sábado, 6 de dezembro de 2014

LIVROS ONLINE, LIVROS EM PDF DOWNLOAD

Eu já divulguei aqui, mas farei de novo. Tenho em "nuvem" uma biblioteca com mais de 4 teras de conteúdo. Além de livros Teológicos, temos muito conteúdo, MP3, vídeos diversos, material religioso e também secular. Programas para computador, arquivos em .epub, .APK, .Mobi, e muito mais. 



A senha é: 123

ADMINISTRAÇÃO - EMPRESARIAL - EXECUTIVO
AGRICULTURA - AGROPECUÁRIA - AGRONEGÓCIO
ALBUNS FIGURINHAS
ANATOMIA HUMANA - FISIOLOGIA
ANDROID .APK
ANTROPOLOGIA GERAL
ARQUEOLOGIA - PALEONTOLOGIA
ARQUITETURA
ARQUIVOLOGIA
ARTESANATO - NA EDUC.INFANTIL
ASTRONOMIA - ASTROFÍSICA - COSMOLOGIA - ASTRONAUTICA
AUTOCAD - CAD - 3DS MAX - ANIMATION
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BIOLOGIA - BIOQUIMICA - BIOTECNOLOGIA
CARPINTARIA - MARCENARIA - CARPINTEIRO
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COLEÇÃO EDUCADORES E PENSADORES DA EDUCAÇÃO
CONSTRUÇÃO NAVAL - ENGENHARIA NAVAL
CONTABILIDADE
CULINÁRIA E SAÚDE - RECEITAS
DANÇA
DESENHO
Dicionario de pedagogia e puericultura I - Mário Ferreira dos Santos.pdf
DIREITO
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EDUCAÇÃO FISICA
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TURISMO - EXCURSÕES
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VIDEOS DIVERSOS
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zPrivada

Feliciano comenta votação do PLN 36 e faz críticas ao governo


O deputado evangélico falou que os votos foram trocados por verbas

Verbo ou verba? Essa é a pergunta feita aos deputados nos bastidores da votação do PLN 36/2014, projeto de lei altera a meta fiscal do Governo. A denúncia foi feita pelo deputado Marco Feliciano (PSC-SP) que já sofre pressão por ser contra o projeto.

Feliciano esteve na votação da madrugada desta quinta-feira (4) que terminou com 240 votos a favor e 60 contrários à lei que altera a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Segundo o parlamentar evangélico os deputados da base do governo debocharam da oposição por já saberem que o resultado seria favorável. Feliciano também afirmou que o clima era de ameaças, onde os deputados que não fossem a favor estavam sendo pressionados a perderem as emendas extras.

“Diz-se assim nos bastidores da Câmara: escolha o VERBO ou a VERBA. Ou seja, pregar contra o governo te faz perder as emendas”, relatou o deputado paulista.

Quando fala em verba Feliciano está citando o decreto assinado às vésperas da votação do PLN 36 que oferece R$ 444,7 milhões para emendas individuais aos deputados e senadores, dividindo este valor no Congresso dá uma quantia de R$ 748 mil para cada um dos 513 deputados e 81 senadores.

“As emendas, diferente do que dizem, não são dos deputados e sim dos municípios, do povo, e de que o governo usa para nos chantagear”, disse Feliciano que também reclama de sofrer perseguição e de não ter suas emendas pagas.

“Em 4 anos de mandato, lembrando que as emendas de 2011 deveriam ser pagas até o fim de 2012, as de 2012 em 2013, as de 2013 em 2014… Nunca foram pagas. Com exceção de um ônibus escolar e tratores, minhas emendas estão empenhadas mas não pagas”.

As emendas não pagas em até 18 meses “caducam”, isso é, a dívida do governo por aquele serviço é cancelada e a empresa que o realizou não recebe ou então o serviço não é realizado, apesar de ser aprovada a sua realização.

“Sou o único deputado do PSC que carrega esta marca, a de não ter emendas liberadas, por que será? Quem tem inteligência que entenda! Minha luta pela família e pela liberdade de expressão continuam e faço parte com orgulho dos 51 milhões que não votaram no PT”.


