de Efraim e os Israelitas que viviam na Galiléia.
Quando o povo de Ysrael marchava pelo deserto, Issacar posicionava-se a leste do Tabernáculo. Essa posição era compartilhada por Judá e Zebulom (Nm 2:3-8). Nesse tempo, o líder da tribo era Natanael, Filho de Zuar (Nm 1:8). O cântico triunfal de Débora menciona a tribo, cujos homens participaram da batalha contra Sísera. Essa batalha teve lugar na planície de Issacar. Um dos benefícios dessa vitória é que foi obtida uma passagem livre entre os israelitas da região montanhosa de Efraim e os Israelitas que viviam na Galiléia.
A fronteira oriental da tribo de Issacar era o rio Jordão. Para oeste, esse território estendia-se exatamente até a meio caminho para o Grande Mar, ou Mar Mediterrâneo. Compreendia a totalidade da planície de Esdrelom e os distritos circunvizinhos, e era considerado o celeiro de “Ysrael”. O território de Manassés fazia fronteira com o de Issacar a oeste e ao Sul.
ZEBULOM
Significa “honra” e “HaShem me concedeu excelente dote.”. Nome do sexto filho de Lia e décimo filho de Yaakov “Zebulom”. Presente dado pelo noivo. A tribo de Zebulom era a Quarta maior tribo, tanto no começo quanto no final da peregrinação pelo deserto. (Nm 1:31) (Nm 26:26) Em listas das 12 tribos, Zebulom normalmente segue Issacar (Nm 1:9; 2:7), mas na bênção de Moisés , Zebulom é mencionada primeiramente. (Dt 33:18)
A herança tribal de Zebulom é descrita em (Js 19:10-16). Seu território ficava na extremidade norte do vale de Jezreel, ao norte de Manassés, e de Issacar e ao sul de Aser e Naftali. Tanto (Gn 49:13) e (Dt 33:19) associam Zebulom com o mar. Talvez seja essa a referência básica ao comércio entre o Mar Mediterrâneo e o Mar da Galiléia, que enriqueceu a tribo de Zebulom.
Zebulom foi uma das tribos que conseguiu expulsar os cananeus (Jz 1:30), mas seus guerreiros foram altamente elogiados por sua bravura nas vitórias sobre Sísera e os cananeus. (Jz 4:6)
Zebulom foi uma das tribos que conseguiu expulsar os cananeus (Jz 1:30), mas seus guerreiros foram altamente elogiados por sua bravura nas vitórias sobre Sísera e os cananeus. (Jz 4:6)
Quando Davi se tornou rei de todo Israel, Zebulom enviou-lhe um grande contingente de 50.000 soldados e amplas provisões. (I Cr 12:33-34) A tribo de Zebulom é mencionada como Naftali como contemplada com a honra de receber “Yeshua HaMashiach” quando de seu advento. “Mas, para os que estavam aflitos não haverá mais obscuridade. No passado ele tornou desprezível a terra de Zebulom e Naftali, mas nos últimos dias a enobreceu junto ao caminho do mar, além do Jordão, a Galiléia das Nações. O povo que andava em trevas, viu uma grande luz; sobre os que habitam na região da sombra da morte resplandeceu a luz” “Yeshua HaMashich” (Is 9:1-2).
BENJAMIN
Significa “Filho da mão direita”. HaShem ouviu o pedido de Raquel e lhe concedeu um outro filho, mas ela morreu devido a palavra de maldição lançada por Yaakov quando este questionava com Labão, “Não viva aquele com que achares os teus deuses;…” (Gn 31:32) O filho mais novo de Yaakov e Raquel. A tribo de Benjamim estabeleceu-se em Canaã central (Js 18:21-28) entre Efraim e Judá, mas não expulsou totalmente os cananeus. A tribo de Benjamim, ainda que afamada por seus valentes soldados (Jz 20:15), sua população nunca foi muita, nem seu território destacado pelo tamanho.
“Ali está a pequena tribo de Benjamim que os conduz…” (Sl 68:27a) O primeiro Rei de Ysrael confirma sua indicação, observando que vem da menor das tribos de Ysrael (II Sm 9:21). Apesar disso, Adonai nos permite analisar, ilustrando o princípio de que “Ele”, com freqüência, deixa de lado os de alta posição e alcança os tidos como insignificantes. (Dt 33:12) “De Benjamim disse: O amado do Eterno Elohim habitará seguro com Ele; todo o dia o protegerá e descansará em seus braços.” O apóstolo Shaul escrevendo à Igueret em Corinto ele declarou que a própria mensagem da cruz ser loucura para os que se perdem (I Co 1:18). Elohim escolheu usar pessoas que o mundo considera tolas, fracas e inconseqüentes para comunicar a real mensagem do evangelho.
