segunda-feira, 16 de outubro de 2017

COMENTÁRIO 2º CORÍNTIOS 1.3 - JOÃO CALVINO



2 Co 1.3. "Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias e o Deus de todo conforto"

3. Bendito seja Deus. Ele começa (como já observamos) com esta nota de ação de graças, em parte com o propósito de enaltecer a bondade de Deus; em parte, para estimular os coríntios, por meio de seu exemplo, a suportarem perseguições de maneira resoluta; e, em parte, para magnificar-se num refrão de piedosa glorificação, em oposição às calúnias malignas dos falsos apóstolos. Pois tal é a depravação do mundo, que trata com escárnio os mártires, a quem deveriam ter em admiração, e tudo fazem para encontrar motivo de censura nos esplêndidos troféus dos piedosos. Bendito seja Deus, diz ele. Por qual razão? Que nos conforta. O pronome relativo que tem aqui um sentido causal e equivale a porquê. Paulo suportou suas aflições com ânimo e alegria e atribui a Deus essa sua intrepidez, porque era devido ao suporte oriundo da consolação divina que ele não desfalecia.

  Paulo O denomina de o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, e não sem boa razão, quando se refere às bênçãos, pois, onde Cristo não está, ali também não existe nenhuma bênção. Em contrapartida, onde Cristo intervém, por cujo nome é chamada toda a família, no céu e na terra [Ef 3.15], ali se acham presentes todas as misericórdias e consolações de Deus e, mais ainda, está presente seu amor paterno, a fonte de onde emanam todas as demais bênçãos.


Fonte: Comentário 2 Coríntios - João Calvino

COMENTÁRIO 2º CORÍNTIOS 1.1. - JOÃO CALVINO



2 Co 1.1. "Paulo, apóstolo de Jesus Cristo pela vontade de Deus, e Timóteo, nosso irmão, à igreja de Deus que está em Corinto, com todos os santos que se acham em toda a Acaia".

1. Paulo, apóstolo. Suas razões para designar-se apóstolo de Cristo e esclarecer que obtivera essa honra pela vontade de Deus podem ser encontradas na epístola anterior, onde foi realçado que as únicas pessoas que têm o direito de ser ouvidas são aquelas que Deus enviou e falam a palavra de sua boca. Assim, para assegurar autoridade a alguém, duas coisas são necessárias: a vocação e o desempenho fiel do ofício por aquele que foi chamado. Paulo reivindica para si ambas as coisas. É verdade que os falsos apóstolos faziam o mesmo; visto, porém, que reivindicavam um título ao qual não têm nenhum direito, eles nada conseguem entre os filhos de Deus, os quais podem, com a maior facilidade, convencê-los de impertinência. Daí, o mero título não é suficiente, se não traz consigo a realidade; de modo que aquele que alega ser apóstolo deve também provar sua pretensão por meio de sua obra.

À igreja de Deus. É preciso que tenham sempre em vista o fato de que Paulo sempre reconhece a existência da Igreja mesmo onde havia tantos males em seu seio. Uma Igreja que tem em si as marcas genuínas da religião pode ser reconhecida a despeito das falhas de seus membros individuais. Mas, o que ele quis dizer com a expressão com todos os santos? Estes santos não estavam associados à igreja? Minha resposta é que esta frase se refere aos crentes que viviam dispersos aqui e ali, nos diversos distritos da província. É bem provável que naqueles tempos conturbados, quando os inimigos de Cristo viviam enfurecendo a todos ao redor, muitos crentes se achassem espalhados por lugares onde não podiam manter convenientemente as assembleias sacras.


Fonte: Comentário 2 Coríntios - João Calvino

domingo, 15 de outubro de 2017

NOTÍCIA: Lenda Do Rock Deixa A Homossexualidade E Prega Contra A Ideologia De Gênero: “Deus Fez Homens E Mulheres”



  Richard Wayne Penniman é um senhor de 84 anos que prega contra a ideologia de gênero e vê a homossexualidade como um pecado que inverte o propósito de Deus. Descrito dessa forma, ele poderia ser compreendido como algum evangélico conservador com décadas de igreja, mas trata-se do oitavo maior artista da música de todos os tempos, ex-homossexual.

  Little Richard é uma lenda no rock, construiu uma carreira sólida e amplamente produtiva em termos de composições. Teve canções gravadas por Elvis Presley e outros artistas, além de cravar outras entre as mais marcantes da música norte-americana. A vida toda se apresentou publicamente como homossexual, e suas performances exibiam trejeitos afeminados.

  Em 2012, já aos 79 anos, dizia ser um “pansexual”, uma pessoa com atração por todos os sexos e orientações sexuais. Chegou a dizer que o sexo era como um rodízio: “Nós somos todos homens e mulheres. O sexo para mim é como um smorgasbord (refeição de múltiplos pratos do tipo buffet típica da Suécia). O que eu quiser, eu sou. Qualquer tipo de sexo. Eu sou pansexual”, declarou.

  Em 1995, Little Richard concedeu uma entrevista à revista Penthouse que a homossexualidade era aceita por Deus, e a reprovação a isso era ódio: “Fui gay toda a minha vida e sei que Deus é um Deus de amor, não de ódio”, afirmou, citando que foi o terceiro de 12 filhos e que seu pai o colocou para fora de casa por ser quem ele era: “Ele disse que queria sete garotos, e que eu tinha arruinado isso porque eu era gay”.