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/

Campanha de ateus classifica Natal como “mentira”; Pastor Franklin Graham diz que iniciativa é “guerra contra Cristo”


Um grupo ativista ateu está promovendo uma campanha de descrédito ao Natal, usando outdoors para incentivar os cristãos a não irem às igrejas nos cultos comemorativos ao nascimento de Jesus Cristo.

A iniciativa do grupo American Atheists tem priorizado a região sul dos Estados Unidos, local onde há maior concentração de evangélicos, segundo informações do Christian Post.

Em uma das peças publicitárias, uma criança escreve um bilhete para o Papai Noel dizendo que não acredita em Jesus: “Querido Papai Noel, tudo que eu quero para este Natal é evitar a igreja! Estou velho demais para contos de fadas”.

David Silverman, representante dos ativistas ateus, afirmou que a história do nascimento de Jesus é uma mentira: “Até as crianças sabem que as igrejas vomitam absurdos, é por isso elas não querem participar dos cultos. Em vez disso, aproveite o tempo com sua família e amigos. Adultos de hoje em dia não têm a obrigação de fingir que acreditam nas mentiras que seus pais acreditavam. Tudo bem admitir que seus pais estavam errados sobre Deus. Está mais certo ainda dizer a verdade aos seus filhos”, disse, dando uma mostra do tom agressivo usado na campanha.

A investida dos ateus contra uma das principais datas comemorativas do cristianismo foi descrita pelo pastor Franklin Graham como uma “guerra contra o Natal”.

“Lojas, escolas e comunidades em toda a América do norte continuam a encontrar novas razões intolerantes para remover todas as referências religiosas do Natal, retirando-lhe qualquer significado sagrado ou histórico das músicas cristãs, orações e outras conexões espiritualmente vitais do Senhor Jesus Cristo”, alertou Graham, de acordo com o Christian Today.

O pastor acrescentou que “na sua raiz e essência, a guerra contra Natal não se foca apenas nas festas, mas em tudo que se refere ao Filho de Deus. A guerra contra o Natal é uma guerra contra Cristo e seus seguidores”.


Fonte:  http://noticias.gospelmais.com.br/

Ex-mulher de Collor diz que ex-presidente fazia rituais com fetos humanos


O maior amor e a maior decepção de sua vida. Esse é Fernando Collor para Rosane Malta, nome de divorciada de Rosane Collor, ex-mulher do ex-presidente da República. Em entrevista ao jornal O Globo ela falou sobre sua conturbada relação com ele, as brigas conjugais, a rotina de primeira-dama e até rituais macabros com fetos humanos celebrados por ele. Todas as histórias fazem parte do livro "Tudo o que vi e vivi", que ela lança pela editora LeYa.

“Cecília [Mãe de Santo de confiança de Collor] me contou que, certa vez, fez um trabalho para Fernando envolvendo fetos humanos. Ela pegou filhas de santo grávidas, fez com que abortassem e sacrificou os fetos para dar às entidades. Uma coisa terrível, da qual ela obviamente se arrepende. Quando eu soube disso, chorei copiosamente”, conta Rosane.

De acordo com ela, o primeiro trabalho que ela teve ciência ocorreu quando o ex-marido ficou furioso com a decisão de Silvio Santos de se candidatar à Presidência em 1989, no pleito que Collor venceria mais tarde. O dono do SBT se candidatou com o apoio de José Sarney mesmo prometendo a Collor que não o faria, mas não concorreu por ter sua candidatura impugnada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Apesar das declarações bastante pesadas, Rosane afirmou não guardar ódio do ex-marido. Diz ela que a decisão de escrever o livro foi uma luta para atingir seus direitos enquanto ex-mulher. Ainda segundo ela, apesar de pesadas, as histórias foram amenizadas.

"Eu amenizei muitas coisas que estão no livro, não passei ódio. Passei, sim, decepção. Eu não guardo ódio. Guardo decepção. Eu lutei para que a Justiça me desse os meus direitos", diz a ex-primeira-dama.


Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/ex-mulher-de-collor-diz-que-ex-presidente-fazia-rituais-com-fetos-humanos-210700506.html

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Estado Islâmico usa crianças como escudo humano e banco de sangue vivo, diz ONU


Os crimes de guerra cometidos pelo Estado Islâmico agora envolvem o uso de crianças como escudos humanos, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU).