“Pelo contrário, Elohim escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios, e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes; e Elohim escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são; Para que ninguém se vanglorie na presença de HaShem” (I Co 1:27-29 ).
JOSÉ
Filho querido de Jacó
Vendido por seus irmãos aos mercadores árabes ,depois negociado como escravo no egito. Na vida deste homem houve muitos altos e baixos ,mas como todo homem de Deus foi honrado e recebeu a herança da parte de Deus. Os filhos de Yosef tiveram a sua porção de território na parte central de Canaã, no ocidente, e tudo indica que o território de Efraim e Manassés era comum (Js 16; 17:14). Eles não expulsaram os cananeus de suas cidades, embora os tenham subjugado (Js 16:10). A região era bastante produtiva, de maneira que o povo desfrutava de vida próspera. Infelizmente, a medida da bênção material não encontrou correspondência no poder espiritual; pelo contrário, houve declínio e decadência (Is 28:1-4) (Jr 31:18) (Os 9:13; 10:11).
MANASSES. Significa “Que faz esquecer”. Era o filho primogênito mas foi preterido por Yaakov seu avó o qual deu a benção da primogenitura a Efraim seu irmão. Efraim foi o mais novo dos filhos de José e Asenate que lhes nasceram no Egito. Juntamente com seu irmão Manassés, foi adotado por Yaakov, tornando assim o progenitor das duas tribos israelita. Yaakov ao abençoar Efraim deu-lhe prioridade em relação a Manassés (Gn 48).
EFRAIN. Significa “FRUTO DUPLO”, Quantidade dobrada de madeira: Eu serei duplamente frutífero “FRUTIFICAÇÃO”. Ele nasceu no período dos sete anos de abundância, que produziram o bastante para salvar milhares e milhares de pessoas da fome ameaçadora.
Fonte: http://www.oarquivo.com.br
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
[Vídeo] Em entrevista a Danilo Gentili, no Agora é Tarde, pastor Claudio Duarte diz: “Falo como palhaço, sem desacreditar da seriedade de quem me ouve”; Assista na íntegra
O pastor e escritor Claudio Duarte, da Igreja Batista Monte Horebe, em Campo Grande no Rio de Janeiro, vem ficando conhecido por seus sermões e palestras bem humoradas. Recentemente, esteve no Programa do Ratinho, no SBT, falando sobre sexualidade.
Nesta terça-feira, 13 de agosto, o pastor concedeu entrevista ao apresentador Danilo Gentili, no programa Agora é Tarde, da Band. Duarte explicou que o motivo de usar humor em suas pregações é a admiração que nutre pela arte e a necessidade de fazer as pessoas prestarem atenção no que está sendo dito.
“Acabei ficando conhecido como pastor do stand-up. Eu sou uma pessoa bem humorada e sempre admirei os humoristas. Passar a mensagem dessa forma atrai mais a atenção dos fiéis”, afirmou.
Duarte disse ainda que sua opção por levar a mensagem bíblica e os aconselhamentos com humor ainda é mal vista por algumas pessoas: “Por ser algo mais ou menos novo, é comum que eu receba várias críticas. As pessoas tem a ideia de que Deus é um velhinho mal humorado e que quer brigar com a humanidade. Eu vejo Deus como um cara bem humorado”, diz o pastor, que complementa: “As pessoas tem uma ideia de que se você for bem humorado, você não é sério. E na realidade, uma coisa não tem nada a ver com a outra”.
Como forma de embasar seu argumento, Claudio Duarte frisa que busca sempre manter fidelidade à Bíblia em seus discursos: “O fundamento das minhas mensagens sempre vem da Bíblia, o princípio é bíblico. Às vezes o humor só vem pra agregar algum valor, pra atrair um pouco mais a atenção. Mas se você olhar pro Jardim do Éden, e observar no início, Deus oniciente, onipotente, onipresente chega no Adão e diz: ‘Onde você está’. Ele só pode estar brincando”, ilustrou.
“Muitas vezes eu falo como palhaço, mas nunca desacreditei da seriedade das pessoas que me ouvem”, diz, parafraseando o comediante Charlie Chaplin. “Comecei a trabalhar com jovens e uma maneira de atrair a atenção da juventude foi colocar humor. Eu achei que humor era um grande atrativo, e as coisas foram dando certo”, relatou.
Danilo Gentili questionou o motivo de a maioria dos vídeos do pastor serem sobre a vida conjugal e relações sexuais. Duarte explicou que foi ao acaso: “Aconteceu de eu precisar ministrar uma palestra num evento para casais, e não tinha ninguém e me colocaram. Aí, a palestra ficou atraente, porque eu comecei a trabalhar com humor, e busquei voltar pro relacionamento conjugal. As pessoas me chamam de pastor de família, mas na verdade eu gosto desse relacionamento conjugal, essa dinâmica de viver a dois, cabeça de homem, cabeça de mulher, como funciona… Eu sou extremamente contra divórcio… Meu pai casou diversas vezes”.