  Agora, uma mudança radical no modo de pensar de Little Richard foi exposta ao mundo numa entrevista concedida à emissora Three Angels Broadcast Network (3ABN). “Entregue tudo o que você tem a Jesus e você se sentirá muito melhor”, disse o músico ao entrevistador Danny Shelton.

  “Quando entrei no show business, eles queriam que eu parecesse com todos, exceto comigo mesmo. Eles diziam: ‘Você é homossexual e vai dizer isso para as pessoas’. Mas Deus fez homens como homens e mulheres como mulheres. Temos que viver da forma que Deus quer que vivamos”, acrescentou.

  Ao final, evidenciando sua conversão ao Evangelho, Little Richard pregou: “Independentemente do que você for, Ele o ama. Eu não me importo com o que você é. Ele o ama e Ele pode salvá-lo, e Ele o salvará e Ele pode ajudá-lo. Ele irá ajudá-lo. Tudo o que você precisa fazer é dizer: ‘Senhor, me toma como estou. Eu sou um pecador’. Mas todos nós pecamos e ficamos sem a glória de Deus. A única pessoa santa e justa é Jesus e Ele quer que sejamos como Ele, porque para irmos ao Céu, temos que nos parecer com Ele. Eu quero ser santo como Jesus”, concluiu.




Fonte:  https://noticias.gospelmais.com.br

sábado, 14 de outubro de 2017

NOTÍCIA - MINISTRA ISRAELENSE DIZ QUE É PRECISO DAR UM “BASTA” AO POLITICAMENTE CORRETO E PEDE QUE SE SIGA A BÍBLIA



  A ministra israelense de Igualdade Social, Gila Gamliel, recebeu em nome de seu governo uma manifestação de apoio de deputados de 15 países que se opõem às tentativas da Organização das Nações Unidas (ONU) em deslegitimar a presença dos judeus em seu próprio território, e afirmou que é tempo de ser “biblicamente correto”.

  Gila Gamliel agradeceu a manifestação dos parlamentares dizendo que é importante lutar contra organizações que tentam reescrever a história a partir do pensamento pós-moderno: “Eu digo que já basta de sermos politicamente corretos, vamos ser biblicamente corretos […] Vocês estão do lado certo nesta história”.

  A ministra se reuniu em Jerusalém com 27 deputados de 15 países diferentes em uma conferência organizada por diversas entidades, como Fundação Aliados de Israel (IAF), dos EUA; Congresso Mundial Judaico; a Embaixada Cristã Internacional em Jerusalém (ICEJ); e a organização Pontes pela Paz.

  “A diplomacia baseada na fé está liderando esforços contra a deslegitimação de Israel”, comentou o presidente da IAF, Josh Reinstein. “Nós testemunhamos mais uma vez o surgimento do antissemitismo em todo o mundo, o que muitas vezes é formulado em posições políticas contra o direito de Israel de existir”, acrescentou.

  No encontro, realizado na última segunda-feira, 09 de outubro, todos os parlamentares e representantes das entidades que organizaram a conferência assinaram uma resolução que repudia todas as iniciativas que visam negar as origens judaicas do Estado de Israel e da cidade de Jerusalém, assim como todas as evidências forjadas para acusar a nação de ser “ocupante” do território.

  O documento também pede aos governos que adotem como definição de antissemitismo o texto proposto pela Aliança Internacional da Memória do Holocausto do Departamento de Estado dos EUA, reconhecendo que as expressões anti-Israel e anti-sionista representam um fanatismo anti-judeu.

  No texto, há ainda uma declaração de apoio aos “Direitos dados por Deus e por lei para a soberania e a legítima defesa sobre a totalidade das suas terras e territórios, reconhecendo a importância da unidade para formar um Estado de Israel forte e unido, com Jerusalém como sua capital eterna e indivisível”, de acordo com informações do Breaking Israel News.

  Após o encontro da conferência, os deputados fizeram um tour pelo país, incluindo visitas ao túmulo de Raquel, em Belém, e vários locais considerados sagrados em toda a Samaria. Na noite da última terça-feira, 10 de outubro, o evento foi encerrado com uma participação na Festa dos Tabernáculos.

  “O objetivo dessas visitas foi duplo. Primeiro, a IAF queria que os visitantes andassem pelas ruas da Terra Prometida e que os versículos da Bíblia se tornassem vivos diante de seus olhos”, concluiu Reinstein.




sexta-feira, 13 de outubro de 2017

ANÁLISE SOBRE A PESSOA DO PASTOR EVANGÉLICO



O PASTOR NÃO TRABALHA 

Se um professor estuda, se prepara e dá uma aula de 45 minutos, ele está trabalhando.
Se um Pastor estuda, se prepara e prega uma mensagem de 45 minutos, ELE NÃO TRABALHA.                       

Se um Psicólogo atende e aconselha pessoas, ele está trabalhando.
Se um Pastor atende e aconselha pessoas, ELE NÃO TRABALHA.

Se um administrador se organiza, faz reforma, contrata mão de obra, e gerencia uma empresa, ele está trabalhado... 
Se um Pastor se organiza, faz reforma, contrata mão de obra e gerencia uma igreja, ELE NÃO TRABALHA. 