Dentre as barbaridades, os jihadistas do Estado Islâmico estariam forçando crianças realizarem ataques suicidas. Para que elas aceitem e cumpram a missão sem questionamentos, os extremistas estariam dopando-as.

Laurent Chapuis, assessor regional de proteção à criança da ONU, afirmou que os extremistas islâmicos estariam recrutando crianças e adolescentes para atuar na linha de frente dos confrontos, e assim servir como peões na guerra que visa estabelecer um califado no Oriente Médio.

Há também o trabalho infantil forçado, em que crianças são obrigadas a realizar atividades domésticas e transportar água e remédio para os feridos, segundo informações do Christian Post.

No Iraque, o Escritório da ONU para os Direitos Humanos publicou um relatório assegurando que além de serem usadas como escudo, as crianças estariam servindo como bancos de sangue vivos, sendo obrigadas a fornecer sangue para extremistas que de alguma forma foram feridos em combate.

Por fim, o Estado Islâmico teria criado uma força-tarefa de propaganda de seu regime e as crianças estariam sendo usadas para divulgar “a causa”. Em um dos casos relatados, militantes forçaram crianças muito doentes que estavam internadas em um hospital a segurarem a bandeira do Estado Islâmico enquanto posavam para fotos.

Um adolescente de 15 anos que havia sido obrigado a combater pelo Estado Islâmico afirmou que as crianças vem sendo dopadas com pílulas anti-ansiedade: “Essa droga faz com que você perca a sua mente. Se eles te derem um cinto de suicídio e disserem para você se explodir com ele, você vai fazer”, contou o jovem Mufleh.

“O que é surpreendente para mim é quando atendemos as mães que dizem: ‘Nós não sabemos o que fazer. Nossos filhos são voluntários e não podemos impedir’”, disse Ivan Simonovic, secretário geral da ONU para os Direitos Humanos, corroborando a versão do adolescente.


Líderes cristãos, judeus e muçulmanos assinam acordo de combate à escravidão moderna


Um dos principais males globais do mundo contemporâneo é o tráfico de pessoas, conhecido como escravidão moderna. Em um gesto simbólico, diversos líderes religiosos, incluindo o papa Francisco, assinaram um manifesto que pede o fim da servidão até 2020.

Aproximados pelos princípios de empatia, amor, respeito e igualdade, os representantes do protestantismo, judaísmo, islamismo, hinduísmo e outras religiões disseram que era “humanamente imperativo e moral” que o tráfico de seres humanos para trabalho forçado, prostituição e venda de órgãos tenha um fim.

O arcebispo de Canterbury Justin Welby, chefe da Comunhão Anglicana, esteve presente na cerimônia, além de representantes do patriarca ecumênico Bartolomeu I, da Igreja Ortodoxa, e o imã de Al-Azhar do Egito, Ahmed Mohamed Ahmed el-Tayeb.

Os signatários também se comprometeram a fazer tudo que estiver ao seu alcance para que os 35 milhões de pessoas, aproximadamente, que hoje estão em cativeiros ao redor do mundo sejam libertados.

“Escravidão moderna [significa] não respeitar a convicção fundamental de que todas as pessoas são iguais e têm a mesma liberdade e dignidade”, disse o comunicado conjunto, de acordo com informações do Religion News Service.

“Comprometemo-nos aqui hoje fazer tudo ao nosso alcance, dentro das nossas comunidades de fé e não só, trabalhar em conjunto para a liberdade de todos aqueles que são escravizados e traficados para que seu futuro possa ser restaurada”, acrescentou o texto do documento, assinado na última terça-feira, 02 de dezembro.

O papa Francisco afirmou que a escravidão moderna é um “terrível flagelo”, e foi apoiado pelos rabinos Abraham Skorka e David Rosen, que é diretor internacional de assuntos inter-religiosos do Comitê Judaico Americano.

Desde que foi eleito pontífice da Igreja Católica, o papa Francisco se pronunciou diversas vezes contra o tráfico de pessoas. Na última terça, ele enfatizou o direito que cada ser humano possui de ser livre e digno.