Sobre sexo antes do casamento, Claudio Duarte frisa que a prática é pecado, mas abrange sua análise lembrando que os jovens tendem a buscar compatibilidades, e por isso, acabam transando antes da hora.
“Hoje, as pessoas observam mais o prazer pessoal, do que a Palavra de Deus, as coisas ficaram meio misturadas. Daqui uns dias, vamos ver o poste fazendo xixi no cachorro e todo mundo achando perfeitamente natural, porque os valores se inverteram, e o errado virou certo. O que eu falo sempre pra juventude é o seguinte: você precisa definir se você é o ambiente, ou o camaleão. A vida é assim: o ambiente faz você, ou você faz o ambiente. Hoje o ambiente tem feito a juventude. ‘As pessoas acham normal, está todo mundo fazendo, eu vou fazer também’. Até porque os jovens gostam muito de aceitação. Mas a Bíblia diz que sexo é depois do casamento, não dá pra negociar isso”, diz o pastor.
Assista a íntegra da entrevista do pastor Claudio Duarte ao programa Agora é Tarde:
Por Tiago Chagas, para o Gospel+
Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/
Católicos invocam mais a Maria do que a Jesus, diz articulista de jornal, sobre divergências teológicas com evangélicos
Católicos invocam mais a Maria do que a Jesus, diz articulista de jornal, sobre divergências teológicas com evangélicos
Uma das principais fontes de debate e divergência teológica entre católicos e protestantes é o status de intermediadora dado pela igreja romana a Maria, mãe de Jesus. Para católicos, a virgem foi arrebatada aos céus em carne e osso, e intercede pelos seguidores; Para protestantes, Maria é uma importante e admirada figura bíblica.
Aldo Pereira, 80 anos, colaborador da Folha de S. Paulo, publicou um artigo sobre o assunto, e fez comparações entre as posturas adotadas por católicos e protestantes a respeito do tema.
Seu texto se inicia com uma constatação: no terço católico há “106 invocações mântricas de Maria (duas em cada ave-maria), mais uma referência na salve-rainha e outra no credo”, e cita que em comparação, o mesmo terço “menciona o nome de Jesus 55 vezes: uma em cada ave-maria, uma no credo e outra na salve-rainha” e “invoca Deus uma única vez, no pai-nosso”.
Pereira diz que o ponto de discórdia está na adoração à mãe de Jesus: “Protestantes veneram Maria (até muçulmanos a reverenciam), mas reprovam ‘mariolatria’. Como outros não-católicos, objetam que a Bíblia não menciona Assunção”, escreveu, referindo-se à crença de que ela teria sido arrebatada. “[Os protestantes] condenam como fetichismo idólatra o enlevo do papa ao beijar imagem esculpida de Maria em Aparecida no mês passado”, afirma.
Citando dados históricos da Igreja Católica, Pereira afirma que a ênfase dada à mãe de Jesus surgiu de uma busca do Vaticano por tornar a religião simpática a outros povos não cristãos: “Maria pode ter ganhado proeminência hagiográfica a partir do século 4 por facilitar a conversão de pagãos mediante incorporação sincrética de elementos de outros credos no cristianismo, e vice-versa. Muitos pagãos cultuavam deusas-mães”, contextualiza. “Representações de Ísis amamentando Horus bebê inspirariam madonas lactantes na pintura renascentista”, exemplifica o colaborador da Folha.
Ele encaminha seu texto dizendo que os “teólogos protestantes argumentam que o clero católico confere status de divindades menores a Maria e outros santos (quase 8.000) quando lhes atribui milagres”, e que a “deificação de Maria [...] viola o preceito monoteísta das religiões abraâmicas”. O colaborador ainda menciona que a resposta dos católicos a tais críticas é que eles “reverenciam Maria como santa, mas não a adoram como deusa”.
Outro ponto de divergência teológica está na virgindade da mãe de Jesus, diz Pereira: “A Bíblia faz menção explícita a irmãos de Jesus. Mateus 13:55-56 e Marcos 6:3 nomeiam quatro, enquanto Mateus 12:46, Marcos 3:32 e Atos 1:14 referem outros. Segundo Mateus 1:18-25, José não ‘conheceu’ Maria antes de ela ter tido o primeiro filho, o que sugere que ele a ‘conheceu’ depois”. O colaborador no entanto, pondera que “para a Igreja [Católica], tal entendimento configura audaciosa blasfêmia, pois o Primeiro Concílio de Latrão (649) reafirmou a virgindade de Maria ‘ante partum’, ‘in partu’ e ‘post partum’. ‘Irmãos’ de Jesus? A apologética assegura haver aí mera referência figurada a ‘primos’ ou ‘parentes’”, conclui Aldo Pereira.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+
Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
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