Se um contador faz os cálculos, economiza, equilibra as finanças e faz investimentos, ele está trabalhando... 
Se um Pastor faz cálculos, economiza, equilibra as finanças e faz investimentos na igreja, ELE NÃO TRABALHA. 

Se qualquer um desses tirar férias, é justo, afinal, eles trabalham...
Já um pastor não pode tirar férias, não deve receber salário, e não merece respeito... 
Afinal, ELE NÃO TRABALHA.

VALORIZE SEU PASTOR!

VIDA DE PASTOR:
PASTOR É ALVO DAS MAIS DESENCONTRADAS OPINIÕES...*

Se o Pastor é ativo 
- É ambicioso
Se é calmo 
- É preguiçoso
Se o Pastor é exigente 
- É intolerante
Se não exige 
- É displicente
Se o Pastor visita 
- É incômodo
Se não visita 
- É irresponsável pelas ovelhas
Se o Pastor fica com os jovens 
- É imaturo
Se fica com os adultos 
- É antiquado e ultrapassado
Se fica com as crianças
-  É infantil
Se procura atualizar-se 
- É mundano
Se não atualizar-se 
- É mente fechada
Se o Pastor cuida da família 
- É descuidado com a Igreja.
Se o Pastor cuida da Igreja
- É descuidado com a família
Se prega pouco 
- É que não tem mensagem
Se prega muito 
- É enfadonho
Se não tem boa oratória
- É despreparado
Se tem boa oratória 
- É exibido
Se procura agradar a todos
- É sem personalidade
Se é positivo, e procura corrigir
- É parcial
Se o Pastor se veste bem 
- É vaidoso
Se veste mal 
- É relaxado
Se não sorri
- É cara dura
Se o Pastor ri
- É irreverente
Se realiza programas novos 
- É que só quer viver de promoções
Se não realiza.
- É que não tem ideias
Se o Pastor é alegre 
- É sem linha
Se chora no púlpito 
- É chorão
Se o Pastor organiza trabalho 
- É explorador do rebanho
Se não organiza 
- É que não dá trabalho ao rebanho
Se o Pastor fala alto 
- É irritante
Se fala baixo 
- É um coitado, não tem voz ativa
Se o Pastor prega na rua 
- Está baratiando o evangelho
Se só fica na igreja
- É acomodado nas quatro paredes

Ser Pastor é um tremendo desafio 
É uma questão de chamada e de entrega.
*O Pastor é uma pessoa, que tem sentimentos!
*Entenda o seu Pastor!

Se o pastor esta triste,
já dizem que perdeu a fé.
Se o pastor fica doente,
é porque está na carne.

O pastor é um ser humano que precisa das ovelhas, tanto quanto precisamos dele. É o portador das Boas Novas. 

Ame e entenda seu pastor. 

Ore e Apoie o Seu Pastor.


Fonte: Recebi pelo WhatsApp

IDEOLOGIA DE GÊNERO - A TENTATIVA DE POR FIM À FAMÍLIA


  Todos tem o direito de serem o que quiserem. A pessoa pode ser heterossexual ou homossexual, transsexual, e etc. Todos tem liberdade de ser e fazer o que quiserem, assumindo as consequências de suas decisões. Isso é fato e está na Lei. O homem, a mulher, o gay, o negro, o índio, o oriental, o mestiço, e todos, tem seu direito de existência já garantido pela Lei maior de nosso país, o Brasil, a Constituição da República Federativa do Brasil. Temos liberdade de ir e vir. Temos liberdade de crença e descrença. Todos nasceram de uma família, constituída ou não, mas a concepção de uma criança precisa de um PAI e de uma MÃE, o que é um contexto heterossexual.

  RESPEITEM A FAMÍLIA!!! Respeitem o papai e a mamãe!!!


  Quanto à FAMÍLIA, que é protegida pela LEI, e formada por um HOMEM e uma MULHER,  estaremos expondo o Artigo 226 da CONSTITUIÇÃO e alguns parágrafos:

  (Observação: Estamos pondo alguns itens em negrito para que todo leitor possa entender a LEI).




CONSTITUIÇÃO FEDERAL


Título VIII    
Da Ordem Social

Capítulo VII    
Da Família, da Criança, do Adolescente, do Jovem e do Idoso


Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado.

    § 1º O casamento é civil e gratuita a celebração.

    § 2º O casamento religioso tem efeito civil, nos termos da lei.

    § 3º Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.

    § 4º Entende-se, também, como entidade familiar a comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes.

    § 5º Os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher.

    § 6º O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio.

    § 7º Fundado nos princípios da dignidade da pessoa humana e da paternidade responsável, o planejamento familiar é livre decisão do casal, competindo ao Estado propiciar recursos educacionais e científicos para o exercício desse direito, vedada qualquer forma coercitiva por parte de instituições oficiais ou privadas.

    § 8º O Estado assegurará a assistência à família na pessoa de cada um dos que a integram, criando mecanismos para coibir a violência no âmbito de suas relações.

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A LEI protege a criança:

ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (ECA)
LEI 8.069/90

Art. 240. Produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, cena de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo criança ou adolescente: Pena – reclusão, de 4 (quatro) a 8 (oito) anos, e multa.