O empresário e filantropo australiano Andrew Forrest, um dos principais ativistas contra a escravidão moderna, comemorou a reunião ecumênica pelo fim do tráfico de pessoas: “A declaração de hoje é sem precedentes. É a primeira vez na história que tanto sunitas e xiitas se juntaram [às igrejas] Católica, Anglicana e Ortodoxa, bem como judeus, hindus e budistas para trabalhar publicamente em conjunto para eliminar a escravidão. É fundamental que os líderes religiosos conduzam a sociedade para exigir o fim da escravidão moderna de uma vez por todas”, observou Forrest, que é chefe da Fundação Free Walk, uma parceira da Rede Global da Liberdade.


Disney bloqueia publicação de criança que se referiu a Deus e sugere que ela seja “agradável”


No Brasil, a Disney é vista por boa parte dos evangélicos como difusora de mensagens subliminares anticristãs. Diversas teorias conspiratórias acusam os filmes do estúdio de apresentarem referências ao satanismo de maneira sutil para doutrinar de forma indireta as crianças.

Agora, os adeptos dessa linha de pensamento têm mais uma polêmica para discutir. Nos Estados Unidos, o site da Disney bloqueou a palavra “Deus” na sessão de comentários. O caso foi revelado por uma mãe à mídia cristã do país.

Lilly Anderson, 10 anos, estava respondendo um questionário no site da Disney Channel quando se deparou com uma pergunta sobre quais seriam os motivos de sua gratidão. A menina, espontaneamente, escreveu “Deus, minha família, minha igreja e meus amigos”.

Para supresa de Lilly e sua mãe, Julie, o comentário foi bloqueado com uma mensagem que dizia “Por favor, seja agradável”. Confusa, a menina tentou novamente e o resultado foi o mesmo.

Numa tentativa de descobrir a que o sistema do site estava se referindo como ofensivo, Lilly excluiu a palavra “Deus” e seu comentário foi autorizado imediatamente, de acordo com informações do Christian Headlines.

“Foi ideia da Lilly sozinha incluir Deus em seu comentário”, disse Julie Anderson ao jornalista Todd Starnes em uma entrevista. “Eu não tenho nada anti-Disney, mas a vergonha que uma criança de dez anos de idade passou ao ser orientada a ‘ser agradável’ após agradecer a Deus e compartilhar sua fé com os outros é o que é perturbador para mim como mãe”, acrescentou.

Ao final, a mãe disse que continuará incentivando sua filha a manifestar sua fé: “Eu quero que a minha filha, e todos os filhos da fé, saibam que é bom compartilhar Deus e Jesus com os seus pares. Eu quero que ela saiba que ela não tem que ficar em silêncio sobre sua fé. Eu quero que ela seja forte e guerreira”, concluiu.


domingo, 30 de novembro de 2014

Manuscritos do Mar Morto (Rolos de Qumran)


Os Manuscritos do Mar Morto são uma coleção de centenas de textos e fragmentos de texto encontrados em cavernas de Qumran, no Mar Morto, no fim da década de 1940 e durante a década de 1950. Foram compilados por uma doutrina de judeus conhecida como Essênios, que viveram em Qumran do século II a.C. até aproximadamente 70. Porções de toda a Bíblia Hebraica foram encontradas, exceto do Livro de Ester e do Livro de Neemias. Os manuscritos incluem também Livros apócrifos e livros de regras da própria seita. Os Manuscritos do Mar Morto são de longe a versão mais antiga do texto bíblico, datando de mil anos antes do que o texto original da Bíblia Hebraica, usado pelos judeus atualmente. Atualmente, estão guardados no Santuário do Livro do Museu de Israel, em Jerusalém.

Histórico

Os manuscritos do Mar Morto foram casualmente descobertos por um grupo de pastores de cabras (Beduinos), que em busca de um de seus animais localizou, em 1947, a primeira das cavernas com jarros cerâmicos contendo os rolos de papíro. Inicialmente os pastores tentaram sem sucesso vender o material em Belém. Mais tarde, foram finalmente vendidos para Athanasius Samuel, bispo do mosteiro ortodoxo sírio São Marcos em Jerusalém e para Eleazar Sukenik, da Universidade Hebraica, em dois lotes distintos.
A autenticidade dos documentos foi atestada em 1948. Em 1954, governo israelense, que já havia comprado o lote de Sukenik, comprou através de um representante, os documentos em posse do bispo, por 250 mil dólares.

Outra parte dos manuscritos, encontrada nas últimas dez cavernas, estavam no Museu Arqueológico da Palestina, em posse do governo da Jordânia, que então controlava o território de Qumram. O governo jordaniano autorizou apenas oito pesquisadores a trabalharem nos manuscritos. Em 1967, com a Guerra dos Seis Dias, Israel apropriou-se do acervo do museu, porém, mesmo com a entrada de pesquisadores judeus, o avanço nas pesquisas não foi significativo. Apenas em 1991, com a quebra de sigilo por parte da Biblioteca Hutington em relação aos microfilmes que Israel havia enviado para algumas instituições pelo mundo, um número maior de pesquisadores passou a ter acesso aos documentos, permitindo, enfim, que as pesquisas avançassem significativamente.

Os desdobramentos em relação aos resultados prosseguem e, recentemente, a Universidade da Califórnia apresentou o "The Visualization Qumram Project" (Projeto de Visualização de Qumram), recriando em três dimensões a região onde os manuscritos foram achados. O Museu de Israel já publicou na Internet parte do material sob seus cuidados e o Instituto de Antiguidades de Israel do Museu Rockefeller trabalha para fazer o mesmo com sua parte do material.

Importância para o cânone bíblico

Antes da descoberta dos Rolos do Mar Morto, os manuscritos mais antigos das Escrituras Hebraicas datavam da época do nono e do décimo século da era cristã. Havia muitas dúvidas sobre a confiabilidade dessas cópias. A análise dos textos encontrados mostra que os textos hebraicos eram bastante fluidos antes de sua canonização. Há textos que são quase idênticos ao texto massorético embora haja fragmentos do livro do Êxodo e de Samuel com diferenças significativas das cópias modernas.

Mas o Professor Julio Trebolle Barrera, membro da equipe internacional de editores dos Rolos do Mar Morto, declarou: "O Rolo de Isaías [de Qumran] fornece prova irrefutável de que a transmissão do texto bíblico, durante um período de mais de mil anos pelas mãos de copistas judeus, foi extremamente fiel e cuidadosa."

O rolo mencionado por Barrera trata-se de uma peça com 7 metros de comprimento, em aramaico, contendo o inteiro livro de Isaías. Diferentemente deste rolo, a maioria deles é constituída apenas por fragmentos, com menos de um décimo de qualquer dos livros. Os livros bíblicos mais populares em Qumran eram os Salmos (36 exemplares), Deuteronômio (29 exemplares) e Isaías (21 exemplares). Estes são também os livros mais frequentemente citados nas Escrituras Gregas Cristãs.

Embora os rolos demonstrem que a Bíblia não sofreu mudanças fundamentais, eles também revelam, até certo ponto, que havia versões diferentes dos textos bíblicos hebraicos usadas pelos judeus no período do Segundo Templo, cada uma com as suas próprias variações. Nem todos os rolos são idênticos ao texto massorético na grafia e na fraseologia. Alguns se aproximam mais da Septuaginta grega.

Anteriormente, os eruditos achavam que as diferenças na Septuaginta talvez resultassem de erros ou mesmo de invenções deliberadas do tradutor. Agora, os rolos revelam que muitas das diferenças realmente se deviam a variações no texto hebraico. Isto talvez explique alguns dos casos em que os primeiros cristãos citavam textos das Escrituras Hebraicas usando fraseologia diferente do texto massorético. — Êxodo 1:5; Atos 7:14. Assim, este tesouro de rolos e fragmentos bíblicos fornece uma excelente base para o estudo da transmissão do texto bíblico hebraico. Os Rolos do Mar Morto confirmaram o valor tanto da Septuaginta como do Pentateuco samaritano para a comparação textual.