Art. 241. Vender ou expor à venda fotografia, vídeo ou outro registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente: (Redação dada pela Lei nº 11.829, de 2008)
Pena - reclusão, de 4 (quatro) a 8 (oito) anos, e multa. (Redação dada pela Lei nº 11.829, de 2008)
Art. 241-A. Oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir, distribuir, publicar ou divulgar por qualquer meio, inclusive por meio de sistema de informática ou telemático, fotografia, vídeo ou outro registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente: (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)
Pena - reclusão, de 3 (três) a 6 (seis) anos, e multa. (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008)

(AS CRIANÇAS SÃO PROTEGIDAS POR LEI DE EXPOSIÇÃO À PORNOGRAFIA).

(SIGNIFICADO DE "PORNOGRAFIA" NO DICIONÁRIO AURÉLIO: DESCRIÇÃO OU REPRESENTAÇÃO DE COISAS CONSIDERADAS OBSCENAS, GERALMENTE DE CARÁTER SEXUAL. QUALQUER COISA (LIVRO, REVISTA, FILME, ETC). AÇÃO OU REPRESENTAÇÃO QUE ATACA OU FERE O PUDOR, A MORAL OU OS CONSIDERADOS BONS COSTUMES).


Art. 229. Os pais têm o dever de assistir, criar e educar os filhos menores, e os filhos maiores têm o dever de ajudar e amparar os pais na velhice, carência ou enfermidade.

(OBSERVAÇÃO: QUEM EDUCA, DOUTRINA, AS CRIANÇAS SÃO OS PAIS). 

Art. 124. São direitos do adolescente privado de liberdade, entre outros, os seguintes:
XIV. receber assistência religiosa, segundo a sua crença, e desde assim o deseje;

(DENTRE VÁRIOS DIREITOS ASSEGURADOS NESTE ARTIGO, ESTÁ O DE "RECEBER ASSISTÊNCIA RELIGIOSA". NENHUMA CRIANÇA OU ADOLESCENTE NASCE RELIGIOSA, CATÓLICA, EVANGÉLICA, ESPÍRITA, BUDISTA, E ETC, MAS RECEBEM ESSE ENSINAMENTO VINDO DA CRENÇA DE SUA FAMÍLIA, E NÃO DA ESCOLA). 


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COMENTÁRIO SOBRE A LIBERDADE DE CULTO / RELIGIÃO / CRENÇA PARA TODOS:

Liberdade de crença e culto religioso
  São ambas formas de expressão da liberdade religiosa, cuja exteriorização é um modo de manifestação do pensamento.

  A liberdade de crença compreende o direito de escolha livre da religião, o de aderir a qualquer seita religiosa, o de mudar de religião, mas também o direito de não aderir a religião alguma, assim como a liberdade de descrença, a liberdade de ser ateu e de exprimir o agnosticismo. Mas não compreende a liberdade de embaraçar o livre exercício de qualquer religião, de qualquer crença, de qualquer culto. Pois aqui também a liberdade de alguém vai até onde não prejudique a liberdade dos outros (cf. José Afonso da Silva, ob. cit., p. 226).

  A crença tem dimensão íntima, interna. Pode ficar no simples sentimento do sagrado puro, na simples contemplação muda do ente sagrado, na simples adoração de Deus, sem exteriorizações. Mas não é isso que ocorre com freqüência. Ao contrário, o religioso sente a necessidade de exprimir sua crença, de fazer pregações, que é o lado externo da liberdade de crer o culto. A liberdade de crença, como a de consciência, é inviolável (CF, art. 5°, VI).

  A liberdade de culto consiste na exteriorização da crença religiosa na prática dos ritos, com suas cerimônias, manifestações, reuniões, fidelidades aos hábitos, às tradições, na forma indicada pelas normas da religião escolhida. “Compreendem-se na liberdade de culto a de orar e a de praticar os atos próprios das manifestações exteriores em casa ou em público” (cf. Pontes de Miranda, Comentários à Constituição de 1967 com a Emenda n. 1 de 1969, 2a ed., V /119, São Paulo, Ed. RT, 1970).

  A Constituição assegura o livre exercício dos cultos religiosos e garante, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e às suas liturgias. Não precisamos entrar em pormenores sobre esta última parte, porque diz respeito à liberdade de organização religiosa, que não concerne à criança nem ao adolescente.

  Uma observação que comporta fazer é a de que a liberdade de crença e de culto da criança e do adolescente é estreitamente conexa com a de sua família. Terceiros, autoridades, entidades e instituições não podem impor crenças e cultos às crianças e adolescentes, mas não se pode recusar aos pais o direito de orientar seus filhos religiosamente, quer para uma crença, quer para o agnosticismo. É um direito que lhes cabe, como uma faculdade do pátrio poder, mas especialmente em razão do dever que se lhes impõe de educar os filhos menores. No dever que incumbe à sociedade e ao Estado de assegurar, com a família, à criança e ao adolescente o direito à educação, nos termos do art. 227 da CF, não entra educação religiosa, a menos que o próprio interessado o requeira, como pode fazê-lo, exigindo aulas de sua religião nos horários normais das escolas públicas do ensino fundamental (CF, art. 210, § 1°), assim como também têm o direito à assistência religiosa na entidade civil de internação coletiva onde porventura estejam internados (arts. 94, XII, e 124, XIV; CF, art. 5°, VII). É evidente também que o direito dos pais ou de outros familiares na matéria não inclui o constrangimento ao filho que optou por outra crença que não a deles.

Fonte: http://fundacaotelefonica.org.br/promenino/trabalhoinfantil/promenino-ecacomentario/eca-comentado-artigo-16livro-1-tema-liberdade/


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VEJA, COM TRANQUILIDADE, OS VÍDEOS ABAIXO:

(PEÇO QUE FAÇA A INTERPRETAÇÃO DE UM TODO, E MESMO QUE VOCÊ NÃO CONCORDE COM AS PESSOAS DOS VÍDEOS ABAIXO, MAS PENSE, ANALISE COM SINCERIDADE).












































































































Pesquisador: Charles Maciel (Pedagogo, Filósofo, Professor, Capelão, Pai, Filho, Marido e Irmão).

sábado, 16 de setembro de 2017

Morre, aos 65 anos, o jornalista Marcelo Rezende - "Corta pra mim!"



  Ele foi vítima de falência múltipla dos órgãos em consequência de um câncer, informou o Hospital Moriah.

  O jornalista Marcelo Rezende morreu neste sábado (16/09/2017), aos 65 anos, na zona sul de São Paulo. Um dos maiores nomes do jornalismo brasileiro, o apresentador da Record TV lutava contra um câncer no pâncreas e no fígado desde o final de abril. A informação foi confirmada pelo Hospital Moriah, onde estava internado desde terça-feira (12).

  Ainda não foram divulgadas informações sobre velório e enterro.

  Com a coragem que o acompanhou ao longo da vida, o jornalista anunciou em rede nacional que estava com a doença. Durante uma entrevista ao Domingo Espetacular no início de maio, horas antes de ser internado pela primeira vez, Rezende disse que encararia a doença de frente.

  O câncer agressivo o obrigou a deixar repentinamente o comando do Cidade Alerta, jornalístico que apresentava desde 2012. Foi nessa última etapa da carreira que Marcelo Rezende se reinventou como apresentador.

 Entre denúncias e notícias sobre violência urbana, Marcelo Rezende encontrou espaço para o bom humor. Transformou os repórteres em personagens, deu apelidos à equipe técnica, colocou o comentarista Percival de Souza sentado num trono. Criou bordões que ganharam as ruas e já entraram para a história da TV brasileira. Um deles, o “corta pra mim”, virou título de sua autobiografia (Editora Planeta, 2013). Um breve resumo de uma vida rica de histórias.

  Marcelo Rezende nasceu no Rio de Janeiro, em 12 de novembro de 1951, fruto de um casal de baixa renda. Filho de um bancário e uma funcionária da aeronáutica, decidiu, aos 16 anos, se mudar para a Bahia e viver em uma comunidade hippie.

  Um ano mais tarde, ingressou no jornalismo por acaso, durante uma visita à redação do Jornal dos Sports, no Rio de Janeiro. Rezende tinha apenas 17 anos e foi convidado para trabalhar como repórter na cobertura de futebol. Foram o talento e as amizades que conquistou lá que o levaram para a Rádio Globo e, na sequência, O Globo. No jornal carioca, onde trabalhou por sete anos, teve a chance de ficar próximo do ídolo, Nelson Rodrigues.

  Antes de chegar à televisão, o jornalista ainda passou pela revista Placar. Só então, em 1987, foi contratado como repórter esportivo pela TV Globo. Com pouco tempo na emissora carioca, migrou para o jornalismo investigativo – área que marcou a sua carreira profissional. Participou de coberturas importantes e saiu na frente em várias delas. Um exemplo é a investigação sobre a fuga de PC Farias, tesoureiro da campanha de Fernando Collor, em 1993. Mas a matéria de maior repercussão na carreira do apresentador foi um caso de violência policial na Favela Naval, em Diadema, na grande São Paulo. A denúncia feita por Rezende em 31 de março de 1997 no Jornal Nacionalcausou indignação no País, rodou o mundo e colocou os direitos humanos na pauta da sociedade. Pelo trabalho, Rezende recebeu os prêmios APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) e o Líbero Badaró.

  No ano seguinte, o jornalista voltou a ser premiado no Líbero Badaró por uma denúncia de vendas de armas, também exibida no Jornal Nacional. Ele já havia conquistado, em 1994, o diploma de honra ao mérito do Festival de Filme e Televisão de Nova York pela reportagem Trabalho do Menor, exibida no Globo Repórter.

  A estreia como apresentador foi no Linha Direta, em 27 de março de 1999. O jornalista participou ativamente do projeto que colocou o programa policial que reconstituía crimes praticados por foragidos da justiça de volta à grade da Globo – a primeira versão, feita em 1990, durou só quatro meses no ar. De acordo com a emissora carioca, Rezende dizia que “a proposta do Linha Direta era, desde o princípio, condenar a impunidade e retratar os casos policiais com o máximo de verossimilhança”. Isso era possível pois, além de contar histórias, a atração incentivava os telespectadores a denunciar o paradeiro dos criminosos ou fornecer pistas que ajudassem na solução dos casos. O jornalista trabalhou sete meses montando uma equipe de 50 profissionais para colocar o programa no ar.