Os rolos que descrevem as normas e as crenças da seita de Qumran tornam bem claro que não havia apenas uma forma de judaísmo no tempo de Jesus. A seita de Qumran tinha tradições diferentes daquelas dos fariseus e dos saduceus. É provável que essas diferenças tenham levado a seita a se retirar para o ermo. Eles se encaravam como cumprindo Isaías 40:3 a respeito duma voz no ermo para tornar reta a estrada de YHWH. Diversos fragmentos de rolos mencionam o Messias, cuja vinda era encarada como iminente pelos autores deles. Isso é de interesse especial por causa do comentário de Lucas, de que “o povo estava em expectativa” da vinda do Messias. — Lucas 3:15.

Os Rolos do Mar Morto ajudam até certo ponto a compreender o contexto da vida judaica no tempo em que Jesus pregava. Fornecem informações comparativas para o estudo do hebraico antigo e do texto da Bíblia. Mas o texto de muitos dos Rolos do Mar Morto ainda exige uma análise mais profunda.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

O Cristianismo nos animes e mangás


Dezembro é sinônimo de Natal, época de festas, presentes e Papai Noel. Correto? Não, antes de o feriado virar um dia completamente comercial, a Igreja escolheu a data para celebrar o nascimento de Jesus Cristo. Aproveitando este momento especial, vamos falar um pouco da influência do Cristianismo nos animes, mangás e também no Japão.

O Cristianismo no Japão

O Japão não tem a cultura judaico-cristã como base, estando suas principais crenças no budismo e no xintoísmo. Porém, já existiu um movimento cristão na Terra do Sol Nascente. Por volta do século XVI, jesuítas portugueses desembarcaram no país e trouxeram consigo sua religião, que ao longo dos anos, ganhou milhares de seguidores.

Curiosamente, durante esse período, surgiu o primeiro sistema romaji, um método de romanização do japonês (transcrever para o nosso alfabeto), para facilitar a pregação dos missionários estrangeiros. Também foram adaptadas palavras da língua portuguesa ao idioma local, como pan (pão).

O fim do cristianismo no Japão pode ser atribuído a Toyotomi Hideyoshi, que expulsou missionários estrangeiros e perseguiu os cristãos nativos na ilha de Kyushu. Durante a Era Meiji (1868-1912), ainda houve uma segunda tentativa de levar a religião ao país, mas que não foi muito bem sucedida. Atualmente qualquer influência cristã na cultura pop japonesa se deve ao relacionamento com países ocidentais.

A Bíblia nos mangás

Tirando os leitores de meios de comunicação especializados, tanto de cultura japonesa e algumas editoras ligadas a igrejas, os lançamentos de mangás baseados em histórias bíblicas passam despercebidos por muitos. São inúmeros lançamentos, alguns deles inclusive produzidos no Ocidente.

No Brasil, a editora Edições Vida Nova tem lançado uma coleção de mangás baseados em partes do livro sagrado do Cristianismo. O projeto tem previsão de cinco edições, das quais até o momento foram publicadas três: Messias, Metamorfose e Motim. Os mangás podem ser comprados diretamente no site da editora, que também vende versões em inglês e japonês.

As publicações não ficam apenas reservadas às editoras evangélicas. A JBC também já lançou A Bíblia em Mangá, obra dividida em duas partes: O Velho Testamento e O Novo Testamento. Quem assina o mangá é o britânico de ascendência nigeriana Ajinbayo Akinsiku, conhecido como Siku.

Existem diversos outros títulos que não foram lançados no Brasil, entre eles Manga Bible. Também é válido citar a HQ ocidental Bíblia em Ação (The Action Bible), que está sendo publicada pela Geográfica Editora e foi muito bem ilustrada pelo brasileiro Sergio Cariello, conhecido por seus trabalhos na Marvel e DC Comics.


Animes baseados em histórias cristãs

As adaptações não se limitaram apenas ao formato de quadrinhos. Também foram criadas diversas animações e algumas delas contaram com a colaboração de produtoras japonesas.

Talvez o anime cristão mais conhecido no Brasil seja Superbook (Anime Oyako Gekijo), por conta de sua exibição pelos canais Rede Record e Rede Vida. A série foi produzida na década de 1980 pela Tatsunoko em parceria com a emissora americana Christian Broadcasting Network. Há também uma nova versão produzida em 2009, mas sem a participação de um estúdio japonês. Na trama, duas crianças e um robô viajam no tempo vivenciando diversas histórias bíblicas.