 Rezende deixou a Globo e, em 2002, foi para a Rede TV!, onde assumiu a apresentação do telejornal policial Repórter Cidadão.

  Em 2004, foi contratado pela Record TV, como apresentador da primeira versão do Cidade Alerta. Ficou até 2006, quando foi contratado novamente pela Rede TV! para ancorar o RedeTV!News, principal jornalístico da casa. Deixou a emissora em 2008. Dois anos depois, estreava na Band no comando do Tribunal na TV – atração nos mesmos moldes do Linha Direta.

  Ainda em 2010, Rezende voltou para a Record TV, como repórter especial do Domingo Espetacular. No ano seguinte, virou apresentador do Repórter Record. Mas, em 2012, Marcelo Rezende reassumiu o comando do Cidade Alerta e, com uma dose de irreverência, mudou o jeito de fazer programa policial na televisão brasileira. A inovação deu certo e fez história. Em setembro de 2015, o vespertino venceu por pelo menos três vezes o Jornal Nacional, fato até então inédito na televisão. Quando não ficava na frente, por várias vezes o Cidade Alerta empatava no período de confronto direto entre os dois noticiários. Um marco histórico, já que, desde a estreia, em 1969, o Jornal Nacional sempre teve a liderança isolada de audiência.

  O sucesso foi interrompido pela descoberta do câncer agressivo, em exame realizado em 28 de abril. Mesmo após o diagnóstico, Marcelo Rezende apresentou três edições do programa e fez questão de não abandonar a legião de fãs. Durante o período em que esteve fora do ar, usou as redes sociais para se manter em contato com o público. Em todas as mensagens, passou demonstrações de confiança e fé.

  Marcelo Rezende deixa cinco filhos e uma neta.


Fonte: https://g1.globo.com
Fonte: http://noticias.r7.com

Igreja compra bar ao lado do templo, transforma em restaurante e destina lucros para a caridade

  

  Uma igreja adotou uma estratégia bem incomum e ousada para transformar a vizinhança e arrecadar fundos para seus projetos de caridade: comprou um bar que funcionava em frente ao templo.

  A iniciativa da St. Thomas Church (Igreja Anglicana de São Tomás) foi estudada ao longo de anos, já que o pub vizinho, chamado Mitre, havia sido fundado em 1867 e depois de ter fechado as portas no começo desta década, funcionou como um restaurante de comida chinesa por um curto período de tempo.

  Mitre (em português, Mitra) é um adorno clerical usado na cabeça por sacerdotes de algumas tradições cristãs durante os cultos. A ideia da igreja é que, agora, todo o lucro gerado pelo pub seja revertido em fundos para projetos sociais que atendem pessoas carentes.

Comida e bebida

  Os fiéis da igreja, localizada na cidade de Norwich, no leste da Inglaterra, poderão contribuir com a caridade de forma direta e indireta, através do consumo no bar, que agora, também será restaurante. A tradição anglicana, assim como a cultura cristã europeia, não prega a abstenção total do álcool, o que aumenta a chance de a ideia da direção da igreja ser bem-sucedida.

  “Sempre ficamos de olho no lugar. A ideia era comprá-lo para transformá-lo em uma casa pública para que as pessoas da comunidade pudessem usar”, contou o diretor-administrativo da igreja, Terry Huggins, à agência AFP. O bar e restaurante reabre na próxima segunda-feira, 14 de setembro.

  “O prédio será bem acolhedor, seja você cristão ou não, de outros lugares ou daqui”, comentou Huggins, lembrando que serão servidos café da manhã, almoço e jantar, além de bebidas como café, vinho e cerveja. A aquisição do espaço custou o equivalente a R$ 2,05 milhões e a reforma R$ 410 mil, pagos através de doações.


Fonte: https://noticias.gospelmais.com.br

AS PECULIARIDADES DA CARTA ENVIADA À IGREJA DE FILIPOS – REV. HERNANDES DIAS LOPES



  A carta à igreja de Filipos é considerada a mais bela do Novo Testamento. Ela transborda de alegria, generosidade e entusiasmo. Destacamos alguns pontos:

  Em primeiro lugar, o autor da carta. O apóstolo Paulo, corajoso missionário, ilustrado mestre, articulado apologista, estadista cristão e fundador da igreja de Filipos, é o remetente da carta.

  Há abundantes evidências internas e externas que provam conclusivamente que Paulo foi o autor dessa carta. Os pais da Igreja primitiva Policarpo, Irineu, Clemente de Alexandria, Eusébio e outros afirmam a autoria paulina dessa carta.

  Paulo recebeu uma refinada educação secular e religiosa (At 22.3). Ele era um líder do judaísmo na cidade de Jerusalém. Era um fariseu, ilustre membro do Sinédrio, que deu seu voto para matar alguns seguidores de Cristo (At 26.5,10). Convertido a Cristo, foi destinado como apóstolo aos gentios. Foi enviado pela igreja de Antioquia como missionário transcultural, e, na sua segunda viagem missionária, esteve em Filipos, onde plantou a igreja. Dez anos depois, quando preso em Roma, escreveu a carta à igreja de Filipos.

  Em segundo lugar, onde e quando a carta foi escrita. Essa é uma carta da prisão. Paulo esteve preso três vezes: em Filipos (At 16.23), em Jerusalém e Cesaréia (At 21.27-23.31) e finalmente em Roma (At 28.30,31), nesta última em duas etapas. Há evidências abundantes de que Paulo escreveu de Roma, essa carta no final da sua primeira prisão. Três fatores parecem provar essa tese: Primeiro, as demais cartas da prisão foram escritas de Roma (Efésios, Colossenses, Filemom), onde Paulo passou mais tempo em cativeiro. Segundo, em Filipenses 1.13 Paulo menciona a guarda pretoriana (o pretório). Terceiro, em Filipenses 4.22 Paulo envia saudações dos “da casa de César”, todos os que faziam parte das lides domésticas do imperador. Werner de Boor afirma que quando essas três coisas — prisão, pretorianos, casa de César — convergem, não faltam muitos argumentos para tomar a decisão a favor de “Roma”.

  Essa carta foi escrita no final da primeira prisão em Roma, e não durante a segunda prisão, visto que Paulo tem vívida esperança de rever os filipenses (1.19,25) e ainda desfrutava certa liberdade a ponto de receber livremente seus visitantes (At 28.17-30). Paulo ficou preso em Roma, nessa primeira reclusão, cerca de dois anos, aproximadamente nos anos 60 a 62 d.C. Ele escreveu a Carta aos Filipenses já no final de 61 d.C. Evidentemente essa foi a última carta escrita no período dessa primeira prisão, argumenta Bruce B. Barton. Na segunda prisão em Roma, entretanto, de onde escreveu sua última carta, 2Timóteo, Paulo estava sofrendo cadeias como um criminoso (2Tm 2.9). Ele fora abandonado (2Tm 4.10,16), sentia frio (2Tm 4.13) e esperava o martírio (2Tm 4.6,7,18).

  Em terceiro lugar, por que Paulo escreveu esta carta? Paulo escreveu a Carta aos Filipenses com dois propósitos em mente:

  Para agradecer à igreja de Filipos sua generosidade. Essa é uma carta de gratidão à igreja pelo seu envolvimento com o velho apóstolo em suas necessidades. Essa igreja foi a única que se associou a Paulo desde o início para sustentá-lo (4.15). Enquanto Paulo esteve emTessalônica, eles enviaram sustento para ele duas vezes (4.16). Enquanto Paulo esteve em Corinto, a igreja de Filipos o socorreu financeiramente (2Co 11.8,9). Quando Paulo foi para Jerusalém depois da sua terceira viagem missionária, aquela igreja levantou ofertas generosas e sacrificais para atender os pobres da Judéia (2Co 8.1-5). Quando Paulo esteve preso em Roma, a igreja de Filipos enviou a ele Epafrodito com donativos e para lhe prestar assistência na prisão (4.18).

  Para alertara igreja sobre os perigos que estava enfrentando. A igreja de Filipos enfrentava dois sérios problemas: um interno e outro externo.

  Primeiro, a quebra da comunhão. A desunião dos crentes era um pecado que atacava o coração da igreja. Era uma arma destruidora que estava roubando a eficácia da igreja diante do mundo. Ralph Martin diz que a igreja filipense sofria com problemas de presunção (2.3), de vaidosa superioridade (2.3), que induziam ao egoísmo (2.4), quebrando a koinonia, espírito de boa vontade para com a comunidade. Isso gerava pequenas disputas (4.2) e espírito de reclamação (2.14). Havia um espírito individualista e elitista em alguns membros da igreja de Filipos que colocava em risco a harmonia na igreja. Havia partidarismo e vanglória. Havia falta de comunhão entre os crentes. Problemas pessoais interferiam na unidade espiritual da igreja. Até mesmo duas irmãs, líderes da igreja, estavam em desacordo dentro dela (4.2). J. A. Motyer descreve com vivacidade a gravidade desse problema:

  Nas duas principais ocasiões quando Paulo chama os crentes de Filipos à unidade (2.2; 4.2), ele introduz seu mandamento alertando os crentes sobre dois fatos ou verdades sobre a igreja. Em Filipenses 2.1, Paulo os relembra de que eles estão em Cristo, que o amor do Pai foi derramado sobre eles e que, pelo Espírito, a eles foi dado o dom da comunhão. É essa obra trinitariana que fez deles o que são. Viver em desarmonia, em vez de em união, é um pecado contra a obra e a Pessoa de Deus. Em Filipenses 4.1, não é acidentalmente que Paulo se dirige a eles duas vezes, chamando-os de “amados” e uma vez de “irmãos”. Antes de exortá-los à unidade, ele os relembra de sua posição: eles pertencem à mesma família (irmãos) em que o espírito vivificador é o verdadeiro amor (amados). A luz desses fatos, a desunião é uma ofensa abominável.