Ainda há outras adaptações da Bíblia em anime, uma delas criada por Osamu Tezuka, considerado o pai dos mangás. In the Beginning: The Bible Stories (Tezuka Osamu no Kyuuyaku Seisho Monogatari) é uma série de 26 episódios produzida pela NTV em conjunto ao canal italiano RAI, que narra as principais histórias do Antigo Testamento. Embora tenha sido exibido em 1992 na Europa, apenas em 1997 o anime foi ao ar no Japão.

Recentemente, para comemorar a semana santa, o Studio 4°C produziu um curta animado baseado no filme Jesus, de 1979. Intitulado My Last Day (Meu Último Dia), o anime mostra a crucificação do Filho de Deus do ponto de vista de um ladrão que também seria crucificado. O roteiro da produção foi de Barry Cook, diretor da animação do filme Mulan.

Fonte: http://anmtv.xpg.uol.com.br/

Black Friday ou Sexta-Feira Negra e o Consumismo desenfreado


Black Friday ou Sexta-Feira Negra é um termo criado pelo varejo (retalho em português de Portugal) nos Estados Unidos para nomear a ação de vendas anual que acontece na sexta-feira após o feriado de Ação de Graças, que é a 4°quinta-feira do mês de Novembro. A ideia vem sendo adotada por outros países como Canadá, Austrália, Reino Unido, Portugal, Paraguai e Brasil.

Há vestígios de que a denominação surgiu no início dos anos 90 na Filadélfia, quando a polícia local chamava de Black Friday o dia seguinte ao feriado de Ação de Graças. Havia sempre muitas pessoas e congestionamentos enormes, já que a data abria o período de compras para o natal. O termo já foi associado com a crise financeira que atingiu os Estados Unidos em 1869. Também passou a ser usado em 1966, mas só se tornou popular em 1975 quando o uso do termo passou a ser conhecido por meio de artigos publicados em jornais, que abordavam a loucura da cidade durante o evento.

Já se referiu ao período de conforto financeiro para os varejistas. No início de 1980, foi criada uma teoria que usava a cor vermelha para se referir aos valores negativos de finanças e a cor preta para indicar valores positivos. O período negativo correspondia ao período de janeiro a novembro e o lucro acontecia no dia seguinte ao Dia de Ação de Graças e permanecia até o final do ano.

Alguns anos depois, Black Friday foi o nome usado pelos varejistas para indicar o período de maior faturamento e desde então é a data mais agitada do varejo no país. No dia do evento muitas lojas abrem bem cedo, algumas com até quatro horas de antecedência, para atrair o maior número de consumidores através de ofertas. Milhares de pessoas aguardam em filas enormes. Embora não seja um feriado, muitas pessoas ganham o dia de folga e se tornam consumidores com grande potencial. O dia também é conhecido por dar início à temporada de compras de natal. A popularidade do evento é grande, sendo que os descontos oferecidos são considerados mais atrativos do que os natalinos por muitos consumidores.


Black Friday no Brasil

O primeiro Black Friday do Brasil aconteceu no dia 28 de novembro de 2010 e foi totalmente online. A data reuniu mais de 50 lojas do varejo nacional. No Brasil a Black Friday é conhecida como o dia de descontos pela metade do dobro.

Os descontos oferecidos no Brasil são muito mais modestos do que os americanos que chegam a 40% em produtos de diferentes categorias.[carece de fontes], gerando 5 milhões em vendas em um único dia. Assim como nos Estados Unidos, a Black Friday Brasil acontece anualmente na sexta-feira seguinte à quarta quinta feira de novembro. Há registros de que o evento também aconteça em lojas físicas, pelo menos no Brasil e Estados Unidos. Outro problema sério que ocorre no Brasil são os descontos "maquiados", ou seja, as lojas sobem o preço uma semana antes do Black Friday e baixam no dia do evento alegando "mega descontos".

A segunda edição do Black Friday, em 25 de novembro de 2011, rendeu um faturamento de 100 milhões para o e-commerce brasileiro, representando um incremento de 80% em relação ao ano de estreia país. Após o sucesso de vendas da Black Friday, o Cyber Monday também foi importado para o Brasil.

O terceiro Black Friday ocorreu em 23 de novembro de 2012, em mais de 300 lojas virtuais e foi a primeira vez que lojas de decoração participaram do evento. As empresas Walmart, Extra, Ponto Frio, Submarino, Americanas.com, Saraiva e Fast Shop também foram notificadas pelo Procon por indícios de maquiagem nos descontos.

A quarta Black Friday, que caiu no dia 29 de novembro de 2013, mais uma vez bateu recorde de vendas, contemplando a venda tanto de bens, como produtos diversos, imóveis, carros, artigos infantis; utilidades domésticas, quanto de serviços, como turismo, festas infantis e comunicação. Segundo pesquisa do Provar – Programa de Administração do Varejo, o preço de 21% dos produtos foram aumentados na Black Friday, o que gerou indignação nos e-consumidores, que resgataram a expressão "Black Fraude" para se referir ao evento. Houve um movimento nas redes sociais de posts de print screen dos preços e seu aumento à medida que o dia da Black Friday Brasil se aproximava. Devido a essas incidências, a empresa Reclame Aqui lançou uma ferramenta de monitoramento, onde os usuários podiam conferir a reputação das empresas das quais desejavam efetuar compras e também reclamar ou denunciar práticas irregulares nas promoções. 

O evento não tem regulamentação, nem organização centralizada. Qualquer empresa, tanto virtual, quanto física pode fazer promoções com o nome Black Friday. A procura pelo termo 'Black Friday' em 2013 cresceu mais de 300% em relação a 2012 29 , o que levou muitas agências de publicidade a se colocarem como centrais oficiais do evento.

Maquiagem de preços

De acordo com um estudo feito pela Opinion Box em parceria com o Mundo Marketing, três em cada quatro internautas brasileiros pretendem aproveitar a data em 2014 para realizar compras online. Apesar de vários outros números positivos apresentados pela pesquisa, foi constatado que 42% dos entrevistados ainda desconfia dos descontos oferecidos no Black Friday.30
Uma das maiores reclamações dos consumidores é a maquiagem de preços - tática utilizada pelos e-commerces pra vender mais sem ter que necessariamente diminuir os valores. Funciona da seguinte forma: O lojista sobe arbitrariamente o preço do produto dias ou uma semana antes do Black Friday. Dessa forma, no dia 28 de novembro, ele pode dar um desconto muito grande no produto, e o consumidor acreditará estar levando vantagem.
Várias lojas têm criado suas campanhas baseando-se no fato de que não fazem maquiagem de preços, e que suas ofertas são realmente preparadas para o Black Friday. Para evitar cair na fraude, o consumidor pode contar com alguns agregadores de descontos e cupons, que garantem reunir as ofertas verdadeiras. Um deles, Cuponation, fez sua divulgação do Black Friday 2013 com a campanha 'Black Friday sem pegadinha', que garantia reunir apenas as ofertas reais e honestas, além de distribuir cupons extras para as compras. ...

Outros portais, como Zoom, Buscapé e Busca Descontos, também ajudam o consumidor a descobrir onde o verdadeiro melhor preço está.


Fonte:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Black_Friday
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O consumismo é o resultado do desenfreamento da alma. O consumismo é incitado pela mídia, o consumismo é incitado pela moda, pelo querer ser, ter, poder, e, alguns vão dizer que não existe nada de errado no consumismo, pois se a pessoa tem dinheiro é pra gastar mesmo, mas, a realidade nem sempre é essa, muitos estão gastando e comprando o que não podem, o que não é necessário, como resultado de uma ilusão do "conseguir", do "ter", e aí entra o "espírito" capitalista, onde os mansos não herdarão a "terra de Deus", mas herdarão riquezas que se deterioram, que acabam, que se vão como o vento. Quando se fala, "busca a Deus em sua vida", existe um sentido aguçado de interpretar Deus de uma forma "Bad Friday", onde tenho que esconder nas meias minhas economias, pois senão ficarei sem meu momento "Black Friday". Salomão, o Pregador, está nas ruas, e ele sempre diz, "não existe nada novo debaixo do céu", ou seja, tudo se repete, e os cegos não enxergam os que os chamados "loucos", com o colírio Divino, já enxergaram há muito tempo.


Pastor Charles Maciel Vieira