  Segundo, a heresia doutrinária. A igreja estava sob ataque também pelo perigo dos falsos mestres (3.2). O judaísmo e o perfeccionismo atacavam a igreja. Paulo os chama de adversários (1.28), inimigos da cruz de Cristo (3.17). Ralph Martin diz que os mestres discutidos em Filipenses 3.12-14 são judeus. Eles se vangloriavam da circuncisão (3.2), a que Paulo replica com uma afirmação de que a igreja é o verdadeiro Israel (3.3). Eles se gloriavam na “carne”, cortada na execução do rito; ele se gloria apenas em Cristo. Eles se orgulhavam de suas vantagens, especialmente de seu conhecimento de Deus; ele só encontra verdadeiro conhecimento de Deus em Cristo. A justiça deles era baseada na lei (3.9); a confiança de Paulo descança na dádiva de Deus. Os judeus buscavam e esperavam obter justiça; Paulo fixa os seus olhos em alvos diferentes e anseia por ganhar a Cristo. Esses falsos mestres viviam como inimigos da cruz - em seu comportamento, deificando seus apetites, honrando valores vergonhosos, só pensando nas coisas deste mundo (3.19).

  Paulo tem de lidar também com os missionários gnósticos perfeccionistas. Eles alardeavam seu “conhecimento” (3.8) e professavam ter alcançado uma ressurreição, já experimentada, dentre os mortos (3.10). São “perfeitos” (3.12). Esses gnósticos são, de fato, inimigos da cruz de Cristo (3.18), libertinos e condenados (3.19).


Hernandes Dias Lopes




Fonte: Comentário Bíblico Filipenses - A Alegria Triunfante no Meio das Provas - Hernandes Dias Lopes - Editora Hagnos

CRER É TER CONFIANÇA – KARL BARTH

  


  A Confissão começa por essas duas palavras carregadas de significação: "eu creio": Tudo o que nós teríamos a dizer para justificar a tarefa que nos aguarda é comandado por esse preâmbulo. Começaremos por três teses, que se aplicam à essência da fé.

  A fé cristã é o dom do encontro que torna os homens livres para escutar a Palavra da graça, pronunciada por Deus em Jesus Cristo, de maneira tal que eles se atêm às promessas e aos mandamentos dessa Palavra, apesar de tudo, de uma vez por todas, exclusiva e totalmente.

  Vimos que a fé cristã, a mensagem da Igreja, constitui o fundamento e o objeto da dogmática. Mas de que se trata? Daquilo em que crêem os cristãos e da maneira como eles crêem. Na prática, não se pode separar a forma subjetiva da fé, fides qua creditur, da pregação, pois essa pregação implica necessariamente na presença de homens que escutaram e receberam o Evangelho; homens que, juntos, foram evangelizados. Mas o fato de acreditarmos pode ser desde logo considerado como secundário em relação ao que existe de maior e de autêntico na pregação, ao que crê o cristão, isto é, o conteúdo de sua fé; e ao que devemos anunciar, isto é, o objeto da Confissão de Fé: creio em Deus, o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

  A linguagem popular denomina a Confissão de Fé de "Credo" e essa expressão deve ao menos nos fazer compreender o que nós acreditamos. Dentro da fé cristã trata-se, de uma maneira decisiva, de um encontro.

  Creio "em ..." diz a Confissão. Tudo depende desse "em ...", desse objeto de fé onde vive nossa fé subjetiva. É notável que, à parte desta introdução "creio ...", o Credo não diz nada do aspecto subjetivo da fé. Não foi bom quando os cristãos inverteram esta relação, falando muito sobre suas ações e sobre a emoção de experimentar aquilo que ocorre no interior do homem, enquanto permaneciam mudos sobre o que devemos crer.

  Ao silenciar sobre o lado subjetivo da fé para falar de seu aspecto objetivo, o Credo se concentra naquilo que para nós é essencial, no que devemos ser, fazer e viver. Aqui igualmente é válida a palavra: "aquele que quiser salvar sua vida, perdê-Ia-á, mas aquele que tiver perdido a sua vida por minha causa, salva-la-á" (Mt 16.25). Aquele que quiser salvar e conservar a subjetividade perdê-la-á, mas aquele que a abandonar pela preocupação com a objetividade, reencontra-la-á. Eu creio: efetivamente é minha experiência, uma experiência humana e um fato, uma forma de nossa existência de homens.


Karl Barth


Fonte: Esboço de uma Dogmática - Karl Barth

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

A FÉ CRISTÃ - KARL BARTH

  



  A fé está relacionada a nós nos agarrarmos exclusivamente a Deus. Exclusivamente porque Deus é Aquele que é fiel. Existe também uma fidelidade humana que tem sua origem em Deus e que deve incessantemente nos alegrar e nos fortalecer. Mas o fundamento dessa fidelidade é sempre a fidelidade de Deus. A fé é a liberdade de se confiar totalmente apenas nele, sola gratia et sola fide. Isso não implica, de maneira nenhuma, um empobrecimento da vida humana; ao contrário, todas as riquezas de Deus assim nos são atribuídas.


Fonte: Esboço de uma Dogmática - Karl Barth

LIVROS TEOLÓGICOS PARA DOWNLOAD

  Achei livre na internet alguns livros em PDF para download. Estarei compartilhando aqui algumas opções de download. Os links estão abaixo das imagens dos livros: 


A Pedagogia de Jesus - J. M. Price









Comentário 1º Corintios - João Calvino








Comentário 2º Coríntios - João Calvino








Comentário 1º e 2º Tessalonicenses - João Calvino









A Condenação de Jesus Cristo - João Calvino

























































  Este Blog não tem a intenção de ficar disponibilizando downloads de obras, mas caso alguma obra dessas, que foram achadas livremente na internet, seja de sua autoria ou da autoria de sua editora, entre em contato que excluiremos.

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